Notas iniciais
Este capítulo é narrado por Henry

– Percy Jackson e Annabeth Chase estão de volta!

O que estaria acontecendo no meio da multidão? Após o alvoroço abaixar, Percy e Annabeth falaram que precisavam ir a uma missão e sabiam por onde começar.

Quando todos estavam voltando a seus chalés, eu, Percy, Jenny e Annabeth estávamos andando pelo acampamento. Eles nos perguntaram:

- O que Quíron queria com vocês?

- Pelo jeito vocês não são os únicos a partirem em uma missão amanhã cedo. – Jenny falou.

- Me conte direito essa história! – Essa foi a reação de Annabeth.

As duas ficaram para trás conversando enquanto eu e Percy continuávamos a andar em direção aos chalés.

- Que legal! Vocês mal chegaram e já receberam uma missão! Sabe que você me lembra de mim há alguns anos atrás? – Foi o que Percy disse.

- Eu não estou muito animado a ir nessa missão, mesmo estando um pouco, para falar a verdade.

- Mas por quê? – me perguntou

- Na verdade não sei direito. Acho que é muito trabalho para mim, por que logo eu? Tem muitos semideuses mais bem preparados para ir a uma missão tão importante assim!

- Não se rebaixe tanto! Eu vi o que você é capaz de fazer com uma espada! E também sei que você pode ser bem criativo!

O Quíron chegou e quis falar com Percy e Annabeth juntos. Nós esperamos as duas chegarem e nos despedimos.

- O que iremos levar nessa missão? E quem irá com a gente? – perguntei.

- Acho que o Dillan será uma boa escolha. – Jenny respondeu.

De repente tive uma ideia. Pedi a Jenny que pedisse dicas a sua mentora e fui falar com Charlie e pedir a ele para me ajudar com a ideia que tive.

Ele aceitou e até me deu umas dicas sobre a missão. Passamos a noite na fornalha do acampamento trabalhando na minha futura arma. O dia estava prestes a amanhecer quando terminamos o projeto. Fiquei feliz com o resultado. No final ficou como um canivete suíço, mas ao invés de ferramentas, uma espada, um conjunto de facas, um arco e flecha, uma lança e uma adaga. E mais uma coisa, sempre que eu o perdia, ele voltava em meu cinto. Para o escudo, foi uma luva sem dedos de couro que ao meu movimento de abrir e fechar a mão, ela se transformava.

- Boa sorte nessa missão, garoto!

- Obrigado por me ajudar! Melhor ir arrumar as minhas coisas!

Fui correndo para o chalé. Quando cheguei de fininho, percebi que ninguém havia dormido. Mas também, os dou motivos. Três pessoas do mesmo chalé, saindo em missão para a batalha. Pela minha surpresa, minha bolsa já estava pronta. Annabeth e Jenny a arrumaram. Foi uma festa nas medidas possíveis do acampamento há essa hora.

No café da manhã, todo mundo que nos via, nos cumprimentava. Menos Clarisse, mas isso não foi uma surpresa, e nada conseguiria nos abalar naquele dia, pelo menos é o que achávamos. Quíron fez um discurso falando melhor sobre nossa missão e a deles. Quando nos perguntaram quem iriamos levar, falamos ao mesmo tempo:

- Dillan!

Mas ao perguntarem a Annabeth, a resposta não foi a esperada, o que deu o inicio a uma discussão entre Annabeth e Quíron.

- Eu quero levar o Percy, o Tyson e o Grover.

- Mas você só pode levar duas pessoas com você, Annabeth! O três é um número sagrado para nós, gregos!

- Eu sinto que é necessário!

A discussão continuou até que Quíron cedeu. Ele desejou sorte a todos nós, os sete. Nós despedimos dos quatro, então eles entraram no labirinto. Eu lembrei que “esqueci” de uma coisa no nosso chalé, então fui correndo até lá. Queria pegar a foto minha e da Jenny que ela tinha deixado comigo, sentir pela uma vez em um tempo o ar do lugar que tanto amava, cheirar a estante de livros e mapas, pedir para nossa mãe nos ajudar nessa importante missão para o acampamento. Sentei na cama e comecei a pensar como esse lugar ficaria sem mim e eu sem ele, pensar em coisas ruins que poderiam acontecer se essa missão desse errado, e as boas, se desse certo. Quase comecei a chorar de emoção, mas foi aí que Jenny chegou para me chamar. Ela sentou a meu lado e me perguntou o que estava acontecendo. Eu respondi tudo o que estava sentindo e quase desabei, mas foi bom conversar com ela. Nós voltamos abraçados até onde todos estavam.

Pegamos todas as coisas, como bolsas e nossas armas. Coloquei a minha luva e meu canivete em meu cinto com um espaço apenas para ele. Subimos todos juntos até a árvore da Thalia. Cruzamos a linha de proteção, e por um instante me senti diferente. Quando fui dar a última olhada ao acampamento, vi uma coisa estranha. Vários semideuses e inclusive Quíron, abriram espaço para um sujeito de túnica preta, que reconheci como Hades. Cutuquei meus dois companheiros. Quando eles viraram, Hades falou:

- Jenny, preciso falar com você. Agora.

Notas finais
Me desculpem pela grande demora de uns 3 meses, talvez?
Estava com um grande bloqueio criativo por todo esse tempo, mas hoje finalmente consegui.
Espero que gostem e deixem comentários.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.