Through Two Words
1 Macabra doçura...
Notas iniciais
- Aqui... Tantos corpos... Tanto sangue... Quem fez isso? Eles...? Não... Um monstro...? Sim... E quem é esse monstro...?- A silhueta maligna e parada em pé em meio á carnificina começava a rir loucamente-EU SOU ESSE MONSTRO! SOU EU! EU! SEUS MERDAAAAS!
Through Two Words:
The Redemption Of The Poetry.
Deitado em um futon, estava um garoto de cabelos acinzentados com as pontas em roxo. Ele acabara acordando e olhava para o teto com um olhar depressivo e desanimado. Logo este começava a pensar.
-“ Novamente... acordei antes do meu despertador. Será que estou ficando craque nisso? Humpf... que piada... Eu apenas nunca dormi e nunca dormirei direito. É minha sina. Mas... Não faz diferença acordar cedo ou tarde... na hora ou atrasado, antes ou depois do despertador. É tudo o mesmo destino... que leva a conhecer mais e mais pessoas patéticas e ridículas. Aqueles olhares podres e sujos me olhando como algum tipo de ser de outro planeta....”
O despertador logo soava e o jovem rapidamente batia sua mão sobre este. Levantava-se e direcionava-se até seu guarda-roupa e separava seu uniforme escolar.
Depois disso ele separava sua toalha e saia pela porta. Chegava ao banheiro e ia se despindoe separava seu uniforme escolar.
Depois disso ele separava sua toalha e saia pela porta. Chegava ao banheiro e ia se despindo e preparando a banheira.
Depois de 15 minutos este saia do banheiro indo para seu quarto e vestindo sua roupa. Rapidamente depois disso saia de seu quarto e descia para a cozinha onde encontrava-se com sua mãe.
- Bom dia meu filho, tudo bem com você?- Perguntava ela sorrindo.
- Como todas as manhãs...-Ele respondia com seu olhar frio e sem vida.
- Entendo meu bebe... Bem... Vai comer hoje?
- Não, quero passar o quanto antes pelo sofrimento...
O garoto pegava a torrada e saia pela porta acenando para mãe lhe dando tchau. Ele caminhava e caminhava por um tempo, quando notava, estava passando por um local já perto de sua escola.
Os olhares o cercavam, alunos olhando uns para os outros e cochichando e até mesmo falando normalmente como se não se importassem. Este não agüentava e colocava os fones de ouvido tornando a pensar para si mesmo.
- “ Isso... eu odeio isso... só por que sou um aluno novo... por que me olham? Sou alguma criatura jamais vista? Sou um ser surreal? Me acham como algum tipo de deus ou anjo? Por que não param de olhar e cochichar? Me tratam como uma aberração... sou apenas um aluno novo... nada de especial...”
Em um arranha-céu ao norte da cidade longe de onde o novo aluno estava, se encontrava uma silhueta. Uma silhueta que se trajava em uma longa túnica com longos cabelos coberto por sombras e não mais descritível do que isso.
- Humpf... Esta começando... Esta prestes... Logo... Pobres corações adoecidos com a dor e cansados do veneno da existência. Vindes até a mim, encontrem-me, peçam-me e eu vos darei. Sofram, e eu estarei lá, vos oferecendo a cura para sua dor. Encontrei...- Logo a silhueta se movia das sombras do arranha-céu e aparecia ao sol. Com longos cabelos azuis escuros e sua túnica preta com detalhes em dourado e vermelho.
O homem de túnica ia até a ponta do prédio e dava um passo a mais ficando suspenso no ar e assim ia caminhando como se descesse escadas até onde queria.
Em um beco da cidade havia um menino com o mesmo uniforme que o aluno novo e outros garotos com um uniforme diferente o encurralando.
- Humpf... Mais um aluno da shikō... Sabe, nós odiamos aquela escola. – Disse o primeiro estudante da outra escola.
- Sim, odiamos os metidinhos de lá! Apenas por que têm um conselho bem organizado e notas muito boas, então quer dizer que a shikō é superior as outras?- Disse o outro aluno que parecia ser o mais amigo do primeiro.
Os outros 5 alunos também falavam mas apenas coisas bobas como: “vamos acabar com vocês”
Eles iam encurralando mais e mais o pobre garoto e logo estes começavam a bater no mesmo. Eles socavam sua cara, seu estomago e os chutavam por onde tivessem espaço. Todos os sete batendo sem piedade no pequeno garoto indefeso o deixando muito ferido.
Depois de muito bater eles decidiam ir embora e deixar o garoto lá. Eles davam meia volta e saiam do beco com o garoto cheio de hematomas e feridas jogado ao chão sujo.
- Seus malditos... Eu... Odeio vocês...Se eu pudesse eu mataria todos... sem piedade e sem misericórdia, vocês todos merecem morrer, MORRER!- Dizia o garoto chorando e estendido ao chão.
Uma sombra cobria a face deste e ele tentava olhara quem ou o que era com seus olhos roxos e inchados de tanto apanhar e chorar.
- Vejo que possuis ódio... sinto uma dor e angustia muito grande vinda de você. Eu quero essa sua dor e angústia, esse seu sofrimento... você quer poder para derrotá-los? Quer poder vencê-los? Quer poder... matá-los? – O homem de túnica dos longos cabelos se abaixava de joelhos até o ouvido do garoto ao chão dizendo essas palavras.
- Eu quero... E quero muito... Destruir eles!- Ele dizia convicto e cego com seu ódio.
- Ótimo... Era só isso que eu precisava ouvir...
O homem de túnica retirava uma agulha de dentro de sua túnica...
Logo no colégio o sino soava e todos os alunos entravam em sala e sentavam-se.
O garoto de cabelos acinzentados também entrava na hora e ia para sua sala para ter a primeira aula.
O professor entrava e começava a falar e logo apresentava o novo aluno. Este logo ia sentar-se e ficava escutando o professor lecionar. Passavam-se as aulas e assim se ia o dia, como se tudo estivesse normal. O horário do almoço, a aula de educação física e tudo mais. Estava correndo tudo bem.
O dia na escola terminava e os alunos eram dispensados e iam para suas casas. Porém do lado de fora do portão estava uma multidão de alunos da outra escola. Mais ou menos uns 180 ou 200, era realmente muitos. Eles estavam esperando todos os alunos da shikō para baterem no Maximo que pudessem.
Porém logo surgia um garoto robusto. Logo os 7 garotos da outra escola notavam que era o mesmo em que tinham batido de manhã. Eles viam que o mesmo estava robusto. Eles ficavam um pouco chocado mas logo o líder mandava que os garotos o atacassem de novo por que era o mesmo cara.
4 Alunos avançavam neste mesmo indo para cima dele e ele apenas estendia o braços direito e fogo saia de sua mão e ele incinerava os alunos. Logo aquela multidão de garoto saia correndo desesperados!
- TODOS TEM MEDO DO FURAMER! POR QUE O FURAMER É FORTE! E NINGUEM PODE VENCER O FURAMER!
(Pronuncia: Fureimer)
Furamer logo estendia os dois braços assim prendendo exatamente os 7 que o bateram.
Este logo corria até um destes e o socava o batendo e depois o cremava, ia para o do lado e também o batia muito neste e depois também o matava queimado. E sem perder tempo ele também queimava o terceiro cara assim.
Os outros 4 logo corriam se afastando amedrontados.
Logo o garoto de cabelos acinzentados saia do prédio e via toda aquela confusão e corria para trás de uma arvore e abria sua camisa. Ele olhava um pingente que havia no centro de seu peito e pensava.
- “Eu... Aúro... tenho que fazer algo... Melhor não... esse não é o melhor lugar para usar isto!”- Pensou ele fechando sua camisa.- “Ainda assim eu preciso pensar em algo que o faça parar!”
Through Two Words: Fim
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