Notas iniciais
Heeey! Eu não demorei para postar desta vez....Bom recebi poucos comentários, mas eu entendo que a fic no começo é meio chatinha e confusa. Mas agora as coisas começam a ficar mais interessantes (Pelo menos eu acho), peço que comentem, pois essa é uma fic um tanto diferente das que eu costumo fazer, e gostaria de saber se estão gostando, pois não tem sentido eu fazer uma fic que não agrada ninguém. Enfim agradeço pelos reviews e espero que gostem. LEIAM AS NOTAS, SÃO IMPORTANTES :D

Pov’s Violetta

Nova Iorque 15 de janeiro...

Acabei decidindo que iria ao endereço da tal carta, pelo ponto de vista de qualquer outra pessoa isso que eu fazia era completa loucura, mas como já sabem: Eu não tinha nada a perder.

O endereço dava direto em um pequeno prédio abandonado, no meio de uma avenida movimentada. –Menos mal. — Pensei, suspirei pesadamente, tentei imaginar o que me aguardava naquele local, um tanto sombrio eu diria.

Meus últimos dias não haviam sido bons, o meu encontro com Leon? Eu não fui, acredite eu queria ter ido, mas parece que naquele dia o universo conspirou contra mim, ou seja, nada deu certo, eu até tentei ir até a “Casa de talentos do Benny”, mas o horário que eu cheguei o estabelecimento já havia fechado, Leon não me ligou, eu tentei ligar para ele, mas o mesmo não me atendeu. Sobre o emprego? Eu não consegui achar nenhum.

A entrada do prédio era uma única porta, que estava entre aberta, adentrei o local e me deparei com escadas velhas, não tive medo, há muito tempo que eu não sinto medo. Subi rapidamente o lance de escadas e me deparei com um corredor que também havia uma única porta no final dele. Fui até lá e a porta estava trancada.

–Que ótimo, eu venho até aqui, me arrisco, e esse negócio não abre. –Eu disse forçando a porta, que não abriu de jeito nenhum.

–O que está fazendo aqui? –Ouvi uma voz masculina atrás de mim.

Pov’s Leon

Eu havia decidido ir até o lugar da carta, minha vida? Que vida, se fosse uma armadilha eu não teria nada a perder. Amigos? Um apenas, Maxi. Violetta havia me dado o famoso “bolo” ao não comparecer ao encontro, eu realmente achei que ela iria, mas parece que me enganei.

Talvez um ilusionista não conheça outra ilusionista

Entrei no prédio, era um tanto estranho, era bem antigo, subi as escadas do local que aparentava ser pequeno, as paredes antigas davam a impressão que a qualquer momento o prédio poderia desabar. Ao término dos degraus me deparei com um corredor, uma porta, e uma garota de costas que estava resmungando. Assim que a tal garota se virou pude ver seu rosto. Francamente Nova Iorque é gigante, e a única pessoa que eu não queria encontrar, eu encontro.

–O que está fazendo aqui? –Eu perguntei e ela (Que ainda não havia me visto) se virou assustada.

–Te faço a mesma pergunta. –Ela disse me encarando, revirei os olhos e tateei os bolsos a procura da carta. Assim que achei mostrei a ela, que pareceu pasma ao ver a carta.

–Você também? –Ela perguntou.

–Eu também o quê? –Eu perguntei tentando ignora-la o máximo possível. Violetta abriu a bolsa e tirou uma carta de cor dourada de lá, apesar da diferença da aparência física da carta, ela basicamente dizia a mesma coisa.

–E então? Descobriu alguma coisa. –Eu disse me aproximando da porta e forçando a mesma.

–Está trancada. –Ela disse.

–Percebi. –Eu disse curto e grosso.

–Por que me trata assim? –Ela perguntou.

–Tem certeza que não sabe? –Eu perguntei olhando em seus olhos pela primeira vez naquele dia.

–Sobre o encontro, eu tive um problema. –Ela disse baixo.

–Se não queria ir, era só ter dito. –Eu disse.

–Mas eu queria ir, já disse eu tive um probl...-Ela foi interrompida.

–Estou vendo que cheguei tarde. –Uma voz masculina, um tanto sarcástica disse no começo do corredor.

–Maxi? –Eu perguntei confuso.

–Leon? Anda me perseguindo? –Ele perguntou me cumprimentando. –E você é? –Ele perguntou para Violetta.

–Meu nome é Violetta. –Ela disse e Maxi a cumprimentou.

–Vejo que já se conhecem. –Ela disse se referindo a nós dois.

–Ele é um velho amigo. –Eu disse cruzando os braços na altura do peito e a encarando.

–Digo o mesmo de vocês, se conhecem? –Maxi disse apontando para nós dois, que apenas assentimos. –E então o que tem nesse de tão misterioso nesse lugarzinho deplorável? –Maxi disse encarando o lugar com repulsa.

–Não sabemos, a porta está trancada. –Violetta disse, Maxi foi até a porta e fez o mesmo que nós, a forçou e não conseguiu abrir.

–O que fazemos aqui então? –Maxi perguntou e eu dei de ombros.

–Eu vou em bora. –Violetta disse e foi em direção à escada, porém antes de pisar no primeiro degrau, apareceu um garoto de cabelos pretos, seu olhar era confuso.

–Mais um! –Maxi disse.

–Quem são vocês? –Ele perguntou se aproximando, eu nada disse, apenas peguei minha carta e a levantei, Violetta e Maxi fizeram o mesmo. O garoto nos encarou e pegou uma carta semelhante a de Violetta, nos mostrando que também estava envolvido nessa história toda.

–Será que tem mais alguém? –Violetta perguntou espiando o andar de baixo.

–Acho que não, na carta diz que eu sou o quarto e último cavaleiro, e aproposito me chamo Marco. –Ele disse.

–Me deem as cartas, eu quero ver uma coisa. –Maxi disse e fizemos o que ele pediu. –O Leon é o primeiro cavaleiro em sua carta está escrito Prepotência X Humildade. –Ele disse e Violetta riu baixinho.

–Combina com você: Prepotência. –Ela disse me lançando um olhar desafiador, Maxi prosseguiu.

–Violetta você o segundo cavaleiro.. ou dama, não entendi isso direito, em sua carta está escrito: Solidão X Amor –Ele disse e agora eu dei risada.

–Próprio para você: Solidão. –Eu disse e ela me fuzilou com o olhar Solidão.

–Olha, eu sei que você se detestam (Aparentemente) mas se querem descobrir o propósito de estarmos aqui, você precisam colaborar. –Maxi disse e Marco concordou.

–Eu sou o terceiro cavaleiro, e em minha carta está escrito: Medo X Coragem. –Ele disse e todos permaneceram quietos, medo? Eu não considerava Maxi uma pessoa medrosa, pelo menos ele nunca aparentou ser medroso.

–E por último Marco, o quarto cavaleiro, em sua carta está escrito: Falsidade X Honestidade. –Maxi concluiu. –Alguém entendeu alguma coisa? –Maxi perguntou sarcástico.

–Olha, eu sei que vai parecer tosco, mas e essa porta? –Marco perguntou apontando para frente.

–Está trancada. –Violetta murmurou e Marco deu risada.

–Aprendam! Nenhuma porta nunca está trancada. –Marco disse e se aproximou, começou a mexer no trinco e logo a porta se abriu, nos entreolhamos assustados com tamanha agilidade.

–Essa foi fácil. –Marco disse e indicou para que entrássemos.

–Quem vai primeiro? –Marco perguntou.

–Primeiro as damas. –Maxi disse soltando um riso fraco.

–Eu vou. –Eu disse e entrei no apartamento escuro, havia um interruptor, eu o liguei e o local se iluminou rapidamente. Quando percebi todos estavam atrás de mim, olhando atentos para todos os lados, acabamos parando em uma sala, até que espaçosa, papeis de paredes antigos se faziam presentes ali, assumo que o local também era mal cheiroso.

Uma pequena faísca apareceu do chão, com a aparição repentina Maxi deu um pulo para trás, talvez estivesse mostrando seu lado medroso. Da faísca surgiu uma luz azul (Estranho) a luz azul formou uma linha, uma linha que foi até o centro da sala, a linha formou um círculo de fogo.

–Wow! –Marco exclamou surpreso. As chamas logo se transformaram em cinzas, deixando apenas um pequeno papel no centro do círculo.

–Quem pega? –Maxi perguntou e eu ri.

–Eu vo...-Violetta me interrompeu.

–Eu pego. –Violetta disse e eu arregalei os olhos, talvez ela fosse mais corajosa do que eu pensava, de qualquer forma ela era mais corajosa do que o Maxi.

Cavaleiros! Em seus lugares, para que entendam o grande segredo de tudo isso é preciso que estejam posicionados nos lugares certos. –Violetta leu em voz alta.

–Até que isso está interessante. –Marco disse.

–E como sabemos quais são os lugares corretos? –Eu perguntei.

–Bom, eu acho que temos que seguir essa linha, cada um em uma ponta. –Maxi disse e se posicionou em cima da linha azul.

–Não entendi. –Disse Violetta.

–Façam o que eu disser, Marco fique na minha frente. –Disse Maxi e Marco fez o que ele pediu, Leon e Violetta cada um de um lado. –Ele disse e fizemos.

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(N/A Deu para entender? Cada um estava em uma ponta, ou seja, cada um estava em uma linha, o círculo representa o centro).

Pov’s Violetta

Uma espécie de vapor subiu de dentro do círculo, eu jamais tinha visto algo tão....tão diferente, se realmente aquilo tudo fosse um truque, seria um belo truque. Do vapor começou a sair um ruído, em seguida um som ecoou por todo apartamento.

Sejam bem vindos “quatro cavaleiros”....

Notas finais
Então estão gostando? devo investir na fic, ah e por favor não comentem um simples "continua", pois eu realmente preciso saber a opinião de vocês :D...Até logo. Boas festas...