Toby
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Boa Leitura!
Chapter 1:
Emma e Regina estavam em um relacionamento sério há alguns meses, e Emma já morava com ela e Henry, agora eles tinham mais um membro na família: Toby.
Toby era um labrador bege, esperto e brincalhão, tinha bastante pelo e era bem fofo. Regina estava na prefeitura trabalhando enquanto Henry e Emma davam banho no cão. Mas Regina não sabia disso, claro. E quando soubesse ia ficar bem enfurecida, pois eles estavam dando banho em Toby bem no meio da sala. Único lugar em que o cachorro ficou parado.
- Mamãe vai nos matar – disse Henry a mãe.
- Com certeza vai... Mas se conseguirmos terminar esse banho antes dela...
- CHEGUEI FAMÍLIA – avisou Regina ao entrar na casa pelos fundos.
Henry e Emma arregalaram os olhos e esperaram só ouvirem a bronca. Quando Regina entrou na sala tomou um susto.
- O QUE ESSE FEDORENTO TA FAZENDO AQUI NA MINHA SALA?????????
Henry e Emma ficaram calados e o cão fez uma cara bem fofa, mas mesmo assim Regina ficou brava.
- Estão de castigo. Os dois! Os três na verdade! – bronqueou Regina. – Não adiante se explicarem! Levem esse fedorento para fora, e limpem tudo isso!
- Mãe, mas precisamos terminar de dar banho nele – replicou Henry.
- Não! Vou ligar para o pet shop. – respondeu Regina respirando fundo.
Enquanto Emma e Henry limpavam a bagunça da sala Regina esperava o carinha do pet shop ir pegar Toby. Depois disso Regina entrou na casa e ajudou-os a terminar a faxina.
- Henry, dear, vá tomar um banho e venha jantar – pediu Emma ao filho.
O garotinho subiu as escadas e foi tomar banho, deixando as duas a sós. Emma não sabia se olhava para Regina e tentava se explicar ou se ficava calada. Resolveu não fazer nenhuma das duas.
- Eu também estou de castigo? – perguntou Emma.
- Sim!
- Qual será o meu castigo? – perguntou Emma fazendo beicinho.
Regina a olhou de olho a baixo e sorriu maliciosamente.
- Não! Isso não! – implorou Emma.
- Isso sim! Vai tomar banho. Vou fazer o jantar.
- Regi... Você pode até me bater, mas esse castigo não.
- Se continuar a fazer essa birra vai mesmo levar umas palmadas. Para Emma, ta parecendo uma criancinha com essa birra toda.
Emma não gostava de ser chamada de criancinha, ficava envergonhada, triste e com raiva.
- Não sou uma criancinha. – disse Emma firmemente.
- Mas age igual a uma – replicou Regina.
A loira se virou e subiu para o quarto. Ao entrar no quarto ela fechou a porta, pegou seu pijama e foi tomar banho. No meio do banho deixou algumas lágrimas caírem.
“Eu não sou uma criancinha! Eu já sou adulta! Já sou mãe! Por que ela fica falando isso? Tudo bem, eu entendo, às vezes sou irresponsável, mas não sou uma criancinha! Caramba! Eu a amo tanto, mas odeio quando ela me chama de bebê!” – pensava Emma.
Depois de uns minutos Emma saiu do banho, e vestiu o pijama. Ela foi no quarto do filho e viu o garoto com dificuldade de se trocar.
- Quer ajuda? – perguntou Emma.
- MÃE! Estou quase pelado!
- Desculpe, mas parece que você está meio enrolado com seu pijama.
- Bom... Talvez. – respondeu ele ficando envergonhado.
Emma se aproximou dele e ajudou ele a terminar de se trocar. Os dois desceram juntos e sentiram um delicioso cheiro de lasanha.
- Lasanha! – exclamou Henry correndo na mesa e se sentando na cadeira.
- Depois a gente vai conversar – disse Regina colocando a forma de lasanha em cima da mesa e servindo o filho. – Nós três.
Emma suspirou, se serviu e começou a jantar. Depois do jantar os três foram a sala e se sentaram ao sofá.
- Mãe me desculpe, aliás, nos desculpe, a gente só queria dar banho no Toby, e...
- Tudo bem Henry, vamos com calma. Ok? – disse Regina.
Ele assentiu e esperou ela falar algo.
- Estou brava com vocês, mas acho que peguei pesado. E peço desculpas, mas, nunca mais tentem dar banho no Toby. Ok?
- Ta – responderam os dois.
- Mas ainda estão de castigo!
- Ah — gemeu Henry chateado.
Eles ficaram se olhando por uns minutos e Henry saiu correndo para o quarto.
- Eu... Vou dormir. – informou Emma que ainda estava chateada.
A loira subiu as escadas e foi para o quarto. Ela escovou os dentes e se deitou na cama. Depois de uns minutos ela sentiu a morena deitar ao lado dela e a abraçou por trás.
- Em... – sussurrou sedutoramente em seu ouvido, depois pegou no seu seio direito.
Emma ficou calada e imóvel. Não ia dar esse gostinho a Regina.
- Em... Eu sei que você quer. – sussurrou de novo ao seu ouvido.
- Não posso, estou de castigo. – respondeu se fazendo de durona.
- Repensei sobre seu castigo. – replicou a morena.
- Mas sou criança, e criança não pode fazer isso.
- Larga mão de ser ruim e vem namorar comigo...
- Não quero Regina! – disse já em tom estressado – Você me magoa e depois quer vir assim, me tocando e tentando me seduzir!
Emma se levantou e foi para um lado do quarto e Regina se levantou e foi para o outro.
- Calma aí, você faz a bagunça toda na casa e eu que sou culpada? – perguntou ofendida.
- Olha, eu errei, okay? Mas você sabe que eu odeio quando me chama de criança, e me provoca. Às vezes eu tenho a impressão de que você não me ama, que só quer o meu sexo!
Regina viu o quanto a namorada havia ficado triste e repensou rapidamente sobre a situação.
- Não Em... Eu não quero só o seu sexo, eu quero você. Eu amo você.
- Então por que me chama de ‘criancinha’? Por que fica falando que eu sou irresponsável?
- Ah... Eu amo te irritar, te ver bravinha... Eu sei que meu jeito de amar é estranho, e diferente, mas eu amo você! Por favor, não vai embora.
- Não vou. Por que eu te amo. Mas não quero que me chame mais de criancinha.
- Não vou! Eu tentarei...
Emma fez biquinho e logo em seguida esse biquinho foi capturado por Regina que se aproximou dela e a beijou.
- Te amo – disse Regina.
- Ainda estou de castigo?
- Está... Mas repensei sobre o seu castigo.
- E qual será?
- Me dar prazer a hora em que eu quiser.
- Me gustou isso. – respondeu Emma fazendo cara de safadinha.
Notas finais
Beijos
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