Toda Poderosa Swan-Mills
13 Perda
Notas iniciais
Povo Autora
Enquanto isso na casa do Swan-Mills
–Pera aí mamãe vai engravidar? — Amelia olhou para Emma espantada.
–Sim querida! — Regina era só sorrisos.
Amélia começou a rir alto.
–Ate minha filha ta me zoando… — Emma falou revirando os olhos.
–Desculpa mãe, é que não imagino a senhora grávida! — disse rindo.
–Obrigada pelo apoio FILHA! — Emma estreitou os olhos para Amelia,fingindo irritação.
–Pare de rir da sua mãe Amelia.Ela ficara linda… — Regina segurou a mão de Emma por cima da mesa.
–Quando irão fazer a inseminação?
–Vamos na próxima semana,e a senhorita ficara aqui com a sua avó!
Amelia tentou se controlar,mas sua cara de felicidade não podia ser maior,com as maes em NY ela poderia dormir com Lauren.
–Pode tirar esse sorriso do rosto,deixei ordens bem claras para sua avó, Lauren ficará no quarto de hóspedes. — Emma encarou a filha.
–Ela ficara aqui em casa?! — A empolgação só aumentou.
–Sim.Suas tias irão com a gente a NY,já que Ruby também vai fazer a inseminação — Regina respondeu e sem aguentar com aquela nova informação sobre a madrinha caiu de novo na gargalhada.
Casa da familia Stuart Luccas
–Querida venha aqui,queremos te contar uma coisa. — Tinker falou animada.
–Ai por favor,nada de conversa sobre sexo — Lauren sentou bufando
–Calma criança, não é nada disso! Apesar de ter sido muito divertido deixar você sem jeito! — Tinker e Ruby riram e bateram as mãos em comemoração.
Lauren olhava para elas sem acreditar que estava sendo sacaneada pelas próprias mães.
–Sabe mães normais,me dariam uma bronca naquele dia,e não tirariam sarra com a minha cara. — Falou irritada.
–Ue não seja por isso,podemos fazer isso então, não é Tinker?! — A esposa olhou pra ela com um olhar divertido.
–Certamente!
Lauren se arrependeu no mesmo momento.
–Então vocês tinham uma novidade né… — disse coçando a cabeça.
–Filha ingrata, a gente aqui querendo ser maes modernas,e essa menina só sabe reclamar! — Ruby disse fingindo esta irritada.
–desculpa,eu acho… — Lauren falou sem graça.
–Bem voltando ao assunto,eu e sua mãe temos uma novidade pra você! — Tinker falou quase pulando do sofá. -Você vai ganhar um irmãozinho em breve!
–Uau! Minha mãe enfim concordou! — disse olhando para Ruby,que abaixou a cabeça sem graça.
–Não só concordou como vai gerar seu irmão! — Lauren arregalou os olhos,abriu e fechou a boca.
–Que foi amor,não gostou da notícia? — Tinker disse preocupada com a reação da filha.
Lauren ia começar a rir.
–Garota se você rir ,fica de castigo pelo resto do mês! — Ruby falou irritada.
Foi o que bastou para Lauren cai na gargalhada.
–Não vejo graça… — Ruby disse entre dentes.
Tinker olhava para filha e para Ruby sem entender.
–Desculpa...não aguentei. — falou secando as lágrimas.
–Muito engraçado — Ruby disse fechando a cara.
–Ah mãe, desculpa! É que esperava tudo menos a senhora.Tenho certeza que ficara linda grávida — Ruby enfim sorriu. — Só não deixe ela dirigir gravida mamãe ! — disse rindo olhando para Tinker.
–Sua mãe é louca dirigindo, nunca vai pegar nesse carro com meu bebe dentro dela! — falou rindo junto com a filha.
–Agora as duas vão zoar da minha cara — Tinker e Lauren sentaram juntas no sofá de frente para Ruby.
–Não fica assim amor,nos te amamos — Tinker se levantou e apertou as bochechas da esposa.
–E quando farão a inseminação?
–Na próxima semana,suas tias irão também, já que Emma fara a inseminação no mesmo dia. — Lauren ficou surpresa de novo.
–Tia Emma,gravida?! Deus proteja essas crianças! — Lauren estava se divertindo as custas da mãe e da tia.
–Bem amores,vou indo para o trabalho,porque cansei de ser zoada pela minha filha e minha mulher! Então beijos. — Ruby se levantou.
–Ah amor,não vai dizer que ficou irritada com essa brincadeira?! — Tinker disse rindo.
Ruby apareceu na porta da sala,colocando seu casaco e pegando as chaves do carro.
–Uma semana amor! — disse jogando um beijo para Tinker.
A loirinha arregalou os olhos.
–Como assim uma semana? Uma semana sem o que Ruby?! — Tinker levantou indo até a porta. — Nem pense em me deixar uma semana sem sexo Ruby Stuart Luccas! — Tinker abriu a porta e gritou para a esposa que estava dando partida no carro.
–ECA mae! — Lauren pegou a mochila. — To indo pra escola, e por favor não me envergonhe mais na frente da vizinhança. — disse rindo.
Ruby
Cheguei no escritório um pouco mais tarde,a conversa com Lauren não foi tão ruim,apesar de não ter nenhuma credibilidade com a minha própria filha,mas tem uma pessoa que me paga e estou indo nesse exato momento atrás dela.
–Emma sua filha da mãe! — disse abrindo a porta da sua sala. — Como pode fazer isso comigo?! Engravidar,serio?! — disse me jogando na cadeira.Aquela filha da mae só sabia rir.
–Para de rir Emm,é serio! — joguei uma bola de papel e nem assim a safada parou de rir.
–Ah vai me dizer que não gostou?! — olhei bem seria pra Emma e depois me joguei na cadeira.
–Ta vai,Tinker ficou radiante e isso me deixou feliz,mas Emma tinha que dar aquela ideia…
–Vai ser bom Ruby!
–Serio?! Ficar gorda, chorona, inchada é legal?!
Emma revirou os olhos.
–Não falo dessa parte,mas da parte em que nossas esposas cuidam da gente,fazem nossas vontades,é hora de aproveitar amiga! — disse piscando pra mim.
–Será que agora eu consigo convencer Tinker a comprar aquela TV gigantesca?!
–Amiga, ela fara todas as suas vontades! — Não tinha como rir da cara de Emma.
–Você não presta Emm… — Disse rindo,meu celular vibrou no bolso da minha calça.
–Alô! — era um numero desconhecido.
–Senhora Ruby Lucas?
–Sim sou eu,quem ta falando?! — Emma me olhava preocupada.
–Aqui e do hospital central de Storybrooke.Senhora,sua avó esta no hospital — Levantei da cadeira em um pulo.
–O que houve? Ela ta bem?
–Peço que venha até o hospital o quanto antes…
–Estou indo agora! — desliguei o telefone atordoada.
–Que houve Ruby?
–Minha avó esta no hospital Emma. — falei chorosa.
–Ei calma…
–A pessoa que me ligou não estava com a voz muito boa Emma,preciso ir pra lá agora!
Emma pegou as chaves do carro.
–Vem eu te levo.
Saímos as pressas até o hospital,a emergência cheia como sempre.Entrei correndo e fui até a recepção.
–Bom dia,sou Ruby Luccas! Minha avó esta internada aqui.
– Só um minuto senhora. — a recepcionista pegou o telefone e depois de alguns minutos falou.
–Quarto andar ,o doutor Richard esta esperando a senhora.
Entramos no elevador e assim que paramos no quarto andar,meu coração acelerou,era o CTI.
Emma vendo meu estado,segurou em minhas mãos.
–Vem Ruby… — Me puxou até a recepção do andar,e um homem alto e moreno,escutou meu nome.
–Senhora Luccas?!
–Sim.
–Sou o doutor Richard — apertei sua mão.
–Prazer doutor,o que houve com a minha avó? — disse aflita.
–Sua avó enfartou senhora Luccas,hoje de manha bem cedo,trouxeram ela para emergência.
Meus olhos se encheram de lagrimas.
–Por favor como ela esta?
–Fizemos tudo que estava ao nosso alcance… — Aquela frase me gelou,fui escorregando pelo balcão, e Emma me segurou em seus bracos.
–Não… — Falei chorando.
–Eu sinto muito,mas foi fatal,sua avó chegou aqui já sem vida… — Emma me puxou para os seus braços.
–Calma amiga…
Vi minha avó somente pra me despedir, Emma ligou para nossa familia,e quando voltei a recepção todos já estavam lá.
–Amor…- Tinker veio correndo na minha direção. Não aguentei e chorei de novo nos seus braços. Vi Lauren sentada com a cabeca abaixada e Amelia ao seu lado consolando.
–Ela era a única pessoa da minha família Tinker… — disse entre soluços. — Não tenho mais ninguém.
Emma se aproximou e levantou meu rosto.
–Ruby você nunca vai ficar sozinha, tem sua mulher e filha,e sabe que sempre terá a mim. — Disse sorrindo entre as lágrimas. — É assim desde bebês e será assim pra sempre. — abracei a todos e consolei minha menina que era tão apegada a bisavó.
O resto do dia foi ajeitar o velório e o enterro no cemitério da cidade.
A cidade toda compareceu,minha avó era uma das mais antigas moradoras da cidade,e sua lanchonete era famosa.Foi uma despedida simples e bonita,do jeito q ela sempre falou que queria.
Saímos do enterro e os amigos mais chegados foram até nossa casa.
Estava sendo os dois piores dias da minha vida.
Regina e Emma ficaram para ajudar a limpar a casa,e Lauren e Amelia estavam na sala.
–Ruby,e a lanchonete já sabe o que vai fazer? — Emma perguntou lavando a louça.
–Sei lá, acho que vou fechar,talvez vender o espaço. — respirei fundo. — Aquele espaço não é mais o mesmo sem ela…
Lauren veio com a cara irritada até a cozinha.
–Você não pode vender a lanchonete da bisa! — disse chorando.
–Lauren,por favor minha filha… — Tinker tentou para-la.
–Não mamãe! Ela não pode vender o Grannys,a bisa nunca te perdoaria!
–O quer que eu faça lauren? Não tenho tempo e nem experiência para tocar aquilo.
Ela bufou irritada,quando achei que a conversa tinha terminado ela se virou de novo pra mim.
–Eu cuido da lanchonete! — falou determinada.
–Você tem escola, não quero que suas notas sejam prejudicadas,e alem do mais você é só uma criança, não sabe administrar um negocio.
–Ela não sabe,mas eu sei! -Regina se aproximou e passou os braços envolta dos ombros de Lauren.
–Regina,você tem muitas coisas no escritório, não posso… — Regina me interrompeu.
–Ruby,já Fechei aquele contrato da filial,acho que agora você e Emma dão conta. — disse sorrindo para Lauren.
Tinker me olhou e sorriu.
–OK! — Lauren me abraçou. — Mas olha aqui, não quero que suas notas caiam,e outra coisa obedeça sua madrinha.
–Pode deixar mãe, não vou te decepcionar.
Depois de todo aquele dia cansativo,nada mais relaxante do que dormir ao lado da minha esposa.
–Ruby,ta acordada? — Tinker estava deitada no meu ombro.
–Agora estou! — respondi de olhos fechados. — Eu vou entender se quiser, adiar ou desistir do bebê. — falou triste.
Apesar de toda aquela tristeza,não queria desistir do bebê, acho que seria bom para nossa familia depois desse baque, e uma criança sempre traz alegria para a casa.
–Não quero desistir. — disse sorrindo. — Vamos ter esse bebê, e vamos ama-lo muito,do jeito que vovó falou que devíamos fazer. — Minha avó adorou a ideia do bebê, pena que não tive tempo de contar que era eu que iria gerar.
Tinker sorriu.
–Eu te amo Ruby,e você nunca estará sozinha,eu estou aqui e sua familia também. — Minha esposa era uma verdadeira companheira.
–Obrigada amor! — ela secou uma lágrima minha e me beijou delicada nos lábios.
–Eu não podia ter feito escolha melhor!
–Escolha? — falou curiosa.
–Sim. — beijei seus lábios. — Você foi a melhor escolha da minha vida!
Lauren
–Uau vou administrar um negócio! — ainda não acreditava.
Estava no telefone com Amélia,eu não conseguia dormir,e já passavam das duas da manhã.
–Adoro ver você empolgada assim — disse rindo.
–Estou com um pouco de medo,mas não podia deixar minha mãe fechar a lanchonete da minha avó.
–Você fez o correto,e eu quero ajudar tambem!
–Serio?!
–Sera que pode me dar um emprego?!
Não estava acreditando que Amélia iria mesmo me ajudar
–Por mim esta empregada! Mas tem que conversar com as sua mães!
–Deixa comigo! Amanhã vou conversar com elas!
Amélia estava um pouco ofegante.
–O que você esta fazendo?!
–Nada!
–Esta ofegante! — falei curiosa.
–Estava andando rápido!
–Andando? Você não está no seu quarto?!
–Na verdade agora estou aqui na sua janela — Olhei para janela sem acreditar. — Abri aqui ta frio! — falou batendo na janela.
–Sua louca! — disse puxando ela para dentro do quarto.
–Não podia deixar você dormir sozinha hoje,eu sei que por trás dessa empolgação toda,você esta quebrada por perder sua bisa.
Abaixei a cabeça.
–Me arrependo, por não ter ajudado ela antes com a lanchonete.
–Ei não pense assim,tenho certeza que a ela deve esta muito feliz com o seu desejo de continuar o trabalho dela! — amelia sorriu e não tinha como ficar triste perto dela.
Abriu o casaco,e por baixo estava de pijama.
–Amelia,você veio até aqui de PIJAMA!
–Não estressa Lau! — disse se enfiando debaixo do Edredom. — Vem…
–Não acredito que andou assim na rua! — disse apontando pra ela.
Amelia revirou os olhos.
–Ai Lauren,por favor o casaco estava fechado, e a rua deserta, ninguém viu! Você e minha mãe estão cada dia mais parecidas,por ela eu andava por aí de burca! — disse rindo.
–Eu tenho que concordar que não seria má ideia! — disse me deitando ao seu lado. Amelia e abraçou pela cintura e apoiou a cabeça nos meus ombros.
–Se vocês ficam assim por causa de algumas roupas, imagina quando contar a vocês que vou fazer teste para líder de torcida!
–AMELIA!
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