Notas iniciais
YO! Aqui é o julio de novo! quero dizer que estou gostando muito de escrever esta fic, espero que vcs estejam gostando de lê-la. chega de lenga lenga e vamos pro capitulo né? pode rolar lá pra baixo agora u.u

Não era nem dez da manhã quando Magnus saiu do instituto direto para o laboratório de Arthur. Ele tinha pressa. Ele não havia conseguido dormir na noite anterior planejando e planejando. Tudo que ele precisava agora era libertar seus poderes. E por mais que irritante que aquele homem fosse, ele era a chave para tudo isso.

Ele não foi ao laboratório como seu alter ego Magneto, mas como Erik Magnus. Chegando no local desejado, ele olha para cima e lê sua fachada que está escrito: Laborarth. Ele entra por uma porta que dá a uma escada. Sobe seus aproximadamente trinta degraus divididos em dois lances, até chegar a uma porta de uma sala.

Ele bate na porta e em menos de dois minutos o Dr. Gates aparece. Ele usava seu jaleco branco e as únicas diferenças entre o dia anterior era que ele não fedia a álcool e suas bolsas nos olhos estavam maiores.

– Erik! Que bom que você veio. Entre! – disse Arthur com um certo brilho nos olhos.

– Pra você é Magnus, entendido? – Arthur assentiu com a cabeça freneticamente. Magnus via como aquele homem o admirava e quanto mais ele admirasse mais fácil de manipular. Entrando no laboratório Magnus não perde tempo e diz:

– Podemos começar?

– Sim, é claro. Só quero te deixar a par de algumas atualizações na minha pesquisa.

– Prossiga. – Falou Magnus enquanto Arthur abria uma simulação no seu computador.

– Veja – Arthur apontava para a tela do computador – Se você concentrar seus poderes nos centros de Níquel e Ferro da terra, você pode para a rotação Terrestre! E como eu já havia lhe dito antes, eletricidade e magnetismos são faces de uma mesma moeda. Se você gerar pulso elétricos de maneira calculada, pode fazer de qualquer pessoa uma marionete e controlar seus movimentos. Já que todas as nossas ações são geradas por esse tipo de pulso.

– Você está sendo de grande utilidade Arthur. – Magnus disse essa frase friamente, mas por dentro estava ansioso para conseguir liberar seus poderes.

Erik acompanhou o doutor até uma sala toda transparente e de vidro. Lá havia um ovo de avestruz. Magnus ficou sem entender e antes que ele pudesse ao menos questionar, Arthur foi dizendo:

– Imagine que essa sala é um aparelho de microondas. E você vai ser o magnetron, ou seja, o gerador das microondas. Concentre-se até explodir o ovo. Assim que conseguir fazer isso, passaremos para o próximo nível, e assim por diante.

Magneto, mesmo achando estranho, não hesitou em entrar na sala. Lá dentro ele estende a mão. Ele não tenta nada novo, apenas mandar seus poderes em direção ao ovo de uma forma mais densa. Não precisou de mais de trinta segundos para que o cérebro de Magnus entendesse o que ele queria, fazendo com que seus poderes gerassem as microondas naturalmente como se ele sempre tivesse feito aquilo. E então o ovo explodiu brutalmente, espalhando aquela gosma em toda a sala. Mas esta não atingiu Magnus.

Toda a gosma que foi em sua direção foi impedida pelos poderes de Magnus que agora funcionavam em sua totalidade. Uma mistura de clara e gema flutuava em frente a Magnus que controlava o diamgnetismo perfeitamente. Agora mesmo em materiais que se repeliam ao magnetismo ou que eram dificilmente atraídos, Magnus exercia o controle. Ele controlava a quantidade de energia lançada nas moléculas de agua presentes na gosma e fazia com que ela atendesse suas vontades.

Magnus se sentia novo. Se sentia magnifico. Sentia-se como se, literalmente, pudesse parar o mundo. Em seu cérebro todos os comados para suas extremas habilidades haviam sido destravados. Ele dirige o olhar para Arthur que está visivelmente empolgado. Magneto saiu da sala de vidro.

– Eu sabia! – disse Arthur. – Essa era a minha principal teoria. Seus poderes sempre estiveram no seu subconsciente, você só precisava expulsa-los.

– Você tem razão. – concordou Magnus – Parece que eu ouvi um click em meu cérebro e tudo fazia sentido. Eu podia fazer tudo aquilo que você me disse, e um pouco mais. Já que meu proposito aqui foi cumprido, hora de ir.

Magnus já havia saído da sala do doutor e estava em frente a escada. Quando Arthur vai até a porta e o chama.

– Sei o que você vai fazer agora! Deixe-me ser seu braço direito, ou seu humilde servo. Mutantes são o novo passo para a evolução e eu quero fazer parte desta revolução.

Magnus nunca tinha visto um humano que o compreendesse tão bem. Depois de ponderar disse:

– Tudo bem, Dr. Gates, você será um de meus comandantes. Mas como você sabia o que eu iria fazer a seguir?

O doutor ganha um ar mais sério. Como se não fosse mais o mesmo.

– Desde o momento que eu decidi te contar sobre seus poderes, sabia exatamente quais seriam seus próximos passos. E foi exatamente eles que me incentivaram a te encontrar e falar sobre suas habilidades.

Neste momento Magnus percebeu que seria muito difícil lidar com esse doutor, pois ele era alguém mais complexo do que ele imaginava. Arthur continuou a dizer:

– Entre aqui. Tenho um presente para lhe dar.

Arthur dá às costas a Magnus e nem espera que ele o acompanhe e já adentra de novo seu laboratório. Magnus o segue. O doutor abre um armário e tira uma caixa vermelha de dentro dele. Ele põe em cima da sua mesa com copa de vidro e diz:

– Abra.

Magnus retira a tampa vermelha da caixa. Dentro dela, ele vê um replica exata de seu uniforme. Só que ao invés do rubro, ele era negro com listras prateadas que faziam curvas como ondas por todo seu uniforme. E um capacete totalmente prateado chegando quase ao branco.

– Esse é um dos meus projetos pessoais. É uma cópia do seu uniforme feito de elxilium. Uma fibra que criei e que lhe ajudará a ter o controle exato de seus poderes. Funcionará com um GPS para os campos magnéticos gerados por você. Podendo guia-los com precisão.

Magneto a aceita. Ele sente aquilo como uma prova de honra entre servo e mestre, algo que provasse a lealdade de Arthur. Ele também percebeu que tinha evoluído, então devia demonstrar isso de uma forma explicita, a roupa ajudaria. Ele se trocou no banheiro do laboratório. E disse a Arthur:

– Vou ao instituto recrutar alguns mutantes, mas preciso de um bom argumento para faze-los deixar Charles e me seguir.

Arthur então diz:

– Eu tenho o argumento perfeito.

Notas finais
E aí gostaram? qual será este misterioso argumento? e o visual do magnus, gostou? Aguardo todas as respostas, perguntas e etc nos reviews