Transformação - Mansão SKZ
41 Cap.38 Transformação.
Notas iniciais
A Naty abre seus olhos e a primeira coisa que vê é um belo campo vasto, repleto de flores coloridas e um verde sem igual que dá diretamente em uma bela colina, tudo através de uma enorme porta de madeira que estava toda aberta deixando a brisa entrar no quarto e balançar as cortinas de forma graciosa.
O quarto em questão era extremamente belo, o branco era a cor dominante ali o que em contraste com a paisagem lá fora fazia parecer que ela estava em algum lugar do paraíso, e talvez ela realmente tivesse morrido e acordado no céu.
— Acordou meu amor?... — ele falou baixinho bem próximo ao ouvido dela.
Aquela voz tão reconhecida da Naty a fez sentir como se de fato estivesse no paraíso afinal aquele só poderia ser o seu anjo.
Ela foi abraçada pelo vampiro ali com ela que a aconchegava de um jeito único em seu corpo detalhadamente forte e bem esculpido e por um breve momento a Naty havia se esquecido do mundo ao seu redor e de todas as coisas que aconteceram no dia anterior.
— Bom dia Channie, — sua fala saiu de forma manhosa fazendo o vampiro sorrir genuinamente feliz em ouvi-la — que lugar é esse amor?
O vampiro sem pressa alguma deposita selares pelo rosto de sua amada e seu lábio frio em contato com a derme quente dela causava pequenos choques em ambos enquanto uma revoada de borboletas os fazia revirar por dentro na mesma frequência.
— Bom dia meu amor, aqui é a nossa casa! — Ele a aperta mais um pouco aumentando o encaixe dos dois corpos deitados ali. — Aqui é a nossa casa abaixo da colina, o nosso cantinho.
Eles ficaram por um tempo apenas se aproveitando daquele jeito, ela fazia carinhos no vampiro o sentindo em cada detalhe, em cada centímetro acarinhado por ela, e ele não estava diferente; suas duas mãos mesmo a do braço que a envolvia não ficava por nem um segundo sequer sem deixar carinhos marcantes pelo corpo de sua amada.
E aí ela se lembrou...
— Amor...?
— Hum?
— Nós conseguimos?
— Sim minha flor cor-de-rosa, nós conseguimos!
Ela sorriu pequeno pelo apelido, mas mesmo com a declaração do Bang Chan ela ainda estava apreensiva.
— E o Alexander?... — Ela tinha flashes do que tinha acontecido, mas nada fixo em sua mente.
— Ele se foi, — Ela se encolheu no peito de seu amado que a envolveu ainda mais em seus braços afagando suas costas com toda a ternura que possuía. — Ele nos deixou uma carta, vamos lê-la quando voltarmos.
Ele sentiu uma lágrima molhando seu peito desnudo e se afastou um pouco para encará-la.
— Meu Deus Channie, ele se foi? Ele se sacrificou assim por nós? Por que ele fez isso amor?
— Meu amor, eu acredito que ele julgou que só assim poderia garantir que nem nós, nem nenhum de seu próprio clã perecesse nas mãos da Valentinne.
Ela no fundo compreende o que ele fez por eles, mas aquele pensamento a entristecia.
— Como está o Kevin? E os outros dos Mclean?
— Eles vão seguir, e estaremos ao lado deles para o que for preciso — Ela balança a cabeça afirmativamente para demonstrar que compreende. — E quanto ao Kevin, ele se encontra um pouco mais perdido que os demais, mas ele também entendeu o que seu amigo fez por todos nós e o Changbin está com ele sempre que pode então ele também ficará bem em breve.
A Naty volta a se aconchegar nos braços do Bang Chan, os pensamentos em sua mente estavam propositalmente sendo compartilhados com o vampiro e eles ficaram assim por um tempo, se consolando, se conectando, se sentindo.
...
O dia estava lindo lá fora e depois de um belo banho, um café magnifico preparado pelo vampiro para agradar sua amada e mais algumas conversas sobre o que aconteceu no embate que tiveram o Bang Chan disse que queria levá-la em um lugar específico e estendendo a mão a ela que a segurou com alegria em seguida eles saíram daquele quarto belíssimo e seguiram para seu próximo destino.
Eles andaram por baixo da área da colina e a Naty desejou se deitar embaixo daquela árvore com ele, ela ficaria ali com seu amado para sempre se possível fosse.
Estar de mãos dadas com o Bang Chan andando sem saber para onde a fez pensar no quanto eles dois ansiaram por estarem assim juntos e sozinhos e esse pensamento faz o corpo dela queimar em silêncio, era fato que ela o desejava ardentemente mas não era só pelo momento íntimo dos dois que ela ansiava, ela queria ouvi-lo, vê-lo sorrir deixando a mostra aquelas covinhas divinas, ela queria abraçá-lo, beijá-lo, queria poder conversar com ele sobre qualquer assunto; fosse ele bobo ou verdadeiramente importante, tudo em relação aquele vampiro que a guiava com destreza por todo aquele belo e vasto campo era exatamente o que ela queria para si como se por um acaso o destino o tivesse transformado no ar para seus pulmões pois era essa sua real necessidade em relação a ele.
Ele não lia os pensamentos dela, até por que naquele exato momento ele estava muito ocupado com os seus próprios.
Ele mal podia acreditar que finalmente a Naty não corria riscos por amá-los, eles não eram mais seu ponto fraco e com toda certeza ela não perderia mais sua vida em nome desse amor e isso o deixava radiante, por ele sairia cantando, dançando, rolando naquele campo verde enquanto se entrelaçava ao amor de sua vida que agora segurava firme em sua mão fria, ele sentia seu calor e ele sinceramente amava demais aquilo, ele queria sentir todo o calor daquele corpo que tanto venerava e ele sabe que este momento chegaria e pelos céus ele irá aproveitar cada milésimo de segundo quando finalmente for a hora, mas essa intimidade tão ansiada por ele não era a única coisa que valia ali, não, de forma alguma, pois o que ele mais quer agora é vê-la sorrir, ele precisa com todo seu ser existente ver o brilho nos olhos de sua amada, ele só pensava em ouvi-la, sua doce voz dizendo seu nome e falando com ele horas a fio sobre o que quer que fosse; ele sabia que seu real desejo era puramente a Nathalia, atos íntimos e carnais serão as mais belas e deliciosas consequências ele não seria hipócrita negando isso, mas tê-la ali na ponta de seu braço com sua mão na dele, e seus dedos entrelaçados aos seus era a verdadeira felicidade no final das contas.
Ele desejou por esse sentimento de forma liberta e sem medos por séculos a fio e agora o tinha bem ali, e ele jurou a si mesmo que guardará cada lembrança que criar ao lado dela tatuada em seu ser.
Os dois estavam andando lado a lado apreciando toda a paisagem, cada momento e cada pensamento em silêncio e aquilo era bom demais, tanto que eles não saberiam colocar em palavras, a mesma sintonia, os mesmos desejos, eles eram um só orbitando no seu próprio universo.
— Chegamos...
O som da voz dele a fez corar, tirou ela de seus pensamentos e a trouxe diretamente a realidade e essa era nada mais nada menos que o sorriso com covinhas que ela com tanto carinho devaneava sobre momentos atrás.
Ela olhou para frente, mais precisamente na direção do olhar do vampiro e viu um vasto campo aberto o que a deixou meio sem entender e então ela voltou a olhar para seu amado.
— É lindo amor, mas o que viemos fazer aqui?
Ele nada disse apenas a virou mais para o lado e então ela entendeu.
— Espero que goste de cavalos.
Assim sem mais nem menos ela estava diante de um “mini haras” era tudo muito bem cuidado e ali pela sua rápida contagem viu que tinham nove belíssimos cavalos, tinha uma belíssima estrutura, as baias aparentavam ter ótimas condições de conforto para os animais e mais ao fundo via-se o estábulo.
— Amor, — Ela para um pouco tentando encontrar as palavras certas para o momento — Isso tudo é perfeito, e-eu estou encantada, estou sem palavras Channie.
A Naty sempre amou cavalos pois eles a faziam lembrar da sua mãe que morria de fascínio por estes animais, ela sonhava em um dia aprender a andar a cavalo, mas tudo isso era algo que morava no mais profundo de sua mente, tanto que ela só se lembrou destas coisas ao olhar para tudo aquilo.
— Então isso também não mudou, você ainda gosta deles. — Ele a abraçava por trás e assim que falou aquilo deixou selares no pescoço dela que sentiu sua pele arrepiar. — Venha vamos conhecê-los.
Eles foram andando em direção aos cavalos, eram nove de fato e ela deduziu que todos os outros vampiros também visitavam aquele lugar e cada um tinha o seu.
Vendo que a Naty se perdia em pensamentos o Bang Chan sorriu e resolveu ajudá-la dando ela algumas informações.
— Aquele todo preto ali é o Yvon, — Ela olhou bem para ele que era extremamente robusto, era o único todo preto e seu pelo brilhava sobre o sol — É o cavalo do Changbin, Yvon significa forte guerreiro.
— Lindo demais... — Ela pensou que o Yvon era igual ao seu dono.
— Já aquele todo branco ali é Zakia — O cavalo citado corria solto e sua exuberante crina esvoaçando era belíssimo de se ver — Significa pureza é o cavalo do Hyunjin.
— Assim como Yvon, Zakia combina muito com seu dono. — A Naty sorriu e o Bang Chan concordou com ela.
— Esse mais próximo aqui é o Benjamin — O cavalo era simplesmente lindo em um bege forte e uma crina preta magnífica — É o bebê do I.N, Benjamin significa...
— O filho da felicidade ou aquele que é amado. — A Naty consegue estender a mão e acarinhar o dorso do animal que se mostra extremamente carinhoso a aceitando de bom grado. — É a cara do Jeongin.
— Sim ele é, — Outro cavalo se aproxima rapidamente dos dois exigindo também seu carinho. — Esse afoito aqui é o Pégaso e advinha de quem ele é? — Ele fala sorrindo deixando um beijo no focinho do cavalo.
— É o do Hannie? — O cavalo era todo marrom, até seus cílios eram marrons e ele era uma gracinha, parecia estar sorrindo para eles. — Só pode ser o do Hannie.
— Sim, sim é o do esquilinho. —Os dois cavalos que estavam próximo saem correndo elegantemente. — O nome dele ser Pégaso está implícito, mas vem da lenda grega, sua super força, velocidade, resistência e agilidade, em resumo bem o nosso esquilinho, mas na verdade ele sempre dá o nome de Pégaso aos seus cavalos por sua causa.
— Por mim? — Ela o encara curiosa.
— Sim, vocês liam muita mitologia juntos e você dizia que nada o resumia mais que um Pégaso, e que ele deveria ter um cavalo só para chamá-lo assim inclusive foi daí que surgiu nosso amor por cavalos, vocês dois exigiram que todos nós tivéssemos e a paixão por esses animais foi inevitável, por isso nunca deixamos de ter.
Ela amava saber de história deles como esta e estava imensamente feliz de que de alguma forma ela esteve com eles nesta decisão.
— Amor e aquele ali? — Ela olhava fixamente para o que parecia ser o maior de todos os cavalos ali ele era lindíssimo em um cinza escuro e um porte elegantíssimo.
— Esse é o Charmian é o cavalo do Lino.
— Ele de fato é encantador e muito atraente. — Ela fala sorrindo por entender o significado deste.
— E também vem da mitologia grega, é o nome da deusa da beleza e graça, e você sempre amou chamar o Lino de Charmian.
— Muito bom saber, esse apelido cai bem nele...
— Não é mesmo? — Os dois sorriem em concordância e a Naty dá um breve selar nos lábios do vampiro que se derrete internamente com o ato.
— Ta vendo aquele ali com ar de marrento? — A Naty olha e vê um lindo cavalo preto com uma grande mancha branca que ia de seu pescoço a sua barriga, duas de suas patas eram pretas e as outras duas eram brancas. — Esse é o Fergus que quer dizer vigor e força e ele parece ser uma extensão do Minnie de tão parecido com ele que é.
Nesse momento o Fergus os encara como se o tivesse ouvido.
— Amor, ele te ouviu! — eles sorriem juntos — Fergus vem aqui garotão! — O cavalo relincha e vai até eles dando pulinhos — Meu deus até nisso ele parece com o Minnie.
E quando o cavalo se aproxima do casal a Naty o abraça sem receio algum e em seguida o Fergus encosta sua cabeça na do Bang Chan em sinal de respeito e sai dali para ir correr com os demais.
A Naty encarava aqueles cavalos e viu um mais ao longe e ela pôde jurar que aquele animal tinha pensamentos profundos ou algo do tipo, ele era sério e muito forte.
— Amor e aquele?
— Hum, aquele todo misterioso ali é o Nightmare, é o cavalo do Lix.
O cavalo do qual falavam era preto, mas em sua cara carregava pequenas marcas brancas que se assemelhavam as sardas que o Felix tinha e que a Naty amava de todo seu coração e a intensidade daquele imponente animal era exatamente como a de seu dono.
— Nightmare? Meu deus que pesadelo lindo!
O Bang Chan sorriu com o comentário.
— O Felix sempre usa esse nome em seus cavalos, pois ele teve seu primeiro Nightmare assim que saiu de sua era sombria onde era acometido por pesadelos horríveis por você não estar mais conosco, o cavalo para ele era seu refúgio, seu amigo, e de certa forma uma conexão a mais com você assim como para todos nós, mas o Felix foi quem mais levou isso a sério se apegando demais ao animal, mas ele sabia que hora ou outra seu cavalo também partiria e isso seria mais um pesadelo para ele, por isso o nome.
A Naty sente a melancolia daquela história, mas também a ironia que sabia ser proposital pois o Felix jamais deixaria algo passar sem uma piada interna genial e foi exatamente o que ele fez com o nome dado ao seu cavalo.
Um outro cavalo completamente cinza claro e belíssimo se aproximou deles enquanto ela ainda encarava o Nightmare.
— Ah oi Alfa! — Pela forma que foi recebido e por seu nome aquele com certeza era o cavalo do vampiro ali com ela — Oi garoto, como você está? — O cavalo relincha em resposta parecendo muito feliz em ver seu dono — Essa aqui é a minha mulher, a minha amada de quem você me ouve tanto falando, vai lá garotão, diz oi para ela, não me envergonhe.
A Naty amou o ouvir chamá-la de sua ela quase perdeu seu rumo com aquilo, mas se forçou a voltar a atenção para o Alfa que agora estava como se estivesse a “beijando”.
— Que gracinha Alfa, você é muito lindo! Muito prazer, depois quero que me conte tudo que ele fala de mim para você está bem? — Ela o beija e ele se afasta o suficiente para reverenciá-los antes de ir de encontro aos demais o que deixa a Naty boquiaberta. — Meu deus que galante! Parece um certo vampiro que conheço.
Ela encara o Bang Chan que agora ergue as mãos no ar como um ato de rendição.
— Não tem como não a reverenciar meu amor. — Ele também faz uma reverencia na direção dela e ela se sente corar. — Vem vamos conhecer o seu cavalo, você precisa batizá-lo.
Eles vão passos mais a frente e ela pode logo avistar o seu animal, ele era mesclado como o do Seungmin, mas o dela era em marrom clarinho e branco era a coisa mais linda de se ver, sua crina era cheia e grande e balançava lindamente enquanto ele cavalgava na direção deles.
Assim que se aproximaram ela pôde notar que ele era muito dócil e sabia que rapidamente criaria laços fortes com ele.
— Channie, amor ele é lindo!
O vampiro se enche de ternura ao ver a cena onde o cavalo passava sua cabeça pelo corpo da Naty pedindo atenção e ela sem hesitar o acarinhava, beijava e abraçava, uma lágrima correu por seu rosto por novamente lembrar de sua mãe, cavalos mesclados assim eram os favoritos dela então a coincidência daquilo era mágica.
— Por que está chorando meu amor? O que houve?
— Lembrei da minha mãe, mas está tudo bem amor.
Eles nunca tinham falado da família dela, mas o Bang Chan sabia de tudo, era complicado para sua amada falar em sua família então por isso ele deixou aquilo passar se aproximando dela e do animal fazendo carinhos em ambos.
— Se quiser conversar sabe que estou aqui para você certo?
— Sim Channie, obrigada por isso.
— Não agradeça meu amor, — Ele beija sua testa — Bom, você pensou em algum nome para ele?
— Será Baruk! — Ela fala em seguida, e pelo que o vampiro notou estava decidida. — Significa...
— Bem aventurado, próspero, afortunado e feliz — Ele a envolve docemente e a beija com carinho. — Combina muito com ele, pois ele é de fato bem aventurado por tê-la como dona.
Mais um beijo acontece e os braços da Nathalia automaticamente envolvem o pescoço do vampiro e quando suas mãos se acomodam ali elas apertam os cabelos dele com vontade fazendo com que como em um reflexo a isso as mãos dele apertassem com firmeza sua cintura fazendo com que seus corpos ficassem ainda mais próximos, os pensamentos de ambos correm como aqueles cavalos livres ali no haras e quanto mais contato eles tem mais eles se lembram de suas vontades mais intimas e da enorme saudade que estavam um do outro.
— Melhor pararmos por hora amor, — Ele estava ainda com seus lábios fartos em contato com os dela e aquela fala só fazia com que eles se roçassem ainda mais aumentando a pecaminosidade dos pensamentos deles. — Eu a quero muito, mas agora nós vamos montar.
Pequenos selares vão sendo deixados nos lábios da Naty, passando para suas bochechas, ponta do nariz, olhos e testa, e ela vai assimilando aquilo sentindo o quão gostoso é ser beijada por seu amado.
— Channie, eu nunca montei antes, não é perigoso?
— Eu estarei ao seu lado amor, nada de ruim vai acontecer — Ele passa uma de suas mãos no pelo do cavalo dela — E Baruk já está conectado a você, fora que ele é extremamente dócil, vamos apenas andar um pouco está bem?
Ela concorda com ele, na verdade ela queria aquilo mais do que deixava transparecer, era um sonho que tinha poder sentir o vento em sua pele enquanto montava, e Baruk de fato parecia a entender.
O vampiro assobiou chamando o Alfa que veio no mesmo instante e eles os levaram ao celeiro para prepará-los.
O celeiro era dividido em três partes, as dos cavalos que eram extremamente perfeitas para os animais, a casa dos cuidadores que tinham sido dispensados para que o casal tivesse privacidade ali, e mais separadamente uma outra casa bem menor que as de costume, mas aparentemente tão chique e confortável quanto todas as outras que esteve e era ali onde eles estavam agora para se vestir adequadamente para a montaria.
...
❤️~Hot 1 ~❤️
Eles estavam no quarto para se trocar, as janelas estavam abertas e a brisa era deliciosa em seu toque com a pele.
— Amor, suas roupas estão naquele closet ali fique à vontade está bem?
Ele aponta para o local e ela vai até lá e rapidamente escolhe sua vestimenta, uma bota preta uma calça jeans maleável e uma camisa leve e bem bonita branca, pegou também um chapéu e óculos de sol e assim que separou tudo ela foi para o quarto novamente colocando suas roupas em uma bancada que estava ali para isso.
Quando ela se vira ela o vê saindo do seu closet também, os dois cômodos davam para o mesmo quarto, e assim como ela ele depositou as roupas escolhidas no móvel destinado a ele.
Um silêncio tomou o quarto, a Nathalia sentia seu corpo eletrizar, ela estava olhando para o amor de sua vida e eles iriam se trocar bem ali, ela teria que se controlar para não o olhar com desejo, mas mal sabia que já falhava miseravelmente, e o vampiro ali com ela estava tão perdido quanto a mesma e ao vê-la morder o lábio de forma involuntária ele sentiu uma leve fisgada em seu baixo ventre que anunciava que ele não conseguiria se conter.
Os dois estavam envoltos em uma atmosfera repleta de volúpia e seus corpos respondiam sem ao menos serem questionados, e em uma tentativa de não meter os pés pelas mãos a Nathalia decide se virar de costas evitando o contato direto dos olhos do Channie que faziam parecer que ele iria a devorar a qualquer momento e assim que ela decide levar suas mãos ao primeiro botão de sua blusinha para abri-lo e afrouxar o tecido ali ela é surpreendida pelo corpo do vampiro bem atrás de si a envolvendo e segurando sua mão a impedindo de continuar com o que estava fazendo.
— Finalmente, serei eu quem vai te despir Nathalia.
Os pelos do braço dela se arrepiaram e o vampiro viu cada um deles se levantando deixando a pele dela sensível o que o fez fechar os olhos desejosos.
Naquela mesma posição ele desceu levemente a mão dela que estava na altura dos botões de sua blusinha e voltou com a dele para desabotoá-los ele mesmo, e foi o que fez, lentamente, um-a-um deixando que seus dedos gélidos encostassem vez ou outra na pele ardente de sua amada e assim que o espaço foi suficiente ele invadiu aquela blusa enchendo sua mão com o seio coberto pela renda do sutiã que ela usava.
A respiração dele já estava ofegante e bem na altura do pescoço e ouvido da Naty o que a fazia tontear e ficar molinha em sua mão.
— Você tem um cheiro tão delicioso — Ele passava o nariz pela pele descoberta dela que sem se controlar soltava gemidos baixinhos, mas que ele podia ouvir com exatidão. — Vai gemer meu nome o tempo todo meu amor, quero ouvi-la me chamar.
Ao ouvi-lo a Naty se sentiu em uma completa e maravilhosa desgraça, ele era tentador e extremamente irresistível e não havia mais nada que ela queria que não fosse se entregar a ele, ela tentou virar de frente para ele, mas ele a segurou com força não permitindo tal ato.
— Sem pressa meu amor vou aproveitá-la um pouco mais assim rendida a mim.
Ele leva sua mão que não havia deixado de trabalhar no seio agora extremamente sensibilizado dela passando vagarosamente até encontrar o fecho da peça intima o abrindo com habilidade e o puxando levemente para tirá-lo antes da blusa dela o que fez os botões eriçados dela entrar em contato com o tecido de sua blusa ainda presente ali lhe dando a ela uma sensação repentina e deliciosa.
— Channie... — A cada sussurro ou gemido que a Naty soltava com o seu nome ele se sentia descontrolar. — Eu preciso de você Bang...
Bang, se ela tivesse exatidão do que o chamar assim causava nele...
Ele não quis mais enrolar, e então a pegou no colo e a levou para a enorme cama de casal ali, a deitando sem tanta suavidade assim, era como se algo o tivesse tomado por completo e agora ele só pensava em tê-la para si ainda mais e assim que as costas dela encostam no colchão ele a encara, seus olhos percorrem por todo corpo de sua amada como se registrassem com exatidão tudo por ali e com movimentos ágeis mais uma vez ele avança para lhe despir, a blusa já um tanto aberta ficará ali por enquanto pois agora ele se dedica a calça que ela está usando, levando sua boca até o botão e em um movimento mais selvagem ele a abre com os dentes fazendo o nariz avantajado dele que ela tanto ama se roçar no seu baixo ventre a fazendo automaticamente se contrair e arquear as costas deixando a região abaixo de sua cintura em um nível mais alto o que facilitou para ele abrir também seu zíper com os dentes.
— Olhe para mim Naty, quero vê-la me encarar enquanto deixo você nua.
Ela morde seus lábios com mais força, esse vampiro seria seu fim, e ela já podia sentir sua intimidade pulsar como se implorasse por ele.
— Não feche os olhos, não me ouviu? Me encare Nathalia quero sentir seu prazer refletido nesse seu rostinho lindo.
Ele não ia parar e então ela deu o que ele queria, o olhou com afinco e suas bochechas rosadas juntas de sua respiração ofegante denunciavam o quão perdida ela estava nele, que adorou vê-la daquele jeito, completamente entregue para si.
— Boa menina...
Ele sorria, e seu sorriso era a morte dela, ela estava entregue ao vampiro que tirou sua calça e logo em seguida sua calcinha, ele não queria nenhum pano ali e agora a encarava usando só aquela blusa que insistia em denunciar os bicos eriçados dela.
— Bang, por favor...
Sua súplica era música para os ouvidos do vampiro, então ele deu um tapa na coxa dela que a fez dar um pulinho pela mistura do susto com o prazer que aquilo lhe causou.
Ele tratou de encará-la enquanto se despia também.
— O que você quer menina? Peça e quem sabe eu te dê.
Ela estava amando como ele se transformou, o Bang Chan era sempre tão centrado, tão doce e gentil, mas aquilo? Aquele era o completo oposto do vampiro que conhecia e nada poderia ser melhor para ela.
— E-eu o quero dentro de mim Christopher Bang, por favor amor...
Ele parou por um instante e absorveu aquilo lentamente e enquanto fazia seu membro já completamente livre saltou com a fisgada que deu, a voz dela dizendo seu nome era uma deliciosa perdição para ele.
Outro tapa foi deixado em sua outra coxa e ela deu um gritinho desejoso, não dava mais para adiar aquilo.
— Fique de quatro para mim.
Ele a ordenou, como pode uma ordem ser tão altamente sexy? Ela fez que ia tirar a blusa para ficar totalmente livre também, mas ele a impediu.
— Quem te deixou tocar nela? Você não vai me contrariar vai? Solte-a e fique de quatro para mim princesinha.
Ela sentia cada centímetro do seu corpo arder, era apenas fogo a consumindo por inteiro e com um último olhar ela se virou para ele assim como ele a ordenou e assim que estava posicionada um novo tapa foi deferido em uma de suas nádegas e ela sentiu seu corpo ir para frente em reflexo.
— Que bundinha deliciosa...
Ele desceu o rosto até ali, a Nathalia não via nada, mas foi pega de surpresa pelo contato dos lábios dele em sua intimidade exposta, e ali ele começou a lamber e chupar com vontade, ele sentia o gosto dela em sua boca e seus ouvidos captavam os gemidos da mesma que agora parecia se descontrolar com aquele beijo íntimo que recebia.
Outro tapa, esse um pouco mais forte, mas nada incomodo foi dado por ele que ao tirar o rosto de dentro da intimidade dela viu a marca certinha da sua mão na pele dela o deixando internamente orgulhoso por marcá-la tão lindamente.
Ele se colocou por cima do corpo alheio deixando propositalmente seu corpo gélido encostar nas costas quentes dela, se debruçando ali, mas sem colocar todo o peso de seu corpo nela e quando se aproximou mais de seu rosto deu uma lambida longa em seu pescoço.
— Já estava toda molhadinha para mim meu amor, que delícia... acho que merece isso.
Sua voz sumiu na mente dela assim que seu membro a adentrou, os dois soltaram um gemido sôfrego e longo e aquele som ia se transformando aos poucos.
Ele ficou um tempo parado dentro dela sentindo as pulsações das intimidades conectadas, mas a Nathalia não aguentou aquilo e começou a rebolar contra o pau do vampiro com força e vontade, mas logo que ele recobrou seu juízo perdido a pouco pelo prazer que aquelas reboladas gostosas lhe fizeram perder ele a segurou com firmeza no pescoço...
— Chris... — ela gemia o nome dele e isso era puro deleite para si. — Chris por favor eu quero você...
Ele não aguentou mais, começou a estoca-la fundo e com muita força, ela se sentia minúscula nas mãos dele e aqueles movimentos intensos os tiravam de órbita.
Gemidos ainda mais altos e ritmados ecoavam por todo o cômodo e para cada um deles o gemido do outro era o som mais puro do prazer, eles queriam mais, ansiavam por mais e a Nathalia teve a brilhante ideia de se impulsionar para trás pressionando ainda mais aquele membro grosso dentro de si e sem saber ela quase fez o vampiro desmoronar, ele amou a sensação que aquele gesto causou a eles, pois ela também se mostrava em calamidade então ele colocou uma das mãos na cintura dela a puxando para traz contra seu próprio corpo por querer sentir mais daquilo.
Os corpos suavam e a mão livre do Bang Chan hora ou outra deixava tapas fortes nela que sorria virando o rosto de lado para que ele visse sua excitação, mas esse último sorriso que ela deu mostrava a ele muito além daquilo e isso o derrubou pois aquele era o verdadeiro retrato da luxúria entregue a si.
Ele saiu de dentro dela e a virou na cama, e sem aviso algum ele finalmente tirou a blusa dela a encarando tão cheio de luxúria que a mortal se sentiu vacilar por inteiro, seu corpo tremeu forte e isso não passou desapercebido pelo vampiro.
— Abra suas pernas para mim.
Ela assim o fez e ele veio por cima dela novamente se encaixando ali com facilidade, mas esse encaixe quase o fez gozar de tão bom que foi ter sua extensão engolida novamente pela intimidade gulosa dela. Os dois gemeram alto e juntos novamente o que parecia ser o certo desse casal.
— Caralho Nathalia, que gostosa...
O quadril dela se levantou contra o dele dando início aos movimentos mais intensos que ela pôde dar e isso a estimulava ainda mais, ela estava chegando no seu limite e sabia disso.
Ele por sua vez se deixou ser levado por um momento, mas aquilo estava gostoso demais para si e ele sabia que não aguentaria muito mais também.
— Olhe para mim, — Ela que havia jogado sua cabeça para trás o obedeceu de imediato. — Quero ver seus olhos enquanto estiver dentro de você.
Ela morde seus lábios e o encara fixamente com uma intensidade que o mataria em breve, e com isso ele começa a estocá-la com precisão e firmeza fazendo mais gemidos serem soltos no ar pelos dois, os cabelos dele molhados de suor se grudando em sua testa e os dela completamente alvoroçados o que para ele era uma imagem perfeita e bela, digna de toda sua adoração.
A velocidade das estocadas variavam entre lentas e pesadas com fortes e rápidas e os dois tinham consciência que não tinham muito mais o que fazer.
A Naty puxa o Bang Chan para si beijando-o e mordendo aquele lábio grosso e gostoso e ele deixa um gemido arrastado em resposta.
— Gostoso... — a voz dela saiu arrastada e em um tom mais baixo o que fez o vampiro delirar.
— Aah meu deus Nathalia, você vai me matar assim.
— Bang, prove de mim por favor.
Ele não iria aguentar, gozaria a qualquer momento então ele atendeu ao pedido dela pois no fim seus instintos gritavam por aquilo desde que começaram o ato, e agora vendo que ela propositalmente deixou seu pescoço a mostra para ele em convite; ele apenas deixou suas presas saírem afundando-as na pele dela em seguida perfurando bem ali e arrancando um gemido alto de sua amada ele bebia dela com vontade e por mil demônios o sabor dela em sua boca era a oitava maravilha do mundo e estava o levando a loucura.
Os olhos dele brilharam e ele sentiu um êxtase intenso se retirando dali para encará-la pois queria gozar olhando em seus olhos.
— Tão lindo Channie... você é perfeito!
Eles estavam com as cabeças coladas, os olhos uns nos outros fixados naquela bagunça que eram os dois ali e desse jeito se comendo com os olhos eles vieram ao mesmo tempo um no outro sentindo aquele rompante de prazer os consumir, gemendo alto sem deixar de se encarar por nenhum segundo.
Sentiam os fluidos se misturarem, estavam quentes assim como seus corpos que ardiam no fogo daquele imenso prazer.
❤️~Fim do Hot 1~❤️
Eles estavam ainda deitados um do lado do outro, abraçados se dando carinho mútuo como deve ser.
— Channie...
— Hum?
— Preciso dizer, eu amei esse seu lado dominante.
O vampiro nem parecia ser o de instantes atrás, se encolheu como se tivesse tímido e deu um daqueles preciosos sorrisos que deixavam seus olhinhos pequenos e as covinhas a mostra.
— Bom saber que gostou, pois saiba que se você não for uma boa menina terá que arcar com as consequências... — Ela ruborizou e seu rosto teve como impulso fechar seus olhos e comprimir seus lábios em resposta e ele se deliciou com aquilo. — Pressione os lábios assim mais uma vez e já terá o que pagar, — Ela sorriu e revirou os olhos — E se os revirar assim então não pegarei leve com você.
— Sim, Bang.
Foi só o que ela respondeu para mostrar que poderia entra naquele jogo facilmente, deixando-o satisfeito, ao que parece é assim que será entre os dois.
— Venha meu amor, — Ele se levantou da cama, ainda estava desnudo e ela o engoliu com os olhos. — Danadinha — Ele sorriu e a pegou no colo. — Vou te dar um banho e cuidar de você.
Ele se referia a mordida e os vergões que os tapas dele deixaram nela.
...
— Você está tão linda amor!
Ela estava pronta para seu passeio a cavalo e a única coisa que se passava na cabeça daquele vampiro ali com ela era que se não tivessem sido os deuses que a esculpiram ela mesma seria uma deusa pois o divino se refletia em sua beleza, sua aura e sua alma.
— Você diz isso porque não se viu, está perfeito Channie!
E de fato não só para a Nathalia, mas para qualquer outro ser que pudesse colocar seus olhos naquele vampiro o pensamento seria o mesmo, as roupas para a montaria o deixavam excepcionalmente lindo.
— Então vamos? — Ele estendeu sua mão para ela, o gesto que ela tanto amava e segurando as mãos daquele vampiro ela se sentia o ser mais feliz e seguro do mundo.
...
Quando saíram do quarto os cavalos já haviam sido preparados e quem os arrumou já não estava mais ali, estavam devidamente selados e prontos para serem montados e assim que a Nathalia os viu levou as mãos a boca, de perto assim eles eram ainda mais deslumbrantes, o Alfa era forte, imponente, e o Baruk não ficava para trás, mas a sua doçura era palpável.
— Oi amigo... — Ela se encostou em seu cavalo colocando a testa junto a cabeça do animal enquanto alisava o corpo do bicho, sua pelagem era perfeitamente sedosa o que indicava que ele era muito bem cuidado — Você é tão lindo Baruk!
Um pouco mais atrás o Bang Chan a observava, ele também fazia carinhos intensos no Alfa que respondia dando leves toques em seu dono com o focinho.
— É Alfa eu sei, estou perdidamente apaixonado. — Ele sorria enquanto constatava aquilo — Bom meu amor, vamos andar um pouco?
Ela estava ansiosa, nunca havia montado, mas morria de vontade, ela não tinha medo do Baruk, mas o receio por talvez não ser capaz de controlá-lo a tomou por um instante.
— O que tenho que fazer Channie?
O vampiro a olhou sorrindo.
— Primeiro, — Ele a segura pela cintura com firmeza e a ergue a colocando sentada de forma precisa sobre a cela, ela se encaixou perfeitamente ali, e não deixou de adorar sentir a força do vampiro novamente contra seu corpo. —Você monta na cela, agora — Ele pega as rédeas e as coloca na mão de sua amada. — Segure firme as rédeas.
Assim que ele a deixa corretamente em cima do animal ele monta também no dele.
— Isso é maravilhoso demais amor. — Ela estava extasiada por estar ali, ainda receosa, mas a sensação de estar devidamente montada em seu cavalo era incrível.
— Como se sente?
— Muito bem!
Eles trocam sorrisos fáceis.
— Certo, agora para dar a ordem ao Baruk apenas bata levemente suas pernas contra o corpo dele, bem assim — Ele faz o movimento para que ela veja e o Alfa já começa a caminhar lentamente — Viu? Agora faça o mesmo, não precisa de força, apenas segure firme nas rédeas, e lembre-se: O Baruk está extremamente ligado a você e você a ele, vocês vão se sentir e andarão conforme desejarem.
Ela nada diz, apenas acena positivamente para ele e segue seu movimento, em seguida o Baruk começa a ir para perto do Alfa.
— Meu deus! Isso é perfeito demais.
Ela estava radiante, e o vampiro em êxtase por vê-la assim, nada era mais perfeito que ver sua amada em puro deleite.
— Você é boa nisso Naty, vem; vamos cavalgar um pouco.
...
De fato, a Nathalia pegou o jeito muito facilmente e o Baruk parecia saber exatamente como ajudá-la, eles cavalgaram por tempo suficiente para perder-se nele e agora eles corriam soltos juntos aos demais cavalos que se juntaram a eles naquele passeio fazendo uma bela imagem que tanto a Naty quanto o Chris pensaram que o Hyunjin amaria pintar aquele quadro onde sorrisos livres e crinas soltas coloriam o vento ao redor.
Depois daquela última corrida eles estavam de volta ao estábulo, pois o Bang Chan queria que a Naty comesse alguma coisa devido o horário, foi difícil convencê-la, mas enfim ele conseguiu, esperou então pacientemente a despedida daqueles dois, tanto o cavalo quanto sua dona faziam biquinho e uma birra de leve por terem que se despedir e o vampiro junto ao Alfa riam deles descaradamente.
— Vou sentir sua falta Baruk, mas eu volto logo prometo. — Ela beijava e afagava seu cavalo que acarinhava sua dona como podia.
— Pelos céus Alfa eu fui descaradamente trocado pelo Baruk, não estou acreditando nisso amigo. — O Alfa relinchava se assemelhando muito a risadas de chacota pelo seu dono. — E você ri? Ah garoto não lhe darei mais maçãs. — Na mesma hora o cavalo parou com seus relinchos o que fez o vampiro rir alto da cara dele.
— Estou pronta para ir amor, — Ela se aproxima de seu amado para poder também acarinhar o Alfa que a recebe com carinho, indo embora com o Baruk logo em seguida. — Já estou sentindo falta deles.
O biquinho dela foi selado pelos lábios volumosos do vampiro e ela jurava em seu íntimo que aquela sensação era a mais perfeita de todas.
— Eles vão ser cuidados agora, assim como você — Ele a beija mais uma vez — Vem, vamos para nossa casa.
Ele a pega no colo, e ela apenas sorri, não esperava que aquilo ainda fosse acontecer, mas em segredo ela amou o que aquele gesto lhe causou, ela lembrou do primeiro dia que chegou na mansão e depois de tudo que viveu até então e se tinha uma coisa que ela amava em tudo aquilo é como eles faziam questão de carregá-la, mesmo que ela ralhasse ou questionasse, eles faziam questão de tê-la em seus braços e hoje depois de tudo, depois de tanto era ela quem fazia questão de ser carregada assim como estava sendo bem agora.
— Channie...
— Hum?
— Eu te amo!
Ela lhe beijou a bochecha que estava mais próxima a seus lábios e ele sorriu, não precisava ler sua mente para entender que aquele momento está sendo de extrema satisfação para ela.
— Nathalia, acredite em mim, eu a amo mais.
...
Já de banho tomado eles comeram juntos, ele a acompanhou por ela deixar claro que desejava comer ao lado dele, e depois de degustarem uma excelente refeição eles foram descansar na colina que os convidava insistente com a bela paisagem e a sombra que lhes daria de bom grado.
...
— Chris, — Ela adorou chamá-lo assim na verdade todos os jeitos de o chamar eram perfeitos para si, mas esse tinha seu toque intimo e fofo então ela decidiu usar para este momento. — Você pensa em me transformar logo?
Aquela pergunta o pegou de surpresa, a verdade é que depois de sentir o calor de seu corpo no momento intimo que dividiram mais cedo ele vinha se questionando se de fato essa seria uma boa ideia, ele só não sabia como dizer isso a ela e talvez ele apelasse por uma reunião para decidirem o que já estava decidido a tempo, mas ele protelaria para tentar convencê-los se preciso fosse.
O silencio ensurdecedor seguido do olhar firme, quase fuzilante da Naty o fez se pronunciar.
— Naty, amor, eu...
— Eu sabia! — Ela se sentou no estilo borboleta para ficar de frente para ele. — Channie você não vai fazer isso comigo, não passamos por tudo isso para que eu envelheça e morra ao lado de vocês, e-eu, eu não quero deixá-los nunca, não vou conseguir viver sabendo que minha vida vai apenas definhar enquanto vocês seguirão sem mim quando minha hora chegar.
Ele não levava para esse lado, e por tudo que mais sagrado fosse a queria pelo resto de sua existência, e não podia fazê-la duvidar disso, mas mesmo assim, tirar sua vitalidade, seu calor, eles nem sabiam se ela queria ter filhos, enfim, tudo isso se passava na cabeça dele e como quem trocasse de lugar com o vampiro tendo em sua posse os dons alheios ela sabia exatamente tudo que ele pensava agora.
— Você nunca se perguntou por que não engravidei até agora? — Ele a olhou espantado, como ela sabia o que ele pensava? Então era assim que ele fazia as suas vítimas se sentirem? — Channie não usei preservativos nenhuma vez, não é o certo eu sei, devido as DST’s mas como sei do fator de cura dos vampiros não me preocupei com isso, e eu sabia que não engravidaria pois eu nunca fui capaz, até hoje não sei o real motivo mas nunca aconteceu e os médicos sempre disseram que seria improvável de acontecer, então eu também acabei nunca me apegando a essa idealização de ter filhos, diferente do Kevin – Ela sorri pequeno — Ele sempre dizia querer ter pelo menos dois meninos.
— Naty eu não sabia disso...
— Amor eu juro pelas nossas histórias que isso não me abala mais, eu já me entendi, me aceitei, e isso não mexe mais comigo.
— Certo, eu acredito em você!
— Claro que acredita, seu detector de mentiras ambulante! — Ela vai até ele e deixa um selar em seus lábios antes de se deitar no colo dele novamente. — Aqui é realmente lindo amor, obrigada por me trazer aqui em cima.
O Bang Chan estava muito pensativo, aqueles assuntos ali levantados o deixou em conflito fora que ele ainda acreditava que se alguém deveria transformá-la esse seria o LeeKnow, então porque todos diziam ter que ser ele? Fora tudo isso por que ela parou repentinamente de falar sobre sua transformação?
— Não agradeça meu amor, você merece tudo, merece o mundo! — Ele beija sua testa. — E saiba que seja o que for que queira; se estiver em meu alcance eu darei a você!
A Naty suspirou e deu um largo sorriso, afinal era exatamente o que esperava ouvir de seu amado.
...
Eles ficaram naquela colina até o entardecer deixando com que o céu da noite se anunciasse para eles, como um casal de namorados trocavam beijos, carinhos, juras, falavam sobre tudo e nada ao mesmo tempo e apesar dos receios do Bang Chan ambos sabiam que ficariam assim pela eternidade, eternidade essa que a Naty estava decidida em conquistar aquela noite.
— Vem meu amor, vamos entrar.
...
Eles já tinham feito tudo que precisavam fazer e agora estavam deitados naquela cama enorme e confortável vendo filmes juntos e não os entendam mal, o filme era interessante e um clássico afinal era “Entrevista com o vampiro” e esse tinha sido o clichê escolhido pelo casal que achou graça na decisão e estavam ali deitados juntinhos perdidos em carinhos mútuos, então prestar atenção no que passava na tela não estava no topo de suas listas.
— Vocês chegaram a se vestiam assim? — A Naty vendo a tamanha beleza e elegância dos vampiros Lestat de Lioncourt e Louis de Pointe du Lac só conseguia pensar neles trajados daquela forma, pois nas fotos que tinha visto na casa da árvore com o I.N eles estavam vestidos mais sociais por assim dizer, mas ela estava pensando se logo na primeira época deles as vestes se assemelhariam mais com os trajes do filme que assistiam.
— Sim amor, nós passamos por essa época; — Ele deixou um selar em sua bochecha— Você também e acredite, você era extremamente deslumbrante.
A imaginação da Naty agora voava solta.
...
❤️ ~Hot 2~ ❤️
Os créditos do filme já subiam na tela ligada, mas já há um tempo a única coisa que eles viam eram seus corpos se tocando e os únicos sons que ouviam eram os estalos de seus beijos trocados, suas respirações mais pesadas e alguns leves gemidos de plena satisfação.
— Eu quero tomá-la agora mesmo.
Ele sentia seu corpo gritar por ela e ainda melhor sentia o corpo dela o chamando intensamente pois os dois corpos pareciam conversar entre eles em movimentos que os encaixava perfeitamente e cada vez mais aumentavam o contato dos dois propositalmente e pelos céus aquilo era bom demais.
— Então faça meu amor, nada o impede.
A Nathalia terminou sua sentença mordendo o lábio tão desejado de seu amado puxando lentamente e enquanto fazia ela o encarava sem tirar seus olhos do dele que tinham como alvo os dela e assim faíscas saíam daquele intenso contato visual o que causava sensações deliciosas em ambos envoltos ali.
O Bang Chan se sentiu vacilar pela fala da sua flor que no momento de delicada não tinha nada, mas sim ele a queria como um viciado a sua droga, e se não fizesse algo logo ele enlouqueceria, mas ele não esperava que era ela quem faria algo e sorriu largamente quando ela se colocou em cima dele, sentando sobre seu membro que já estava praticamente todo endurecido colocando uma perna em cada lado seu a Nathalia iria o provocar e ele esperava ansiosamente por aquilo, queria vê-la em ação mesmo que aquilo fosse o destruir e com certeza o iria.
Ela passa seu indicador na altura do peitoral do vampiro o descendo levemente mas com pressão suficiente em sua ponta para que ele sentisse o caminho feito pelo seu dígito parando exatamente sobre o cordão da calça de moletom cinza que ele usava onde ela decidiu lentamente remover o laço dado ali, e enquanto o fazia ela o encarava com um semblante arteiro e ele só podia pensar no quanto queria castigar aquela menina malcriada que o estava judiando tanto, mas ela que aguardasse pois sua hora chegaria.
— Ops! Olha quem acordou! — Assim que ela soltou sua calça o membro dele resolveu aparecer apenas com sua cabecinha já inchada e babada para fora uma vez que ele não usava nada além da calça e aquilo foi a alegria revelada dela, ela amou ver o jeito que ela o estava deixando, e se fugir daquilo fosse do que ela dependesse para se livrar de seu pecado ela sentia muito, mas nem a promessa de uma salvação eterna a tiraria de cima daquele homem perfeito embaixo de si.
— Que danadinha Nathalia, o que pensa em fazer agora hein?
Ele estava adorando a forma faminta que ela encarava a ponta de seu pau que agora era mais rijo do que nunca entre as pernas dela.
— Christopher Bang, — Ela vai até a boca dele e deixa uma lambida extravagante naqueles lábios — Não tire seus olhos de mim!
Céus!
O que foi aquilo? Ela realmente quer acabar comigo?
Os pensamentos dele ferveram e tanto a cabeça de cima quanto a de baixo enlouqueceram com a fala daquela deusa perfeita.
Ela descia no corpo alheio mordendo a extensão de seu tronco até pôr suas mãos na parte de baixo da camiseta que ele usava e sem rodeios ela a levantou tirando-a daquele corpo esculpido por anjos e a jogou longe voltando em seguida ao que fazia, mas agora dando lambidas entre aqueles gomos e os mordendo com mais vontade ainda.
— Aí.. — Perdido com o prazer daquilo sua fala saiu junto a um gemido, mas ele paralisou quando a língua dela finalmente encontrou aquela cabecinha rosada e inchada que pedia por atenção — Naty... uhh...
Ela abaixou toda aquela calça que depois ela admitiria para ele, o deixava ainda mais sexy, se livrando dela a jogando em qualquer canto e voltando sua atenção toda para o falo de seu amado vampiro que dava leves saltos pulsando como quem gritasse por atenção, e agora tinha chegado a hora dele.
Ela o abocanhou com toda sua vontade o devorando e se satisfazendo ali, a vista do Bang Chan era a mais privilegiada do mundo pois agora ele a via descer e subir de boca em seu membro longo e grosso que preencha a cavidade bucal dela com exatidão e enquanto ele a olhava ele se deliciava com o belíssimo trabalho da língua dela ali, passando por suas veias saltadas, massageando o comprimento e isso junto com os pequenos mas intensos chupões que ela dava em sua glande o fazia perder os sentidos e em uma das vezes ele em um descontrole levou sua mão a cabeça dela fazendo-a ir o mais fundo possível o que fez pequenas lágrimas aparecerem nos cantos de seus olhos mas o sorriso dela e os gemidos que reverberavam em contato com seu pau o fizeram se derramar dentro da garganta dela que fez questão de engolir cada gota de seu líquido do prazer com o máximo de vontade possível saindo dali dando lambidas naquele membro sensível para garantir que nada ficaria para trás.
— Espero ter sido uma boa menina — Ela voltou a sentar-se no meio dele e falou aquilo se divertindo enquanto limpava o canto babado de sua boca. — Mas pelo tanto que recebi de você acredito que fui uma excelente.
— Uma menina muito arteira, e completamente destemida, exatamente como eu adoro... — As mãos dele agarraram a cintura dela que deu um pequeno pulinho devido ao contato sem aviso fazendo ele sorrir encarando-a. — Agora é minha vez!
Assim que termina de falar ele os vira naquela cama enorme ficando agora por cima e a Naty solta uma risada que aos ouvidos do Bang Chan é o som mais belo que já ouviu e ele só não afirma isso com veemência pois os gemidos que ela solta o chamando já são donos do primeiro lugar neste pódio e bem ali ele fará de tudo para ouvi-los novamente.
Ela assim como ele estava a pouco vestia uma camiseta larga e uma calça de moletom folgada o que na visão dele era a mais pura perfeição, como pode ela ficar tão sexy vestida com aquelas roupas dele? Mas sim ela era a perdição, bela como o mais violento pecado, daqueles que se comete por serem extremamente irresistíveis e assim ela estava agora enquanto sorria e mordia aqueles lábios chamativos, ele sabe que agora precisaria se concentrar para que não sucumbisse naquele vale de perdição.
Ela o estava encarando ansiosa pelo que ele faria com ela e ele sabia disso.
— “Sua menina está te esperando daddy”.
Por mil demônios o que ela pensa que está fazendo?
Mais uma vez ela se esforçou para compartilhar um pensamento com ele, ela não saberia se conseguiria, mas ao vê-lo fechar os olhos e levar as mãos aos cabelos ela teve certeza que sim.
— “Então é assim que quer?” — Ele faz o mesmo que ela, a respondendo dentro de sua mente afinal ele é quem porta o dom da telepatia— “Então agora vou chama-la de minha Baby girl”.
Ela o escuta em sua mente e delira com aquilo, ele seria seu “Daddy”, e ela não mentiria ele já tem essa “daddy vibes” toda enraizada em si e agora ela usufruiria daquilo com prazer, muito prazer diga-se de passagem.
— Eu sou toda sua Christopher Bang Chan.
Ele já estava pronto para mais uma vez despi-la e foi o que fez, sem pressa, mas com destreza e precisão jogando as peças arrancadas do corpo de sua amada para qualquer lugar que não importaria agora.
— E eu a farei se sentir ainda mais minha... Então relaxe e se entregue.
Não tinha como ela estar mais entregue que aquilo, ele faria qualquer coisa com ela, o que bem quisesse e ela apenas receberia pois estava muito mais que a sua mercê.
O fogo queimava os corpos dos dois, ele decidiu que era a gora então ele mesmo abriu as pernas alheias e se deitou entre elas ficando com seu rosto enfiado em seu meio e com as mãos ele a segurou pela bunda a erguendo levemente a trazendo mais para si onde primeiro ele assoprou e depois...
— Porra Channie...
Ele a mordeu de leve e sua intimidade pulsou nervosa e ansiosa e assim que ele viu o movimento que ela fez ele a lambeu por toda a extensão e sem mais rodeios começou a trabalhar ali ide forma intensa, deixando sua amada perdida, e completamente bagunçada, a cada chupada precisa que ele dava ali, ela estava uma bagunça e seu ventre se contraía, seu corpo se contorcia nas mãos que a seguravam com firmeza e depois de um tempo ali ela o lambuzou derramando seu prazer nos lábios dele que como ela havia feito fez questão de bebê-la sem deixar que nada se perdesse.
Céus ele era bom!
E droga ela estava perdida!
Ela tremia, o corpo dela parecia que não aguentaria mais nem um toque, tamanha era a sensibilidade, mas ele estava longe deparar, na verdade estava só começando.
— Tem uma coisa que precisa saber minha baby girl...
Ela ainda ofegava, e o timbre da voz dele a tonteava ainda mais.
— E o que seria Daddy?
Ela não deixaria passar, e ele se agradou daquilo.
— Quando estou por baixo sou como uma estrela do rock, e agora vamos dar um show com direito a muito Rock’n’roll...
Ele novamente os vira a encaixando em cima dele que novamente já se encontrava duro como uma rocha, ela estava extremamente sensível, mas queria mais que a própria vida que ele a preenchesse de uma vez então não se fez de rogada e com sua própria mão ela levou o membro novamente rijo dele para dentro de si, descendo ali devagar para prolongar aquela sensação deliciosa de senti-lo a preenchendo.
— E você fique sabendo que eu sei muito bem dançar conforme a música e vou aproveitar completamente cada momento do seu show.
Ela se pressionou contra ele o apertando com toda sua força e eles gemeram alto sem conseguir aguentar aquelas sensações todas, ele a segurava pelas costas e suas mãos fortes a apertavam e ela o arranhava por toda sua nuca e aquele ardor era deliciosamente perfeito para ele.
— Eu quero vê-la pular no meu pau Nathalia.
Por que ele era assim? Perfeito e a destruiria sem precisar muito mais que aquelas palavras.
Ele começou a estoca-la com força em um ritmo perfeito, nem lento nem rápido demais, era essa a frequência que buscavam e agora que a encontraram era só manter.
Ele não mentiu quando disse que daria um show embaixo de si e ela gemia tanto o nome dele o chamando o implorando por mais que ele precisou se concentrar seriamente para não ir muito rápido com aquilo, acontece que ela ardia em desejo e a luxúria que os tomou não ficaria em silencio por nada nesse mundo, e todo tipo de Dirty talk rolou entre eles e os tapas que ele dava na nádega alheia eram o maior prazer daquele vampiro.
— Que vadia gulosa, sentando no meu pau com tanta vontade, não sabia que queria tanto sentar em mim assim baby... aaah caralho...
Mais um tapa e a Naty resolveu que estava na hora de colocá-lo contra a parede.
Ela subiu bem seu quadril empinando aquela parte e a deixando apenas com a cabecinha dele dentro de si, colou sua boca na dele, mas sem buscar um beijo, apenas queria que seus lábios estivessem nele quando ela dissesse o que tinha para dizer, então foi descendo na extensão dele bem devagar o apertando como podia enquanto o encarava colado a ela e aquilo era a glória, ela sabia que ele não negaria nada a ela naquele momento e então ela pediu.
❤️❤️❤️❤️
— Me deixe beber de você Channie, não sairei dessa casa como uma humana, quero ser imortal meu amor e quero que você seja meu criador, vou adorá-lo como se deve a cada instante da minha existência e em todos momentos íntimos que tivermos serei completamente entregue ao meu poderoso vampiro, meu amor e mestre, faça de mim ainda mais sua, me leve para seu mundo.
Enquanto ela falava ela subia e descia naquele mesmo ritmo de quando começou a falar e aquilo o estava matando.
Ela falava no tom mais manhoso e sensual que ele julgou ouvir, ele não a negaria pertencer a ele, nunca jamais e se fizesse aquilo aí sim seria um pecado imperdoável...
— Que se dane! Vamos fazer isso!
Ele mordeu o próprio pulso com força que fez os olhos dele ficaram com as írises vermelhas da cor do sangue que escorria ali e sem dizer nada a ela ele estendeu seu braço para que ela cumprisse sua parte no contrato e vê-la sorrir tão largamente o fez sorrir também, mas antes de ir com sua boca de encontro ao seu destino ela quicou com avidez em cima dele os fazendo gozar juntos para que só então ela fosse em seu pulso beber de si o que tornou tudo muito mais erótico do que já estava.
Ela fechou os olhos e começou a beber o sangue dele com uma vontade maior do que julgava ter e ele adorou ver aquilo.
— Hey, olhe para mim!
Não era uma ordenança e sim um pedido fervendo em paixão, e ela o respondeu de imediato o encarando nos olhos desejosa por inteiro daquele vampiro belíssimo.
Ele começou a afagá-la com ternura, passando as mãos naqueles cabelos selvagens os alinhando e acarinhando.
— Boa menina, muito bem minha linda baby girl, pode parar agora.
Ela assim o fez o olhando com intensidade naquele momento ele a fez ser a pessoa mais feliz do mundo, ele cedeu a ela e ela era mais que grata a isso.
Ela saiu de cima dele e eles se deitaram, ele a abraçou e a beijou com paixão.
❤️~Fim do Hot~❤️
Apaixonados? Aquela definição não parecia ser grande o suficiente para eles, amantes, devotos, imersos um no outro conectados, eles se amavam mais que tudo e agora eles também se permitiam sentir tudo aquilo.
Era o certo, era eles e nada mais.
— O que vem agora Channie? — Ela sabia que mais um passo era preciso para que ela virasse um deles e faria o que preciso fosse para tal.
— Agora precisamos escolher, você quer uma bolsa de sangue, ou quer sair comigo para uma caçada?
Ele a amava demais e estava feliz por ela estar prestes a adentrar seu mundo, mas ele queria que ela tivesse plena consciência do que aquilo significaria e a pergunta que ele a fez era com apenas um intuito: Indagá-la sobre se ela estava pronta para se transformar em um monstro como ele.
...
A noite estava morna, de um jeito completamente agradável para eles, pois o vento leve estava repleto de boas sensações.
Tudo que aconteceu com eles depois da escolha dada pelo vampiro os trouxe para este exato momento, onde eles se encontravam em um pub vestidos de forma atraente, mas não muito chamativa, eles se encaravam enquanto saboreavam suas bebidas e não havia uma alma que os visse ali que não jurariam que eles eram uma coisa só de tão envolventes e envolvidos que estavam um com o outro.
— Vou querer vir aqui mais vezes Channie, com você, com os demais, todos nós juntos! — Ela deu um bom gole em sua bebida — Vai ser perfeito!
Ela estava em êxtase, sua pele brilhava assim como seus olhos.
— Vamos voltar sempre que quiser eu te prometo.
O vampiro tinha um turbilhão de pensamentos, afinal eles estavam ali para encontrar uma vítima que serviria seu sangue para completar a transformação de sua amada. Finalmente aquilo estava acontecendo e ele não poderia estar mais feliz, apesar de muito conflitante também então quanto antes aquilo se resolvesse melhor seria, e menos ele se torturaria.
— Você parece nervoso amor, eu estou bem eu juro, estou tão feliz que explodiria.
Afinal quem não estaria completamente feliz depois de ter sido amada tão intensamente pelo dono de seu coração? Fora que agora ela estava no caminho certo para encontrar de vez seu destino e se juntar pela eternidade aos seus amados vampiros, aquilo tudo só poderia ser relatado como o retrato da mais bela perfeição.
— Você tem certeza que só quer que eu esteja nesse momento? — Ele a olha com carinho — Quer dizer, me sinto muito honrado, mas você tem certeza que não quer dividir isso com os demais?
Sua preocupação era completamente genuína e o coração da Naty batia descontroladamente em vê-lo tão lindo e preocupado com tudo, e se não fosse por estarem em ambiente público ela o agarraria bem ali.
— Tenho absoluta certeza disso Chris, e sabemos que assim é também como eles queriam.
Ela alisa a mão dele e o olha firme, mesmo que ele não entre em seus pensamentos ela o faria ter plena certeza de sua verdade só com aquele olhar.
— Certo vamos lá então.
Assim que ele se pronuncia um homem se levanta esbravejando contra a que aparentemente era sua parceira ali, ele vai para cima dela para agredi-la, mas é parado pelo vampiro que ninguém conseguiu ver se aproximar e continuaram sem saber o que havia parado pois não viam nada ali.
— Não cansa de ser um idiota?
O semblante do homem desmoronou, quem aquele sujeito pensa que é para o interromper?
— Essa vadia maldita precisa de uma lição e eu vou fazê-la aprender direitinho, agora me solte seu intrometido de merda.
Lá fora um relâmpago caiu, coisa controversa para aquela noite charmosa e agradável, um vento forte adentrou o lugar e a noite se fez mais escura, uma neblina pesada tirou a visão de todos ali.
— O único merda aqui é você, que bate em mulheres por puro prazer doentio, mas adivinhe só? — Ele aperta sua mão no pescoço do escolhido — Essa noite sua sentença virá pelas presas de uma bela mulher.
Assim que ele profere a sentença para aquele ser desprezível a Nathalia surge atrás dele e com suas presas até então temporárias...
— Vai morrer pelas presas de uma vadia maldita valentão de merda! — Ela se afunda no pescoço de sua vítima sem demora e bebe daquele desprezível sentindo a vida o deixar enquanto adentrava em sua boca.
O corpo do homem caiu sem vida no chão e os dois se foram do pub deixando para trás os clientes e o bartender confusos com o que acabou de acontecer, mas internamente agradecidos por alguém que não viram ter se livrado daquele patife insuportável agressor de mulheres.
...
A Nathalia entrou em processo de transformação, o Bang Chan a levou de volta para a casa na colina pois a pedido dela queria passar o processo todo lá com ele ao seu lado.
A Naty não estava inconsciente como o vampiro ali com ela já sabia por se lembrar de sua própria transformação, ela sentia o veneno a tomando, podia sentir cada célula de seu corpo se transmutando e isso queimava em si, não era exatamente uma dor cruciante, mas ainda sim doía, era ali que sua alma se desprendia e ela pensou em um breve “adeus” se despedindo do que a tornava humana sentindo por fim seu coração não mais bater.
E a observando em cima daquela cama o Bang Chan já podia enxergar os sinais da transformação acontecendo, ela estava imóvel, e a coloração de sua pele ia virando um pálido perfeito, ela estava agora como se tivesse morta, imóvel e sem saber o quanto duraria aquele processo para ela ele apenas ficou ali encarando o que seria tido para sempre como a maior e mais significativa transformação de sua existência.
Quando sua amada Nathalia acordar será finalmente uma imortal.
...
~No dia seguinte~
— Como será que aqueles dois pombinhos estão?
— Com toda a certeza, grudados como se fossem um só Lix!
— Tem razão Innie.
O Felix sentou no colo do Changbin que sorriu para ele.
— Acho que eles ficarão um mês na casa da colina, o que faremos até lá?
— Em um mês? Vamos fazer uma Rave! O Que acha Seung? Gosta da minha ideia?
— Você é sempre agitado esquilinho, até com as ideias; eu pensava mais em uma viagem, todos nós então quando eles voltassem se preocupariam, é o mínimo que merecem por nos abandonar.
Os vampiros que estavam reunidos riram em uníssono.
— Até onde sei Minnie, o dramalhão em forma de vampiro aqui é o Jinnie e ele está muito bem pelo que vejo.
— Claro que está Lino, passou a noite com você ontem, são dois traidores também.
— Não fique com inveja Binnie meu amor, nós íamos chamar você, mas você foi ver o seu Dr. bonitão, aliás como foi a consulta hein?
Mais risadas foram soltas e um Changbin fingindo estar irritado os encarava.
— Anjinho não faz assim, você sabe que ele está enfrentando o luto, e outra não somos assim como você insinua.
— Por enquanto, quero só ver daqui uns séculos, o Binnie vai nos trair com ele.
— Ele não é nem louco! Eu o mato se o fizer!
— LeeKnow você não vai matar ninguém, eu sim que vou matá-lo se ele nos trocar pelo Kevin, o Dr. é meu amigo, mas não perdoarei que roube um de meus amores.
Os sete vampiros se viram rapidamente para olhar as figuras da Naty e do Bang Chan que adentravam a sala de cinema onde eles estavam reunidos e o que viram os levou a mais pura e autêntica euforia.
— Olhem isso a Naty liberou a skin de vampira! Céus hoje é o dia mais feliz da minha vida.
O mais novo ali viciado em jogos falou com um enorme sorriso estampado no rosto.
— E que skin perfeita! Obrigada deuses por poder contemplar tamanha beleza.
O Han se juntou ao comentário do I.N por também ser um gemer.
— E então? Como estou? Só o Hannie e o Innie aprovaram meu novo eu?
Verdade seja dita eles já esperavam que quando ela voltasse seria como um deles apesar de temer que o líder do clã desse para trás, mas vendo agora que ele cumpriu o que tinha que cumprir eles estavam finalmente se sentindo inteiros, sua amada estava bem ali diante deles e era a vampira mais linda que já tiveram o prazer de contemplar, podiam jurar que perderiam séculos apenas a encarando sem acreditar ser real tamanha beleza e perfeição.
— Meu amor você está divina, é a criatura mais bela que já vi! Irei pintá-la em todos os ângulos possíveis, você é a maior fonte de inspiração que possuo e eu a amo com todas as forças!
O Hyunjin vai até ela e a beija intensamente sem conseguir se segurar fazendo todos sorrirem, não esperariam nada diferente dele.
— Está magnifica pequena! Uau, realmente perfeita bebê e eu estou ainda mais apaixonado por você. — O Changbin estava boquiaberto e extremamente maravilhado.
— Eu estou morto de amores, sério mesmo eu morri, acabei de morrer, façam um belo enterro para mim.
— Não seja bobo Felix é agora que nossas vidas começam! Gatinha você é o retrato da perfeição, Jinnie anjinho quero um quadro dela em meus aposentos! — Ele se aproxima dela com aquele lindo sorriso nos lábios, saiba gatinha que você nunca vai se livrar de mim e espero que tenha consciência disso, eu te amo!
— Tem razão Lino, eu não morri, mas agora vou morrer... Todos encaram o Felix — Nunca mais vou poder provar seu sangue deliciosamente humano, agora terei que me contentar em bebê-la “vampiricamente”.
— FELIX!
Todos juntos sorriem e dão altas gargalhadas com aquele vampiro maníaco que tanto amam.
— O que gente? Vocês acham mesmo que agora que isso não a fará mal nós seremos tão burros para não nos extasiarmos bebendo um do outro? Fazemos isso entre nós e é tão excitante, enfim eu não a deixarei livre de minhas presas sedentas por esta deliciosa refeição e vocês são tolos se não fizerem o mesmo!
Eles todos entendem o vampiro que se pronunciou, ela era uma perdição e para vampiros beber uns dos outros era quase como uma intimidade sexual, se excitavam imensamente com aquilo e nenhum deles deixaria de fazer isso com ela, mas jamais concordariam em voz alta com o maluco do Felix para não lhe dar o gostinho de estar certo como no fundo sempre estava.
— Felix me abrace por favor?
— Viram isso? Ela me quer!
O vampiro foi até ela vitorioso e os dois se beijaram carinhosamente.
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Seu apoio é fundamental. Torne-se um herói!— Como se sente princesa? Mais forte? Mais ágil? Você sentiu muita dor na transformação?
O Seungmin estava curioso como de costume fazendo todos ali caírem ainda de amores por aquele puppy amável.
— Na verdade Minnie — Ela vai até ele em uma rapidez magnífica e todos eles suspiram juntos — Me sinto mais viva do que nunca!
Ela o beija e ele sente sua força, recém formados são extremamente fortes e para ele, ela estava uma delícia com toda aquela força sobre si.
— Channie como você está? — A pergunta do LeeKnow é genuína e todos entendem o motivo para tal.
— Estou bem, perdidamente apaixonado, irremediavelmente viciado, intensamente satisfeito, e eternamente feliz.
As palavras do vampiro líder aquietaram os corações de todos que sabiam que ele teria conflitos até o último instante para transformá-la.
— Preciso dizer Channie que você fez um belíssimo trabalho, nossa Nathalia está perfeita.
O Changbin deixa um selar nos lábios do vampiro que o abraça firme em resposta do carinho recebido.
— Obrigada pequeno.
Todos conversaram alegremente noite a dentro, fariam uma festa para comemorar, chamariam o Zephyr e os do clã Mclean, mas havia algo que todos estavam se revirando para saber e surpreendentemente para eles foi o Hyunjin quem levantou a questão.
— Na verdade meus lindos amores, eu preciso saber apenas de uma coisa... — Todos os olharam curiosos e o Bang Chan apenas sorriu por já saber o que ele falaria. — Quando será nossa primeira caçada juntos?
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