Toda Poderosa Swan-Mills
14 Inseminação
Notas iniciais
Três semanas se passaram desde a perde da avó de Ruby,adiamos mais um pouco a viagem,e até pensei que elas fosse desistir,mas Tinker e Ruby me surpreenderam e levaram o plano da gravidez a frente.
Estávamos prontas para sair,Tinker e Ruby estavam na minha casa,íamos juntas no meu carro.
—Anda logo Regina, assim vamos chegar muito tarde em NY! – Ouvi Emma gritar do andar de baixo.
—Já estou indo! – respondi inquieta, a verdade é que estava bem nervosa, e com muito medo de não dar certo.
—Mamãe... – Amélia bateu na porta.
—Entra meu amor. – Amélia entrou e sentou na minha cama. – O que houve? – falei olhando ela pelo espelho.
—Você esta linda! – sorri para minha filha e me sentei ao seu lado.
—Que foi Amélia? Essa carinha triste é porque vamos viajar, logo estamos de volta amor. – abracei Amélia pelos ombros,e ela se jogou deitando no meu colo.
—Não gosto de mentir pra vocês – falou misteriosa.
—O que esta escondendo? Sabe que pode conversar com a gente, não é?
—Eu sei mãe... Só que é um pouco intimo demais e tenho medo da reação da mamãe...
Agora fiquei preocupada.
—Você esta me deixando preocupada... – Amélia se levantou e olhou nos meus olhos.
—Mãe... Eu transei com Lauren. – disse mordendo o canto da boca.
Abri e fechou a boca,pensando no que falar.
—Bem... Isso sim é novidade! – disse rindo
—Vai brigar comigo? – falou receosa.
—Claro que não Amélia! Filha eu te amo, e sou sua amiga também! – abracei forte ela. – Só é um pouco difícil pra mim, vê o quanto esta crescendo rápido. – Minha filha sorriu envergonhada. – E quanto ao fato de você e Lauren, bem... Não sei muito que dizer – Amélia sorriu.
—Tudo bem mãe, só precisava contar isso a você! – falou rindo.
—Você gosta mesmo dela não é?
Amélia olhou para as mãos.
—Gosto muito mãe... Acho que amo – falou envergonhada, e meus olhos se encheram de lagrimas.
—Ohh meu bebe! – Abracei Amélia bem forte.
—Mãe ta me esmagando.
Soltei-a e sequei minhas lagrimas.
—Juízo vocês duas, Ok? – Amélia confirmou com a cabeça.
—Regina! – Emma gritou, mas uma vez.
—Sua mãe é muito apressada – disse piscando pra ela – Vamos! – saímos do quarto e no saguão da casa estavam todos nos esperando.
Desci e dei de cara com Lauren, olhei bem pra ela, que olhava de mim para Amélia. Num impulso abracei minha afilhada do mesmo modo que fiz com a minha filha, e baixinho no ouvido dela falei.
—Juízo, e cuide bem da minha menina. – soltei Lauren que concordou com a cabeça, ainda com cara de quem não estava entendo nada.
—Vamos senhora apressada Swan– Mills. – todos riram e Emma revirou os olhos.
Com as malas no carro, Emma foi passar todas as exigências para Cora.
—As duas em quartos separados. – disse olhando para as meninas, e tive que rir, ela nem desconfia. – Nada de saídas altas horas da noite, dona Amélia.
—Isso serve pra voe também Lauren – Tinker falou. – E não coma besteiras, e nem se entupa de refrigerantes!
—Ok mamãe!
—Cora confio em você! – Emma falou para a minha mãe.
—Emma quando você usava o penico eu já cuidava de bebes, então sai fora daqui! – Cora riu para a minha esposa, que muito contrariada entrou no carro.
Depois das despedidas seguimos rumo a NY,e se tudo der certo voltaremos grávidas!
Lauren
—O que foi aquilo? Você contou para tia Regina?
—Imagina... – disse virando as costas.
—Amélia...
—Ta bom vai, eu contei!
—Meu Deus, que vergonha! – falei levando as mãos ao rosto.
—Para de bobeira amor, você sabe que minha mãe não vai implicar com isso...
—Exatamente, tia Regina não, mas Emma...
—Ela não vai contar a ela, não se preocupe... – Amélia me puxou para seu colo. – Agora que tal, a gente fazer alguma coisa realmente interessante. – disse mordendo os lábios.
Eu sou muito sortuda, Amélia era linda e incrivelmente gostosa.
—Acho uma ótima ideia! – falei beijando ela com vontade. – Mas e sua avó? – disse me afastando dos seus lábios.
Amélia tirou minha blusa e jogou em qualquer canto do quarto.
—Ela foi para o plantão dela... – disse descendo os beijos pelo meu pescoço.
—E deixou a gente assim sozinha na boa?!
—Lauren cala a boca! – falou me beijando.
—Você contou a ela também não foi? – Amélia passou os lábios pelo tecido do meu sutiã.
—Vovó achou uma graça à gente já transar. – disse rindo.
—Sua avó é doida! – falei rindo.
—Agora esquece ela, e vamos fazer algo melhor. – Amélia foi direto aos meus seios, e o resto...
Algum tempo depois...
—Você é incrível! – Amélia disse se jogando ao meu lado na cama.
—Sim você disse das ultimas três vezes também. – falei rindo.
Eu adorava olhar para ela, ainda mais depois que acabávamos de fazer amor, ela ficava toda vermelha,com as bochechas rosadas e os olhos brilhando,era linda.
—Para de me olhar Lauren – falou jogando um travesseiro em mim.
—Ué se não admirar minha namorada, vou admirar quem?! – falei ganhando um tapa no braço.
—Nem pense em admirar outra por ai, dona Lauren...
—Ta bom ciumenta – disse batendo continência.
Ouvi o estomago de Amélia reclamando.
—Alguém aí esta com fome?!
—Muita... Você sabe como eu fico, depois... Você sabe! – falou envergonhada.
Ri da sua timidez e ganhei outra tapinha
—Vem pessoa violenta, vamos fazer alguma coisa para comer. – Vestimos o pijama, e descemos juntas até a cozinha.
Amélia parecia uma criança,e comia como uma.
—Quero panquecas! – disse sentada no balcão.
—Há essa hora?
—E por acaso tem hora para comer panqueca? – disse levantando as sobrancelhas.
—ok! Você venceu panquecas! – Fiz a massa, e Amélia enfiava o dedo para provar a cada dois minutos.
—Para princesa, assim vai estragar a massa! – disse correndo na cozinha com a tigela na mão.
—Só um pouquinho Lau... – disse fazendo biquinho. Filha da mãe.
—Ta bom – ela se aproximou. – mas só um pouquinho. – ela concordou coma cabeça e assim que se aproximou da tigela, passei meu dedo na massa e lambuzei seu rosto.
—Droga Lauren! – disse limpando o rosto, enquanto eu ria da sua cara. – Tem massa até no meu nariz!
—Isso é pra você aprender a ficar quieta! – disse correndo para o outro lado do balcão.
—Você me paga! – disse correndo atrás de mim.
—Para Amélia! – falei correndo em volta do balcão. Ela me encurralou no outro lado.
—Vamos vê como é o gosto de Lauren com panquecas – sorriu travessa. Pegou uma boa quantidade de massa e passou na minha boca me beijando em seguida. – Hummm...muito bom! – se afastou subiu no balcão de novo. – acho que quero provar mais disso depois – disse sorrindo.
Eu fiquei ali parada como uma boba, ainda em estado de êxtase pela malicia dela.Amélia cada dia se soltava mais,e eu adorava isso.
Voltei a cozinhar e conversamos algumas bobeiras, nem preciso dizer que Amélia devorou as panquecas. Caímos na sala uma para cada lado.
—Minha barriga vai explodir! – disse deitada com a mão na barriga
—Ninguém mandou comer como uma desesperada! – disse rindo. Olhei para o lado e vi a parte de um violão.
—Quem toca violão? – disse me levantando.
—Mamãe Emma, às vezes toca pra minha mãe! — disse se sentando no tapete.
Coloquei o violão no colo e comecei a dedilhar algumas coisas.
—Você toca violão? – Amélia falou espantada.
—Desde os nove anos
—Como nunca soube disso?
—Porque você nunca me deu muita bola antes... – disse rindo.
Lembrei-me de uma musica especial, que sempre tocava pensando nela. Respirei fundo e comecei a cantar.
“Oh thinkin' about all our younger years
There was only you and me
We were young and wild and free
Now nothin' can take you away from me
We've been down that road before
But that's over now
You keep me comin' back for more…
Na segunda parte olhei bem dentro dos seus olhos.
“And Baby you're all that I want
When you're lyin' here in my arms
I'm findin' it hard to believe
We're in heaven
And love is all that I need
And I found it there in your heart
It isn't too hard to see
We're in heaven..”
Cantei toda a musica olhando para ela, e pude ver seus olhos se encherem de lagrimas, e seu sorriso bobo enquanto eu cantava.
Terminei de cantar, e minha namorada correu para os meus braços, me fazendo largar o violão.
—Você tem a voz mais linda que já ouvi! – disse abraçada a mim.
—Você gostou? – perguntei receosa.
—Eu amei, achei lindo! Eu te amo Lau...
Nos encaramos e pude perceber naquele momento que não conseguia mais viver sem Amélia.
Emma
Inseminação feita, e torcendo para que seja com sucesso.
Voltamos para o hotel exaustas, passamos o dia inteiro na clinica,mas ver aquele sorriso no rosto de Regina valia tudo aquilo.
Entramos no quarto e fui tirando minha blusa e minha calça, minha esposa se virou me encontrando seminua.
—Uau!
Empurrei-a na cama, e subi em cima dela.
—Sabe dizem que para dar cem por cento de sucesso nas inseminações, o casal tem que transar depois...
— A é? – falou mordendo os lábios.
Fui engatinhando até minha esposa.
—Sim... E acho que devemos fazer muito sexo – ela levantou as sobrancelhas. – Você sabe NE,pra termos muito mais chances.
—Oh você tem razão... Acho que devemos começar imediatamente.
Regina me puxou para o seu colo, e foi descendo seus beijos pelo meu pescoço, chupando e mordendo de leve.
—Tira essa roupa... – falei gemendo. Ela levantou os braços e tirei sua blusa e logo depois o sutiã.
Regina fez o mesmo comigo, e abocanhou meu seio com toda vontade possível.
Ela me girou na cama, ficando por cima de mim, e foi descendo seus beijos e lambidas até minha virilha me fazendo arfar pelo que vinha logo em seguida.
—Anda logo Regina... – disse entre gemidos.
—Pede!
—Me chupa logo droga! – disse olhando em seus olhos, vi a malicia se apoderar daqueles castanhos escuros, e sua língua me invadir sem pena. –Isso amor... – agarrei o travesseiro, apertando conforme meu prazer aumentava.
—Deliciosa... – Falou introduzindo sua língua aos poucos na minha entrada.
—Porra! – disse sentindo sua língua mexer cada vez mais rápido.
—Goza pra mim vai! – Regina me chupou um pouco mais até eu me derramar na sua boca, sem esperar eu descansar ela subiu me beijando e introduziu dois dedos, me fazendo gemer na sua boca.
Ela estava cada vez mais rápida, e depois de algumas estocadas eu gozei de novo.
—Eu te amo! – falei ofegante.
Minha esposa sorriu e me beijou com delicadeza, levou suas mãos até minha barriga e ficou acariciando.
—Não quero que fique triste se não de certo, ok?
Ela me olhou e contornou meus lábios com o dedo.
—Já deu certo amor... – levou seus lábios até minha barriga, deixando um beijo ali. – Eu sinto que nosso filho já esta aqui! – sorri para ela, Regina abaixou cabeça na minha barriga e ficou ali durante um tempo.
—Sabe... Acho melhor a gente começar de novo, sei La só para ter certeza que realmente deu certo, mais uma vez não faz mal... – ela riu e encaixou suas pernas na minha.
—Tudo o que minha esposa quiser!
Ruby
Não preciso falar que Tinker estava me tratando como uma criança.
—Ruby desce devagar essas escadas, você pode cair! – olhei para trás.
—Serio Tinker? Não posso fazer mais nada, nem sei ainda se estou grávida! – disse bufando.
—Temos que tomar todos os cuidados possíveis. – revirei os olhos e andamos até a mesa onde estavam Emma e Regina.
—Oii! – disse me sentando.
—E ai como foi à noite? – Tinker perguntou.
—Vamos dizer que longa... – Emma respondeu
—Nem me fale – Tinker respondeu pegando o cardápio.
Eu e Tinker fizemos amor a noite toda. Li em uma matéria de alguma revista do consultório, que transar depois da inseminação era uma ótima opção. Contei para Emma, que pelo jeito fez a mesma coisa que eu.
Cheguei perto da loira, enquanto Tinker e Regina conversavam.
—Sua vadia, você usou o que te falei não foi? – disse baixo.
—E como! Transamos a noite toda, nunca vi Regina tão empolgada! – Emma disse rindo.
—Pois digo o mesmo de Tinker! Fizemos até algumas posições novas! – Emma estendeu a mão e discretamente batemos comemorando.
—O que as senhoras vão pedir? – O garçom perguntou.
—Acho que uma dose de uísque – Emma falou
—E eu quero uma taça de vinho... – Antes de falarmos qualquer coisa nossas esposas falaram ao mesmo tempo.
—Nem pensar!
—Porque não? – Emma disse irritada.
—Porque estão grávidas! – Tinker respondeu.
—Parabéns senhoras – O garçom falou.
—Ainda não sabemos... – falei olhando para as duas.
—Nada de bebidas alcoólicas até sabermos o resultado! – Regina falou autoritária.
—Mas... – Emma tentou argumentar, mas o olhar da sua esposa foi o suficiente para encerrar o assunto.
— Um suco de maracujá, para as duas nervosinhas, por favor... – Tinker disse rindo junto com Regina.
A nos duas restou ficar quieta e jantar sem reclamar.
POV AUTORA
Um mês depois....
—O que é isso que você esta fazendo Regina? – Emma chegou à cozinha, e Regina estava cozinhando enquanto conversava com Amélia.
—Bacon com ovos. – disse encarando a esposa. Emma fazia cara feia. – O que foi amor? Você adora bacon com ovos.
Emma sentiu o estomago embrulhar, e saiu correndo para o banheiro.
—Emma! — Regina largou a frigideira na cozinha e foi atrás da esposa.
Emma estava debruçada sob o vaso, colocando tudo o que comeu no jantar para fora.
—Amor, o que houve? – Regina se abaixou e ficou ao lado da esposa.
—Não sei, esse cheiro me enjoo...
Regina parou um pouco e olhou para Emma.
—Emma, sua menstruarão desse mês já desceu?
—Ainda não, na verdade esta atrasada mais de duas semanas... – Emma parou de falar e abriu a boca espantada. – Meu Deus, eu estou...
—GRAVIDA!
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