This is my Universe
1 Capítulo 1 - Lamentações e Tragédias
Notas iniciais
Eu levava uma vida comum, apesar de tudo isso que vem acontecendo como: violência, furtos em excesso, discriminação e etc.. Mas tudo isso me atingiu em apenas um dia e agora você saberá a minha história.
Inri On.
Acordei por volta das 11h30 e minha mãe estava acabando de fazer o almoço, olhei pela janela e vi um belo dia de inverno e pela primeira vez o sol estava lá liberando seus raios de sol e mormacentos.
-Ei, mãe.
-O que foi?
-O Sol está bem agradável, não acha?
-Acho sim, se você quiser eu te deixo sair hoje.
-Jura? Mas...você nunca me deixa..
-Agora estou deixando.
-Bem mãe, quer que eu compre alguma coisa?
-Nada, não. Mas leve algum dinheiro se quiser comer alguma coisa.
-Tá bem.
-E outra coisa, Inri meu filho, não se distancie muito dos seus amigos se for brincar com eles porque com essa onda de assaltos as coisas estão muito ruins e não quero que nada aconteça com você.
-Relaxa mãe, você sabe que não precisa se preocupar comigo já que herdei de você o dom de criar fogo. Se eu quiser eu queimo a cara desses marginais!!
-Não deve fazer isso, lembre-se do que eu te falei..por mais que as pessoas sejam más não se deve mata-las se não sua humanidade vai se esvair.
-Tá bem, mãe. Até mais!
Sai de casa todo alegre rumo á praça onde poderia encontrar meus amigos e brincar com eles.
Tony On.
Sempre passo por essa praça e vejo esses pobres coitados desperdiçando suas vidas com brincadeiras infantis, realmente isso é coisa de pobre. Por isso só venho á essa praça para observar a beleza dessa vida, o sol, ele brilha como se fosse um deus sobre o vasto universo. De fato, ele é nosso universo. Nessa beleza toda eu vejo logo na praça um grupo de 3 garotos espancando um inocente garoto e apesar de meu preconceito, é claro, deveria ajudar.
-Ei, parem com isso já seus brutamontes!
-Olha só, mais um moleque quer apanhar! -Disse o mais alto-
-Não quero apanhar, mas se insistem vou ter que mata-los.
-Hahahahaha! Acha que eu tenho medo de você seu pivete idiota?
-Deveria ter.
Com um simples movimento eu liberei da minha mão um relâmpago fluorescente que imediatamente atravessou a garganta do mais alto, é claro, ele havia sido morto. Com a morte do garoto a gangue toda fugiu enquanto eu observava aquele garoto no chão.
-Ei, se levanta logo.
-Uhm? o que?
-Ouviu o que eu disse? levanta!
-Ahh tá bem..
-Porque eles estavam te machucando?
-Sei lá, você sabe como são os dias de hoje..apenas há violência.
-Sei, e qual o seu nome?
-Meu nom-
-Ei, espera ai!!! PORQUE VOCE MATOU ESSE GAROTO?
-O que? eu te salvei..
-NÃO INTERESSA! NÃO PRECISA TE-LO MATADO!
Dei um forte soco contra o garoto para tentar acalma-lo afinal, eu havia o salvado não tem motivo algum para querer que ele ficasse vivo.
-Porque fez isso?!
-Cala a boca..
-Hã?
-Cale a boca! como não gosta que eu te salve apenas agradeça por eu ter feito isso, caso o contrário vai ter o mesmo destino que ele tinha.
-..... =O Garoto ficou em silencio=
-Está bem...obrigado.
-Ótimo, agora qual é o seu nome?
-É Inri.
-E o seu?
-Meu nome é Tony.
-Ok, Inri. Agora me escute..se te perguntarem algo sobre o assassinato lembre-se você não viu absolutamente nada!
-Tá bem.
Inri On.
Sem dar qualquer tipo de explicação Tony deu as costas e seguiu seu rumo para casa, estava anoitecendo e acho que era hora de eu ir para casa.
Sugar On. (Mãe de Inri)
Eu estava terminando de fazer a janta para Inri e acho que ele ia gostar de ver do que se tratava, contudo, eu ouvi a janela do quarto do Inri aberta deixando um vento sinistro entrar na casa, e de certa forma já sabia do que se tratava.
-Hum, se quer vir aqui dentro deveria ter a noção de aparecer na minha frente.
-Achei que ficaria surpresa em ver, afinal..fui eu que lhe dei tudo o que tens hoje. Um pouco de gratidão me faria feliz.
-Cala essa boca.. =Murmurei=
-Você quem devia calar essa boca, mulher insolente. Não me parece muito confortada com essa casa, acho melhor resolver isso de uma vez por todas...
-Também acho, você é apenas um fragmento do meu passado e não deveria nem sequer estar aqui.
-Pois bem, se eu te matar isso será muito divertido.
-Quem disse que você vai me matar. -Respondi-
Em um rápido estalar de meus dedos uma enorme esfera de fogo se criou iluminando o local para revelar onde a tal silhueta se encontrava.
-Vamos, apareça!
Silhueta On.
-Eu vou aparecer quando eu quiser.
Ergui-me da sombra da mulher murmurando bem baixo em seu ouvido.
-No caso, agora.
Sugar On.
Com um grande medo da silhueta movi a única fonte de luz que possuía contra o corpo da criatura que em minha visão era queimada por completo.
-Queime sobre o meu inferno!
Silhueta On.
Por mais visível que a cena fosse sobre meu corpo em chamas, as chamas eram defletidas com uma facilidade enorme. A Mesma facilidade era usada para perfurar seu peito com meu punho.
-Eu avisei que ia morrer, mulher.
Inri On.
Eu estava muito ancioso para chegar em casa afinal, eu acho que havia feito um novo amigo e queria contar isso para minha mãe. Ela iria ficar muito feliz.
-Cheguei em casa!
A Cena que eu via mais a frente não era bonita, uma enorme sombra perfurando minha mãe com sua mão.
-O que é isso?!!!!
Sugar On.
-Inri, me desculpe.
-Mas acho que vai ficar sem Jantar hoje..
Sobre a morte certa meu corpo começava a ficar fluorescente e rapidamente um suicídio inesperado, bombardeei toda a casa com labaredas e chamas ardentes que obviamente massacraram a criatura que ameaçava meu único amor, meu filho.
Silhueta On.
-Maldita mulher......
Inri On
A Ultima coisa que podia me lembrar foi minha casa sendo explodida, mas por sorte eu não me feri devido á resistência contra o fogo mas a dor ainda poderia ser sentida ao perder a minha mãe. Acordei em uma cama no corredor de um hospital apenas pensando.
-Onde estou? Cade minha mãe?
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