Together
4 Expectations
Notas iniciais
Acordei e não sabia que horas eram. Corri meus pés pelo sofá, e estava gelado. Toquei a parte do sofá que Logan deveria estar, e estava vazia. Me sentei e olhei em volta, e senti cheiro de omelete. Corri até a cozinha e tinham vários ingredientes espalhados pelo balcão, e um pouco mais pro lado, um Logan muito frustrado e duas omeletes queimadas. Eu ri e ele deu um pulo.
– Bela Adormecida! – fiz uma careta por não saber do que se tratava. – Hãn, tá. Desculpa. Enfim, você acordou! – ele se virou pra omelete que soltava um grande cheiro de queimado. – Desisto. Você se importa de comer cereal? – eu disse que não e me sentei.
Ele me deu uma tigela e me serviu, agradeci e fiquei olhando direto em seus olhos. Ele reparou e abriu um lindo sorriso.
– O que foi? – perguntou.
– Nada. Só me perguntando como eu fui ser tão sortuda. – ele sorriu, depois disso, silêncio. – E também por que você se apaixonou por mim em um dia. Um dia. – ele olhou pra mim.
– Não queria deixar você partir. Quer dizer, você sabe que é difícil encontrar uma pessoa como você, Sasha. – e encheu a boca de cereal.
– E eu também não iria querer deixar você partir. – eu olhei para baixo. – Você é a pessoa mais linda, dócil e sincera que eu já conheci. – nós dóis sorrimos um para o outro ao mesmo tempo.
– Tá, então, como já estamos na capa dessa – ele pegou uma revista que dizia Seventeen na capa – revista, todo mundo já sabe do que tá rolando. Se estiver tudo bem para você, quer andar por LA comigo?
Eu assenti e fui escovar os dentes, quando Logan me cutucou, e estava com uma embalagem nas mãos, eu olhei para ela e ele gargalhou.
– Ok, então. Comprei isso pra você. Use-a hoje, certo? – ele pediu, e eu concordei e abri a embalagem, e dei uma gargalhada. Era uma regata que dizia "I love Logan Lerman" – Sou beeeem esperto ao escolher presentes.
– E bem modesto também. – dei um abraço nele – Obrigada, eu adorei. – o comentário fez ele sorrir, eu corri até o banheiro, troquei a camiseta, escovei os dentes e eu estava pronta, assim como ele.
Saímos por todo o centro comercial de Los Angeles. Nossa primeira parada foi uma sorveteria – onde ele foi obrigado a dar três autógrafos –, depois fomos para uma loja onde ele comprou um óculos escuro para ele, e se obrigou a comprar pra mim (mais cinco autógrafos), depois fomos em uma loja de roupas, onde ele comprou um vestido comprido para mim (o que disse que não é preciso), um biquini e roupas de baixo.
– Logan! O que você tá fazendo com isso? – ele gargalhou tanto, que teve que parar pra respirar.
– Desculpa, tá, eu deixo isso aqui. – ele colocou encima da cabeça de um manequim, depois disso duas fãs abordaram ele e conseguiram seus queridos autógrafos.
Saímos por mais alguns lugares, incluindo um fliperama, e gastamos a metade de nossa manhã lá. Depois ele me levou a um restaurante caro (o que achei um absurdo, por que queria um McDonald's) e a mais umas lojas, depois ele surpreendentemente me levou à uma área vazia, e logo eu vi um quadricículo adiante, e olhei para ele. Ele entendeu o recado.
– Eu dirijo, e blábláblá. Certo. – ele me pegou pela barriga e me colocom encima do ombro denovo, como ontem, e depois começou a girar, tropeçou e quase caiu. – Ok. Vou te colocar lá. – e fez isso, ele subiu no quadricículo. Ele deu a partida e acelerou. Forte demais, eu quase caí.
Me segurei na cintura dele e coloquei a cabeça em seu ombro, ele subiu algumas dunas, fez umas manobras – que ele diz serem radicais – e finalmente parou. Ele tirou uma caixinha do bolso.
– Quer casar comigo? – ele disse, daí gargalhou ao ver minha expressão – Calma. Eu tô brincando!
– Bobão. – eu cutuquei a barriga dele, que deu um pulo.
– Certo, hum, eu sei que somos amigos. Ou algo mais que isso. – ele sussurrou a última parte – há pouco tempo. Mas nunca senti algo igual. Por ninguém. Então, quer namorar comigo?
Eu olhei pro chão por alguns segundos, e Logan hesitou. Ele deu um suspiro, como se alguém desistisse, então eu disse:
– Claro que eu quero. – eu disse, e ele sorriu, aliviado – Embora não seja rica o suficiente pra te comprar anéis, roupas, óculos etc. Mas te compro um sorvete, serve? – ele riu.
– Mas é claro que serve. – ele me deu um beijo de tirar o fôlego, e eu o abracei. Ficamos ali, por uns minutos, e esquecemos que o mundo existia. Até meu celular tocar.
– Alô? – eu disse, do outro lado do celular minha mãe berrava e estava ofegante.
– Você... Está... Viva! – ela disse. – Por que você não ligou pra casa, mocinha? Quer dizer, pra isso que serve o celular. Onde você esteve? Quase morremos de preocupação.
– Calma, mamãe. – eu disse, e Logan abafou uma risada, apontei o dedo médio – Eu tô viva, eu estava na...
– Para de beber, Sasha! Larga essa maconha! – Logan disse, e minha mãe deu um berro – Brincadeira, senhora! – ele gritou mais alto.
– Eu estava na casa do meu namorado. Esse, por acaso, foi ele. – eu o dei outro cutucão na barriga, e ele me fez cócegas.
– Ok, eu quero conhecer esse sujeito, certo? – ela suspirou – Desculpe, você me matou de susto. Quando for passar a noite com ele... Pera aí mocinha! Você conheceu esse sujeito ontem e já dormiu na casa dele?
– Mamãe, eu estou a salva. Você vai gostar dele, tá? E olha a bateria do meu celular tá... – e o telefone desligou, a bateria se foi. Suspirei. – Certo, agora você vai ver como eu faço um jantar, Logan.
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