Notas iniciais
Quem achou que a Naty viu o Maxi e a Mathylda juntos na cama... estava certa. Boa leitura. ~NaxistaAndFalbanática

POV Naty

Não pude conter as lágrimas, que agora escorriam em meu rosto, vê o cara que amo com outra pessoa.

Maxi estava deitado na cama junto com a Mathylda. Ela estava com a cabeça no peito dele, que estava descoberto, ela usava lingerie, enquanto ele estava de box, os dois estavam dormindo, pensei em acordá-los, mas não, eu não mereço isso. Estava saindo do quarto, quando tropeço no sapato do Maxi que estava jogado no chão assim como suas roupas, acabo fazendo barulho e a Mathylda escuta.

Mathylda: Naty? — juro que minha vontade era pousar minha mão no rosto dela e da uns belos tapas, pois era o que ela merecia.

Contei até dez, não vou me rebaixar ao nível dela, apenas respondi sua pergunta.

Naty: Não, não, quem você ta vendo aqui é o clone dela — falei estressada, ela estava me provocando, não iria aguentar muito tempo

Mathylda: Engraçadinha, tá nervosinha por que dormi com o Maxi né? — falou tocando nele que ainda dormia, isso me subiu um ódio, como ela tinha a cara de pau de ainda fazer essa pergunta

Naty: Se estou nervosa ou não, não é da sua conta! Não vou ficar aqui pra ver essa palhaçada — ia saindo quando levanta e pega em meu braço, volto à olha-la — Me solta! — tirei o braço dela do meu, que sorriu — O que quer agora?

Mathylda: Te dizer que o Maxi manda muito bem... cada toque — comecei à contar de de 1 à 10 -, cada beijo — 5, 6, os números iam passando -, cada palavra dita — continuei contando em meu pensamento, 7 -, nossa loucura — 8, já não estava mais aguentando -, cada suspiro — logo o 9 -, só te digo uma coisa e anota: O MAXI VAI SER MEU!

Naty: 10.

Mathylda: O que?

Minha mão foi ao encontro do rosto dela, não consegui me segurar, dei um tapa em sua cara. Vi ela levar sua mão à seu rosto, depois de perceber que eu tinha feito aquilo, ela levanta sua mão, fecho os olhos já esperando o tapa, que não acontece, abri os mesmos e vejo o Maxi segurando a mão dela.

Maxi: Não ouse encostar um dedo sequer nela — falava ele olhando pra ela

Naty: Licença, vou deixar o casal à sós.

Saí do quarto às pressas, isso novamente estava acontecendo comigo, por que? Desci as escadas com lágrimas escorrendo sem parar me meu rosto, passei pela aquela multidão de pessoas tombando, custou mas achei a saída, fiquei acenando pra ver se algum táxi parava e nada, sinto um braço me puxando era o Maxi, já estava vestido, ele solta meu braço.

Naty: O que quer? Pedir perdão? Mais uma chance?

Maxi: Aquilo que você viu, não é o que parece ser.

Naty: Ah, não é? Então quer dizer que isso que vocês estavam fazendo eram compromissos da banda?

Maxi: Em partes, sim.

Naty: Ah claro, em partes — falei tentando pedir pra um táxi parar, tentativa em vão, ele me puxa pra um canto mais afastado do asfalto

Maxi: Eu vou te explicar.

Naty: Vai ser em vão, não vou acreditar em nenhuma palavra que saía de sua boca — as lágrimas em meu rosto não tinham mais, foram substituídas pelo ódio

Maxi: Mesmo assim vou falar — parecia desesperado -, o Simon ligou avisando que eu e a Mathylda tínhamos que sair à noite e ela sugeriu essa boate, viemos e vários paparazzis tiraram fotos, ficamos apenas curtindo o som, até que tomei uma bebida e só me lembro de me acordar e me deparar com você

Naty: Acha mesmo que vou acreditar nessa história? Por que não me falou que iria sair com ela à noite?

Maxi: Achei que não fosse importante. Quem te avisou que estávamos aqui?

Naty: É o que eu também quero saber pra agradecer à ele de me alertar.

Maxi: Como assim?

Naty: Acabou Maxi! Aqui e agora

Maxi: Não Naty, por favor não, EU TE AMO, não me deixa, eu não sei viver sem você — falava deixando algumas lágrimas escorrerem em seu rosto

Naty: Não dá mais Maxi... sinto muito.

Viro e vou embora, até que ele me puxa e me beija, seu beijo era desesperado, misturado as lágrimas, tanto das deles quando das minhas que agora caíam novamente, tomo consciência do que estava fazendo e o empurro, seu olhar quase me fez desistir da minha decisão, mas não. Maxi tem que aprender que não é assim, faz burrada e depois é perdão.

Naty: Terminamos aqui Maxi. Por favor, não insista.

Corro pra perto do asfalto, pois vi que o táxi que estava vindo estava vazio, aceno e ele para, entro no carro e ainda pude ver o rostinho de Maxi, ele passava as mãos em seu rosto. Disse o endereço ao taxista e encostei minha cabeça no banco e comecei a chorar.

CONTINUA...

Notas finais
NAXI TERMINOU ;( Reviews...