Todo o fim, é um novo começo.
1 Capítulo Único! And she's buying a stairway to heaven.
Notas iniciais
Junho de 2006.
Olá, me chamo Becca Stew Emingway. Nasci numa cidade do interior, chamada Forks, no Condado de Clallam. Aqui não é um lugar "ótimo" de se morar, mas dá para ser feliz. Vamos supor, que eu vivo bem. Apesar do meu passado me transtornar. Desde que perdi meu Pai. Porém eu nunca cheguei conhecer ele, pois era muito nova na época. Mas, o vejo nos meus sonhos, nos meus pensamentos. Sinto, que ele é como uma estrela, que me guia à cada passo que dou na vida. E ás vezes, até escuto ele falar comigo. Sendo que, nem me recordo do som de sua voz. Queria poder, te-lo conhecido, queria que ele estivesse vivo. Infelizmente, nada é como a gente quer. Minha mãe — Que se chama Abela. Certa vez me contou, que ele morreu em um acidente de barco. Não quis também retrucar, porque quase sempre, ela se derrama em lágrimas. E há, sei apenas que meu Pai, não era cidadão daqui. Enfim, aqui em Forks, a maioria dos homens trabalham na pesca, ou são caminhoneiros. Não tem muito o que trabalhar. Igual à se divertir. Minha mãe, é uma mulher controladora, nunca me deixou sair de Forks. Acho que ela me prende muito, mas tenho pena de deixa-la. Por que ela me criou, deu tudo de si, mas a tristeza dela chega ser transparente como água. Não há ninguém que não veja que minha mãe, é uma mulher sofrida. E isso me dói, queria poder ajuda-la.
Abril de 2009.
Enfim, cresci. E hoje, seria um dia muito especial, se Abela não estivesse à beira da morte. Acordei normal, como qualquer outro ser humano, sendo que nunca me considerei uma menina "normal". Sempre fui à estranha no grupo, mas isso não me incomodava. Nunca me importei, em ser a "garota popular" da escola. Apesar de eu conseguir me adaptar em qualquer lugar. Me considero uma bisbilhoteira. Digamos na linguagem formal. Observadora, sim, isso me defeniria completamente. Sempre, gostei de reparar em tudo ao meu redor, em todos os detalhes, em cada gesto das pessoas que me rodeava, isso desde da minha infância. Mas nunca fui pega, sim, eu tinha um dom. E ainda conseguia me infiltrar em qualquer lugar. Era como um ratinho, dentro dos canos, em busca do queijo. Desci as escadas devagar, até ver minha mãe se pendurar na porta. Praticamente pulei os dois últimos degraus. E fui em direção a ela, tento segura-la, mas a mesma cai no chão. Posiciono rapidamente meu braço no chão, para que ela não bata à cabeça. Já sentindo um pouco de lágrimas se derramando em meus olhos. A observo apreensiva. Tento falar com ela. — Mãe... Mãe... Você está me escutando? por favor mãe. Com minha outra mão seco meus olhos. Quase me deito nela, tentando escutar seu coração, que ainda pulsa, mas no modo muito lento. Sinto, um breve arrepio correndo em minhas veias, e a luz do sol sendo coberta, por uma imensidão de neblina. — Mãe, eu tenho que te levar para o hospital, vamos. Quando estava me levantando, sinto o toque de sua mão leve me puxar, em meu braço, e a escutar. Abela: Filha... — Ela dizia, com a respiração bem falha. Sim mãe! Eu to ligando para o Enzo. Ele vai vim nos buscar. — Filha... Me ouça! Logo que à escutei novamente, coloquei o celular no meu bolso. E direcionei meu olhar em seus olhos, e entrelacei sua mão na minha. — Filha, como você é linda. Eu agradeço, todos os dias da minha vida, por Deus, ter me dado, você como filha. Eu te amo muito. Sem você, eu não estaria mas viva, desde da morte do seu Pai... Becca, sim, você foi a minha força, o meu único motivo de viver. Me lembro quando fiquei grávida, não esperava, aconteceu do nada. Seu pai, chega chorou de alegria, não me deixava nunca sozinha. Eu, ás vezes, até enjoava dá atenção dele sobre mim. Se eu soubesse do futuro. — Percebo gotas se formarem no rosto da minha mãe. E quando você nasceu, o momento mas feliz da minha vida. Seu Pai acompanhou tudo, e foi o primeiro a pegar você no colo. Eu não me aguentava de chorar. E ele também, não tinha deixado eu te pegar, pois ficou com medo, de eu deixar você cair no chão. — Ela abre um sorriso fraco. E foi assim... Você era uma bebê perfeito, não chorava, dormia mas do que o berço. Tivemos que levar você no hospital, para ver se era normal. — Sorrir junto com ela. Bom, hoje você se torna uma mulher, seus enfim, 18 anos filha! Quero que você saiba também, que eu me orgulho muito de você. E, quando te deixava presa em casa, era por uma boa causa. Sempre quis te proteger minha filha. Posso ter sido um pouco exagerada, e até, te peço perdão. — Interrompo. Não mãe, eu que te peço perdão. Porque quando era mas nova, fazia pouco caso disso. Mas o que você me ensinou, me rendeu bons frutos, eu não seria nada, sem os seus conselhos. — Sorrio também como resposta. Abela: Mas então minha filha, nunca deixe de ser quem você é. Vai em busca de ser feliz. Eu te amo. — Pensei... Será que é um adeus, vou perder minha mãe. Sei que coração não dói, mas inesperadamente senti o meu se romper. Filha? — Sim mãe. Me ajude à levantar. Rapidamente, peguei em seu braço, e abracei levando-a até o sofá. Ela se aconchegou rapidamente no sofá, e eu me despus a sentar na mesinha em frente pra ela. Becca: Mãe, deixa eu ligar para o Enzo, você precisa ir ao hospital. Minha mãe sempre odiou hospitais. Até, quando eu estava doente ela negava... — Filha, eu não preciso ir. Abela eu não me conformo. Você não está bem. — Fique calma e me escuta. Eu só preciso de um chá bem quente, e depois me deitar na minha cama. Está bem, minha Siberéu? Revirei meus olhos, e sorri confirmando positivamente. Nunca entendi esse apelido, só agradeço, por ela nunca me constranger com esse apelido perto das pessoas. Tudo bem mãe! Então, vou ir lá preparar o seu chá. — Não! Continue sentada. Preciso te revelar um segredo. Observei atentamente minha mãe. Becca, você é uma Pusher. O que eu sou mãe? Filha, lembra quando você tinha uns 8 anos e voltou desesperada da escola para casa. E você me disse que estava subitamente lendo os pensamentos das pessoas, e eu neguei em desaprovação? Sim mãe, mas eu achei que fosse um trastorno qualquer, ou que eu peguei no sono, e acordei com uma dor de cabeça forte. Então bê, você estava tendo os seus primeiros indícios de poder. Seu Pai, também era um Pusher. Me recordo quando ele me contou, também havia ficado da mesma forma que você. Mãe, isso é tão confuso. Filha, apenas se concentre e tente ler minha mente. Mãe... — Apenas tente. Está bem. Me concentrei, e sem perceber, estava nutrindo tudo na mente dela. E de repente pensei em algo, e fiz minha mãe também pensar nisso. E percebi, que eu podia também controlar mentes. Assim, não que eu nunca percebi que eu tinha esses "surtos anormais". Mas, eu nunca me importei, e achava que era apenas à minha imaginação. Mãaaaaaaaaaaae, eu li sua mente, como pode isso? — E ela rir da minha mera descoberta. Mãe, é sério! Filha, eu só lhe aconselho em uma coisa. Você tem esse grande poder em suas mãos. Agora saiba usá-lo... use apenas para o bem. Eu acredito que você é capaz disso. Sim, se eu fui merecedora de ganhar esse poder, é por que, eu tenho que dar o meu melhor, e saber, fazer um bom uso dele. Me levanto, e dou um beijo na testa dela. Mãe, agora tente descansar, que eu vou tratar de preparar o seu chá. — Ela concorda com um aceno. E eu faço e entrego à ela. Espero ela dormi e me deito ao lado dela. Durmo tranquilamente. Acordo, com o leve som de "Stairway To Heaven". Desligo logo para não acordar minha mãe. E quando olho para ela, vejo ela dormi serenamente. Até, perceber que ela está imóvel. Deito minha cabeça em seu peito, e não escuto nada palpitar. Pego em sua mão, para medir seu pulso, e dá no mesmo. Sinto lágrimas caindo do meu rosto descompassadamente. E não opto por secá-las. Pulo da cama, e pego meu celular, nem disco o número, apenas clico nas chamadas feitas. Ouço á voz do Enzo falar comigo. E digo. Enzo, minha mãe... Sim, o que aconteceu Becca? Minha mãe... Não conseguia dizer nada, era como se tivesse uma maçã entalada na minha garganta. Só chorava. Minha mãe Enzo, ela não está respirando. Oh! Becca estou indo pra ir. Tenha calma, por favor. Me deitei novamente na cama, e acariciei o cabelo sedoso de Abela. Mãe, por que você não me disse que era uma despedida? Demorou quase uns 10 minutos, e ele chegou.
Lembranças.
Enzo, como falar sobre ele. O conheci nos meus 15 anos. Ele trabalhava na pesca com o seu Pai. E em um dia qualquer, minha mãe, me mandou ir na peixaria. Chegando lá, encontro um homem com aparência de ter uns 30 e pouco anos. Digo à ele o que quero. E ele até brinca comigo. "Como uma menina tão bonita, faz em uma peixaria à essa hora." Sorrio em resposta. Fico um pouco constrangida. Até, ouvir uma voz vinda atrás de mim. E quando me viro vejo um menino, quer dizer. Já, um homem, alto, cabelos castanhos escuros, e um belo par de olhos azuis penetrantes, e com um corpo exuberante. Nessa época, Enzo tinha 18 anos. Fiquei totalmente vidrada nele. Quando o ouço, e volto à ter consciência. — Pai, assim você mata a garota de vergonha. Ah, meu filho, só estou dizendo à verdade. E eu apenas, sorrio. Até dizer. Que nada. — Cruzos os meus braços. Enzo, vai no barco, e pegue o melhor pescado para moça. E se quiser, pode ir com ele. Pois, fica um pouco longe daqui. Fiquei imóvel por um tempo, e resolvi seguir ele. E assim a gente foi conversando, se enturmando. E nos tornamos o que somos hoje. Amigos do coração. Por que o jeito dele me cativou desde da primeira palavra. Mas, foi como se eu pudesse ler sua mente. E sim, eu podia. Porém, não sabia...
–
Escutei o som da campainha tocar. Desci as escadas, e fui de encontro à porta. Quando abri, só vi que era o Enzo, e pulei em seu colo, repousei minha cabeça em seu ombro, e nem um simples "oi" eu conseguia dizer, apenas chorei incansavelmente. Ele entrou comigo dentro da moradia. E subiu as escadas, até entrar no quarto onde minha mãe dormia todas as noites. Ele me pois sentada em cima da cama. E Enzo, o mesmo, foi perto de Abela, mediu o seu pulso, e viu que eu estava certa. Abela também já estava pálida como a neve. Enzo, tratou de agir tudo. E no outro dia, foi o enterro. Me despedi da minha mãe mas uma vez.
Agosto de 2009.
Depois de alguns meses, após a morte de sua mãe. Becca, tentou seguir com a vida, e finalmente ir em busca de aprender sobre o seu poder. Ela se tornou ágil, e aquele jeito de menina que encanta. Foi jogado pelo ralo. Becca, mudou para o seu bem. Ela sabia que se quisesse voltar à ser quem ela era, qualquer hora que ela quisesse. Mas a mesma, tornou a se focar somente no seu futuro. Por que, ela o tinha o dever de salvar as pessoas, e teria que lutar contra os seus oponentes, e é claro, que eles não são flor que se cheire. Bom, desde que descobri o sobre o meu poder. Me incentivei a si própria à aprender. Dediquei, cada segundo do meu dia, em me concentrar no meu poder. E no entanto aprendi rápido. E Hoje, acredito que eu "Nasci para ajudar pessoas." Seja quem for, eu me concentrarei à tentar ajuda-las. Cativei em minha mente, que se eu tive à honra de adquiri-lo, eu tenho que ter a posse de saber manusear.
Setembro de 2013.
A brisa soprava levemente pelo rosto delicado de Becca e espalhava seus cabelos castanhos e sedosos de forma uniforme de acordo com o atrito. A mesma estava escondida em um beco, com apenas à cabeça de fora, tentando dali, ler a mente do seu adversário. E era ninguém menos que Drake, o que se encaixava em primeiro lugar na lista negra, e o mas requisitado dos bandidos. Becca agora, virou uma viajante. A "menina doce", agora lutava em várias batalhas e se desafiava à fazer, até, o que para ela, chegava à ser impossível. Mas isso, era o que ela tanto temia. Com apenas 23 anos, Becca já tinha salvado muitas vidas. E ela mesma, não ligava, se não ganhasse nada em torno disso. E nem na quantidade de almas recuperadas. Porém, ela não pararia quieta. Até, conseguir destruir, Drake. Pois, soubeste que a suposta morte do seu Pai, pode ter sido causada por Drake. E se propôs há saber sobre eles. E descobriu, que ele era um Bleeders. — Becca, nutriu tudo, que ele estava pré disposto à fazer. Viu, que ele à procuraria com o seu bando. E controlou que eles pensassem, que ela estava em um edifício abandonado. Assim, pegaria todos de surpresa. E, chegou à hora mas esperada. Era exatamente 22:30, em North Vancouver. A cidade é bem calma nessa hora, só dava para ouvir o barulho dos poucos carros que passava pela estrada. Antes de ir, a mesma pôs em seus ouvidos, um aparelho que protege-se sua audição. Becca se dirigiu até o edifício, e previu o que eles poderiam tentar fazer. Tratou de acompanhá-los na sua tramoia. E conseguiu o que ela queria. Andou lentamente até o homem, e enfiou sua faca na direção do coração no homem, e pressentiu outro vindo atrás dela, e assistindo um homem cair, colocando suas mãos tentando amparar sua dor no peito. A mesma, deu um belo chute de costas, na área mais preciosa do homem. E esse, ela nem se importou em apreciar sua dor. Pois, um pouco distante dela, estava Drake. E por sorte, também se encontrava de costas. — Restava apenas dois, ela pensou. E quando estava prestes à encurralar Drake, o outro capanga, agarrou Becca por trás, e acabou os dois caídos no chão. E o homem, começou à soltar um grito fora do normal. E chega dava pra ver a pressão que saia de sua boca. Porém, ela já tinha se preparado. E apenas, escutava zumbidos e ecos se formando à cada grito que o homem berrava. Ela por sua vez, deu um golpe que jogou o homem longe. E andou até ele, mirando sua arma nele. Até, perceber que ele não era um nada. E o seu adversário, estará fixando o olhar diretamente para ela. Becca, guardou sua arma no lugar que permanecia antes. Se pôs reta, e vidrou seu olhar também para Drake. Ora Ora, se não é a garotinha sumida. — Ele especulava, e andava em direção a Bec. Ela, todavia não se mexeu. Continuou imóvel em seu respectivo lugar. Drake andava em passos curtos. Mas pela pouca distância entre eles, já se encontrava de frente à Becca. Que ainda parecia uma estátua perto dele. E quando os dois, apenas se encarava. Becca esperou à melhor hora, e tirou sua faca dourada em ouro, e com o nome de seu pai gravada do bolso. E penetrou a faca no peito de Drake, e conforme ele gritava de dor, mas ela travava à faca. E o mesmo, tombou pra trás. Até, cair numa altura de 20 metros ao chão. Pois estará no quinto andar. Becca, andou até a saída do lugar. E saiu, satisfeita com o seu bom uso do poder. E dali pra frente, ela denominou isso como um emprego, que ela trataria de ajudar as pessoas sempre, e não tinha a miníma ideia de quando iria parar. Sendo que, mesmo ninguém sabendo desses atos heroicos. Becca, "nasceu para lutar."
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