Toda Poderosa Swan-Mills

11 Delegacia,tombos e Cora


Notas iniciais
Oi gente linda! Desculpe a demora,com a volta da faculdade e trabalho junto,as vezes fica dificil postar com tanta frequencia... mas aqui estou eu de novo,com mais um capitulo para vocês! Por favor não me matem,e mais uma coisa como sempre confiem na titia aqui crianças! rs Ahhh não posso deixar de agradecer aos lindos comentários da leitora Modern Love,meu amor muito obrigada pelas lindas palavras,pelos elogios,enfim você me deixou toda boba e muito feliz! Esse capitulo dedico a você amore! bjos

Emma

—E o que vai fazer comigo prefeita? — falei maliciosa.

Regina rasgou minha blusa e os botões voaram pela delegacia,gemi com aquele ato, ela sorriu mordendo de leve o lábio inferior, beijou meu pescoço e foi descendo até meus seios,ela abocanhou meu seio direito,chupando e dando leves mordidas.

—Você é muita má! — falei gemando.

Ela olhou pra mim e se ajoelhou na minha frente.

—Você ainda não viu nada, xerife… — minha esposa tirou minha calça com a calcinha junto. Olhou pra mim, mais uma vez e sorriu travessa antes de abocanhar meu sexo com vontade.

—Isso Regina… — disse gemendo.

Ela me deu um tapa na coxa.

—E senhora prefeita, Swan! — naquela altura minha excitação era tão grande, que não senti nem a dor daquele tapa.

Ela continuou com a boca em meu sexo, me fazendo ficar cada vez mais molhada e excitada.

—Goza pra mim Xerife! -foi o que bastou pra me derramar na sua boca.

—Ahhhh que delícia! — falei ofegante. Regina se levantou e me beijou com desejo.

—Não vai me soltar? — falei entre os beijos. — Quero te tocar…

—Ainda não acabei querida… — Ela levou dois dedos a minha entrada, e sem esperar me penetrou.

Minha única reação foi gemer alto.

—Você é uma delicia xerife… — Regina falou no meu ouvido.

Quanto mais eu gemia, mas Regina aumentava o ritmo.

—Mais forte… — falei quase chegando ao ápice.

Algumas estocadas depois eu gozei nos seus dedos. Minhas pernas fraquejaram, se não tivesse presa na grade, ia de cara ao chão.

Regina me beijou e soltou minhas mãos.

Ela sorria sentada na mesa do xerife, como se esperasse ser atacada.

E foi exatamente o que fiz, me aproximei das suas pernas, e abri me encaixando no meio, fazendo sua saia subir.

Ela me olhou com luxúria, e já estava a ponto de gozar de novo só com aquele olhar.

—Você me deixa louca prefeita! — disse atacando seu pescoço.

Minha mão subiu pelas suas coxas, até chegar ao tecido da sua calcinha que estava bem molhada.

—Tão molhada…

—Anda logo Emma… — Sem fazer Regina esperar, tirei sua calcinha e com todo o tesa que estava enfiei dois dedos,fazendo minha esposa gemer alto.

A delegacia era preenchida pelos sons dos nossos gemidos. O nível de tesão era tão lato,que nem ligamos se alguém do lado de fora ia escutar alguma coisa.

Coloquei Regina no meu colo,e nos jogamos na pequena cama da cela.

—Ohh... Isso Xerife! – Levei minha língua até sua intimidade, e enquanto a chupava, enfiava cada vez mais rápido meus dedos dentro dela.Regina empurrava minha cabeça contra sua intimidade e gemia pedindo para não parar.

Mais algumas estocadas e minha esposa chegou ao ápice, falando meu nome.

Sai do meio das suas pernas, e me encaixei ao seu lado naquela pequena cama,Regina ainda arfava e sorria com os olhos fechados.

—Uau... – ela falou sorrindo.

—E ai gostou senhora prefeita? – perguntei beijando seu pescoço.

—Isso foi maravilhoso Emma... – Ficamos de frente uma para outra. – Só me responde uma coisa, como conseguiu a delegacia, pra essa loucura?

Sorri e lembrei como tive que encher o saco do primo, pra ele liberar a delegacia por algumas horas.

Flashback

—Qual é James, não custa nada!

—Emma sua doida, você parou para analisar o que esta me pedindo? – meu primo falou arqueando a sobrancelha.

—Só quero realizar uma fantasia da minha esposa, que mal há nisso! – disse como se fosse obvio.

—Eu acho ótimo você realizar as fantasias dela, só que não na minha delegacia!

Abaixei a cabeça bufando, mas ainda não ia desistir.

—Vai lá,o que você quer por esse favor? – Eu sabia, que James funcionava a base disso, era assim desde criança.

Ele sorriu de lado e parou um pouco para pensar.

—Emma...

—Fala logo James!

—Já que insiste, eu topo se você me emprestar a churrasqueira esse final de semana! – Filho da puta!

—Como sabe que comprei? – Já tinha uma leve desconfiança.

—David! – Claro tinha que ser meu irmão linguarudo.

—Ta vai! Eu empresto, mas só por um final de semana!

—Perfeito! – apertamos as mãos em sinal de acordo.

—Pega as chaves amanha à tarde comigo! – dei um largo sorriso.

—Yes! – quase pulei.

James riu e me virei para ir embora.

—Emma! – me chamou da sua mesa.

—Nada de transar na minha mesa!

—Fica tranquilo priminho! – pisquei e sai essa parte não podia prometer nada.

Voltando...

—Você sabe meu primo é o delegado, não foi difícil! – Regina gargalhou.

—Eu ainda me surpreendo! – disse rindo. Subiu em cima de mim e aquele fogo se ascendeu de novo.

—Espero que tenha parentes no gabinete do prefeito também... – Abri a boca surpresa, mas logo fui tomada pelos seus lábios.

Lauren

—Você é linda! – disse passando a mão pelo corpo de Amélia.

—Lauren isso foi...

— Incrível? Maravilhoso? Mágico? – disse sorrindo.

—Tudo isso e mais um pouco. – disse me beijando novamente.

—Será que podemos fazer de novo? – Amélia perguntou envergonhada. Sorri ao ver como minha namorada ficou vermelha.

—Quantas vezes você quiser... – Minhas mãos voltaram a tatear seu corpo, com cuidado e delicadeza, senti Amélia se arrepiar com meus toques e fechar os olhos. Não tinha visão mais bonita.

Desci meus beijos do seu pescoço ate seus seios, e minha namorada arfou e gemeu baixo.

—AMELIA! – Pulamos da cama correndo. Era a voz da tia Emma.

—Merda! Veste-se Lauren. — Amélia jogou as roupas na minha direção.

Me vesti correndo e aos tropeços vesti a calça,Amélia já estava vestida e ajeitava o cabelo.

—O que vamos fazer? – perguntei assustada. Já passavam das onze da noite, com certeza não tinha desculpa pra estar ali no quarto de Amélia.

—Filha esta aí em cima? – Tia Regina perguntou, e escutamos o barulho dos passos pela escada.

—Por ali Lauren! – Amélia apontou para a janela. – Desce pelo telhado, não é perigoso.

Sai pela janela e antes de descer dei um longo beijo na minha namorada.

—Eu amo você! – ela falou. Escutamos batidas na porta. – Agora vai! – desci o telhado, com todo o cuidado possível, pelo menos tentei... Virei o pé na beirada do telhado e fui de cara ao chão.

—Ai! – disse um pouco alto.

Avistei alguém da janela do quarto, e me escondi atrás da arvore. Me sentei no chão pra ver o estrago daquele tombo.Pernas funcionando perfeitamente,costelas no lugar,nenhum sinal de sangue,braços... – ai cacete! – praguejei baixo. – Meu braço direito não estava nada legal, mal consegui mover a mão.

Resolvi sair logo dali, antes que alguém me visse. Andei até em casa, e a dor só aumentava.

Abri a porta devagar, meu plano era ir direto para o meu quarto e tomar um remédio para dor, sem ninguém perceber minha saída... Posso dizer que foi inútil NE...

—Lauren! Onde você estava? – Minha mãe Ruby se aproximou e já pronta para dar uma bronca.

—O que houve com seu braço? – falou arregalando os olhos. Nessa hora minha outra mãe se aproximou.

—Lauren, olha esse braço! – Olhei para o meu braço, pra ver do que tanto a duas falavam assustadas.

E também arregalei meus olhos, meu pulso estava inchado, e não é um pouco era muito! Tinha um enorme roxo na parte de cima do braço, que com certeza foi na hora do tombo, já que cai em cima dele.

Sempre fui medrosa e desesperada com machucados, e nada mudou..

—Ai merda! – falei com lagrimas nos olhos.

—Ruby pega a chave do carro! – Tinker me levou para fora, e logo depois minha mãe chegou abrindo o carro e pisando fundo até o hospital.

—Onde você arrumou isso menina? – Tinker falou preocupada.

Desviei o olhar,na verdade naquela hora só queria que a dor passasse.

—Estava na casa de Amélia,não é? – Ruby falou rindo.

Fiz que sim com cabeça.

Tinker me olhou como se não entendesse algo.

—Querida, mas como se machucou assim? Caiu da escada? – não adiantava mais mentir.

—Não mãe, cai do telhado! – disse sem graça.

Minha mãe Ruby gargalhou no carro.

—Não vejo qual a graça Ruby! – Minha outra mãe disse irritada. – Porque não saiu pela porta? – Tinker falou como se fosse obvio.

Abaixei a cabeça de novo, não queria falar sobre isso com elas.

—Acho melhor falar filha – Ruby me encorajou.

—Ta bom... Eu estava no quarto de Amélia, ai tia Emma chegou chamando, nos assustamos e pra não ser pega àquela hora no quarto dela, sai pela janela! – disse sem encarar elas.

Minhas mães se entreolharam.

—Lauren,você e Amélia transaram? – Tinker perguntou bem direta.

—Ahh mãe, por favor, isso não! – disse resmungando.

—É obvio amor, senão a menina não tinha pulado a janela! – Ruby disse rindo. Minha outra mãe colocou a mão na boca e arregalou os olhos.

—Emma vai te matar! – falou brincando.

—Por isso ela pulou a janela, só não foi muito bem nessa parte... – chegamos ao hospital, e dei graças a Deus que aquele assunto tinha acabo, pelo menos naquele momento.

Fui logo atendida. E pra alegrar minha vida, ficaria 15 dias com o gesso no braço.

Voltamos pra casa, e tentei a todo custo me esconder para evitar mais perguntas.

—Lauren, volta aqui! – Tinker me chamou na sala. – Senta filha. – me apontou o outro sofá e fiquei de frente para as duas. – Ainda não falamos tão diretamente sobre isso,mas acho que esta na hora...

A tão temível conversa.

—Ah não... – comecei resmungando.

—Vamos falar sim! – Tinker disse seria.

Ruby ria fraco do seu lado, mas permanecia calada.

—Querida, você já é uma moça, e mesmo achando que ia ter essa conversa com você falando sobre o uso da camisinha... Acho melhor mudar o foco. – disse rindo.

Foi uma hora de conversa sobre sexo, responsabilidade...

—Posso ir agora? – disse sem graça.

—Acho que já falamos tudo Ruby. – minha mãe Tinker falou rindo.

—Sim, já a deixamos bem sem graça... – as duas gargalharam da minha cara.

—Que legal! Passei vergonha, quebrei o braço...

—Ah não fique assim,vai ser uma historia engraçada para contar para os seus filhos. – Tinker disse sorrindo, me abraçou e resolveu me envergonhar mais. – Meu bebe esta crescendo... – disse chorosa.

—Seu bebe, não é mais nenhum bebe, já esta fazendo sexo! – Ruby falou levando um tapa da minha outra mãe;

—Por isso peço tanto outro filho Ruby,Lauren daqui a pouco ta casando,saindo de casa...

—Não exagera mãe – disse rindo.

—Tinker esse papo de novo de bebe! – Ruby falou, e recebeu um olhar mortal da minha mãe.

As duas começaram uma discussão sobre bebes, família, inseminação e eu sai de fininho para o meu quarto.

Peguei o celular e tinha duas mensagens de Amélia,perguntando onde eu estava.

“Acabei de voltar do hospital L”

“O QUE HOUVE?”

Não demorou nada, e meu telefone tocou.

—Oi princesa

—Lauren, o que aconteceu?! – falou assustada.

—Eu cai do seu telhado, e dei um jeito no meu braço,nada demais,não se preocupe. – ela bufou

—Foi por isso que escutamos um barulho e alguém gritando...Minha mãe foi ate a janela e não viu ninguém..

—Eu me escondi e logo fui embora

—Desculpa, a culpa é minha – disse triste.

—Para com isso, eu que fui descuidada na hora de descer! E fora que não ia saber o que falar para a tia Emma. – Amélia deu uma risada.

—Nem eu! Ela entrou logo depois que você saiu pela janela. Lau me desculpa de novo.

—Já disse que você não tem culpa nenhuma, agora vamos dormir! Amanha cedo eu passo ai para irmos ao colégio.

—Ta bom... Vou dar muitos beijinhos no seu braço – disse rindo. – Boa noite amor.

—Boa noite! — estava com cara de boba apaixonada.

—Lau...

—Fala

—Foi maravilhoso! — Amélia riu no telefone e desligou.

Aquela noite eu dormi sonhando com ela.

Regina

Estávamos na mesa do café,quando Emma voltou com uma cara estranha.

—Que foi querida? – Olhei para Emma que olhava para Amélia.

—Ruby me contou que Lauren quebrou o braço ontem...

—Tadinha,como ela esta? – falei preocupada.

—Disse que bem... Você sabe como ela caiu Amélia? – Emma falava encarando nossa filha.

Amélia se engasgou com o suco.

—Não mamãe. – Nossa filha respondeu sem graça.

—Que coisa ontem escutei um barulho bem estranho no jardim da nossa casa... – Emma ia continuar falando quando a campainha da nossa casa tocou.

Amélia correu até a porta,em parte fugindo da mãe.

—Família voltei! – Mamãe apareceu na porta da sala, com duas malas e varias sacolas de presentes.

—Mãe! – andei ate ela abraçando forte. – Achei que não fosse mais voltar.

—Quase não voltei querida, os homens gregos são divinos. – disse rindo.

—Sogrinha! – Emma foi até minha mãe abraçando ela.

—Cheguei no momento certo,estou faminta! – Minha mãe se sentou a mesa com a gente. – Vamos me contem as novidades!

Passamos umas horas ali sentadas rindo e contando tudo que se passou naqueles dois meses.

—Então minha neta esta namorando uma menina, a linda Lauren! – disse sorrindo. – Minha filha quer ser mãe de novo, Elsa e Regina quase se mataram de novo! – Disse recapitulando.

—Mais ou menos isso... – Emma disse rindo.

Minha mãe olhou para Amélia,que estava um tanto sem graça.

—Não precisa ficar envergonhada querida, eu também fui lesbica nos anos 70 – disse rindo e eu arregalei os olhos.

—Mamãe!

—Me poupe Regina, estava separada do seu pai na época, e ia a muitas festas e nessas festas rolavam coisas e tinham pessoas interessantes... – Emma gargalhava do meu lado.

—Acho que ta bom mãe... Não preciso saber disso – Falei sem graça.

—Ah não! Por favor, Cora conta mais – Emma falou empolgada.

Olhei para minha esposa que logo parou de rir.

—O que quero dizer querida, é que o amor é belo em todas as suas formas, e eu te amo e quero que seja feliz com quem seu coração escolher. – Amélia levantou e abraçou a avo.

—A Grécia fez bem a você sogrinha. – Emma piscou para minha mãe.

—Agora vamos ao assunto de vocês – minha mãe puxou um cartão da sua carteira. – Essa aqui é a doutora Lívia Lopez,é uma das melhores medicas que conheço,e especialista em inseminação artificial,liguem para ela e marquem uma consulta. – entregou o cartão a Emma. – O consultório fica em NY,e a clinica dela é uma das melhores do país!

— Obrigada mamãe!

—Estão esperando o que para ligarem? – Cora sorriu para mim, e corri para o telefone.

Agendamos uma consulta para o sábado de manha, e acabei agendando para Tinker.

Emma estava um pouco mais empolgada, e sexta a noite seguimos as quatro ate NY.

Fizemos os exames necessários e voltamos na mesma tarde para Storybrooke,afinal nossas filhas ficaram com Cora,e isso era preocupante.O resultado sairá na segunda,e a doutora ficou de ligar para cada uma.

Ansiedade era o que me resumia.

Segunda de manha recebi uma ligação no meu celular, todos pararam de comer e olharam pra mim.

—Atende amor... – Emma me encorajou.

—Alo – falei nervosa.

—Regina,sou eu doutora Lívia.

—Oi doutora! Como esta?

Estou bem! Regina preciso que você e Emma, voltem aqui no meu consultório o quanto antes.— meu coração disparou.

—o que houve? – Emma me olhava preocupada.

—Melhor falar pessoalmente Regina...

Não deixei ela terminar.

—Por favor, doutora, o que houve? – insisti, ela suspirou e então falou.

—Regina, eu sinto muito, mas devido ao seu acidente, e as complicações no parto da sua filha.... Você não pode mais engravidar...

Não escutei o resto, simplesmente apaguei.

Notas finais
Bjos