Notas iniciais
Oi amores, olha quem voltou? Euzinha a Lia. Bom eu sei que demorei mas eu me enrolei aqui com as minhas fanfic's a escola e aconteceram uns probleminhas aqui em casa. Eu e a Bruna esperamos que gostem do capítulo e o próximo já e com ela, okay? Boa Leitura.

Capítulo 3 — Planos

Pov. Beatrice Prior

Passei o meu final de semana inteiro dentro de casa pesquisando mais sobre inseminação artificial que eu acho que eu vou fazer pois além de mais barata é mais eficaz para mim e eu pelo que eu achei na minha pesquisa ela dá para fazer em virgens já que é com uma agulha finíssima que entra pela minha vagina e não vai dar para romper o meu hímen, li que tem riscos de a mulher não engravidar de primeira mas são bem poucos os casos mas mesmo assim eu fico nervosa, quero engravidar de primeira mas mesmo se eu não conseguir não vou desistir, vou tentar até conseguir o meu bebê.

Depois de pesquisas sobre a inseminação eu passo para o resultado dela. O meu bebê. Começo a pesquisar varias lojas de roupas, móveis e decoração para ele, vejo um monte de roupinhas lindas de meninos e meninas, uma mais fofa que a outra e isso só aumenta a minha ansiedade para engravidar logo e o ter em meus braços para cuidar e dar muito amor a minha salvação de uma vida triste e solitária. Os móveis são outra perdição um mais lindo do que o outro mas eu não posso comprar nada pois eu nem engravidei ainda para comprar alguma coisa e nem sei se vai ser menina ou menino então eu me contento em salvar as páginas de lojas de móveis e de decoração, que pelo que li entregam em casa, na internet e as das roupas eu só olho mesmo pois as roupas vou deixar para comprar no shopping que tem no centro.

Depois de babar com as roupas minúsculas para recém nascidos eu pesquiso coisas que eu vou precisar ter em casa para estar preparada para tudo o que acontecer com o meu bebê, anoto tudo que eu vou precisar ter em casa, remédios, comida que ele vai precisar quando estiver largando o peito, brinquedos e tudo mais. Pesquiso dicas de como cuidar de uma criança para mães de primeira viagem e vejo muita coisa que pode ser útil e com essas minhas pesquisas acabo anotando cinco folhas com frente verso de tanta coisa que vou precisar saber e ter. O final de semana foi assim em frente ao computador para poder me preparar melhor, na segunda eu pedi mais um dia de folga ao meu chefe que mesmo reclamando cedeu depois de muita insistência e de prometer que faria um extra depois, fiz todos os exames que a doutora Lana pediu na clínica mesmo e quando terminei tudo era quase hora do almoço, almocei na rua mesmo e fui para casa descansar. O resto da semana eu foquei no trabalho para compensar os dois dias que faltei para agradar o meu chefe que ficou satisfeito com o meu esforço e competência de agilizar tudo.

Falei com Lynn também e contei como tudo está ocorrendo e ela disse que era assim mesmo e que daqui algum tempo eu já ou estar com o meu bebê na barriga. Na quinta eu trabalhei feito uma condenada e fiquei até mais tarde para o meu chefinho não ficar bravo e me deixar faltar amanhã e felizmente ele se compadeceu da minha pessoa e não ficou bravo e me liberou depois de ver tudo o que eu fiz e eu o agradei um monte e fui para casa feliz da vida, na quinta eu quase não dormia de tanta ansiedade que estava mas quando estava quase uma da manhã consegui dormir. No dia seguinte, a minha tão aguardada sexta feira, eu acordei uma hora e meia antes da consulta, tomei um banho bem gostoso e coloquei uma roupa fresquinha já que tinha um pouco de sol mas por precaução coloquei uma jaqueta jeans por cima do meu vestido.

Peguei as chaves do meu carro e fui para um Starbucks que tem perto da clinica e pedi um cappuccino com dois croissant de presunto e queijo para acompanhar, estava morrendo de fome pois quase não jantei ontem de tanta ansiedade. Pago o meu café e vou para a clinica a pé mesmo já que é só virar a esquina, chego bem na hora em que a enfermeira chama o meu nome e como eu já sei onde fica a sala da doutora Lana vou sozinha.

—Bom dia Tris. –cumprimenta a doutora Lana quando entro em sua sala, sorrio para ela enquanto me sento.

—Bom dia doutora, os meus exames já chegaram? –pergunto sem conter minha ansiedade o que faz ela rir.

—Já sim e já li eles antes que de você entrar e você tem uma saúde de ferro menina. –diz ela sorrindo para mim mas eu duvido que o dela seja maior do que o meu.

—Então vamos começar hoje? –pergunto eufórica.

—Não criança, o início do tratamento e a confirmação ou não da gravidez dura em torno de um mês. A mulher começa a medicação no início do ciclo menstrual por cerca de 15 dias e a inseminação é realizada após a liberação dos óvulos, que normalmente coincide com o seu período fértil. Entendeu? –pergunta sorrindo da minha ansiedade e da minha cara de decepção quando termina de falar.

—Entendi. –digo cabisbaixo.

—Não fique triste querida, logo tudo isso vai acabar e você vai estar gravida. –diz pegando a minha mão e eu lhe dou um sorriso pequeno. –Como você e saudável eu não vou lhe passar o medicamento para que induza o desenvolvimento de óvulos, então assim que você estiver no seu período fértil venha aqui para fazermos uma ultrassonografia para verificar os níveis de estradiol no sangue para comprovar o crescimento e evolução dos folículos, está bem? –assinto com a cabeça.

—Obrigado doutora. –digo me levantado e saindo do consultório.

Bom agora é só esperar o meu período fértil que eu acho que vai ser no final desse mês, até lá eu tenho tempo para trabalhar mais sossegada para poder tirar mais dias para mim ir nas consultas e exames caso necessário.

Pov. Tobias Eaton

Acordo bem disposto, hoje vou buscar meus amigos no aeroporto, vão ficar comigo por enquanto só esse final de semana. Levanto, corro para o banheiro tomo um banho bem quente faço a higiene matinal e me troco no banheiro mesmo, visto uma roupa bem quente pois está bem frio, o inverno está ficando rigoroso. Desço as escadas pego a chave do carro e desço o prédio em direção ao aeroporto. Trinta minutos depois ele chegam.

—E aí cara ? Como você está ? Já arrumou uma namorada ? Diz o Zeke me dando um abraço

—E aí Zeke. Digo sorrindo. -Não nada de namoradas, mas tenho algumas novidades.

—E aí Uriah, está crescendo hein. Digo brincando.

—Tobias Eaton, quero só ouvir essas novidades. Uriah comenta.

—Vamos pra casa está muito frio. Falo enquanto caminho em direção ao meu carro.

Durante o trajeto, fomos brincando um com o outro e eles me contando como estão as coisas em Chicago.

—E o seu pai Tobias, continua na mesma? Pergunta Uriah.

—Sim Uri, continua fingindo que morri junto com a minha mãe, mas não vamos estragar esse fim de semana falando de coisas desnecessárias. Vocês estão pegando todas as gatas de Chicago ?

—Que é isso cara, até parece que não conhece a gente, pegando todas ? Nós preferimos as NY, as de Chicago não são tão gatas quanto as daqui. Diz o Zeke.

—Tirando aquela loira Zeke, mas ela é exceção, pois é linda. Diz o Uriah.

—Aff, Tobias o Uriah tá apaixonadinho, a mulher nem sabe que ele existe, é daquelas que vive para o trabalho e esquece do resto, nunca vi aquela mulher se envolver com ninguém, não sabemos nem seu nome, mas ela é linda se eu pudesse colocava ela na minha lista. Diz Ezequiel rindo.

—Ezequiel Pedrad, não fale dela assim, ela é diferente tem um olhar triste que me quebrou no meio. Diz o Uriah.

—Ta bom, tá bom os irmãos Pedrad não vão brigar, vamos ali no Starbucks comprar nosso café e depois vamos no mercado não tenho nada em casa que preste. E to economizando. Digo com autoridade.

—Vamos estou morrendo de fome. Diz Uriah.

Fomos no Starbucks pedimos nosso café, depois fomos no mercado e compramos comida. Ainda bem que minha mãe me ensinou a cozinhar, se não já teria morrido de fome, desde a faculdade eu sempre cozinhei sou formado em administração, mas antes fiz um ano de literatura clássica e tive que aprender a me virar. Chegamos em casa fui direto para o fogão preparar o almoço, fiz um macarrão a bolonhesa mesmo e um suco de laranja pra acompanhar.

— O almoço tá pronto seus folgados, só vou tomar um banho antes de almoçar, podem se servir. Digo saindo da sala em direção ao quarto.

Tomo uma ducha rápida, ponho um moletom, vou para a sala e ligo o aquecedor está perto de nevar, estamos em fevereiro o inverno está com tudo mas está quase chegando a primavera, em março a primavera chega e com ela um pouco de sol e chuva. Mais ou menos em março de 2015 ou seja ano que vem, vou estar sendo conhecido por toda NY e ficando rico e não dependendo de ninguém, e nem precisando de ninguém.

—E aí parceiros tá boa a comida ? Pergunto descendo as escadas.

—Tá show Tobias. Ou é a minha fome que tá muita. Diz o Zeke.

Uriah só levanta os polegares em afirmação.
Me sirvo e sento com eles no sofá, fico imaginando que daqui um tempo não vou estar mais morando aqui, e só tenho uma certeza, vou estar bem melhor.
Terminando de almoçar ficamos jogados na sala, assistindo um programa qualquer de TV.

—E aí Tobias quais são as novidades?-pergunta o Uriah.

—Então a novidade é que vou criar uma Editora, e com isso vou precisar de dinheiro. Por isso economizo dinheiro e estou vendendo meus espermatozoides para conseguir, umas 3 doações já vou conseguir uma boa grana que falta pra eu começar tudo. Digo sorrindo.

—Doar espermatozoides? Isso quer dizer que você vai ter filhos por aí espalhados por NY ? Pergunta o Zeke. Dou risada.

— Isso mesmo mas é tudo muito sigiloso, fiz uma doação ontem agora é uma em março e uma em abril, espero que 3 me renda o dinheiro que preciso. Mas se precisar vendo mais. Digo convicto.

Passamos o fim de semana todo em casa, conversando e passando o tempo com perguntas. Uriah disse que não teria coragem de sair espalhando espermas por aí, no começo eu também achei muito louco. Mas depois que eu precisei mesmo, me veio muito a calhar. Fui trabalhar a semana inteira normalmente, estou trabalhando até mais tarde pra compensar os dias que eu fiquei sem vir e os dias que vou precisar não vir por conta das doações. Trabalho na biblioteca histórica, e tem de tudo nessa biblioteca, milionários que alugam um espaço pra transar com as namoradas ou amantes, geralmente eles são doadores das obras de caridade, então ficam fazendo favor pra um favor pra outro.

Passaram os dias e finalmente chegou o dia da minha segunda doação, e lá vamos nós para o mesmo processo da outra vez, fiz o meu trabalho novamente e agendei a outra doação para abril. Fui embora pra casa, hoje vou dormir bastante. Estou trabalhando muito consequentemente estou acabado.

Continua...

Notas finais
Bom amores por hoje só. Cometem o que acharam! Favoritem se gostaram!! Recomendem se amaram!!! Beijocas da Lia.