Titanic - A Garota Congelada

14 Epílogo - Narrado por Melissa Overight


Notas iniciais
Aqui está o epilogo! Agora sim a história terminou!
Obrigada por tudo e espero que gostem o mini-epílogo que eu fiz...
Boa Leitura!

13 de abril de 2020 — Residência dos Lyvey, Queens

Fazem sete anos, Jack vai fazer doze anos amanhã, minha filha, Madeleine, vai fazer um ano em três dias. Agora meu nome não é só Melissa Overight, meu nome é Melissa Overight Lyvey. Peter odeia ser chamado de Klavy, então finge que esse sobrenome não é dele, parece até uma criança. Jack agora também tem nosso sobrenome, como se realmente fosse nosso filho.

Madeleine, que está aprendendo a andar, está brincando com o irmão. Madeleine tem os cabelos castanhos escuros e os olhos verdes. A pequena lembra vagamente minha irmã mais nova, que morreu assim que "voltei a vida".

Peter está ao meu lado, ele agora é policial mas está de férias, depois de um bom tempo sem. As crianças estão aproveitando os últimos momentos aqui nessa casa, que era a antiga casa do falecido Philip, amanhã iremos nos mudar para o Brasil, onde mora a mãe de Peter. Vamos morar em São Paulo. Ainda estou tentando me acostumar com a ideia da mudança para outro país, vou ter que aprender a falar português, assim como Peter e Jack. Para Mad não vai ser tão difícil, afinal, ela ainda é pequena.

Peter herdou toda a fortuna de seu pai, mas não gastou quase nada até agora. Diz que não é certo usar um dinheiro que o pai dele ganhou de um modo ilegal.

–Mãe! Mãe! — Jack venho correndo em minha direção, com a pequena no colo.

–O que foi? Aconteceu alguma coisa? — perguntei preocupada.

–Fala pra ela, fala! Ma-mãe. Fala Mad, fala.

–Ma-mãe. — a pequena repetiu as palavras de Jack. Abri um sorriso que deve ser assustadoramente grande. — Ma-mãe. — ela fez como se estivesse pedindo meu colo, a peguei e sentei.

–Fala pa-pai. — Peter, que estava ao meu lado, falou para a pequena.

–Ma-mãe. — ela falou.

–Não, mamãe não! Pa-pai.

–Chak — ela falou, acho que querendo dizer Jack.

–Não! — Peter colocou a mão na testa. — Pa-pai. Jack não. Pa-pai.

–Ma-mãe.

–Mas que merda! Ela não fala papai! — eu ri com a reação de Peter.

–Meda. — ela falou e eu encarei Peter com uma cara de aniquiladora.

–É... Desculpa... Era para ela ter falado papai. — dei um tapa em seu ombro.

–Chak. — Mad falou olhando para o irmão. Coloquei-a no chão e ela foi engatinhando para o maior.

–E Peter! Ensinado palavra feia pra menina, onde já se viu? — falei, o olhando.

–Não foi minha intenção, eu juro! — ele falou, erguendo as mãos.

Nesse momento Katheryn, a mãe de Peter, entrou. Ela esta aqui para nos ajudar amanhã.

–Oi gente! Voltei. — ela falou.

–Meda. — a pequena Madeleine falou, ou quase gritou.

–Ai meu Deus! Quem ensinou isso para ela? — Katheryn perguntou com as mãos na cintura.

–Pa-pai. — Mad acabara de dedurar o próprio pai.

–Mas o que?! — Peter gritou — Eu desisto dessa vida! Minha própria filha me dedurando! — ele ergueu as mãos, em forma de rendição.

Agora é assim nossa vida. Sem medo de alguém vir e me sequestrar para fazer experiencias. Uma vida de uma família feliz e normal, ou quase normal...

Notas finais
Quero agradecer a todos que acompanharam a fic e ajudaram no andamento da mesma. Muito obrigada! Se não fosse por vocês, talvez eu não teria chegado até aqui...
Muito obrigada por tudo! Pelos comentários, principalmente! Agradeço a primeira recomendação que tive, eu sei que faz um tempo, mas enfim...
Quem quiser, recomende a história, por favor!
Obrigada por tudo, mais uma vez!
Beijos! o/o/
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!