Três Para Amar
32 Capitulo 32 - Não to acreditando
Notas iniciais
LEIAM AS NOTAS INICIAIS
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POV BELLA
Damon saiu do hospital as 16:30h da tarde. Os meninos pegaram a conta do hospital e antes de irmos para a casa passamos no meu apartamento(agora desabitado).
Subi rapidamente,peguei minha bolsa e aproveitei para me despedir do lugar que foi meu lar por alguns anos.
Também me despedi do Sr. Geraldo,deixei com ele meu celular para ele me avisar das minhas correspondências até eu mudar o endereço para onde elas devem ser enviadas.
Quando chegamos na mansão Klaus e Stefan ajudaram Damon a ir para o quarto.
Umas duas horas depois,todos nós já havia tomado banho,eu e os meninos começamos uma briga com Damon.
–Eu quero descer-Damon disse.
–Mas não vai,você escutou o médico.-Stefan disse.-E alem do mais você já se esforçou mais do que devia.
–Eu to cheio desse quarto,não agüento mais essas paredes.-Ele disse e gemeu de dor pelo movimento brusco que fez.
–Damon você vai ficar aqui no quarto e ponto final.-Falei.
–E se está cheio dessa paredes veja um filme ou vai dormir.-Klaus disse.
–Mas...-Damon começou a falar mas eu o interrompi.
–Mas nada Damon,você vai ficar aqui no quarto por duas semanas e não adianta discutir.-Falei.-Como você é teimoso.
Stefan e Klaus riram do que eu falei e da careta do irmão.
–Ok.-Ele disse emburrado.-Eu não estou desistindo.
–Eu também não.-Falei e sorri.-Daqui a pouco eu trago o jantar. Vamos comer aqui com você ta amor?
–Tá né,fazer o que?-Damon disse e eu beijei seus lábios.
Beijei Stefan e Klaus e desci para a cozinha deixando os irmãos conversando.
Marta está de folga,então eu cozinhei.
Os meninos já me disseram que só não demite Marta e me deixa cozinhar sempre porque querem minha atenção só para eles e não para as panelas. Ri muito neste dia.
Terminei de arrumar o jantar e preparei meu prato e de Damon. Arrumei uma bandeja com os copos de refrigerantes e chamei os Klaus e Stefan. Eles prepararam seus pratos e subimos para o quarto do Damon.
Após dar o prato nas mãos do Damon começamos a comer.
–Bella,teve alguma noticia da universidade?-Klaus perguntou.
–Ainda não.-Falei meio triste.
–Não fique assim anjo,vão te aceitar.-Stefan disse.
–Tenho certeza disso.-Damon disse e eu sorri.
Acabamos de comer e eu levei os pratos para a cozinha. Lavei-os rapidamente e subi novamente.
Eu e os meninos ficamos conversando até dar a hora dos medicamentos do Damon.
Depois que ele tomou fomos todos dormir. Eu aceitei dormir com o Damon depois que ele fez um draminha de que estava machucado.
Klaus e Stefan não gostaram muito (eles ainda tem ciúmes uns dos outros),mas aceitaram depois que eu prometi que dormiria a duas próximas noites com cada um deles.
Fui até meu quarto e me troquei. Fiz minha higiene e voltei ao quarto do Damon.
Me deitei ao seu lado e puxei o edredom para cima de nós.
–Obrigada.-Falei.
–Pelo que?
–Por me salvar.
–Sempre te salvarei.-Ele disse e eu sorri.
Beijei seus lábios e juntei nossas mãos já que não posso deitar em seu peito.
–Boa noite pequena.
–Boa noite.
Instantes depois eu adormeci.
UMA SEMANA E ALGUNS DIAS DEPOIS
Dias se passaram e eu recebi apenas uma carta da família de Edward me pedindo desculpas pelo o que ele fez. Achei um absurdo da parte deles mandarem apenas uma carta pelo o que o Edward me fez,mas não mandei resposta nem nada apenas rasguei a carta,quero distancia daquela família.
O Damon está dando um pouquinho de trabalho,principalmente no casa dele ficar no quarto por duas semanas. Ele parece uma criança brigando comigo e com os irmãos para descer ao menos ate a sala de Tv. Nem os pais deles conseguem fazer ele sossegar.
Eu não fui trabalhar por esses dias,nem iria nos próximos,de jeito nenhum que eu iria deixar uma enfermeira cuidar do meu homem.
Quinta-feira a tarde eu estava com os meninos (Klaus e Stefan não foram trabalhar) no quarto do Damon quando a campainha toca.
Continuamos a conversar quando escuto uma voz feminina gritar:
–Damon!
–Não pode ser quem eu estou pensando.-grunhi e me levantei com Klaus e Stefan bem atrás.
Damon fez mensão de se levantar mas eu disse:
–Nem pense em se levantar daí. Você está de repouso absoluto lembra?
Ele fez careta as obedeceu.
–Damon!-Novamente a voz disse.
Desci as escadas rapidamente.
Quem estava gritando,como eu suspeitava,era Rebekah.
–Por que você está gritando feito uma louca?-Perguntei.
–Bella,meninos,eu tentei impedi-la mas ela invadiu.-Luiza disse.
–Tudo bem Luiza,não foi culpa sua.-Stefan disse e Luiza se retirou.
–Eu te perguntei, por que estava gritando?-Repeti a pergunta á loira.
–Eu quero ver o Damon.-Ela disse.
–mas não vai.-Falei e cruzei os braços.
–Como assim?-Ela gritou.
–Pare de gritar Rebekah,se a sua voz já é irritante no tom normal imagina quando grita.-Klaus disse e Stefan riu.
–Não grite na minha casa,e quanto a sua pergunta “como assim?” você não vai ver o meu Damon,não vendo,ora.
–Ah faça-me o favor,eu vou ver ele,e não to nem ai para o que você diz..-Rebekah disse e andou em direção a escada.
–Nem mais um paço Rebekah-Falei.
Ela me olhou com desdém e continuou andando.
–Não é você que vai me impedir.
–Não,sou eu.-Stefan disse e entrou na frente dela.
–Ah Stef,deixa eu ver o Damon,por favor.-Ela disse e sorriu.
É sério? Ela realmente está tentando seduzir o meu homem? Ela perdeu o amor a vida?
–Rebekah saia da minha casa agora!-Falei entre dentes.
Ela nem me deu atenção e continuou sorrindo para o Stefan,que ficou estático percebendo a investida de Rebekah.
Fui até ela e agarrei seu braço.
–Falei para você sair.-Falei e á tirei de perto do Stefan.
–Você não é ninguém para me mandar sair.-Ela disse e se soltou.
–Ela é a dona da casa-Klaus disse e Rebekah arregalou os olhos.
–Agora saia da minha casa.-Falei e a puxei,desta vez pelos cabelos,para a porta.-E nunca mais volte.-Bati a porta em sua cara.
–Que raiva.-Quase gritei.
–Calma morena.-Klaus disse e me abraçou.
–Essa vadia e as irmãs não vão nos deixar em paz?-Perguntei cansada e afundei a cabeça em seu peito.
–Anjo,não fique assim.-Stefan disse e acariciou meus cabelos.
–E você?-Me virei para Stefan brava.
–O que eu fiz?
–O que não fez né? Viu que ela estava dando em cima de você e não fez nada,nem se afastou dela.-Disse muito brava.
–Anjo...-Ele começou a dizer mas eu o interrompi.
–Nem vem com anjo,eu to muito brava com você.-Falei e me virei para a escada.
Dei alguns paços com Klaus ao meu lado quando Stefan puxou meu braço e colou nossos corpos.
–Não seja boba anjo,sabe que eu nunca olharia para outra mulher,muito menos uma Petrova.-Ele disse
–Já olhou uma vez não é?-Falei de cara fechada.
–Não seja boba meu amor,eu te amo.-Ele disse e colou nossos lábios.
Me derreti na hora e me entreguei ao beijo.
Nos separamos arfantes e eu sorri.
–Desculpe o ataque de ciúmes.-Falei e corei.-E eu também te amo.
–Não tem o que desculpar.-Ele disse e eu sorri junto com ele.
–Vamos subir,o Damon deve estar querendo saber o que aconteceu.-Klaus disse com uma cara estranha,mas que eu conheço bem,ciúmes.
–Não fica assim não Nik.-Falei e abracei seu pescoço.-Eu também te amo.-Ele sorriu e eu beijei seus lábios.-Agora vamos.
Nós subimos e encontramos o Damon impaciente na cama.
–O que aconteceu?-Ele perguntou assim que entramos no quarto.
–Aquela vadia loira querendo te ver.-Falei com certa raiva.
–Rebekah?-Damon perguntou e eu me sentei na cama.
–Essa daí mesma.-Falei e fiz careta.-A próxima vez eu avanço no pescoço dela.
–Essa raiva toda é só porque ela queria me ver?
–Não.-Klaus disse.-Ela deu em cima do Stefan para tentar subir.
Damon arqueou as sombracelhas.
–Sério?
–Sim.-Falei.
–E você não bateu nela?
–Não.
–Mas estava a ponto disso.-Stefan disse.-Ela arrastou Rebekah pelos cabelos porta a fora e bateu com a porta na cara dela.
Damon gargalhou.
–Não ria,não é engraçado.-Falei e dei um tapa em sua perna.
–Claro que é,pena que eu perdi.-Ele disse e eu fechei a cara. Os três riram.
–Ciumenta.-Eles disseram e cada um me deu um beijo.
–Mas eu falei sério quando disse que na próxima vez eu bato nela.
–E eu quero estar presente quando isso acontecer.-Eles disseram e eu ri.
–Só vocês mesmos.-Falei e balancei a cabeça negativamente rindo.
–Sei que você nos ama.-Klaus disse.
–E como.-Falei e beijei-os.
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