Tigers
16 Revelações
Notas iniciais
Estou em processo de mudança de residência... reformas... e tudo isso ta tomando um tempo do car****.
Devido a isso mudarei o dia de postagem para segunda-feira (mudarei logo no perfil)
Desculpas novamente e espero que esse cap agrade.
Boa leitura!
Um novo anoitecer está para começar e Akishiba aproveita os últimos raios de sol socando a mesma pedra.
Akishiba – Peço desculpas por esfriar minha mente aqui enquanto você descansa. Eu só consigo organizar meus pensamentos assim. Espero que não se importe. Aposto que nem você sabe como isso aconteceu e mesmo ele querendo seguir por esse caminho é impossível. Acho que você ficará nervosa por isso, mas será mais fácil para ele aceitar o que aconteceu do que causar uma perda maior. (olhando o túmulo ao lado) Peço desculpas por isso também Nakixa, mas irei seguir seus ensinamentos e dizer: seu filho não pode ser um Tiger.
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Deitada em uma cama feita de folhas brancas, Lysa é tratada por alguns membros da Eren e recebe a visita de Geixa.
Geixa – Como está se sentindo Lysa?
Lysa – Melhor.
Geixa – Seu corpo não diz isso. Você não comeu nada desde que chegou aqui.
Lysa – Eu conheço meu corpo e se caso sentir fome eu aviso.
Satir – Escuta aqui garota! Quem você pensa que é para-
Geixa – Não precisa disso Satir.
Satir – Mas Enishi-
Geixa – Nos avise se precisar de algo.
Ela se levanta e, junto de Satir, segue até a saída da Eren.
Satir – Garota petulante! Ela não deve falar assim com quem se preocupa com ela.
Geixa – Nesta posição creio que qualquer um ficaria assim: ela em segurança e um ente querido correndo perigo.
Satir – O que?
Geixa – A irmã dela ficou em nosso mundo e não sabemos como ela está, mas está em mais perigo do que nós.
Satir – Eu… não sabia disso.
Geixa – Ela é uma boa garota. De tempo a ela e logo as coisas vão se alinhar. Peço que a ajude Satir.
Satir – Pode contar comigo Enishi. Comigo e com todas da Eren.
Geixa – Estarei no hall de Vossa Grisma se algo acontecer.
Satir – Sim.
Satir volta para a sala e fecha a porta.
Geixa – Tempo? Será que é isso? Se “tempo” é a resposta, o quanto dele você precisará Mikke?
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Mais cedo naquele dia…
Lika – Não pode… não pode ser.
Akishiba – Droga. Me desculpe Lika. Eu não queria te contar, mas eu achei que sabia disso. Droga!
Janessa – Gashi Nakashiro! Erigashi!
Akishiba – Isso não pode continuar.
Lika – O que vai fazer?
Akishiba – Vamos andando. (passa por ela)
Lika – (o segura pelo braço) Ele é meu irmão Erigashi. É a única família que me sobrou.
Akishiba – A decisão não será minha.
Ele se solta e segue para a sala. Lika procura forças para mover suas pernas que ficaram paralisadas e lentamente o segue. Na sala uma quarta cadeira ao lado de Geixa está Akishiba e Mikke apenas observa ao lado de Elie.
Geixa -… e esse foi o motivo que nos trouxe aqui. Eu não o vi, mas a principio vamos considerar o seu retorno.
Akishiba – Como já era de se esperar, o banimento, que há 10 anos fora conjurado por Jinco, se desfez. Precisamos nos preparar, pois a qualquer momento podemos sofrer uma investida de Venks Dregon.
Geixa – Acredito que todos receberam o treinamento que eu impus, mas não creio que estejam preparados para algo como Venks Dregon ou até mesmo seus lacaios.
Janessa – Mas alertar a todos sobre algo que pode ou não acontecer seria uma preocupação para todos de Sairati. Medo é algo que não devemos espalhar.
Akishiba – Não é sobre “medo” que estou falando, mas sobre a vida de todos em Sairati e proteção deles.
Janessa – Sobre proteção: temos homens e mulheres treinados por nossa Enishi capazes de proteger os moradores de ameaças iguais a Lua dos Duzentos. Temos Enishi Sigren que nos dará suporte se necessário. Temos Gashi Nakashiro aqui ao lado com seu Presente Sagrado: o Grito dos Ventos. Temos você Erigashi com os seus dois Presentes Sagrados: o Erguer das Plantas e a Rigidez da Terra.
Lika – Ah?
Mikke – ‘Dois?’
Janessa – E se for necessário eu, Grisma Omura, também defenderei nosso povo com o Presente Sagrado que me foi concedido por Enishi Sigren: a Dadiva dos Raios.
Mikke – ‘Ela também?’
Janessa – E não nos esqueçamos do Andarilho sem Nome com o Orgulho do Gelo ao qual sempre aparece nesses momentos.
Geixa – Se tratarmos de poder posso dizer com certeza que temos mais do que a última batalha contra Venks Dregon. Vocês três estão mais poderosos do que nós éramos e podemos contar até com o recém-chegado Mikke com seu Presente Sagrado.
Akishiba – Enishi Sigren. Vossa Grisma. Eu gostaria que esse assunto não fosse cogitado.
Mikke – O que?
Akishiba – E para o melhor andar destes assuntos que não fosse considerado uma opção.
Mikke – Como assim “para o melhor andar desse assunto”?
Lika – Quieto Mikke.
Mikke – Quieto? Como quer que eu fique quieto depois dessa?
Geixa – Erigashi. Explique o porquê de sua opinião sobre esse garoto.
Akishiba – Não é somente com o garoto, mas sim com seu Presente Sagrado: a Selvageria do Fogo. O controle de suas emoções é imprescindível para dominar a energia que flui do Presente Sagrado e isso é algo que esse garoto não tem.
Mikke — Maldito!
Janessa - Continue.
Akishiba – Por isso, Vossa Grisma, se a utilização da Selvageria do Fogo for necessária eu solicito, o quanto antes, a transfusão da mesma para um usuário mais capacitado.
Mikke – "Mais capacitado"?
Akishiba – Isso mesmo.
Mikke – Quem é você para saber do que sou capaz?
Akishiba – Para você não sou ninguém. Para meus companheiros de Sairati, direi sem pensar: sou alguém que acredita que a segurança de todos é mais importante… do que as promessas feitas a um cadáver.
Lika – FRANCESCO!
Mikke – (fecha e aperta os punhos)
Geixa – Erigashi Akishiba-
Lika – MIKKE!
Surpreendendo a todos Mikke aparece diante de Akishiba pronto para acertar-lhe um soco em seu rosto, mas o mesmo é detido pelo pulso e jogado de costas ao chão. Akishiba o vira, o segura, o ergue pela nuca e abre seus fechados olhos.
Akishiba – Olhem. Isso confirma o que eu disse.
Mikke – (a íris de seus olhos e as veias em sua volta estavam negras)
Akishiba – Uma mera provocação o fez perder completamente o controle de seu corpo e mente. O Jintsugari do Fogo o domina sem nenhum esforço. (jogando-o novamente no chão)
Lika – Pare! Pare com isso Francesco! (corre para ajudar o irmão)
Geixa – Ele foi...
Akishiba – Depois de dominada, a mente dessa pessoa é trocada pela mente do Jintsugari. Essa troca afeta tanto seu corpo quanto sua memória.
Mikke – Meu corpo. Ai! O que (seus olhos estão normais)… aconteceu?
Lika – Você não lembra?
Akishiba – Os únicos meios de se parar alguém que tenha sido dominado pelo Jintsugari são: Nocauteando-o, tal como fiz, ou...
Mikke – (olha para Akishiba)
Akishiba –… por Supressão Espiritual quando os sacerdotes da Gashi se unem e juntos neutralizam o poder do Jintsugari (olha para Mikke) tal como fora feito.
Mikke – O que disse? (relembra de quando estava na sala)
Geixa – Pare já com isso Erigashi.
Akishiba – Peço-lhe desculpas Enishi, mas dentro desta sala somente acatarei ordens de Vossa Grisma.
Geixa – Vossa Grisma. Peço que interrompa esta-
Janessa – Não.
Geixa – Mikke e Lika são moradores de Sairati e como defensora deles eu-
Janessa – É algo além de defendê-los Enishi. (olha para Mikke) Isso deveria ser contado cedo ou tarde.
Mikke – O que eu-
Akishiba – Aproveitando-se do descontrole de suas emoções o Jintsugari corrompeu o equilíbrio de seu corpo e o controla livremente revelando sua natureza quando a emoção que mais o atrai explode: a fúria.
Mikke – Fúria?
Akishiba – Não sei dizer com clareza, mas em todas as vezes que o Jintsugari dominou sua mente você estava em fúria. Disso eu posso arriscar em dizer que você se lembra. Isso alimentou a natureza "Selvagem" do Presente Sagrado e, através do seu corpo, fez o que você inconscientemente queria fazer. Você… matou três pessoas naquele dia.
Mikke — (arregala os olhos)
Todos dentro da sala se espantam. Mikke se apoia pelos joelhos e logo se levanta.
Mikke – Do que você está falando? Eu não matei ninguém!
Akishiba – Do que você se lembra? Lembra-se de algo? Do rugir de uma fera? Algum sonho?
Lika — Ah?
Mikke – S-sonho?
Akishiba – Ou pesadelo? Daqueles que você sente em seu corpo cada pedaço dele. Que fora "real demais".
Mikke – Eu- (relembra de seu pesadelo, sente uma pontada e leva a mão até a testa)
Akishiba – Se lembra de ter dilacerado um jovem?
Mikke – N-não.
Akishiba – Se lembra de ter desfigurado o rosto e quase arrancado o pescoço de um senhor?
Geixa – O que?
Mikke – NÃO! Eu nunca-
Akishiba – Ou de ter atravessado seu braço direito no coração de uma jovem?
Lika – (lembra do surto que Mikke dera ao falar desse sonho)
Geixa – Isso (olha para Janessa) aconteceu?
Janessa – (olha para Mikke sem uma expressão clara em seu rosto)
Geixa – ‘Droga.'
Lika – É mentira. Tem que ser mentira. Isso não pode ser verdade!
Geixa – Você sabia disso?
Janessa – Sim.
Lika – Por que não nos disse nada Janessa?
Janessa – Como o próprio Loritai disse ele não é um assassino, pois não foi algo que ele quis fazer.
Mikke – Não. Eu não fiz isso. Foi um sonho. Foi só um sonho. Eu não posso ter feito isso. (se ajoelha) Eu… matei? Não posso ter matado alguém. Não posso… não-
Perdendo o foco de sua visão, Mikke pende para o lado e desmaia.
Lika – Mikke
Akishiba – Após tudo isso, peço que levem em conta a minha requisição. Para que não corramos mais perigo, e que o mesmo não ocorra com ele, devemos retirar seu Presente Sagrado. Não devemos arriscar mais a segurança das pessoas de Sairati.
Janessa – Como Grisma eu aprovo sua requisição.
Akishiba – Obrigado Vossa Grisma.
Janessa – Porém a transferência do Presente Sagrado só pode ocorrer em dois casos: o atual portador transferi-lo para o novo usuário ante sua aceitação; ou extraído pelo feitiço Takeki. Portanto precisaremos do Grande Loritai para isso.
Akishiba – Então vamos até o Grande Loritai.
Janessa – Ele está dormindo e só acordará daqui a quatorze dias.
Akishiba – O que?
Janessa – Ele utilizou o feitiço Takeki três vezes em um único dia e esgotou suas forças.
Akishiba – Droga.
Janessa – Aceitarei a primeira opção, mas como vimos hoje, ele não tem qualquer controle sobre o Presente Sagrado e aposto que não saberá como transferi-lo. Sendo assim… ele precisa ser treinado.
Akishiba – Treino? Você quer ensinar um assassino a usar uma arma?
Janessa – Você o treinará.
Akishiba – Me recuso.
Geixa – Foi uma ordem da Grisma, Erigashi. Esteja pronto para perder seu status ao recusar uma ordem dela.
Akishiba – (olha para Mikke)
Janessa – Ensine somente o necessário para transferir o Presente Sagrado e nada mais.
Akishiba – Posso pensar sobre minha decisão?
Janessa – Esperarei sua resposta até o próximo amanhecer. Até lá o leve para a sala do Ganeshi. Ele ficará em observação. Elie?
Elie – Sim?
Janessa – Acompanhe Lika até a Eren.
Elie – Sim Grisma.
Lika – Me deixe ficar perto dele.
Geixa – A sala do Ganeshi não comporta visitantes.
Lika – Por favor, Janessa. Deixe-me… ficar perto do meu irmão.
Janessa – Tudo bem.
Geixa – Vossa Grisma?
Janessa – Falarei diretamente com Ganeshi Akato sobre isso.
Lika – Obrigada Janessa.
Janessa – Algo mais a ser tratado nesta audiência?
Akishiba – Sim Vossa Grisma, mas se possível quero tratar deste assunto somente com você e com Enishi Sigren.
Janessa – Enishi?
Geixa – De acordo.
Janessa – Leve-o e retorne o quanto antes para sanarmos este assunto.
Akishiba – Sim.
Janessa – Acompanhe-os Elie e diga ao Ganeshi Akato que logo falarei com ele.
Elie – Sim.
Chegando perto de Mikke, Akishiba encara Lika com pesar em seus olhos, o pega e o joga nos ombros. Segue para fora da sala junto de Elie e Lika. Sozinha com Janessa, Geixa joga as mãos sobre a mesa e levanta de sua cadeira.
Geixa – O que diabos aconteceu aqui?
Janessa – (leva as mãos até a testa)
Geixa – A princípio como ele conseguiu a Selvageria do Fogo? Isso é impossível. Nada do que sabemos explicaria isso.
Janessa – Creio que só o Grande Loritai poderia nos explicar.
Geixa – Não conseguirei esperar que ele retorne. Irei até a sala do Kuroshi ver se descubro algo nas antigas escrituras.
Janessa – Não existe nada lá.
Geixa – Como sabe?
Janessa – Eu li duas vezes cada uma das mil escrituras em sua sala.
Geixa – Não tem… nada?
Janessa – Não existe nada que explique um Presente Sagrado ser passado sem o feitiço Takeki ou que o dono ofereça e o futuro dono aceite. É muito estranho.
– Vossa Grisma. Enishi Sigren.
Janessa – Algum problema Behina?
Behina – Nenhum. Ganeshi Akato pediu que eu viesse aqui para-
Janessa – Eu autorizei Elie a usar meu nome para informa-lo que logo falarei com ele.
Behina – Ela informou sobre isso, mas é sobre outro assunto de que vim tratar.
Janessa – O que seria?
Behina – Eu não entendi, mas ele disse para repetir para vocês que vocês entenderiam. Ele disse: “- Diga a elas que a Alma dos Pântanos retornou.”
Ouvindo essas palavras Janessa, junto de Geixa, rapidamente se levanta e segue para a sala do Ganeshi.
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Meretish – Temos febre alta, vários ferimentos na região das costelas e o punho quebrado.
Rati – Vamos primeiro eliminar a febre. Fanieris.
Meretish – Sim Ganeshi.
– Fanieris? Isso não é uma febre por intoxicação ou algo do tipo. Não vai funcionar.
Rati – T-tem razão. Sendo assim traga um Ita.
– ITA?! Ele não tem nada em seu corpo que precisa ser tirado pela Lágrima de Gimal e a camada em volta do pelo de Gauri deixaria seus ossos mais fracos. Você quer deixa-lo sem ossos?
Rati – Então… o Genki?
– GENKI?! COMO AS PESQUISAS DESSE LUGAR SE TORNARAM TÃO RELAPSAS?! Ele está com os ossos da mão dilacerados e no mínimo três costelas quebradas e perfurando seus órgãos! Não podemos simplesmente curar suas feridas e esperar que os ossos voltem para os lugares sozinhos. Meretish!
Meretish – SIM!
– Preciso de Saliuri. O suficiente para três pessoas.
Meretish – Agora mesmo. (e parte)
– CHAME TAMBÉM O ATUAL KUROSHI!
Meretish – SIM!
Rati – Três pessoas?
– Isso mesmo. Uma para esse garoto e as outras para as duas garotas que estão aqui.
Rati – Por quê?
– Olhe atrás de suas orelhas.
Rati – Estão roxas. Atail.
– Isso mesmo. Atail. O Dyuto foi feito para anular esse efeito do Genki.
Rati – Eu não sabia disso.
– O Genki cura rapidamente os ferimentos na pele, mas não pode reconstituir os ossos quebrados ou o sangue perdido. O corpo se cura, mas essa pequena “bomba relógio” se instala nele: o Atail. Em duas horas o corpo fica pesado. Em quatro horas todos os nutrientes do seu corpo começam a se esvair. Na quinta hora… já não há mais nada que possa ser feito.
– Lembro-me quando o Genki começou a ser usado e da quantidade de companheiros que perdemos.
Uma pessoa trajando um manto negro com uma lâmina dourada em seu ombro direito entra na sala do Ganeshi.
Nizuka – Pedi para trazerem o atual Kuroshi e não o primeiro.
Meliano – Devo dizer que sou o atual, primeiro e, até o momento, o único. Você é um brilho em minha vida escura Nizuka.
Akishiba – Eles estão lá dentro como pediu Ganeshi- Kuroshi Meliano.
Meliano – Sei que minha inesperada aparição lhe espantou, mas-
Nizuka – Não podemos perder mais tempo. Preciso de um favor Kuroshi.
Meliano – O que uma velha amiga precisa?
Nizuka – Suas pesquisas de Reparação de Ossos.
Rati – Reparação de Ossos?
Meliano – Me desculpe, mas eu não tenho autorização para usar esse tipo de pesquisa.
Nizuka – Você quer tentar mentir… pra mim Amakisho?
Akishiba – “Amakisho”?
Nizuka – Eu preciso de sua ajuda. De todos vocês.
Meliano – Você é uma antiga amiga e me conhece bem, mas não estou mentindo. E mesmo se eu tivesse a autorização para isso, não tenho razões para lhe ajudar.
– Eu posso dizer o mesmo Kuroshi Meliano.
A chegada de Janessa e Geixa surpreende a todos.
Meliano – Algo impossível de se ver atualmente em Sairati: todos os responsáveis por ela reunidos. Sei que o momento é impróprio, mas bem vinda de volta Enishi Sigren. Não soube de seu retorno.
Geixa – Desculpe por isso Kuroshi Meliano.
Janessa – Deixemos as desculpas para depois. Ganeshi Akato. Por que esta mulher está aqui? Por que ela está em Sairati?
Rati – Eu-
Nizuka – Não estou aqui por mim, mas para pedir que me ajudem a curar esse garoto.
Janessa – Ele já está sendo tratado. Sua presença aqui não é mais necessária. Agora se puder me acompanhar te levarei até a saída. Erigashi.
Nizuka – Não posso sair de perto dele.
Janessa – Então o leve com você. Até onde sei ele é um problema seu e não nosso.
Nizuka – Está errada criança. Ele é um problema de todos nós agora e se você não fizer nada, estaremos com mais problemas.
Janessa – Que tipo de problemas?
Nizuka – Venks Dregon.
Geixa – Já estamos cientes disso e vamos nos proteger.
Nizuka – Se proteger? Como?
Janessa – Temos seis Presentes Sagrados para as nossas defesas.
Nizuka – Seis?
Geixa – A Selvageria do Fogo, o Erguer das Plantas, o Grito dos Ventos, a Rigidez da Terra, a Dadiva dos Raios e o Orgulho do Gelo.
Nizuka – Ah?
Janessa – Só precisamos encontrar o Andarilho sem Nome para-
Nizuka – Ele está morto.
Geixa – Eh?
A notícia abala a todos na sala, principalmente Geixa.
Geixa – O… que disse?
Nizuka – Que ele está morto. Barok Iuritay está morto.
Geixa – Isso… é impossível. Barok… era o mais forte de nós. Não pode ser verdade.
Nizuka – Ele era muito forte, mas estava em desvantagem. Mesmo assim ele passou o Presente Sagrado para um novo usuário. (olha para Toni) Ele.
Janessa – Então muito bem. Você pode ficar. Ganeshi. Ajude no que for preciso, mas peço que a vigie. Deixarei dois membros da Oren de vigia para qualquer ato ilícito dela.
Nizuka – O que?
Janessa – Qualquer ato dela que você considere suspeito, chame-os e ela será presa.
Rati – Sim Vossa Grisma.
Nizuka – Garota-
Janessa – Kuroshi Meliano. O mesmo eu peço para você. Ajude no que ela precisar sem arriscar nossa segurança.
Meliano – Pode contar comigo, Vossa Grisma.
Janessa – Enishi. Erigashi. Vamos. (segue em direção à saída)
Nizuka – Eu vim alertar vocês e é assim que me pagam?
Janessa – Como é? (ainda de costas) Você veio pedir ajuda. Estamos ajudando. Além disso, você se aproveitou para dar uma notícia que saberíamos cedo ou tarde. Mesmo se você quisesse realmente nos ajudar, sua ajuda nunca seria bem vinda.
Vira somente parte do rosto e encara Nizuka com um gélido olhar.
Janessa – A Lua dos Duzentos… foi uma ajuda que você não precisava nos dar.
...
Notas finais
Bom... é isso.
Se você chegou até aqui... se incomodaria de ficar mais um pouco?
Críticas... posta um review.
Elogios... posta um review.
Xingamentos... posta um re- não. Deixa quieto.
Até a próxima!
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