Traição: Colônia Arrankar
23 Capítulo 23: Junção e alteração
Notas iniciais
Grimmjow havia finalmente conseguido libertar uma das mãos que estavam presas pelas correntes, agora pretendia libertar a outra, quando sentiu a reiatsu do homem que o nocauteou sumir. Nnoitra saltou através da fissura no teto da catacumba, ele já estava em seu estado normal, e posicionou-se no chão indo na direção da cela de seu companheiro, aproximando-se, fez dois movimentos brutais com sua foice, cortando as barras da grade.
Nnoitra: Vim te libertar fracote! – debochava.
Grimmjow: Seu palito filho da puta! – arrebenta a corrente que prendia seu outro pulso.
Nnoitra: Pensei que iria ter que ajudar você a soltar seu pulso também!
Grimmjow saiu da cela e não disse nada ao outro Espada, caminhou pelas pedras do cômodo aproximando-se da estrutura branca onde sua zampakutou estava, em seguida a pegou e prendeu-a na cintura.
Nnoitra: Como seus ferimentos curaram tão rápido hein ?
Grimmjow: Aquele arrankar... Yenmaru... Ele usou um líquido nos meus ferimentos... – olhava para seu pulso.
Grimmjow virou-se e deu uma rápida olhada pelo cômodo, até que avistou um jarro em um dos cantos da cela.
Grimmjow: Ali ... –aponta.
Nnoitra se dirige até o jarro, o pega e vira um pouco do líquido em sua mão, dando uma olhada reparou que era idêntico a água. Nnoitra jogou essa “água” em seus ferimentos, cada vez que ele se tratava com o líquido sentia uma ardência e em seguida uma sensação de alívio. Os ferimentos dele já estavam cicatrizando após a liberação, entretanto esse líquido iria ajudar.
Grimmjow: Então aquele cara conseguiu atravessar seu hierro... – pega a tocha que estava caída próximo à cela.
Nnoitra: Sim, mas ele não foi capaz de fazer nada além disso. – coloca o jarro no chão e se vira para Grimmjow- Acho melhor continuarmos indo, tem muita gente para matar pelo caminho!!!
Os dois se dirigiram para a entrada da sala, entretanto uma voz os faz parar de andar.
???: Aizen-sama...
Os Espadas voltam seus olhares na direção da voz e Grimmjow ilumina com a chama, revelando um arrankar enjaulado.
???: Vocês são a elite do Las Noches e de Aizen-sama não são?
Nnoitra: Somos sim seu merda...
???: Por favor... Tirem-nos daqui... Todos os aprisionados aqui são aqueles que resolveram abandonar a rebelião e voltar para Aizen-sama!!!
Grimmjow sacou sua zampakutou e cortou os cadeados que prendiam as portas das celas, os prisioneiros foram saindo e se juntando.
???: Obrigado, muito obrigado mesmo...
Nnoitra: Agora peguem armas ali naquela estante... – aponta para a estrutura branca.
Os arrankars vão se amontoando e adquirindo suas armas de volta.
???: Agora me sinto melhor – coloca um grande facão em uma bainha em suas costas- a propósito me chamo Zaquiel, muito obrigado Espadas.
Grimmjow: Sua libertação tem um preço arrankar, junte seus companheiros e avancem pelos corredores ceifando a vida daqueles que traíram Aizen-sama!!! – aponta para a porta da catacumba.
Zaquiel: Tudo por Aizen-sama.
Zaquiel era um pouco baixo, entretanto tinha um porte atlético, sua roupa era negra e sem mangas, sua pele era morena e seu cabelo ia até os ombros e era de um tom negro, sua máscara quebrada ficava em cima da orelha esquerda e formava inúmeras pontas brancas ao redor desta, seu buraco era no peito.
Ele vai na direção dos arrankars e começa a falar em um tom baixo com eles, em seguida todos já estavam posicionados.
Nnoitra: Zaquiel, você fica no comando desse pessoal aí, eu e Grimmjow tomaremos um caminho diferente de vocês... Agora, vão e queimem a carne de seus inimigos!!!
Os arrankars começam a correr guiados por Zaquiel na frente do batalhão, eram por volta de uns 25.
Arrankars: Por Aizen-sama !!! – gritavam em coral e repetidas vezes, enquanto avançavam.
Grimmjow e Nnoitra ficaram sozinhos, os dois saltaram pela fissura do teto indo para o pátio da luta, o corpo de Yenmaru estava caído e estraçalhado no chão. Os dois avançaram rápido por entre os pilares negros e localizaram uma porta grande e de ferro, Grimmjow preparou um cero, arrebentando-a e abrindo caminho para eles.
--x—
Ulquiorra andava pelo grande corredor, com sua expressão séria de sempre, ele sentiu as variações de energia dos outros Espadas. Caminhou por mais algumas horas até o corredor se bifurcar em duas direções, em uma delas havia uma escada que subia de maneira espiralada. O Cuarto foi na direção da escada, subiu ela calmamente, enquanto isso conseguiasse apenas ouvir os ecos de seus passos em cada degrau.
Ulquiorra atingiu o topo da escada, chegando a uma área aberta, sem nada, entretanto ele podia ver toda a construção que invadiram.
Com um sonido uma arrankar ruiva surgiu na sua frente, ela usava um uniforme negro, sua pele era branca tal qual a do Espada e também possuía um olhar como o dele, seu corpo era belo onde nenhum botaria defeito.
Ulquiorra virou-se encarando a mulher com seus orbes esverdeados.
...
Continua
Notas finais
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