This Is War

3 Chapter 1 - Uma Flor Que Nasce Na Guerra


Notas iniciais
Olá! Aqui é a Nina Black. Primeiramente eu e Sofia queremos agradecer aos comentários dos dois últimos capítulos postados da Lanna. Obrigada!!! Bem, aqui está o primeiro capitulo! Esperamos que gostem!

POV Angel:

Todo dia ao amanhecer, uma sirene era tocada a fim de acordar todos. Mas ela era tão alta, que eu achava que era para acordar o Estado do Texas inteiro.

Não que eu reclamasse disso. Poderia ser pior. A PCMA poderia acordar eles todos os dias a tapas, ou socos... O que não duvidava muito, já que eles fizeram com que aquela prisão parecesse um inferno para todos.

Assim que todos acordavam, eram automaticamente mandados para um barracão do lado dos alojamentos, que era onde se localizava o refeitório e os banheiros, onde todos eram públicos, apenas separados por homens e mulheres.

Lá eles têm todos os seus lugares marcados pelos números dos alojamentos, onde são servidas as "refeições". Ou poderia ser chamada também de "A gosma verde da dor", que Josh e Benjamin apelidara tão gentilmente essas refeições.

Logo depois, os prisioneiros são separados em grupos e cada um deles fazem algum tipo de atividade. Uns tem que limpar alguma parte da PCMA, outros tem que trabalhar na cozinha, outros já ficam por conta dos alojamentos, sendo na maioria das vezes mulheres. Logo depois, são obrigados a ficar trancados nos alojamentos até quando eles quiserem.

Isso não seria tão ruim, a não ser pelo fato de que, todos os dias, várias pessoas são chamadas ao longo das suas "atividades" e vão para a Sede, e nunca mais voltam. Uns dizem que eles são liberados, outros falam que são jogados no deserto para se virar, apenas para divertir os guardas.

Ninguém sabe ao certo, mas todos aqui sabem que qualquer coisa vinda daqueles guardas, nunca é coisa boa.

Sorte minha que Josh e Elizabeth estão no mesmo alojamento que o meu, assim não me sinto sozinha... Pelo menos não todo o tempo.

Estava na minha cama, no alojamento, quando Josh chega e se senta do meu lado. Durante os dias homens e mulheres podiam andar livremente pelos dormitórios.

– Já acabou suas atividades? — Ele perguntou.

– Já. — Eu disse abrindo meus olhos e dando de cara com o sujeito me olhando. — Não que lavar a louça suja seja umas das melhores coisas para se fazer...

– É melhor do que ficar carregando sacos de trigo o dia todo para a cozinha. — Ele disse suspirando.

– Não devemos ficar reclamando dos serviços. Eles podem ouvir. — Eu disse olhando pela pequena fresta que eles chamavam de janela.

– Não se preocupe. — Ele disse sorrindo de canto. — Somos crianças, não se preocupam com o que falamos. — Ele disse e eu suspirei logo em seguida.

– E a menina nova? — Eu perguntei para ele.

– Na hora das refeições ela sempre fica quieta, na dela... Só sei que ela tem oito anos, se chama Lenna e tem os olhos azuis. — Ele disse se deitando do meu lado na cama. Éramos pequenos o suficiente para fazer isso e ainda sobrar uma distância entre nós.

– Ela é quieta. Isso não é para menos. Mas vai passar. Não se lembra de como fiquei? — Eu perguntei para ele, que me olhou sério. Quando ele faz isso, me sinto estranha. Talvez pelo fato de que ele tem olho incomuns, um azul bem claro e o outro castanho. — Ela vai se sair bem.

– Já vai fazer três dias que ela está assim. — Josh disse.

– É difícil perder os pais, principalmente desse jeito, se lembra? — Eu perguntei e ele desviou o olhar. — Vou ajuda-la. Ela não está sozinha nessa. — Eu falei olhando para o teto, que já estava desgastado devido ao mofo.

– Só tome cuidado, pirralha. — Josh tem mania de chamar os outros assim, só porque é mais velho. Para ser mais exata, um ano mais velho que eu.

– Parece que de vez em quando esquecemos que temos menos de dez anos ainda, e ficamos conversando sobre essas coisas... — Eu cochichei para ele, que sorriu levemente.

– Não é nossa culpa que estamos na DeepHell. Aqui não dá para brincar de pega-pega. — Ele disse se levantando. — Vou dormir um pouco. — E se misturou no meio da multidão de gente que estava ali.

Nos alojamentos, nada era separado, dava para se ver todas as camas, e todos se misturam com facilidade, devido ao fato de que era tudo muito apertado.

Logo que ele saiu, eu senti alguém se sentando no lugar onde ele estava. Era Elizabeth.

– Oi, Lizzy.- eu disse sorrindo. — Está tudo bem? — Eu perguntei ao ver que ela estava séria demais.

– Está... É só que... Eu não vi o Dave hoje... E ele me disse que havia guardas de olho nele ontem...

Eu me levantei surpresa.

– Os Abatedores não podem ter o levado... — Eu disse assustada. — Precisamos ir atrás dele. Saber onde ele está.

Me levantei e Lizzy foi atrás.

– Mas como? Não podemos sair daqui... — Ela disse. Eu me virei para ela e a encarei... O que eu faço?

– Vamos procurar o Josh. — Eu disse olhando em meio as camas na área masculina, e o encontrei deitado. Corri e o acordei de uma vez.

– Josh! O Dave! Acho que pegaram ele! — Eu disse toda esbaforida. Ele me olhou, em seguida passou os olhos ao redor, achei que seria para se ter certeza de que ele não estava em um sonho, sim em um pesadelo.

– Precisamos ir atrás dele. — Ele disse sério.

– Sério, Sr. Óbvio? Como? — Eu disse e ele se sentou, parecia até calmo demais para o meu gosto.

– Precisamos ir no alojamento dele, sem que ninguém perceba. — Ele disse se levantando e olhando para os lados. — Rápido, me ajuda a fingir que estou passando mal. — Ele disse.

Assim que ele disse isso, comecei a encenação. Acho que entendi o que ele queria fazer. Aqui na PCMA, quando as pessoas passam mal, normalmente a recuperação fica por conta de alguma mulher do mesmo alojamento da pessoa. E caso essa pessoa não melhore, ou morra em um mês, a outra pessoa é castigada. Mas isso não vem ao caso agora.

Baguncei seus cabelos loiros, e fingi que estava o segurando, como se do nada ele estivesse perdendo o equilíbrio.

– Ajuda! — Eu gritei para uma das pessoas perto de mim. — Ele está passando mal. — Disse preocupada. Algumas pessoas me olharam, outras nem se deram ao trabalho, mas uma das que estavam olhando chamou a segurança.

Logo depois um guarda chegou para ver o que estava acontecendo. Josh ficava paradinho, como se estivesse perdendo sua consciência, o que facilitou meu trabalho de inventar uma história para o guarda.

Disse que ele estava daquele jeito porque trabalhou muito no Sol hoje, o que não era mentira. O calor de quarenta graus que faz lá fora pode matar alguém, eu tenho certeza. E não, eu não menti. Apenas omiti a verdade e dei asas a minha imaginação.

Só sei que no final daquela baboseira toda, o guarda me deixou carrega-lo até a enfermaria, enquanto um outro cara me acompanhava.

Assim que chegamos, eu ouvi o rádio do segurança apitando, recebendo uma mensagem. Apenas ouvi ele dizendo:

– Certo. Já estou a caminho. — Ele se virou para mim. — Não saia daí se tiver amor pela sua vida. — E saiu correndo.

Assim que ele estava em uma distância boa, eu cutuquei Josh.

– Idiota. — O menino do meu lado disse sorrindo. — Com certeza Lizzy fez alguma coisa. Vamos logo. — Ele disse me puxando.

– Espera! E se pegarem a gente? — Eu disse preocupada.

–Falamos que estamos fazendo as atividades extras, eles não vão notar. Confia em mim. — Ele disse e eu acabei aceitando no final.

– Te mato se pegarem a gente. — Eu disse e sai correndo da enfermaria, com ele em meu encalço.

– Não se preocupa, loirinha. — Ele disse sorrindo. — Vamos avisar o Benjamin. Ele está no alojamento do lado.

Todos os dias, algum alojamento ficava até mais tarde fazendo algumas coisas extras que os guardas ficam mandando, como preparar algum jantar para os superiores, ou refazer uma faxina, ou terminar de carregar alguns sacos de areia, ou apenas os levam para correr quilômetros pela pura diversão de ver eles sofrendo debaixo do Sol.

Chegamos ao alojamento, e ainda bem que não tinha muitos guardas, e conseguimos despistar os que estavam lá, fingindo ser parte do grupo de moradores.

Benjamin estava o mais distante de todos lá dentro, o que não me surpreendeu. Ele sempre foi assim.

– Ben... — Josh sussurrou, e ele nos olhou assustado.

– O que estão fazendo aqui? Ficaram malucos?! — Ele disse sussurrando, e disfarçando a surpresa. — Vocês não podem estar aqui! Vão pegar vocês!

– Dave sumiu. Precisamos pegar ele. Vamos realizar o Plano F. — Josh disse ignorando completamente o mini surto que Ben teve quando nos viu. Deve ser por isso que os dois são melhores amigos. Digamos que eles não dão bola para os defeitos um do outro.

– Plano F? — Eu perguntei.

– F de furtivamente. — Benjamin me respondeu. — Não podemos ser pegos.

– Elizabeth atrasou alguns guardas lá atrás. Foi ela que fez aquela confusão que tirou aquele guarda de perto da gente, tenho certeza. — Eu disse convicta.

– Precisamos sair daqui. — Josh disse sério.

– É só causar um tumulto, saímos pela janela, damos a volta, encontramos o Dave e voltamos, depois, falamos que passamos mal e tivemos que sair. Que a nossa pressão havia baixado, alguma coisa. Vamos para a enfermaria e fica tudo bem.

– Josh e eu já temos a desculpa de que ele estava passando mal. Temos que voltar para a enfermaria de todo jeito. — Eu falei enquanto Ben e Josh olhavam de longe a porta guardada por três guardas.

– Precisamos de distração. — Josh disse olhando para o amigo e automaticamente sorriram um para o outro. Já sou amiga dos dois há tempo suficiente para saber que já tinham um plano em mente, e que eu estava nele.

– Aquele cara... — Benjamin apontou para um senhor que estava deitado em sua cama, olhando fixamente para o teto. Ele era cheio de sardas, e já começava a ficar calvo, sobrando apenas um pouco de seus cabelos negros. — Tem uma rixa com aquele cara ali. — Ele apontou para um jovem, de uns vinte e poucos anos, loiro de olhos verdes, mas era bem magro, e não parava de conversar com mais uns quatro homens. — Pelo visto a mulher do sardento trocou ele por um cara trinta anos mais novo antes de virem parar aqui. O duro é que ele é tão azarento que eles vieram parar nesse mesmo alojamento.

– Precisamos fazer com que esses dois discutam, pelo menos um pouco. — Josh disse pensativo.

– Já sei. — Eu disse caminhando em direção ao homem mais falante. Peguei um travesseiro da cama dele sem que ele percebesse, e coloquei perto da cama do outro.

Aqui na PCMA, tudo vale muito. E tudo o que temos é o que está nos nossos alojamentos. Ou seja, um travesseiro significa muito.

Assim que o mais novo viu, foi pedir satisfações, o que no final deu uma discussão interessante o suficiente para atrair quase toda a atenção dos guardas para a cena, e permitir que passássemos despercebidos ao escapar pela janela estreita que estava em cima da cama de Benjamin.

Corremos o mais rápido que podíamos. Ao perceber que estávamos em um lugar não muito arriscado, paramos e tomamos fôlego. O alojamento de Dave estava a poucos metros de distância, quando avistamos um grupo de Abatedores passando na bifurcação a frente.

Senti a mão forte de Josh me puxando para o lado e o mais rápido possível, entramos atrás de várias caixas e nos abaixamos. Benjamin ficou do outro lado da rua, e acabou entrando em uma lata de lixo caída. Os Abatedores passaram por nós, e percebemos que eles arrastavam uma mulher ruiva de meia idade. Ela parecia consciente, mas estava toda suja de sangue. O silencio reinou por um tempo, e assim que eles sumiram de vista, nós seguimos o caminho.

Josh continuou o resto do caminho em silêncio e de cabeça baixa. Tentei perguntar se estava tudo bem, quando Ben cochichou ao meu lado:

– Eles estavam a levando para a Sede. – Ele disse indicando a enorme construção dourada que ficava no fundo do DeepHell. – Ela parecia muito machucada e se eles chamam isso de liberdade, eu não quero é sair daqui nunca.

Apenas acenei e segui em frente. Estava preocupada com Josh.

Quando chegamos na sessão B, alojamento 17, entramos por uma das pequenas janelas que havia na lateral e logo fomos procurar algum sinal de Dave. O lugar estava cheio, mas parecia que todos os homens acima de vinte anos, não estavam lá. Devia ser algum tipo de atividade.

Quando estávamos passando por uma das camas, avistamos Lenna e corremos até lá. Ela estava sentada. Parecia estar prestando atenção na conversa ao lado, perdida em seus pensamentos. Lenna se mostrava mais calma, mas mesmo assim, parecia estar com medo.

– Olá pirralha. – Josh disse antes que pudesse falar alguma coisa.

– O-Olá... – Ela respondeu nervosa.

– Não sei se lembra de mim, mas sou a Angel. – Falei com um sorriso. – E esses são Benjamin e Josh.

Ela assentiu e continuou me olhando.

– Não temos tempo para isso Angel. – Josh respondeu seco.

– Josh! – O adverti com um olhar severo. Ele apenas revirou os olhos.

– O que ele está querendo dizer Lenna, é que o Dave sumiu. Precisamos achar ele. – Benjamin falou de uma maneira mais educada. – Os Abatedores podem tê-lo pegado.

– Ah não, não pegou. Bom, se isso tivesse acontecido, ele teria me avisado. – Ela respondeu enquanto olhava para as suas mãos. Ela parecia nervosa com a presença de Josh.

– Como você sabe disso pirralha? – Ele perguntou se aproximando.

– A-Ah... E-Ele disse que precisava voltar naquele lugar.

– Que lugar Lenna? – Benjamin perguntou começando a se estressar.

– Ei. Calma ai vocês dois! – Disse e afastei os dois com o braço e em seguida me sentei na cama ao lado dela. – Lenna, nós precisamos saber onde ele está. Se tiver como você mostrar pra gente.

Ela pareceu pensar um pouco e em seguida assentiu.

– Não! Ela só nos atrasaria! – Josh contestou alto e algumas pessoas olharam.

Lhe lancei um olhar severo e ele entendeu que Lenna viria conosco de qualquer maneira.

– Ben pode ficar ao seu lado. Ele é ótimo em instruções.

Digamos que ele teve que aceitar a qualquer custo minha condição.

Depois que resolvemos tudo, eu ouvi Ben conversando com a garota, explicando algumas coisas sobre como se defender e não entrar em pânico quando vir um Abatedor ou qualquer outro guarda. Em seguida despistamos algumas pessoas e saímos pela mesma janela pela qual havíamos entrado.

Josh foi na frente, seguido por Lenna, Benjamin e eu. Ela ditava por onde devia ir. Primeiro por uma rua à direita, que levava para dentro da sessão B. Algumas vezes ela esquecia o caminho, então Ben a ajuda a se recordar.

– Como sabe para onde está nos levando? – Eu o ouvi perguntar.

– É o mesmo caminho que passamos ontem. Mas Dave me fez decorar o caminho mentalmente. Ele disse que é perigo sair e pediu que soubesse para onde ele estava indo... – Ela respondeu calmamente.

Não sei o que ele disse em resposta, pois andei rapidamente até ficar ao lado de Josh. Tivemos que nos esconder algumas vezes por causa dos guardas. Quando tive a chance, disse:

– Você não deve ser tão rude com a garota.

– Pessoas como ela me estressam! Você sabe. – Ele respondeu carrancudo.

– Então tente se acalmar e descobrir que ela é uma pessoa boa. Viu, já fez até amizade com o seu melhor amigo. – Falei apontando para os dois atrás de nós.

Ele apenas revirou os olhos e deu um sorriso debochado.

– É ali! – Lenna falou e nós nos viramos. Ela estava apontando para uma casinha afastada. Tinha uma marca na parede lateral com uma tinta vermelha. Parecia um depósito velho e abandonado.

Antes que pudesse perguntar se ela tinha certeza, Josh e Benjamin já estavam correndo até lá. Eles olharam para os lados a procura de alguém. A rua parecia silenciosa e vazia. Então andaram rapidamente até a casinha e vasculharam o lugar olhando pela janela. Alguns Abatedores estavam vindo, então nos escondemos em um beco ao lado. Quando tudo estava tranquilo, Josh veio andando pra cima de Lenna.

– Onde ele está, pirralha? – Ele perguntou cético. – Acha engraçado passear pelo complexo? É perigoso! Sabe o que eles fazem com as pessoas que saem escondidas?! – Ele continuou, mas eu o puxei para longe.

– Para com isso! – Exclamei irritada com ele.

– E-Ele estaria aqui... Eu j-juro!

– Ele quem? – Alguém disse com uma voz abafada.

Foi quando Dave apareceu atrás de um monte de entulho que cheirava muito mal. Ele parecia bem, com alguns arranhões no rosto.

– Onde você esteve, Dave? Pensamos que tivesse sido pego. – Foi Benjamin quem disse.

– Precisava pegar alguns aparelhos nesse depósito. Venho escondendo peças e criações minhas aqui faz dias. Achei que seria rápido, mas avisei Lenna para onde viria. Quando estava voltando, ouvi Abatedores passando e não teve como voltar. Essa movimentação está sendo assim durante todo o dia. Sem contar que alguns desconfiaram e tentaram invadir aqui. Mas não esperava que vocês viessem atrás de mim. – Ele se explicou enquanto se aproximava com a mão cheia de peças.

– Elizabeth sentiu sua falta e como eles tem levado muita gente para a Sede nesses últimos dias, achamos que você tinha sido levado. – Respondi.

– Ficamos loucos, mas já que está bem, temos que voltar logo. – Josh disse sério. Um defeito do loiro é que ele não expressava o que estava sentindo tão bem assim.

Todos assentiram e os garotos foram na frente em silencio e olhando se tinha alguém pelo caminho. Lenna estava caminhando ao meu lado quieta, ainda assustada pelo breve momento de crise de Josh.

– Não se preocupe Lenna. Isso acaba passando, quero dizer, Josh. Ele é todo durão e parece te odiar, mas ele não vê que você está se acostumando. Perder os pais não é fácil. – Quando disse essa frase, ela pareceu se fechar no seu mais profundo íntimo. – Vou te ajudar a superar e Benjamin é um cara legal, assim como Josh. – Continuei com um sorriso.

– Obrigada. – Ela respondeu sorrindo. E foi aí que percebi que seriamos boas amigas, e que ainda passaríamos por muitos problemas juntas.

O que eu não esperava, era que o pior estava por vim mais cedo do que imaginávamos.

Notas finais
Esperamos que tenham gostado! Comentem o que gostaram, ou o que acham que precisa ser melhorado... Até o próximo! Beijos!