Tobi S Girl
9 Malígna.
Notas iniciais
Então, aqui estou eu...! mais uma veez!!!
Eu fiquei um pouco triste com o que aconteceu capítulo passado >: Alguns de meus leitores sumiram e não mandaram reviews >:
Será que a fiction está se tornando chata? :(
Quero agradecer todos aqueles que me mandaram reviews e imploro que por favor continuem mandando, eu fico muuuito feliz mesmo!
.
Espero que gostem desse capítulo!
E goooommeeen! Os extras já estão quase prontos!
Desculpa mesmo atrasar, é que eu entrei em semana de testes/provas e realmente estou precisando estudar! D:
Kakuzu me olhava como se estivesse à procura de uma resposta racional que explicasse o motivo de eu ainda estar viva, pelo menos, depois de sua kunai envenenada ter entrado em contato com minha pele, perfurando-a e deixando que o veneno invadisse minha corrente sanguínea.
Minha franja ainda cobria meus olhos, impedindo-os de serem vistos.
- Então a garotinha cega estava usando um jutsu de substituição? – indagou nervoso e até mesmo um pouco surpreso.
- Não – respondi divertida – Sinceramente falando... Não. – mudei o tom de minha voz para mais ríspido.
Senti os olhos de Kakuzu pousarem em meus machucados que já estavam praticamente curados.
- Ande – ordenou ele – Fale logo o que fez, garota!
- Nada – abaixei ainda mais minha cabeça e me pus a fitar o chão – Não é minha culpa se venenos não funcionam em mim – murmurei mais para mim mesma do que para Kakuzu. – Então podemos começar? – perguntei animada pela resposta, mesmo já sabendo da mesma, afinal, nenhum ninja diria não a uma luta, certo?
- Garota, você sabe quem eu sou? – perguntou ele dando ênfase no “eu”.
Eu não sabia de onde ou quem era “Kakuzu”, mas por algum motivo, algo me dizia que ia ser uma boa luta. Eu sabia que Kakuzu era forte de massa muscular, por isso conclui que ele deveria ter mais afinidade com o elemento Doton (Elemento Terra), porém, sentia que ainda estava faltando algo.
Kakuzu não esperou por minha resposta por mais nenhum minuto, o mesmo já fazia movimentos com as mãos, deixando bem claro que a verdadeira luta começaria naquele momento.
Kin é só você se concentrar, se manter calma e de modo algum deixa-lo te ferir– meditei para mim mesma, precisava de qualquer modo ganhar aquela luta. Talvez se eu ganhasse aquela luta, me aceitariam como “amiga de Tobi” e talvez parassem de perturbá-lo por estar perto de mim.
Não demorou muito tempo para que eu sentisse algo atravessando meu abdômen e logo começando a sair sangue do mesmo.
Meu sangue...
Autora POV’s ON
A atmosfera mudou, tornando-se um pouco tensa e ao mesmo tempo sombria. Kin encontrava-se com a cabeça baixa enquanto levava suas mãos até seu abdômen, contornando misteriosamente as bordas de sua mais nova ferida.
- Perfeito – falou Kin com a voz um pouco mais diferente do que o normal.
Kin levantou a cabeça e se pôs a fitar Kakuzu que agora estava acompanhado de quatro criaturas negras, que possuíam como rosto, máscaras.
-Devo agradecê-lo! – falou soltando uma risada tímida, porém maldosa e logo abrindo um sorriso em seu rosto, deixando a mostra dentes afiados.
Kakuzu estremeceu com a visão, pela primeira vez, um sentimento de incerteza e medo tomou conta de seu corpo. Os cabelos de Kin pareciam labaredas de fogo, um fogo diferente, sua pele tornou-se mais pálida, demonstrando ser a pele de uma predadora, seu sorriso se tornou maligno, como o de uma criança que se corrompe tornando-se parte de algo perverso, porém, o que mais chamou a atenção de Kakuzu foram os olhos da garota a sua frente que eram vermelhos como sangue e brilhavam de desejo por matança, por mortes. Havia algo a mais em seus olhos que o mesmo não conseguiu identificar, talvez pelo fato de que nunca havia visto nada parecido antes, nada tão perverso e cheio de poder quanto aquilo.
“Sharingan? Rinnegan? Como isso é possível...?” – indagou o mesmo para si próprio, pensando nas consequências que sofreria lutando contra aquele poder jamais visto por ele antes.
Kin juntou suas mãos em um movimento invisível em olhos humanos e transformou sua expressão maligna em uma expressão de seriedade e concentração, porém seu sorriso continuou o mesmo.
A ferida de Kin havia se curado, deixando Kakuzu com um semblante surpreso e irritado.
Kin parou de se movimentar e ficou a espera de algum ataque vindo de seu oponente. Depois de alguns minutos, o primeiro ataque foi dado.
Alguns minutos depois*
Kakuzu continuava a atacar repetidamente com suas máscaras na direção de Kin, que desviava de todos os ataques com graça e agilidade.
Soltando um suspiro, parou de se movimentar.
- Creio que agora é minha vez, certo? – perguntou.
A mesma não esperou pela resposta, e sem mesmo ver seus movimentos, Kakuzu já era atingido por um chute em seu maxilar, jogando-o em direção a uma das paredes da sala da sede, entretanto, antes do mesmo entrar em colisão com a parede, Kin apareceu atrás do mesmo depositando outro chute em uma de suas costelas. Dando um mortal para trás, a mesma novamente parou de se movimentar e se pôs apenas a olhar sua presa que já se levantava e a olhava com uma expressão de ódio.
A mesma não pareceu gostar muito de seu olhar e logo tratou de se aproximar mais de seu oponente, pousando sua mão em seu pescoço.
- É bom se sentir preso, não é? – perguntou sarcasticamente enquanto apertava o pescoço de Kakuzu com força e o levantava para que pudessem ficar na mesma altura. – O gato comeu sua língua? – perguntou irônica, não esperando por uma resposta.
Jogando-o em outra parede, Kin alisou o cabelo com as mãos e tornou-se pensativa.
Machucado e cansado, porém sem alternativa, Kakuzu pensou em continuar com seus ataques, mas foi surpreendido pela garota que agora estava de costas para ele.
- Tudo bem! – falou colocando as mãos para o alto, em posição de rendimento – Chega de brincadeira – completou ela, olhando pelo canto de seus olhos, a figura de sua presa tornar-se mais aliviada – Brincadeirinha! – cantarolou, correndo novamente em direção a sua presa, porém desta vez, para acabar o que havia começado, já que havia cansado de brincar.
Em uma de suas mãos era realizada o rasengan e na outra, o chidori simultaneamente.
- O que está acontecendo aqui? – perguntou uma voz desconhecida por Kin, fazendo com que ela parasse seu ataque.
Kin POV’s ON
A pergunta ecoou em minha mente, e acabei acordando de sabe se lá onde. Percebi Kakuzu deitado no chão desacordado e alguns olhares em cima de mim.
Lembrei-me do momento em que uma das máscaras de Kakuzu, havia atingido meu abdômen com um de seus ataques de raio, mas estranhei não ter me lembrado do que aconteceu em seguida.
Balancei minha cabeça tentando me lembrar, e acabei percebendo que eu ainda estava sem minha faixa.
- Droga – murmurei baixinho, repreendendo-me mentalmente por ter esquecido onde eu havia colocado-a.
Notas finais
Acho que o pessoal já matou a charada!
Bjusss!!!!
Mereço reviews? >:
Fale com o autor