Toda Poderosa!

45 Visitas e surpresas!


Notas iniciais
Oi amores! Sei que demorei,mas estava sem tempo,e acabei me dedicando mais a outra fic.Mas cá estou eu,com mais um capitulo! Sabado vou viajar e não sei se vou conseguir postar no período do carnaval :( Então prometo que amanha atualizo a fic pra vocês,não ficarem com muitas saudades rsrs Bjos

Regina

Para minha grande surpresa quem apareceu no hospital,foi minha mãe,que não via há muito tempo.

—Regina,querida! – ela tinha os olhos marejados.

—Mamãe?!

—Não reconhece mais a sua mãe menina! – falou me abraçando.

—Quem avisou a você? – só podia ter sido Emma ou Tinker.

—Sua “namorada” – falou com deboche.

—Vai começar dona Cora!

Ela bufou e se sentou na poltrona ao lado da cama.

—depois conversamos sobre isso,e você me explica direitinho,desde quando mudou de time.

—Depois nada, eu amo a Emma, tenho uma família com ela, e uma filha, então não me venha com seus preconceitos bobos, porque você não controla mais a minha vida. – disse irritada.

Ela me olhou assustada e depois abriu um sorriso.

“-Mamãe sorrindo, depois que desafiei ela é um milagre. – pensei.”

—Olha Regina,não quero brigar com você,não depois que quase a perdi,e se não fosse pela mulher lá fora,eu nem ia saber do acidente,e muito menos que ganhei uma neta,que por sinal é linda. – disse rindo. – Não vou dizer que concordo com essa situação, porque não acho certo, você merece o melhor querida, mas se ela esta te fazendo feliz, não vou me opor a nada, só peço que não me afaste mais. — ela disfarçou e limpou uma lagrima no canto do olho.

Eu não sabia o que falar, não sabia lidar com essa nova versão da Cora.

—Bem... Mamãe fico feliz que compreenda e não atrapalhe minha vida,e nunca afastei você dos seus netos,a senhora que se afastou depois que casei com Robin.

—Aquilo lá nunca valeu um centavo, ainda bem que se livrou dele. Entre o traste e a senhorita Swan,ainda prefiro a Swan. E alem do mais a garota até que é bonita. – disse sorrindo.

Sorri pra ela e a abracei. Ainda não estava acreditando nessa reação dela, mas também não ia ficar cutucando a fera.

—Já me interei do seu caso, vou ficar aqui no hospital com a senhoria Swan,acompanhado seu caso e o de Amélia.

—Obrigada mamãe!

—ah e sua irmã estará aqui logo.

—Você avisou a Zelena também? Mamãe ela é ocupada com o cargo dela no hospital de Londres, não devia ter feito isso.

—Regina ela é sua irmã, e se preocupa com você. Faz tempo que não nos juntamos, vai ser bom ter minhas meninas comigo de novo. – segurou em minha mão e sorriu. – Você logo vai sair daqui minha filha, eu prometo. – me beijou na testa e ficou comigo ate eu dormir.

Emma

Cheguei perto do quarto e vi Regina e Cora abraçadas, não entrei para não atrapalhar as duas. Sei que ela sente falta da mãe. Voltei pra sala de espera e resolvi pegar um café no refeitório, quando estava perto do elevador vi uma mulher loira correndo na minha direção

—Tinker?!

Ela se chocou contra mim e me abraçou chorando.

—Calma Tinker,Regina já esta fora de perigo e Amélia também,não precisa chorar vai.Fica calma. – Coloquei ela sentada. – Isso respira fundo.

Ruby estava vindo logo atrás, com duas malas nas mãos.

—amiga! – disse me abraçando. – Como elas estão?

—Agora fora de perigo, mas vão ficar um tempo aqui no hospital. –Olhei pra mala na mão de Ruby. –Vocês vieram direto pra cá suas loucas, porque não passarem lá em casa pra deixar as bolsas.

—Porque essa mulher ia enfartar se não viesse direto pra cá. – disse olhando para Tinker.

—Como você é insensível Ruby! – disse choramingando.

—Ei parem! Tinker,Cora esta com Regina agora,mas assim que ela sair você entra ok? E Ruby,assim que meu irmão chegar aqui você vai embora com ele,e deixa essas malas na minha casa.. – Tinker me interrompeu.

—Perai ai? A senhora das trevas, ta ai? – falou espantada.

—Senhora das trevas? – disse rindo.

—Era assim que chamávamos ela na faculdade, claro que Regina não sabe disso. A mulher é uma demônia Emma,coitada de vocês!

Eu e Ruby caímos na gargalhada.

—Podem rir depois não digam que não avisei!

—Bem Tinker,senhora das trevas ou não,parece que ela e Regina se entenderam,fora que a mulher quase chamou o Barack Obama aqui,pra ficar por dentro do caso de Regina e Amélia.

—Que belíssima sogra que foi arrumar Emm. – Ruby me deu tapinhas nas costas.

—Nada é perfeito, não é?! – Do nada Cora apareceu do nosso lado, e levamos um susto.

—Olha vejam só,se não é a senhorita desmiolada Stuart! – disse debochando de Tinker.

E naquele momento entendi o apelido dela. Eu e Ruby nos olhamos esperando a nossa vez.

—Quem é essa moça bonita? – falou olhando pra Ruby. –Qual das duas mal educadas vai me apresentar? – disse olhando pra mim e Tinker.

Tinker se levantou e foi para o lado de Ruby

—Essa é Ruby Luccas,minha esposa,senhora das trev... – ela parou na hora que percebeu do que ia chamar Cora. – Quer dizer Senhora Mills.

Cora estreitou os olhos para ela.

—Continua a mesma desmiolada de sempre. – se virou para Ruby – Muito prazer senhora Luccas. – apertou a mão de Ruby e voltou a olhar para Tinker. – Vejo que também entrou para o lado negro da força, senhora Stuart.Pelo menos as duas malucas,tem bom gosto. – disse olhando pra mim e Ruby. – Agora se me dão licença, vou tomar um café. – Se virou pra sair. – Ah mais uma coisa, senhorita Emma, minha filha deseja vê-la. – deu um sorrisinho sem graça e entrou no elevador.

Nós três soltamos a respiração.

—Nossa! – falou Ruby

—Eu avisei a vocês!

Olhei para as duas.

—Estão a fim de conhecer a afilhada de vocês?

As duas sorriram.

—Agora! – falaram juntas.

Levei as duas até o berçário, ficaram apaixonadas por Amélia,como todo mundo.Depois seguimos direto para o quarto de Regina.

Tinker entrou primeiro quase nos atropelando.

—Regina! Meu Deus! Fiquei com tanto medo! Como você esta? Não esta faltando nada NE? Porque não me ligou? Se você morresse Senhorita Mills,juro que te ressuscitava só pra te matar de novo.Não faça mais isso com a gente... – Regina colocou a mão na boca de Tinker.

—primeiro como ia te ligar se eu estava desacordada,segundo estou bem na medida do possível,logo estarei em casa com a minha família. – disse sorrindo pra mim. – E terceiro muito obrigada por terem vindo,vocês são as melhores amigas que alguém pode ter. – pegou a mão de Tinker e Ruby e sorriu pra elas.

—Viram minha mãe?

—ah já tivemos o prazer de cruzar com a matriarca Mills no corredor, que por um caso continua um doce de pessoa. – Eu Ruby não aguentamos e gargalhamos da cara de Tinker.

—ainda implicando com a minha mãe Tinker?

—Eu não, ela que insiste em me chamar de desmiolada. – falou irritada e dessa vez foi Regina que riu da sua cara.

—Vamos falar de algo melhor. – Regina estreitou os olhos para Tinker. – Conhecemos Amélia.

Ruby deu pulinhos de alegria.

—Ela é linda Regina! To doida pra segurar ela no colo.

—Eu então nem se fala. Amor poderia ver com a enfermeira quando vou poder ver minha filha? Pode mundo conhece Amélia menos eu. – disse cabisbaixa.

—Calma princesa, já já ela vai esta aqui com a gente. – me aproximei dela e dei um selinho carinhoso.

—Deus! Quem vai fazer a mudança?receber os moveis? montar o quarto de Amélia e dos meninos? – falou assustada.

—Nós! – falou Ruby animada.

—Não posso pedir isso a vocês, já largaram tudo em Boston para vir pra cá.

—Cala boca Emma, nos vamos e ponto final! – falou Ruby.

Regina sorriu pra mim e falou.

—Eu não vou recusar! Tinker sabe como quero o quarto de Amélia!

—Fiquem tranquilas, tudo vai estar perfeito!

Ficamos mais algum tempo conversando, e quando a hora da visita acabou levei Ruby e Tinker ate a porta do hospital.

—Ruby,toma a chave do apartamento,não tem ninguém lá,os meninos estão na fazenda.E todo de vocês.

—Não posso Emma,vovó me mata se não ficarmos com ela.

—Tem certeza? Qualquer coisa me avisem.

—pode deixar Emma! E vê se vai pra casa um pouco descansar você ta um caco. – falou Ruby.

—Também te amo amiga! – Elas pegaram um taxi e foram embora.

Voltei à sala de espera e dei de cara com Cora. Respirei fundo e sentei em um dos bancos.

—Eu não mordo senhorita Swan. – disse olhando pra mim.

Fiquei sem graça e falei.

—Me desculpe, só achei que queria ficar um pouco sozinha.

—Se quisesse ficar sozinha, não estaria dentro de um hospital. – Primeira patada.

Ri sem vontade e voltei minha atenção para outra coisa.

Alguns minutos se passaram até que ela falou de novo.

—Sabe Emma, eu nunca desejei isso pra Regina. – “la vamos nos – pensei” – Porém, vejo que gosta de verdade da minha filha.Não quero mais me afastar dela e dos meus netos,então para o bem deles,gostaria que nos tratássemos o melhor possível,prometo não implicar muito com você. – disse sorrindo.

“-Ela sabe sorrir – pensei.”

—Por mim tudo bem. – falei devolvendo o sorriso.

Voltamos ao silencio.

—Regina me disse que é advogada também?

—Sim. Tenho um pequeno escritório na minha cidade.

—Sempre quis que ela fosse medica, como eu e sua irmã. Mas ela gosta de me contrariar desde que nasceu. – falou sorrindo.

—Regina tem temperamento forte.

—Sim, como eu! Mas sua melhor parte puxou do pai.Henry era um bom pai. Depois da sua morte nos afastamos. – abaixou a cabeça triste.

—Entendo. Mas não precisa mais se afastar, nossa casa sempre estará de portas abertas para a avó dos nossos filhos. – falei sorrindo.

Ela me olhou espantada depois sorriu.

—Sei que deve estar pensando que sou realmente a senhora das trevas, como a desmiolada me chama.

Arregalei os olhos, merda ela escutou a conversa.

—Não se preocupe querida, sei que Tinker me chama assim, desde que ela e Regina estudavam juntas, só ela pensa que me engana.

Tive que rir.

—Desculpe senhora Mills.

—tudo bem, também ri muito da vez que descobri meu apelido. – falou sorrindo. – Estamos aqui pelo bem de duas pessoas que amamos então trégua? – disse estendendo a mão

—Trégua. – apertei sua mão de volta.

Ali selamos nossa paz, e foi paz mesmo, Cora me ajudou em tudo, me explicava os termos médicos que não entendia, e me ajudava com Amélia.

Ruby e Tinker arrumaram a casa nova, ainda não vi porque as duas falaram que seria uma surpresa para a nossa família.

Regina depois de um mês, enfim foi para o quarto e conheceu nossa filha.

—E aí pronta mamãe? – falei empurrando a cadeira de rodas ate o berçário.

—Sim. Vamos não aguento mais ficar sem minha filha.

Entramos no berçário, e Regina enfim segurou Amélia, que estava engordando e se desenvolvendo muito bem.

Regina só sabia chorar e sorrir a mesmo tempo, e eu não fique para trás, foi a maior emoção da minha vida, sem duvida nenhuma.

Regina recebeu visita de toda a família, e minha mãe não queria sair de perto de Amélia, o que gerou ciúmes em Cora.

Aos poucos sua memória do dia do acidente foi voltando, e todos os seus movimentos, mais um mês e ela iria para casa.

Cora deu um jeito de fazer com que Regina e Amélia saíssem no mesmo dia do hospital.

Levei Regina de cadeira de rodas até a porta do hospital, com Cora do meu lado.

—Vamos para casa amor. – Ela se levantou com Amélia em seu colo e segurou na minha mão.

Ali começaria minha vida com a mulher que eu amo.

Notas finais
bjos