Tom Riddle Ja Foi Capaz De Amar
7 Capítulo 7
Pov Autora
Semanas se passaram,tom e katrinna se tornaram grandes amigos ,tom contou tudo para katrinna e a leva-la todos os dias na camera segreda ,bem ele usava um feitiço para ela dormir para não descobri onde era ....katrinna também contou tudo para tom........bem hoje tom iria leva-la para a camera segreda ,mas iria rolar uma coisa ....
Pov katrinna
Estava a noite e andava com tom até que chegou no lugar onde tom me mandava um feitiço para eu dormir
-Pronta -disse ele
-Sim -disse fechando os olhos
Não demorou para eu cair no sono,eu so percebi o cheiro maravilhoso de tom riddle,eu estava apaixonada por tom ...ele era maravilhoso
Depois de minutos eu acordei e vi que ja estava no esconderijo de tom ...me levantei e andei até ele ,estava virado de costas ...eu cheguei e o abracei
-O que esta pensando tom-disse indo na frente dele e passando meus braços em seu pescoço
-Nada de importante -disse ele colocando as mão em minha cintura
-Sempre pensando em nada-disse tanto um sorriso
-Você e linda sabia-disse ele chegando mas perto de mim
-E você e lindo também-disse
Chegamos mas perto e mas perto até que ,nos beijamos ,até nos separamos e ele conjurou uma cama ,ele me deitou e eu o puxei ,comecei a beija-los ,eu sabia o que eu queria ,eu queria ele ,...ele tirou minha camisa eu assim fiz o mesmo.
Eu acariciava seus braços e costas, incentivando-o, e ele continuou descendo seus beijos pela minha barriga, segurando firmemente em minha cintura. Quando chegou ao cós da minha calça, ele me lançou um olhar determinado, como se nada fosse pará-lo mais. Sem querer que ele parasse mesmo, joguei minha cabeça pra trás ao sentir suas mãos apertarem minhas coxas com força e logo subirem até o botão da calça. Cinco segundos depois, tanto a calça como a calcinha já estavam longe dali. Tom abriu minhas pernas com cuidado, me observando de cima a baixo com os olhos ardendo de tesão.
Sem dizer uma palavra, ele deslizou suas mãos desde os meus seios até alcançar o interior de minhas coxas, e inclinou-se para alcançar minha intimidade com a boca. Agarrei os lençóis da cama quando senti sua língua me tocar, devagar a princípio, mas aumentando a velocidade e a intensidade aos poucos. Não agüentei e comecei a gemer, arqueando minhas costas pra cima enquanto ele me lambia e sugava. Quando eu estava a ponto de gozar, ele subiu até nossas bocas se encontrarem, e calou meus gemidos com um beijo calmo e profundo. Ao mesmo tempo, ele começou a me masturbar com os dedos numa velocidade incrível. Eu agarrei seus cabelos com força, sem parar de gemer nem durante o beijo, e pude senti-lo sorrir. Não demorou muito e eu gozei, fazendo-o diminuir seus movimentos.
Extasiada, minhas mãos percorreram todo o seu tronco, desenhando seus músculos do abdômen pelo trajeto, até alcançarem seu cinto. Arranquei-o com facilidade, e o empurrei, fazendo-o cair ao meu lado. Abri o botão de sua calça e ele mesmo a tirou, ficando apenas de boxer. Passei uma de minhas pernas por cima dele, sentada sobre seus quadris, e comecei a acariciar seu peito e barriga, olhando fundo em seus olhos. Ele havia me dado o melhor orgasmo da minha vida sem me penetrar, e eu pretendia satisfazê-lo com a mesma intensidade.
Comecei a beijar e lamber sua barriga, sentindo seus dedos se enterrarem em meus cabelos. Fui descendo até alcançar sua boxer, e a tirei depressa. Deslizei minhas mãos por suas coxas, sorrindo pra ele, e segurei seu membro já bastante enrijecido. Demonstrando minha satisfação com o olhar, dei um beijinho em sua glande e o lambi de baixo pra cima lentamente, fazendo-o soltar um gemido rouco e fechar os olhos com força. Coloquei-o na boca até onde consegui, e novamente ele segurou meus cabelos, orientando meus movimentos. Eu alternava a velocidade, fazendo-o gemer alto quando estava rápido e gemer mais alto ainda quando estava devagar, como se estivesse reclamando.
Tirei-o da boca após um bom tempo provocando-o, e o observei nu deitado na cama. Havia gotículas de suor por todo aquele corpo divino, e os cabelos dele começavam a grudar na testa. Tom, com os olhos semi abertos, retribuiu meu olhar com um sorriso desnorteado, o que só me motivou a continuar. Comecei a masturbá-lo rapidamente, deslizando minha outra mão por sua coxa e bunda, e mordendo meu lábio inferior ao vê-lo se contorcer de prazer. As mãos de Tom apertavam fortemente minhas coxas, e suas veias do pescoço saltavam a cada gemido dele. Voltei a chupá-lo com força, sem resistir, e pude vê-lo abrir a gaveta do criado-mudo pra pegar uma camisinha. Tom abriu a embalagem com os dentes e me chamou, com a voz falha.
- Chega
Olhei pra ele, tirando seu membro da boca, e ele me deu o preservativo. Coloquei-o depressa, tomando os devidos cuidados, e assim que terminei, ele me virou, ficando sobre mim novamente. Se posicionou entre minhas pernas, e me lançou um último olhar radiante antes de me penetrar com força e de uma só vez. Nós dois gememos alto, e eu finquei minhas unhas em seus ombros. Tom demorou alguns segundos antes de investir novamente, ainda se recuperando da primeira investida, e aos poucos aumentava a velocidade de seus movimentos. Ele tentava me beijar, mas estávamos ocupados demais com outras coisas pra sermos bons nisso. O máximo que conseguimos foi manter nossas testas unidas enquanto ele investia com cada vez mais força e me fazia arranhar suas costas sem nem pensar se estava machucando. Suados e ofegantes, logo o cansaço começou a tomar conta de nós, mas não estávamos dispostos a parar. Tom jogou a cabeça pra trás, como se quisesse se segurar por mais algum tempo, mas não demorou muito e eu gozei pela segunda vez, fazendo-o desistir e gozar junto.
Soltei um suspiro exausto e relaxei, sentindo cada centímetro do meu corpo suado. Tom desmoronou sobre mim e envolveu minha cintura com seus braços, totalmente esgotado. Eu o abracei pelo pescoço, dedilhando lentamente seus ombros, com um sorriso cansado no rosto. Tudo que eu senti por alguns segundos foi a respiração lenta de Tom em meu pescoço, me arrepiando inteira, até ouvir sua voz rouca murmurar:
- Pode ser um pouco cedo pra isso, mas... Eu acho que te amo.
Tom se ergueu um pouco e me olhou, com uma expressão calma e um sorriso maravilhado. Tudo que consegui fazer foi encarar seus olhos brilhantes e sorrir de volta, sentindo uma felicidade imensurável tomar conta de mim.
- Eu amo você – falei, baixinho, enquanto fazia carinho em seu rosto rosado — Tenho certeza absoluta disso.
Vi o sorriso dele aumentar, e o abracei pelo pescoço ao receber um beijo tranqüilo. Ficamos mais um tempo deitados, abraçados, conhecendo cada pedaço um do outro, até acabarmos dormindo. O sono mais feliz da minha vida, sem dúvida.
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