Traum

15 Capítulo 14


Notas iniciais
Oiiiiiiie *-*
AH estou muito feliz de está de volta a ativa e voltar para era fic que eu amo muito. desculpe pela demora de postar, mas estava tendo uns probleminhas. Bom vou ser breve. Quero agradecer á todas que me deram apoio.. dedico esse capítulo de volta á todas as vocês queridas leitoras que não me abandoram. Eu amo vocês sz.
Enjoy ;)

Gustav não estava acreditando no que Freida havia acabado de dizer. Assumir? Era o que ele mais queria na sua vida. Mas mesmo assim, não seria bom isso logo agora. Ele nunca pensou que teria que dizer isso.

- Freida, acho melhor não — disse ele com pesar no coração

Ela o olha assustada com a sua resposta.

- Porque? Não era isso que você mais queria? — pergunta ela

- Sim, mas acho que vamos deixar como está — respondeu firme

- Tudo bem — ela sorriu de lado — Mas vamos juntos ao baile?

- Sim, claro. Como amigos. — ele responde a soltando de seus braços — Bom eu vou me trocar e melhor sair antes que o Georg apareça.

- Até mais tarde então — disse ela saindo do quarto.

Ele não sabia se tinha feito certo, mas e se sua suspeita estivesse certa? Ele nunca o perdoaria.


No quarto da frente Tom estava furioso pela atitude de Freida. Quem ela pensa que é para dar-lhe um tapa e chamá-lo de cachorro? Ela já chamou-o de coisas piores antes.

Enquanto ele estava brigando mentalmente consigo mesmo, alguém bate na porta.

- Tom está ai? — Georg pergunta do outro lado

- Sim, pode entrar — responde

Georg entra e então começa a ri quando vê o rosto do Tom com uma marca vermelha em forma de uma mão.

- Caramba essa é forte hein! Não me diga que foi a Merbucci, porque ela não tem essa força toda sabe — ele disse rindo da feição carrancuda de Tom

- Não foi ela.. — ele começa a responder e pensar bem no que vai dizer — Foi a Freida

Georg então para de ri e sua feição então muda para uma mais séria. Assustando o Tom

- O que disse? A Freida? O que você fez á ela? — pergunta Georg bravo

- Isso mesmo que você ouviu, ela! E sabe porque? Apenas por eu ter convidado a Merbucci, porque eu chamei ela antes e ela não quis e quando ela veio aqui falando que iria comigo eu disse que já tinha chamado a sua melhor amiga. — responde Tom cuspindo as palavras.

— Como assim você chamou a Freida? — pergunta Georg mais bravo do que antes

- Porque eu estava namorando ela! Muito antes de começar ás aulas, mas ela me deu um pé na bunda ainda agora. — responde Tom acalmando-se

Então Georg não estava acreditando no que estava ouvindo. o Tom namorava com a Freida, e ela estava com o Gustav. Não podia ser, a garota que ele conheceu a vida inteira não faria isso. Nunca.

Ele então olha para Tom e sai rapidamente do quarto antes que falasse algo que piorasse a situação. E com certeza tinha como piorar.

Quando Georg acabará de fechar a porta do quarto de Tom, na sua frente estava Pauline olhando-o sinicamente e ainda tentando ser sedutora. Essa garota daria muita dor de cabeça.

- Ora quem saiu da toca — disse ela se aproximando dele.

- O que quer? — perguntou impaciente.

- Poxa, vim apenas fazer uma visitinha íntima antes do baile. Sabe ele vai ser quente — ela falou mordendo o lábio inferior — Na verdade vim falar com o Gustav, mas depois eu venho — ela se aproximou de sua boca, mas Georg desviou porém ela deu um beijo no conto de sua boca e depois saiu.

Georg ainda não estava entendeu o que ela queria falar com Gustav, mas certeza que não seria boa coisa vindo dela.

Bem distante. No centro da pequena cidade de Gotha.

- Não acho uma boa ideia nós sairmos do colégio para comprar vestidos! — reclamava Johanna e ao mesmo tempo parecia nervosa.

- Para de ser certinha Hanna, ninguém vai sentir nossa falta — falou sem impaciência Amalie — Talvez sua professora de balé sinta, mas até aí tudo bem. — falou rindo da cara de desgosto de Johanna.

- Se me expulsarem levarei você juntos comigo — falou em tom de ameaça.

- Pode levar com todo prazer — ri-o Amalie.

- Mas pelo menos deveriamos ter chamado Freida e Pauline — falou Johanna fitando a vitrine de uma loja.

- Aquelas duas andam muito estranhas. Além de que faz tempo que não saimos só nós duas — disse ela puxando-a para dentro da loja.

Bill andava pelos corredores do colégio atrás de algum sinal de Amalie. Já havia até ido no campo de lacrose, e nada. Talvez estivesse na biblioteca? Era meio idiota pensar que ela estaria lá, mas não custava tentar.

Quando ele chegou a biblioteca, não viu ela e sim Freida sentada sozinha com vários livros . Ele não iria falar com ela nem se o mundo acabasse, mas ele queria muito saber onde Amalie havia se metido. Então se muito contra gosto se dirigiu a mesa.

Ela nem havia notado sua presença, ele pigarrou, e como resultado obteve a atenção.

- Olá Bill, o que deseja? — ela perguntou calmamente.

- Viu a Amalie? — perguntou sendo direto.

- Não, ela deve está com a Hanna — respondeu voltando sua atenção aos livros. Porém Bill sabia que não conseguiria ficar sozinho com ela novamente e assim puxou a cadeira de frente a Freida e sentou-se.

- Como pôde? — perguntou ele fazendo Freida o olhar confusa.

- Como? — perguntou.

- Você estragou tudo, e ainda acha certo está com ele? Você não se lembra de tudo aquilo? A dor o sofrimento? — ele começou a falar sentido repulsa dela.

- Bill eu sinceramente gosto de você, desculpe se eu ser rude, mas você não tem nada haver com isso — ela falou massageando a têmpora.

- Magina, você esses seus joguinhos de atenção fes meu irmão e Andreas brigarem para ver que era o macho alfa que ficaria com você. Invés de deixá-los em paz você jogava mais lenha no fogo. Porque simplesmente não parou com tudo? Não você queria apenas se sentir desejada — ele falou tentando não alterar o tom de sua voz — Porra você era uma criança — a últida frase dita não havia tido tanto sucesso. Havia aumento o tom e sendo reenprendido com vários "Schiu".

- Agradeceria se não tentasse discutir o passado em uma biblioteca — ela sorriu se lado tentando disfarçar seu desconforto diante daquelas palavras duras.

- Vou deixar bem claro — falou se aproximando seu rosto no dela — Eu não te perdoei na época e não irei perdoa-la nunca — ele se levantou da cadeira deixando-a com os olhos marejados, mas ela só se deixou levar pelas lágrimas quando não tinha mais ele em seu campo de visão.

Notas finais
O próximo será do baile então espero vocês lá.
Beijosbeijos ;*