- Volte aqui! – gritava Sam enquanto corria.

Rosemary tentou despistá-lo na multidão, mas não conseguiu. Sam estava quase a alcançando.

- Socorro! Tem um tarado me perseguindo! – gritava ela.

- Fala sério, eu só quero conversar com você! – Sam começou a protestar, mas logo ele passou a ser atacado por alguns valentões que entravam em seu caminho. Felizmente, ele desviou de todos com certa facilidade e continuou correndo.

Rosemary ainda gritava por ajuda, e Sam estava quase a alcançando. Foi quando um chicote se prendeu em sua perna e ele caiu.

- Mas que m... – Sam praguejou, meio confuso.

- Não tolero tarados no meu turno. – disse uma mulher, entrando em seu campo de visão. Era uma meio-zebra com longos cabelos escuros. Usava um uniforme branco com detalhes negros. Ela ajeitou seu chapéu de cowboy e fez sinal para Sam se levantar.

- Quem é você? – perguntou Sam, se levantando.

- Meu nome é Tera. Trabalho para a Megalo Company, cuidando da segurança da cidade. – ela disse orgulhosa, mostrando o distintivo de policial. – E você está preso, seu guaxinim tarado.

- Espera, eu posso explicar!

- Sei, sei. É o que todos dizem. Explique isso para o juiz. – ela tirou as algemas do bolso.

Droga, como a minha vida chegou a esse ponto? Pensou Sam. – Ei, aquele não é um Thiefmon vendendo maconha?

- Onde? – Tera se virou, caindo no truque mais velho da história. Quando ele se voltou para Sam, ele não estava mais lá. – Droga, de novo não! – Ela saiu correndo atrás dele.

- Maravilha, de perseguidor para perseguido! Hoje realmente não é o meu dia!