Till Death Do Us Part

1 Era uma vez...


Sabe eu aprendi que a vida não pode ser perfeita e se por um segundo ela é sempre tem algo para acabar com a sua felicidade e eu infelizmente aprendi isso na pratica. Minha vida era perfeita eu tinha o amor da minha vida ao meu lado, ele foi a minha primeira paixão e por alguns meses — de felicidade — eu acreditei que ele foi a primeira pessoa que me amou, mas eu estava errada e eu devia saber disse, por que quem se apaixonaria por mim? O que eu tenho de especial? Beleza? Isso todo mundo tem o que poucos tem é alguém ao seu lado que te ame de verdade.

A dois meses atraz eu tinha um namorado, que me levava para jantar, que me ligava toda noite e antes de desligar o telefone dizia um "Eu te amo" que me deixava totalmente derretida e perdidamente apaixonada, então em um dia decidimos ir a uma festa quando chegamos lá ele pediu para mim buscar uma bebida para ele eu juntei nossos labios e fui quando voltei ele estava conversando com o amigo babaca dele, eles não me viram e sem querer eu escutei uma parte da conversa dele o amigo idiota disse "Até quando você vai engana-la?" nesse momento eu senti uma facada em meu coração e para acabar de me matar ele disse "Daqui uns dias só estou esperando a gente transar!" nesse momento as lagrimas foram escorrendo sem que eu possa controlar, minha pernas estavam tremendo, e eu já estava sentada no chão sem força alguma para levantar por mais que eu tentasse eu não conseguia, eu não conseguia fazer nada levantar, parar de chorar muito menos respirar. Engoli seco e consegui puxar o ar com muita dificuldade, me levantei finalmente, sai da boate e entrei no meu carro, eu sabia que não estava em condições de dirigir, mas eu também não podia ficar ali, liguei o carro e o condusi com todas as forças que ainda restavam em mim, mas infelizmente elas não foram o suficiente eu não consegui freiar o carro e passei no sinal vermelho um carro bateu com muita força bem do meu lado e isso foi a ultima coisa que me lembro antes de vir parar aqui, no hospital.

Por mais que eu fizesse força não conseguia abrir os meus olhos, tentei novamente e com muito custo consegui abrir parte dele, o sol que batia diretamente neles estavão me segando.

–Ei você está bem? — Um menino com cabelos loiros, olhos azuis e pele clara que apareceu de algum lugar e não me pergunte de onde por que eu ainda estou tentando descobrir

–Não, fecha a cortina! — Falei com muito esforça e digamos que eu disse muito baixo e um tanto quanto enbolado e ele me olhou sem entender nada. — A cortina, fecha! — Falei um pouco mais alto e ele entendeu, assim que o sol saiu do meu rosto consegui abrir meus olhos.

–Está me ouvindo? — O menino perguntou e eu apenas assenti — Não sai daí vou chamar o médico! — Ele disse saiu em seguida

Ele é um pouco retardado já deu para perceber, ele disse pra mim não sair daqui, mesmo se eu quizesse eu não consigo, mal consigo abrir os olhos quem diria andar! Logo ele voltou acompanhado de um homem com cabelos pretos e alguns fios grisalhos, ele usava um jaleco branco o que deixou claro que era o médico.

-Olá senhorita Mary, está sentindo dor em algum lugar? — Ele disse enquando apertava meu pulso provavelmente para verificar a minha pulsação.

Eu assenti respondendo a sua pergunta, ele colocou a mão sobre minha testa e sua expressão era um tanto quanto séria demais.

-Onde está sentindo dor? — O médico perguntou

-Nas pernas, no meu braço esquerdo e muita dor na cabeça! — Falei com um pouco de dificuldade.

-Ok, vou dar alguns remedios para tirar as dores e daqui algumas horas vamos fazer alguns exames, agora não faça força e descance. — Ele disse e eu apenas assenti com a cabeça. — Ah senhor Niall é melhor você ficar aqui caso aconteça algo. — Ele disse e saiu logo em seguida

-O que aconteceu? — Perguntei confusa olhando para o "Niall" eu não conseguia ver direito estava tudo embaçado.

-Você atravessou o sinal vermelho e meu amigo bateu no seu carro bem aonde você estava, na hora você desmaiou, eu estava com ele no carro sai correndo te tirei de lá e te trouxe para cá! — Ele disse todo meigo

-Bom obrigada e desculpa eu não estava bem, a quanto tempo eu estou aqui? — Perguntei

-A duas semanas! — Ele disse e eu arregalei os olhos.

Como assim eu estou desacordada a duas semanas? Não pode ser, parece que eu sofri o acidente ontem.

-UAL e por que você tá aqui? Quer dizer qualquer outra pessoa me largaria no hospital e ainda ia chamar a policia pra me dar uma multa e uma bronca. — Falei tentando reconhece-lo eu já tinha o visto em algum lugar, mas a minha vista ainda estava embaçada e ele estava um pouco longe

-Por que eu não sou qualquer pessoa, eu percebi que você não estava bem seus olhos estavam inchados, provavelmente estava chorando. E sem falar que você precisava de alguém para dormir aqui e o hospital descobriu que você mora sozinha aqui e os pais já morreram.- Ele disse extremamente fofo.

-Quer dizer que você dormiu nessa poltrona extremamente desconfortavel todos os dias para fazer compania a uma menina que provoucou um acidente e é totalmente desconhecida? — Falei rindo

-É parece que sim. — Ele disse e eu sorri

-Chega mais perto por favor? — Falei e ele se aproximou assim que chegou mais perto de mim eu o reconheci ele é da boy band One Direction eu não sou fã, mas curto bastante. — Agora eu sei de onde eu te conheço. — Falei rindo e ele sorriu

-É fã? — Ele perguntou

-Não, mas curto muito as músicas. Sabe eu tenho que conhecer várias bandas é que eu trabalho em uma revista eu tenho uma coluna onde falo sobre os futuros sucessos, e vocês já estiveram por lá! — Falei sorridente

-Sério? Que legal, é bom saber que somos considerados futuros sucessos. — Ele disse meio sem graça

-Não vocês não são considerados futuros sucessos, vocês agora SÃO um sucesso, vocês estão por toda parte aqui em Londres e em todo o mundo, One Direction já é uma mania em todos os lugares. Ah e a proposito parabéns, vocês são otimos. — Falei meio envergonhada

-Ah obrigada! — Ele disse sorrindo

Alguém bate na porta e Niall vai abrir para ver quem era. Era um enfermeira provavelmente veio trazer os remedios para dor.

-Licença, Mary você tem que tomar esses remedios eles diminuiram a sua dor! — Ela disse me entregando dois comprimidos e um copo com água, eu peguei e tomei rapidamente e entreguei o copo para a enfermeira. — Ah outra coisa, tem um moço chamado Tyler querendo te ver, deixo ele entrar? — Ela perguntou e nesse momento eu congelei e senti uma lagrima rolar pela minha face e tudo o que aconteceu aquela noite passou pela minha cabeça.

-Não, não deixe ele entrar! — Falei segurando o choro

-Tudo bem! — Ela disse e saiu em seguida

-Está tudo bem? — Niall perguntou

-Não, o pior que não está, mas eu não quero falar disso agora. Tudo bem? — Perguntei e ele assentiu.

Ficamos conversando por uma hora mais ou menos, ele me fazia rir só de olhar para ele, ele me fazia bem e eu ainda não acreditava que ele estava fazendo aquilo tudo por mim, na minha vida as únicas pessoas que se preocupavam comigo eram os meus pais e em um maldito dia em que eles sairam para jantar na casa de uma amiga da mamãe eles sofrem um acidente e morrem, e entrão meu mundo desaba, quando isso aconteceu eu já morava em londres, fazia faculdade de jornalismo, eles estavam muito orgulhosos de mim e eu estava feliz e entã acontece isso. Não faz muito tempo que isso aconteceu foi a um ano, talvez para vocês parecem muito, mas não é eu ainda sinto a falta deles na verdade eu sempre vou sentir, mas com o tempo esse buraco no meu coração vai se sicatrisando.

Bom agora eu tenho que me preocupar em sicatrizar outra parte dele, a parte que Tyler fez questão de quebras em milhões de pedaços e só o tempo pode montar novamente.

Notas finais
Então gente eu quis deixar um suspense tá? Mentira minha mãe mandou eu desligar o pc shahsahsa amanhã eu posto mais! Beijoos