Traga-me para a luz.

24 Pela primeira vez, estou aonde quero estar, Amber.


Notas iniciais
Sobre, a demora e o meu sumiço, nada justifica. Peço desculpas de coração. Minhas outras fics serão atualizadas em breve e seus capítulos estão em desenvolvimento. Bem, hoje finalizamos essa história. Mais uma! Eu espero que ela tenha correspondido as expectativas de todas e todos. Espero ter retratado da forma que eu queria e principalmente, com o respeito que eles merecem. Obrigado por terem me acompanhado nisso e por terem paciência comigo. Um beijo no coração de vocês. É bom estar de volta! Ps.: Se eu esqueci de responder alguma de vocês aqui, nos comentários ou por mensagem. Me avisem, porque tem meses que não entro aqui. Mas, creio que já respondi a maioria de vocês. Ps 2.: Esse capitulo contém sexo. Se for fazerem, se previnam e conversem com o médico ou alguém de confiança. Enjoy! Sempre bom lembrar que minhas fics só estão em duas plataformas: Spirit e Nyah sobre este mesmo USER. E plágio é crime!

Fazer amor com Bucky era enlouquecedor.

Nem um único pensamento coerente se passava na minha mente que não fosse sua boca, seus abraços, seus bíceps, suas coxas enormes, seus olhos azuis, o cabelo longo, o sorriso matador, os pequenos grunhidos que ele dava. Era como ser consumida pelo poder e charme daquele homem...

Era lógico que, não gostaria de ter passado por esse sofrimento, todo um maldito ano dentro da Hidra, a perda da minha família e a perda temporária – Mesmo, que eu não soubesse. – de Bucky. Mas, estar aqui, recomeçando... Neste lugar paradisíaco ao lado dele, do único homem que eu amei, valeu a pena.

Bucky não tinha receio de me tocar. Nem com seu ‘’ infame’’ e absolutamente adorável e excitante braço de metal. Pelo menos, não mais.

Você não tem a menor ideia do quanto eu esperei por você. Sussurro, deslizando minhas unhas suavemente por seu peito. – Do quanto, eu te amo.

Ele sorri.

O sorriso mais bonito e tranquilo que o vejo dar em meses.

Esperei por você por mais de 100 anos, Amber. Ele afirma, me olhando. Seus olhos brilhando e tão claros, como o mar que estava a centímetros de nós. Sem dor, sem confusão, só amor e carinho.

Alívio.

Finalmente.

Eu não era ingênua, sabia que provavelmente ou futuramente, nós teríamos que sair de toda paz e calma e lutar novamente... Porque, esta era a nossa responsabilidade, a nossa vida e não estávamos abrindo mão disso. Sempre existia um vilão ou uma entidade ameaçando nosso pequeno e frágil planeta. Porém, estávamos dando uma pausa.

Por tempo indeterminado.

Eu e principalmente, Bucky... Havíamos lutado demais.

Parece que temos um campeão, então. Murmuro, dando um sorriso.

Creio que, apenas nesse caso, não há perdedores. Diz, retirando minha calcinha, enquanto beijava meu corpo.

Definitivamente, não. Afirmo, acariciando seu braço de metal. Isso era perfeito. E perfeito ainda não era o suficiente para descrever... Nunca seria. Era para isso que sou feita, o proposito final. Nasci para estar nos braços dele todos os fodidos dias dessa minha vida. Estava tão afundada na minha dor e na minha miséria que tentei esquecer o que Bucky significava para mim e ainda melhor, a felicidade que ele poderia me dar.

E que estávamos dispostos a viver juntos.

Tudo que eu havia sonhado estava se realizando. Finalmente, eu podia mergulhar no mar azul e límpido, sair e abraçar meu marido e o amor da minha vida sem nenhum medo. Nós iriamos viver escondidos e livremente em Wakanda, desfrutando do nosso tempo de paz.

Às vezes, isso simplesmente parece um sonho que eu vou acordar. Mas, é melhor me deixarem dormindo. Afirma Bucky, me beijando calmamente, como se quisesse memorizar cada momento, se tivéssemos a eternidade aos nossos pés.

Estou deitada confortavelmente. Enquanto Bucky desce beijos suaves pelo meu pescoço, como se tivesse medo de me quebrar ou me venerasse, descendo para os meus seios entre sorrisos para mim. Bucky dispensa minutos em meus seios com beijos, chupões e suaves mordidas. Sua boca era tão suave e em certos momentos, demonstrava a pressão, me demarcando com possessividade. Seu braço de metal acariciava meu quadril com movimentos circulares, descendo para apalpar minha bunda, me dando um tapa com a quantidade certa de força para que eu gritasse seu nome.

E ele ainda estava chupando meus seios.

Hmmmm... Podemos tirar mais sons desses de você, esposa? Porque, eu realmente adorei ouvi-los. Diz, se pressionando contra mim. Mostrando o quão duro ele estava, o quanto ele me queria naquele momento. Que ele me pertencia e eu o pertencia, me fazendo enlaçar minhas pernas em sua cintura buscando mais e mais fricção. – Minha garota carente. Bucky continua, com uma mistura de carinho e deboche.

Maldito homem!

Por favor... Imploro, necessitada de algo que somente ele poderia me dar. Literalmente... Bucky me olha, incerto se poderia continuar ou não, me torturando.

Quero levar tempo nisso aqui. Avisa, em um tom determinado. Rasgando minha calcinha, bufo... Eu já tinha esperado demais, não é? Cada dia que eu passo e passei sem poder estar com ele de todas as formas, eram anos e anos de tortura.

Seu cabelo estava grande. Graças a Deus, por gigantescas bênçãos e misericórdias... Porque, a perspectiva de puxar seu cabelo com Bucky me chupando me atormentava, desde que senti seu rosto e seu cabelo pela primeira vez.

Bucky deposita pequenos beijos em minha intimidade, abrindo ainda mais minhas pernas, lambendo de baixo para cima em uma lentidão torturante. Seu braço de metal pressiona minha coxa por dentro, ele lambe meu clitóris me fazendo gemer seu nome.

Arqueio minhas costas na cama perdida em prazer.

Seu dedo me penetra, enquanto ele continua me chupando com um pouco mais de força agora. Eu estava tão molhada e tão perto de gozar, que minha mente entraria em pane em qualquer momento. E não teria forças para implorar que Bucky me levasse ali e agora, com força.

Molhada. Diz, ele em aprovação, soltando um gemido. Pelos céus! Ele achava mesmo que eu não estaria?

Bucky... Digo, tentando pensar.

Só um, baby. E então, eu vou dar o que nós dois queremos. Implora e continua me chupando, não consigo evitar a pressão em minha barriga, minhas pernas tremendo ou como aperto o dedo de Bucky que está dentro de mim. Ou o modo que puxo desesperadamente seu cabelo, gritando seu nome como se o mundo inteiro precisasse ouvir.

Bucky se levanta, lambendo os lábios e o azul dos seus olhos sumiu, sua cueca box preta foi jogada no chão sem nenhuma relevância ao que ela guardava. Bucky era um super soldado e isto, dava entender que Bucky era grande.

Ele era... Grande.

E grosso.

Bucky alcança a gaveta, pega uma camisinha e um frasco discreto e pequeno, me fazendo o questionar com os olhos.

É lubrificante. Não quero te machucar... Não, na sua primeira vez. Diz, com um sorriso tímido, me fazendo sorrir junto. Sabia que perder a virgindade poderia ser doloroso. Mas, o seu cuidado era tão... Tão perfeito. Bucky coloca a camisinha, passando lubrificante em seu pênis.

Ele me segura em seus braços e sinto que ele está nervoso, minhas mãos deslizam por suas costas e deposito beijos em seu rosto. Ele sorri e me beija, ainda sinto meu gosto em sua boca. Ele estava me beijando carinhosamente, quando sinto uma pressão em minha entrada.

Tento permanecer calma e relaxada para não doer e não assustar Bucky. Sua boca desce novamente para os meus seios, enquanto sinto sua pressão aumentar e ele me penetrar ainda mais.

Puta merda!

Doía...

Mas, havia também prazer. Meus olhos lacrimejam, porque sinto que ele era grande demais.

Quer que eu pare? Pergunta, parando por alguns segundos. Balanço a cabeça negativamente e arranho suas costas, o provocando a continuar. Sem se conter nem por um segundo, Bucky me penetra completamente com um gemido ofegante.

Ele para por alguns segundos, querendo que eu me acostume com seu tamanho. Saindo completamente, para me penetrar novamente com rapidez. A dor sumindo aos poucos, me dando a melhor sensação de prazer e pertencimento.

Finalmente. E não haviam palavras para descrever.

Bucky continuou mais forte e mais não tão rápido até que eu tivesse gritando o seu nome novamente e ele o meu, naquela noite. E das várias outras vezes, que vieram.

2 anos depois.

Wakanda era tranquilo. O mundo pensava que eu e Bucky estávamos mortos ou escondidos em um buraco tão fundo que ninguém pode procurar, o suposto país de terceiro mundo africano era tão bem escondido pela tecnologia do vibranium que era quase impossível que o mundo exterior achasse as duas maiores armas da hidra aqui.

T’ Challa se certificou disso com a cooperação de Tony Stark, com Shuri e Steve que sempre vinha nos visitar de tempos em tempos. Assim que chegamos aqui, Shuri ajudou que eu e Bucky nos livrássemos de qualquer controle da hidra. Se Nêmesis existisse ainda, ela se escondeu dentro de mim. Afinal, Nêmesis era mais uma segunda personalidade do que qualquer outra coisa e eu sabia que ela só sairia, se a minha família tivesse em perigo. Mas, mesmo assim, as sessões de terapias eram exaustivas. Já Bucky, se livrou completamente do soldado e se fosse o melhor para ele, a única coisa que eu faria era me despedir.

O lobo branco e a Fênix eram assim que os Wakandanos se referiam a nós agora. No mais, éramos uma família normal.

Como estão meus meninos? Pergunto, sorrindo, enquanto Bucky, Caleb e Steve brincavam com as cabras. Sim, Caleb Steven Barnes foi concebido um ano após nosso casamento e nasceu exatos oito meses depois, devido ao soro do super soldado e a magia do cedro que ainda corria em mim, preocupando a todos nós, vingadores e Wakandanos com seu possível estado de saúde. Mas, nascendo saudável, com quase 4 quilos e 53 centímetros.

Fazendo quatro meses e sorrindo, enquanto balançava os bracinhos para mim com seu sorriso banguelinha. Caleb era meu pequeno Bucky Barnes de cabelos ruivos, única coisa que ele puxou de mim, devo frisar para o meu desgosto.

Mas, eu consigo conviver com isso. Sorrio, o pegando no colo. Bucky passou o braço ao meu redor, distribuindo sorrisos á Caleb como o gigantesco pai babão que ele era. Steve sorri, com o maior dos sorrisos ao ver a nítida felicidade de Bucky com o afilhado.

Minha vida estava perfeita. Tão feliz... Mais que feliz. Eu tinha tudo o que desejei em minhas mãos, Bucky era o meu raio de sol em uma vida de escuridão, me dando uma vida nova e curando todas as minhas feridas e os meus medos. E sabia que significava o mesmo para ele.

E Caleb era nossa luz, nosso amor reencarnado, consolidando nossa paz. Não havia nada mais a temer agora, a escuridão se foi. Caleb soltou um riso, segurando o dedo de metal do pai, me fazendo gargalhar deles.

Quem não amava finais felizes?

Notas finais
Game over! Demoramos... Mas, hoje nos despedimos desse casal. Espero que vocês tenham gostado! Nós vemos por aí, em outras, velhas ou novas fics. Um beijo e Bucky ama vocês. Ps.: Fiquem em casa e cuidado com o corona. Loucura mano!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!