Thorns Island
2 Capitulo 2 - A Tempestade
Notas iniciais
POV — Sky
Após tantos dias bonitos um amanheceu estranho, um clima meio tempestuoso, com nuvens escuras, deixando o dia com clima sombrio, todos já previam a chuva, recolhiam as roupas, e mandavam as crianças entrarem, as rosas cor de sangue do rio principal estavam mais escuras do que o normal, nenhum animal estava visível, pássaros não voam, peixes não nadavam, o anel em meu dedo aderiu a cor do dia, um cinza escuro, como as nuvens.
Quando era quase meio dia, a chuva começou, raios iluminavam o céu, e logo, as ruas já estavam inundadas, as ondas da praia enfurecidas se chocam com a areia. Com o passar do dia, a chuva continua, nem sinal de uma possível melhora, passo o dia inteiro ao lado da janela, vendo a chuva cair e lendo meu livro, ao chegar da noite a chuva e os ventos pioram, as luzes da cidade, aos poucos vão se apagando, o vento ao passar pela fresta da janela, faz um barulho que não me deixa dormir, me levanto para fechar a janela, e ao me aproximar da janela, uma sirene muito alta começa a tocar, rapidamente as luzes das casas se ligam, pessoas saem as pressas das casas, correndo para um abrigo, estou em choque, parada na frente da janela observando ao longe um tornado se formar, logo acordo do transe e corro até a porta da frente, desço as escadas, e corro em meio a chuva até o abrigo subterrâneo.
Na parte subterrânea, todos se acomodam e ouvem as sons da tempestade, crianças choram, as luzes vermelhas do abrigo deixam o ambiente com um ar mais tenso ainda, pessoas choram, provavelmente pensando em suas coisas, suas casas, ou até em pessoas que ainda não entraram. Demoro a dormir, com certeza não fui a única. Quando amanhece, nós finalmente podemos sair, toda a desorganização da entrada e compensada pela organização da saída. Quando todos estão fora a policia nos conta os danos ocorridos. Algumas casa destruídas, mas nenhuma morte, e nenhuma pessoa desaparecida. É perceptível a sensação de alivio em alguns, mas também é perceptível o pânico em outros.
Vou a pé até o rio principal, no caminho, encontro um garoto, loiro, mais alto que eu, com olhos verdes brilhantes, vamos andando até o rio lado a lado conversando.
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