Too Much To Ask
19 Capítulo XVIII - The zoeira never ends.
Nossos amigos não estavam no chalé de Heitor, nós os encontramos perto do lago.
– Isso é brilhante — Isabella comentou.
– Obrigado — Leo se gabou.
– A ideia foi minha — Heitor bufou — E sim, é brilhante.
– Vamos colocar em prática? — Alawara perguntou.
– Vamos, mas vamos esperar Connor e Luisa chegarem — Calista acrescentou.
– Vamos deixar ele curtir mais a corzinha — Isabella riu.
– De acordo com meus cálculos, não vai tirar o efeito — Leo respondeu — Podemos ter as duas coisas ao mesmo tempo.
– O que perdemos? — cheguei perguntando.
– A ideia mais brilhante de todas — Disse Isa dando pulinhos — É perfeita — E abraçou o Leo.
– Eu sei — os garotos falaram rindo em uníssono.
Revirei os olhos.
– Então digam logo qual é o plano! — exclamei.
– Surpresa... — zombou Alawara.
– Ah, coitada, Aly... — disse Heitor. — Vamos deixar ela saber sim. — e piscou para a namorada. — A ideia é perfeita demais... — se gabou.
– Falem logo — pedi.
– Ok! — E Isabella começou a contar o novo plano.
– Hilário! — Exclamei — Vamos fazer agora?
– Bora! — Heitor riu — Cas, prepare os materiais.
– Luisa — Alawara apontou — Você insere os objetos.
– E eu — Isabella pulou -Eu faço as coisas darem certo.
– Ah, e claro — Julie riu — Heitor e Leo cuidam do resto.
Fui junto com Cas fazer os preparativos. Ela preparou a poção rapidamente.
– Agora... — falou ela. — Me entregue os objetos.
Olhei para o lado e lá estava a bermuda que seria usada para o feitiço. Entreguei para ela e ela derramou a poção, proferindo algumas palavras em uma língua estranha.
– Está pronto para continuarmos o plano. — falou ela, me entregando. — Agora é sua vez. Coloque isso no chalé, junto com a camiseta laranja dele.
– Pode deixar comigo! — exclamei e corri para o chalé. Quando tive certeza que este estava vazio, entrei e coloquei a calça dobrada em cima da cama dele. — Que comece a diversão! Sussurrei para mim mesma.
Peguei um livro e sentei na minha cama, para disfarçar.
POV Isabella
Ali estava o novato, eu ri enquanto me aproximava, não o suficiente para ele me ver, mas dava para dar ênfase na brincadeira. Peguei uma flecha explosiva e lancei na direção do garoto. E olha que cagada, ou nem tanta, acertei sua calça, que explodiu.
– Ops — me aproximei do novato.
– Tipo assim... Você explodiu MESMO as minhas calças? — perguntou ele, mal-humorado.
– Foi sem querer! — falei, fingindo um sinal de rendição.
– Deve ter sido mesmo... — falou ele. — Você é amiga daquela albina assassina, né?
– A Julie? — perguntei, rindo. Então olhei pra ele e comecei a rir mais ainda. Uma pele rosa com bolinhas verdes era o cúmulo, não tinha como não rir.
– O que foi? — Ele corou.
– Cara, isso foi genial — murmurei de maneira incompreensível — Aah, com essa sua cor não tem como rir cara.
Ele ficou ainda mais pink — Eu não tenho culpa — gruniu.
Não falei nada, apenas ri mais ainda.
– Isso é definitivamente bizarro, noob. Sabe, não é uma boa apresentação... Tipo, ficar rosa com bolinhas verdes nos primeiros dias no Acampamento... Não fica bem pra sua imagem...
Luisa correu em minha direção.
– Hey, Isa. Conversando com o carinha rosa? — perguntou ela, rindo. — Vamos treinar? — ela piscou para mim, discretamente.
Ah! Claro — ri — vamos.
– O CARINHA ROSA QUE É SEU IRMÃO — gritou.
– Não acho que seja pela vontade de Atena — ela riu.
E saímos correndo, esperando a mágica acontecer.
Chegamos de volta ao chalé de Heitor. Ainda não tínhamos conseguido parar de rir.
– A situação tá tão crítica assim? — perguntou Leo, rindo.
– É... ELE CONTINUA MUITO PINK!!! — exclamei.
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