Notas iniciais
OLÁ, PESSOAS!
Não me mate! *leva tiros*
É, eu sei. Estou sumida. AHHH, mas pensa só, agora eu sou oficialmente uma vestibulanda (tudo bem que nem tô estudando direito *mais tiros*) e coisa e tal... Sabe como é, nessas horas a gente só quer ficar vegetando em frente ao pc. :/

Mas saibam que eu não me esqueci de vocês, e nem desta fic! ♥
Por isso aqui estou eu, tarde demais, mas estou!
Só espero que não estejam com muita raivinha de mim. ):

Amo todos vocês, viu? s2s2s2s2

Quatro meses... Havia se passado todo esse tempo desde que o jogo começara. Há quatro meses, Sammuel, Ashlee, Kurt, New, Amy, Bill, Victoria e Katy se uniram num inusitado grupo. Juntos, eles enfrentaram todas as dificuldades e completaram todas as missões. Juntos, reuniram informações sobre a estátua de Harkon e protegeram um colar sagrado das mãos de uma terrível alquimista. É incrível como quatro meses de aventuras podem unir pessoas tão diferentes.

Pensando melhor... Olhando pra eles, quase se podia ver uma família.

Sam era como o pai super protetor, e Amy como a mãe repreensiva e inteligente. Vicky era a filha rebelde com um namorado misterioso: Kurt. Katy era a amiga hiperativa e meio tomboy de Victoria, que sempre aparecia pro jantar. New era o filho nerd e meio bobo, que vivia botando fogo nas coisas sem querer. Ashlee era a queridinha do papai, com suas notas sempre altas. E, por fim, Bill era aquele primo brigão porém divertido, dizendo que só ia passar uns dias com os tios, mas nunca saía.

Enfim, uma família normal; um grupo muito unido.

Mas não mais.

- Até mais, gente! Nos vemos por ai. – gritou Vicky ao longe, tentando ao máximo conter suas lágrimas. Ao seu lado estavam New, Katy e Bill. Os quatro iam para o lado de Megalópolis atrás de seus mestres.

- Até mais! – Sam, Amy e Ashlee acenaram de volta. Kurt apenas se limitou a esboçar um sorrisinho. Essa parte do grupo iria seguir para Azteca e para outras cidades além desta.

Assim que se separaram, a metade que ia para Azteca seguiu calada. Afinal, como poderiam pensar em algo alegre e descontraído pra dizer num momento como este?

- Bem... É aqui que nos separamos. – disse Amy, em certo ponto. – Aquela Reina deve estar saqueando algum túmulo antigo por aqui... Então acho que a minha primeira missão vai ser encontrá-la.

- Boa sorte, Amy. E se cuida, tá bom? – pediu Sam meio sem jeito.

- Tchau, Amy-san! – disse Ashlee. – Espero vê-la em breve.

- É, eu também. Tchau, pessoal! – Amy já ia se virando para ir, quando Kurt chamou sua atenção.

- Ei, Amy. – disse ele, misteriosamente sério.

- Que é? – ela se virou, cautelosa.

- Seu sapato está desamarrado.

- Nossa, demorou um tempão só pra falar isso? – ela olha para baixo a fim de conferir. – HEY! Meu sapato não tem cadarço.

Então Kurt riu. Não um risinho seco ou envergonhado. Uma gargalhada alta e normal. – Tchau, Amy.

- Você é estranho, sabia? – ela suspirou. – Enfim, vou nessa. Tchau. De novo. – depois de lançar mais um olhar do tipo não-acredito-que-você-me-fez-perder-tempo a Kurt, ela finalmente foi embora. Mas não antes de ir até Sam e dar-lhe um beijo na bochecha. – Vê se não se mete em nenhuma encrenca, tá certo? Não vou estar aqui pra te dar cobertura.

- Não prometo nada. – respondeu o Raccoon, com um sorriso no rosto. Os três observaram-na ir embora até sumir de vista.

Foi ai que, sem mais nem menos, um rapaz de longos cabelos azuis e túnica branca surge na frente deles, segurando uma lira. Uma claridade cálida pairava à sua volta, como se tivesse um pequeno sol atrás dele o tempo todo. – Perdoe-me pelo mau jeito. – sua voz era melodiosa e serena. – Qual de vocês é Ashlee Coração-do-vento?

Os três se entreolharam, cada um com sua expressão de desconfiança no rosto. Ashlee demorou um tempo até se manifestar, mas o fez, timidamente. – Bem... Eu sou Ashlee, mas meu sobrenome não é...

O rapaz interrompeu sua fala com uma nota da lira. – Sim... É você mesma, posso sentir. Saudações, Kurt Luz-sombria e Sammuel Cavaleiro-mal-feito. Meu nome é La Fimmel e eu sou... – ele tocou outra nota enquanto jogava os cabelos pra trás. – O bardo mestre.

- Espere um minuto. Como você sabe os nossos nomes? E que história é essa de “cavaleiro-mal-feito”? – Sam questiona-o com indignação, mas Fimmel simplesmente o ignorou.

Então o bardo começou a tocar uma música bem alegre, enquanto cantava:

Pobre Ashlee, de coração puro como uma nuvem

Muitas lutas estão em seu destino

E cabe a mim ensiná-la a traçar seu caminho

Por favor, me diga então

Poderei eu chamuscar seu coração?

Quando ele terminou, uma pequena multidão que tinha surgido ali (por motivos misteriosos) aplaudia animadamente.

- Então... Você é o mestre bardo La Fimmel? – perguntou Ashlee, que tinha assistido tudo com olhos de adoração. – Nossa, eu estava indo te procurar agora. Pra pedir que me tornasse sua discípula.

- Eu sei. – disse ele, serenamente, enquanto tocava uma nota. – Ontem eu tive um sonho, – nota – no qual eu tocava música – nota – para um algodão doce, – nota — então um vento forte o levou pra longe – nota — e ele nunca mais voltou... – de repente, ele parou de tocar e uma expressão de dor tomou seu rosto. – Nunca...

- Cara, você é maluco. – comentou Sam.

- Concordo. – disse Kurt.

Mas Ashlee tentou consolá-lo. – Tudo bem... Foi só um sonho. Se você... Continuar tocando com o seu coração, tenho certeza de que ele irá voltar. – ela não fazia a mínima ideia do que estava dizendo, mas achava que poderia ter algum efeito.

La Fimmel começou a rir. – Realmente, você ainda precisa de muito treinamento. – ele se esforçava para parar de rir, mas conseguiu. – Muito bem, nosso treino de hoje começa bem ali naquela barraquinha de algodão-doce.

- Hai, hai! – Ashlee se virou para se despedir de seus companheiros. Abraçou Sam (que retribuiu um pouco forte demais) e Kurt (que não sabia o que fazer). – Até mais! Vejo vocês assim que possível!

- Se cuida! – gritou Sam, quando já estava perdendo a pequena Sheep e o bardo mestre de vista.

- Vou te dizer uma coisa. – falou Kurt de repente. – Eu nunca esperaria que o nosso grupo fosse tão... unido.

- Sério? E por quê?

- Porque, no final das contas, somos adversários. Cada um de nós quer vencer, pelo motivo que seja.

- Nem todos. – lembrou Sam. – Mas, de qualquer jeito, nós somos amigos. Nenhum jogo estúpido vale mais que uma amizade.

Amigos. Kurt ainda não era muito familiarizado com aquela palavra. Durante toda a sua vida ele viveu naquele palácio de feiticeiros tradicionais e conservadores. Sempre estudara em casa, sem nenhuma companhia a não ser seus irmãos e primos que aproveitavam cada oportunidade para zombar de seus poderes inferiores. Mas agora... Era completamente diferente. Agora ele tinha amigos. Amigos de verdade.

- Você tem razão. – o Dragon estendeu a mão. – A gente se vê por ai, Salmão. Digo, er... Sam. – sem perceber, ele usara o apelido que Vicky costumava usar. Isso o fez sentir muita saudade de sua namorada.

- De nada, Kurtney. Digo, er... Kurt. – ele estendeu a mão deu um tapa na mão de Kurt.

- Ai! Pra quê isso?

- Cumprimento de homem, cara! – Sam riu.

Então, dessa vez ambos deram “tapas” na mão do outro, provocando um forte estalo.

- Agora sim! A gente se vê, cara. – Sam sorria forçadamente, para esconder a dor que sentia na mão.

- Muito louco você, hein. Té mais. – Kurt acenou com a palma da mão vermelha, e foi embora.

E então Sam se viu sozinho no meio da multidão de Azteca. O que eu faço agora? Ele pensou. Sam era o único que não fazia a mínima ideia de pra onde ir.

Foi então que ele viu um cassino não muito longe dali. Isso o lembrou de seus tempos de moleque rebelde, quando fugira de casa e se tornara um mestre da jogatina. O cassino era bem modesto, mas serviria.

- Talvez seja hora de relembrar os velhos tempos.

Notas finais
Ficou bom? Ruim? Confuso?
Mostre sua opinião (e sua raiva também, vai) numa linda review! Eu sei que não mereço, mas agradeço! 8D
Tá bom, parei de rimar. :X
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.