Thorns Island
5 Cápitulo 4 - Rosas que mudam e árvores que brotam (parte 2)
Notas iniciais
POV — Sky
Apesar de balançar muito, conseguimos atravessar a ponte. O outro lado parecia um reflexo num espelho em relação ao outro lado. Seguimos andando, agora sem trilha para nos guiar. Andamos até que chegamos a uma decida uma caverna, olhamos ao redor e nada alem daquela caverna, decidimos então olhar o que tinha lá dentro. Não tínhamos equipamentos caso a caverna fosse muito íngreme, para nossa sorte ela descia gradativamente, e no final da decida um salão havia se formado, no topo do salão estalactites se formavam, pingando gotas de água. No lado oposto da entrada da caverna havia o começo da formação das galerias, seguimos o caminho, agora com lanternas a mão, galerias e mais galerias se formavam, seguimos a galeria principal até o fim, nada, acabou numa parede de pedra, voltamos o caminho, mas dessa vez observando as galerias secundarias, até encontramos uma com um entalhe na parede.
— Esse entalhe quer dizer entrem ou não entrem? – Perguntou Jake
— Acho que já vamos descobrir!
— O que? Não! Nós não podemos fazer isso!
— Mas a ideia foi sua!
Mesmo ele não gostando, seguimos pela galeria secundaria, até um novo salão, ao contrario do anterior esse possuía água no chão, percorrendo entre pedaços de pedra que formavam o chão, ao entrarmos no salão, o meu anel mudou de cor, tornando-se um marrom-avermelhado, parei de andar e o Jake fez o mesmo. Logo o cheiro forte, chegou até nós, gás, com certeza era um gás. Voltamos até galeria principal, onde era possível respirar, peguei o meu celular e pesquisei o que poderia ser aquele gás, se poderíamos se envenenados, ou algum outro dano. Logo descobri
— Tetrafluoreto de Enxofre!
— O que?
— O gás no salão, é Tetrafluoreto de Enxofre. Ele é um gás de cor marrom-avermelhada, com cheiros fortes, em contato com a água ele forma uma espécie de acido!
— Entendido, não entrar na água!
Voltamos lá pra dentro, e usamos uma toalha como filtro, pulamos de pedra em pedra, cuidando para não cairmos no acido, e nem ele respingar em nós. Ao atravessar o salão chegamos a mais uma galeria, no final dela, um baú, velho, de madeira, com as juntas de ferro. Abrimos o baú e lá se encontrava um mapa, da ilha, com as alterações após a tempestade (as rosas azuis e a arvore). Alem disse o mapa contava com outra caverna, dessa vez, uma caverna marinha, que só era possível o acesso em períodos de maré baixa. Alem do que dizia o mapa, este lado da ilha tinha uma floresta de cogumelos. Alem do mapa, havia uma lente redonda, circulada de cristais.
— Pra que será que serve esta lente? – Ele perguntou
— Não sei, mas vamos leva-la!
Colocamos todos os tesouros na mochila e voltamos até o corredor principal.
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