Notas iniciais
* Hello aqui está a minha pessoa como prometi da última vez. Ainda não revisei o capítulo, pois estou muito ocupada mesmo. Tenho diversas coisas para fazer. Então até breve, xoxo Crystall

A porta foi aberta uma segunda vez.

— Eita mais que agarração logo no corredor, vocês não podem esperar não? — Temari falou, e logo elas desceram. Minutos depois descemos, juntos.

Aquela fantasia era realmente confortável e bastante decotada.

A fantasia da Temari era: verde, com um simbolo de um anel. Busto apertado, marcando até oque não deveria. Um salto scarpin, aveludado.

Hinata estava bem mais decente: Uma fantasia normal de flash, e uma máscara estranha. Ela mesma queria incluir a máscara maldita. Um salto fino amarelo. No mínimo pelo tamanho era um 34 ou 36.

Ino e Sakura estavam perfeitas. Ino estava mulher maravilha, uma blusa curtinha apertada e de mangas, azul, amarelo e vermelha. Com um “S” bem no meio dos seios dela. O meu deus…

Fora a saia, curtinha azul com um cinto amarelo fino. A capa padrão da fantasia, e um salto scarpin vermelho.

Sakura estava linda também. Com as cores intercaladas, preto e vermelho. Uma máscara que não tampava nada. E uma botinha vermelha.

Karin com uma fantasia totalmente fechada, e apertada. Vermelha e amarelo. A fantasia dela, era de Jessica Drew. Oque a Temari insistia em chamar de Spider Girl. Mais enfim, estávamos todas ali.

Me sentei no balcão montado ali no canto do pátio enfeitado. Um pouco afastado dos casais que dançavam.

— Seu ex chegou… — ele disse olhando disfarçadamente para o casal vinte que acabava de chegar.

Tayuya com um barrigão enorme, e Neji com uma fantasia escrota de Batmam, e a sua “acompanhante” de mulher maravilha. Eu adoraria ver a Ino arrancar aquela barriga postiça da qual se gabava tanto de carregar um Neji.

— Não ligo. — conclui.

— Você está tentando fugir dos seus fantasmas. — Kakashi deu um gole no seu copo de cerveja.

— Não, não estou. — revirei os olhos, fazendo sinal para o Jiraya trazer mais uma. — Ei tio, porque você não está com a Tsunade? E está aqui fedendo, a cerveja… e a suor — fiz uma cara de nojo.

— O garoto que iria ficar no meu lugar quebrou o pé, e está no hospital ainda. — ele parecia cansado. — mais daqui a pouco eu subo para fazer meus serviços extras. Aqui está sua bebida, não exagere tá?

— Ok, ok. Vai lá fazer seus serviços “extras” — fiz aspas no ar.

Eu estava conseguindo conviver com Neji e Tayuya no mesmo lugar que eu, até eles se sentarem ao meu lado.

— Neji meu amor, você deve está cansado. Vai senta aqui — ela riu o ajudando a se sentar no banco como se ele fosse aleijado. — vou pegar uma água pra você.

— E ai Kakashi, como vai? — ele disse fazendo um sinal da paz, e o seu sorrisinho irônico sumiu quando me viu. — você também Tenten, como vai?

— Vou muito bem! — fui ríspida — Ei, eu vou pegar mais bebidas e vou ir pra pista. — encarei aos dois — quando terminar o papo, a gente se esbarra.

Fui até a pista, onde as garotas requebravam. Pela primeira vez elas se divertiam sem aqueles palhaços por perto.

— E ai garotas, vamos arrasar nessa festa. — comecei a rebolar junto com elas mesmo que fosse escroto me imaginar ali naquele momento dançando funk. É eu estava ali tentando imitar as garotas loucas que eu tinha como amigas.

— Meninas nãos se importam se eu roubar a Hinata por alguns instantes? — Naruto chegou, enlaçando a cintura da namorada.

— Não vai lá Hinata! — dei pequenas palmas, e corri para o balcão. Um cara ao meu lado, tinha uma máscara estranha.

— Oi — ele falou sério vendo minha situação deplorável e desesperadora.

— E ai — peguei o copo de cerveja, e bebi de uma vez.

— Quer o meu? Deve está melhor do que essa cerveja ai — o cara apontou para o meu copo.

— Quero sim, ai hoje eu quero apenas deixar meus fantasmas de lado! — peguei o copo dele, e bebi novamente apenas sentindo um gosto amargo no final. Logo veio a ânsia de vômito, corri as presas sendo seguida pelo estranho. Assim que entrei no banheiro e me ajoelhei em frente ao sanitário, ouvi a porta fechar.

Vomitei até cuspir sangue e ter certeza de que aquela bebida toda havia saído junto com meu lanchinho da tarde…

Me levantei meio zonza, cambaleando até a pia. Abria a torneira e gargarejei um pouco de água para ver se conseguia tirar aquele gosto.

O estranho ainda me olhava, parecia impaciente.

— Tá olhando oque? Pera ai, eu estou no banheiro! E você tá fazendo oque aqui? — falei indo para trás na defensiva. — Socorro! Socorro!

— Não adianta, o som está alto. Ninguém vai escutar você. — ele gritou alto para que eu me calasse.

— Não vai me intimidar! E eu vou continuar gritando até que alguém venha me salvar neste banheiro feminino. Socorro! Socorro! — corri na direção das divisórias dos banheiros. E tranquei a porta rapidamente.

— Você não vai poder sair. Facilita melhor o meu trabalho, cadela suja. — ele socou a porta novamente. — eu sou o tio do Sasuke, Obito. Eu sou irmão do seu pai.

— Como assim? Sasuke é sobrinho do meu pai, meu primo. Ou algo assim — falei confusa.

— Achei que você não iria perceber, que estava sendo enganada este tempo todo. Que o seu “priminho” querido. É o seu irmão. — o Obito falou vagarosamente, socando mais vezes a porta. Que não resistiu e rompeu a fechadura. Senti a pancada da porta na minha bochecha, eu pude enxergar o rosto do tio do Sasuke.

— Para de falar asneiras. Você fede a álcool, não sei como pode ser irmão do meu pai. E ainda vem com uma loucura de que eu sou irmã do Sasuke, mais você com certeza está de sacanagem com a minha cara. — falei o empurrando e indo em direção a porta.

— Agora não. — senti uma picada no pescoço, e a porta se abrir pela segunda vez. Vi cabelos cinzas, e uma porrada ser disferida ao Obito, era Kakashi-sensei?

— vai ficar tudo bem. — aquele foi o baile que eu mais quis ir. Para dizer o quanto eu estava bem me referindo a Neji.

Acordei com uma dor enorme de cabeça felizmente eu não estava no hospital. Estava em um quarto azul, com exatamente quatro janelas, e cortinas cinzas. Um armário na esquerda da cama redonda com cobertores vermelhos. Uma porta larga, e um criado mudo com um relógio.

Tinha também roupas penduradas em cabides. A porta de carvalho, mesma madeira do guarda roupas. Algumas roupas amontoadas no cesto de roupa suja, e outras em volta do mesmo.

A porta se abriu, e era o Kakashi. Com uma bandeja que continha tudo que podia engordar. Nutella, biscoitos, uma margarida, refrigerante, mais bolachas. E bolo de morango com chocolate.

— Meu deus, eu vou virar uma orca, eu não posso comer tudo isso! — exclamei assustada, e com fome ao mesmo tempo. — eu não estou com fome. — falei afastando a bandeja. E minha barriga em seguida deu um ronco alto.

— Tem certeza? — ele pegou novamente a bandeja.

— Quer saber? Vou comer mesmo. — peguei um pedaço do bolo e coloquei na boca. Kakashi me observava de um jeito constrangedor. — não vai comer? — limpei o cantinho da minha boca que tinha migalhas do bolo.

— Vou — disse e pegou uma bolacha, passando em seguida nutella. — esse café da manhã é bem reforçado para uma garota de 17 anos. Que está de ressaca. — ele terminou dando em enfase a última parte. — você é tão magra…

— Uh? Que tem isso? — falei, me fingindo de inocente.

— Eu tive que te carregar ontem. Você pesa 33,09. Nenhuma pessoa normal pesa isso. — ele falou, em um tom quase repreensivo.

— Pera ai, você tá dizendo que eu não me alimento bem? — falei com o cenho erguido — sinto muito mais meus pais morreram não faz nem um mês tá legal? Não quero ter um segundo papai dando ordens do que eu devo comer, e o quanto eu devo comer. — me levantei deixando a bandeja em cima da cama.

— Calma ai Tenten… — ele me segurou pelo braço e eu me virei para ele.

— Eu não tô aqui para levar sermão. Quando você disse que eu estava tentando fugir dos meus fantasma, eu senti que tínhamos algo em comum. Mais parece que você quer ser meu pai e meu professor ao invés de um homem que eu possa namorar. E ter filhos… — falei seriamente, mais me toquei que aquilo era uma besteira.

— Filhos? — ele me olhou com um olhar bobo. — antes a minha maior vontade era de ter filhos, mais tentei com a mulher errada… mais eu digo que foi bom eu não ter tentado mais, porque agora eu achei a mulher certa para mim.

— A pessoa certa? E quem seria? — o olhei com um semblante mais confiante.

— Você. — naquele momento , a única coisa que eu pude fazer vou agarrar e beijar, o meu professor, meu amigo, o único que entenderia meus desejos a partir dali.

Notas finais
Xoxiiin!!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.