This Is Us

32 Capítulo 32


Notas iniciais
Olá pessoal, tudo bem? Espero que sim. Bem, chegamos ao fim de mais uma fic e gostaria de agradecer a todos poderem lido, acompanhando, comentado, recomendado. Fiquei muito feliz e espero que tenham se divertido tanto quando eu. Boa leitura e espero que gostem.

5 anos depois...

—Mãe, tem que nos ajudar, por favor. Papai não pode matar o Connor. – Agnes estava disposta a ajoelhar e implorar se fosse necessário.

—Já disse que você é exagerada igual o seu pai? – Bella apertou o nariz da filha e fechou o notebook. – Seu pai não vai matar o Connor. Ele adora o seu noivo.

—Isso é um exagero e ele não vai ser o meu noivo se o papai o matar. – Agnes não conseguia entender como a mãe poderia ficar tão calma diante de uma iminente tragédia.

—Não estou ouvindo gritos. Então... – Antes que ela pudesse completar, as duas ouviram gritos e saíram correndo do escritório.

—Ty, que saudade. – O garoto foi abraçado pelos irmãos mais novos.

—Também senti a sua falta, Hayley. Oi pai. – O cumprimentou com um aceno. – Connor.

—Chegou bem na hora filho. – Edward deu um tapinha das costas do genro e foi cumprimentar o filho. – Senti a sua falta, garoto.

—Você me viu na semana passada. – Desde que Tyler foi para a Universidade da Califórnia, Edward e Bella revessavam para ir ver o filho pelo menos uma vez por mês. – Quero ver se vão fazer o mesmo com o Henry.

—Assunto, proibido. – Henry alertou o irmão. – Mamãe está surtando com isso e não para de choramingar sobre como estamos crescendo e os abandonando. Estarei louco até o final das aulas – Henry havia pulado um ano e iria mais cedo para a Universidade.

—Meu irmãozinho vai para uma Universidade da Ivy League. – O apertou em um abraço. – Estou orgulho de você cara.

—Obrigado, Ty. – Sorriu envergonhado. Ele admirava o irmão mais velho e ouvi-lo dizer que sentia orgulho dele, o deixava muito feliz. As notas de Henry eram excelentes e todos estavam convencidos de que ele seria admitido em qualquer universidade.

—Connor? – Agnes entrou correndo e se atirou nos braços no noivo. – Está ferido?

—Não. Está tudo ótimo. – Ele estava surpreso e desconfiado. Edward pareceu muito calmo quando Connor pediu a benção para casar com Agnes.

[...]

—Senhor Cullen, vou ir direto ao ponto. – Connor pigarreou chamando a atenção do sogro, que estava olhando pela janela.

—Seja rápido, Tyler acabou de chegar. – Apontou e endireitou encarando o genro.

—Pedi Agnes em casamento e ela aceitou. Estou aqui para pedir a sua benção. – Connor esperou o sogro surtar, mas tudo que ele fez foi balançar a cabeça e dizer.

—Ok. Vamos ver o Tyler.

[...]

—Ouvimos gritos. Tyler, meu bebê. – Bella apertou com o filho com muita força. – Está tão magrinho. – O olhou de cima a baixo. – Não está comendo? – Não o deixou responder. – Está vendo Henry? Não vou suportar dois filhos sendo malcuidados e longe de mim. Não vou suportar isso, Edward, não vou. – Ele a amparou.

—Calma, amor. – Beijou os cabelos dela.

—Trouxe presente? – Colin perguntou esperançoso.

—Trouxe sim, tampinha. – Bagunçou os cabelos dele. – Depois entrego para você. – Completou ao ver o irmão com as mãos estendidas. – Fiquei sabendo que virou mocinha, Hayley. – Provocou a irmã e ela olhou, furiosa para os pais.

—Colocaram um anúncio na internet? – Ela havia implorado para que eles não contassem a ninguém. Apesar de ser normal para todas as mulheres, como uma boa adolescente que era, ela achava aquilo vergonhoso demais.

—E a Padma? – Agnes perguntou tentando ajudar a irmã a desviar o foco dela.

—Obrigada. – Hayley sussurrou.

—Terminamos. – Tyler deu de ombros, tentando não demonstrar como aquilo o deixou muito triste. – Namoro a distância não está funcionando. Com os treinos e as aulas, fico sem tempo para dar atenção a ela e fui criado para tratar uma mulher como uma rainha.

—Muito bem, garoto. – Edward o elogiou. – Vocês ainda são novos e se foram feitos para ficarem juntos, ficarão. O que nos leva a outra questão. – Virou para o casal. – Vocês não têm que fazer isso só porque cometeram um descuido. Não vou desamparar um neto meu, de forma alguma.

—Neto? – Agnes olhou para Henry.

—Ei, não olhe para mim. – Ergueu as mãos. – Nem namorada eu tenho.

—Não finja de desentendida, mocinha. Estou falando de vocês dois. – Edward apontou um dedo para eles e Connor encolheu atrás da noiva.

—Não está falando não. Dá para parar de achar que estou grávida a cada mês?

—Se não está grávida então por que vão casar tão de repente assim?

—Por que você e a mamãe casaram? – Ele a olhou como se perguntasse: qual das vezes? – Dá segunda vez, é claro. E isso não importa. Nós namoramos tem seis anos. Não sei como não nos obrigou a casar até hoje? – Ela estava realmente surpresa com aquilo.

—Estava esperando que você largasse o Combo. Sem ofensas. – Connor não se ofendeu. Já estava acostumado com as piadas do sogro, embora não achasse muita graça.

—Pois eu estou radiante com a notícia.

—Por que não surta com a Agnes casando?

—Porque a Agnes vai morar aqui e você vai para o outro lado do país. – Henry pensou que era melhor ter ficado calado.

—É claro que não vamos morar aqui. – Resolveu esclarecer antes que os pais começassem a fazer planos. – Vamos morar no apartamento do Connor. – Ele havia comprado o apartamento da sogra. Bella não queria vender para ele, queria que ele ficasse sem pagar nada, mas Connor insistiu bastante. Então Bella vendeu e doou o dinheiro para a ONG.

—O que tem de errado com essa casa?

—Com o imóvel nada. – Como ela explicaria, sem ferir os sentimentos dos pais? – Só queremos ter o nosso próprio lugar. E se vocês algum dia quiserem ter netos, é melhor não morarmos aqui. – Edward assentiu freneticamente.

—Tudo bem, mas podemos comprar uma casa maior para vocês. Acho que tem uma aqui por perto.

—Não podemos comprar uma casa, agora e não podemos aceitar que o senhor pague por uma. – Connor explicou.

—Seria um presente de casamento. Vão negar um presente de casamento?

—Uma geladeira é um presente de casamento. Uma casa é um exagero. Se for dar uma casa para cada um dos seus filhos vai a falência.

—Nove casas seria um gasto enorme, mas posso bancar. – A empresa dele era um sucesso e eles cresciam cada vez mais.

—Nove? Nós somos sete. – Hayley cruzou os braços esperando por explicações.

—Bem, é hora de contar.

—Vai ter outro bebê, mãe? – John olhou para ela esperando ver a barriga.

—Não, querido. Podemos sentar? – Apontou para a sala. – Seu pai e eu conversamos bastante e decidimos ter mais filhos. Não do modo tradicional. – Os tranquilizou.

—Vão adotar? – Tyler ajeitou no sofá.

—Sim. – Edward assentiu e pigarreou. Não sabiam como os filhos reagiriam a nova adição a família, mas torciam para que recebessem bem os novos irmãos. – Não tem como voltar atrás e nós não queremos isso, mas queremos saber o que vocês acham de terem novos irmãos.

—No plural? – Henry perguntou confuso.

—Sim. Eles são gêmeos. Íamos adotar só um, mas quando descobrimos que eles são gêmeos, não conseguimos separar os dois.

—A Mandy e o Thom? – Hayley perguntou esperançosa. Ela conheceu os gêmeos em um dos projetos da ONG. Os viu algumas vezes e apesar de conversarem pouco, Hayley sabia que eles se encaixariam perfeitamente a família.

—Sim. Eles têm 12 anos e ficaram órfãos quando tinham 4 anos. Estão sozinhos desde então.

—Nenhuma família quis ficar com eles? – John sabia bem como era ser rejeitado.

—Infelizmente não, querido. As pessoas costumam adotar crianças mais novas. – Bella explicou.

—Eu apoio o que vocês decidirem. – Agnes sorriu para os pais. Ela também perdeu os pais cedo e teve sorte por ter a avó ao lado dela e depois por ter sido acolhida pelos pais.

—Vocês tomam as melhores decisões, então, confio em vocês. – Tyler também sorriu em apoio.

—Ainda vou ter o meu quarto? – Lucy não se importaria em ter mais irmãos, mas não dividiria o quarto com ninguém.

—Sim. Temos quartos suficientes para todos.

—Então, tudo bem. Colin também acha.

—É. – Ele concordou sem saber exatamente com o que estava concordando.

—Tem certeza disso? – Edward queria garantir que não haveria problemas.

—Vamos sentir ciúmes, mas vamos cuidar bem deles. – Henry garantiu e todos concordaram.

—Eles vão viajar também? – Bella e Edward suspiraram aliviados por todos terem aceitado bem a novidade.

—Infelizmente não. Os documentos ainda não ficaram prontos e levaria um tempo para ajeitar tudo para eles viajarem conosco.

—E para onde vamos afinal de contas? – Aquele mistério estava corroendo as crianças.

—Antes de revelarmos o destino. – Edward bateu no braço do sofá, improvisando sons de tambores. – Lucy, você tem que prometer que não vai querer morar lá.

—Prometo. – Respondeu prontamente querendo saber logo o destino.

—Também não pode trazer nenhum animal de lá. – Alertou e ela o olhou com indignação.

—Foi o Colin que pegou aquele esquilo. – Fingiu inocência.

—Você mandou. – Puxou o cabelo da irmã e os dois começaram a discutir. Lucy sentiu muito ciúme no começo, mas depois ela e Colin se tornaram uma dupla inseparável.

—Esses dois não param. – Hayley reclamou revirando os olhos.

—Vocês duas eram do mesmo jeito. – Henry lembrou e ela mostrou a língua para ele.

—Foco, pessoal. – Edward bateu palmas chamando a atenção dos filhos. – Se continuarem com as brigas, cancelo a viagem.

—Não... – Até Connor entrou no protesto. Ele teve que fazer muitas trocas de turno para conseguir folga.

—Então fiquem quietos. – Bella olhou para cada um deles os desafiando a falarem algo. – Ótimo.

—Como é aniversário da Lucy, decidimos ir para um lugar que todos vão gostar e que a Lucy vai amar. – Edward fez suspense.

—Vamos fazer um safári. – Bella revelou e Lucy pulou para abraçar os pais.

—Adorei, vocês são os melhores pais do mundo inteiro. – Lucy passou a mão no rosto secando as lágrimas.

—Gostou mesmo? – Edward sabia que a pergunta era retórica.

—Eu sei que adorei. – Hayley agitou os braços comemorando. Vai ser uma viagem incrível.

Eles já haviam feito várias viagens, mas todos sabiam que aquele seria muito especial. A família toda, exceto Edward, amava animais e fazer um Safári seria uma grande aventura, até mesmo para ele.

—Todos estão felizes, então? – Eles assentiram, comemorando. – Ótimo. Então vão terminar de fazer as malas. Saímos amanhã cedo.

—Defina cedo. – Tyler pediu, esperançoso de fosse após o almoço.

—Cedo como, teremos que arrancar vocês da cama. – As crianças gemeram, mas acreditavam que não ficariam tão chateadas assim. Afinal de contas, eles iriam viajar.

—Ah, que pena. – Henry lamentou. – Estava querendo sair com você. – Ele queria conselhos de Tyler sobre como sobreviver a universidade e ao carinho excessivo que a mãe estava destinando a ele.

—Podemos sair agora. Minha mala já está pronta. Só preciso colocar mais algumas peças de roupa.

—Então vamos lá. – Henry levantou num pulo. – Agora podemos sair juntos.

—Podemos até ir em boates. – Cochichou com o irmão. – Se bem que você conquistaria todas as garotas.

—Até parece. – Henry sabia que era parecido com o pai, mas não tinha, ainda, o mesmo charme que ele ou o irmão.

—Acho que tenho que te ensinar algumas coisas irmãozinho. – Passou o braço em volta do ombro dele.

—Posso ir? – Colin perguntou pulando no sofá.

—Você é muito novo e você também. – Apontou para John.

—Tudo bem. – Deu de ombros. – Tenho que treinar, já que ficaremos fora por alguns dias.

—John vai tentar entrar em Juilliard. Quer dizer, ele vai entrar. – Hayley confiava no talento do irmão.

—Qualquer escola de música está ótima. – Ele não estava tão confiante, embora faltasse ainda muito tempo para que ele tentar entrar lá. Poderia e iria praticar bastante até lá.

—Vou me inscrever em Princeton, assim poderemos ficar perto um do outro. – Abraçou o irmão.

—Até lá você já terá terminado. – John não queria criar muita expectativa.

— Posso fazer outro curso.

—Ainda bem que eles têm muitos filhos. – Agnes suspirou, pensando em como os irmãos estavam crescendo rápido. – Nossos pais vão surtar se cada um for para um canto do país. – Os dois estavam finalizando os últimos detalhes da viagem e não prestavam atenção a conversa dos filhos.

—Hayley vai outro país. – Lucy não queria que a irmã fosse para longe.

—Só quando eu fizer 16 anos. – Explicou. – Mamãe disse que me levaria em uma viagem para ajudar a construir casas.

—Só você mesma para ansiar por isso. Crianças na sua idade querem outras coisas. – Connor admirava os cunhados.

—As outras crianças não são como nós. – Hayley retrucou. – Vocês não iam sair?

—Outro dia. – Tyler voltou a sentar e Henry fez o mesmo. Queriam ficar ao lado da família.

—E os nossos novos irmãos. Acham que eles vão gostar da gente? — John começou a roer as unhas.

—Vão sim. Eles são ótimos. Já conversei com eles algumas vezes. Eles são descendentes de japoneses.

—Ih, Colin, vai ter que aprender a falar japonês. – Henry cutucou o irmão mais novo com o pé.

—Eu não sei falar japonês. – Colin arregalou os olhos e Henry riu. Gostava de provocar o irmão.

—Acho que não há com o que se preocupar. Somos uma família e apoiamos um ao outro. Juntos sempre, apesar de qualquer distância. – Agnes estendeu a mão.

—Somos o rebanho Swan-Cullen. – Hayley acrescentou colocando a mão em cima da irmã.

—Ovelhinhas unidas... – Tyler colocou a mão sobre a de Hayley e os demais os imitaram.

—Jamais serão vencidas. – Gritaram levantando as mãos.

—O quê? – Edward olhou sem entender nada.

—Coisa de irmãos. – Lucy explicou e eles riram.

[...]

—Certo, crianças. Sei que estão animados para começarem o passeio. – Eles mal se aguentavam no lugar, até mesmo Agnes e Connor. – Para ninguém se perder, dividi vocês em duplas. Então fiquem atentos a sua dupla. Amanhã cedo sairemos para um passeio, por hoje, aproveitem o hotel. – Edward sorriu animado para colocar o plano em prática. Dupla H. – Apontou para Hayley e Henry. – Tyler e John.

—Já sei onde vamos primeiro. – Tyler segurou a mão de John e os dois saíram correndo.

—Vamos também. – Henry cutucou Hayley.

—Agnes e Lucy. E dupla C. – Colin estendeu a mão para segurar a do cunhado.

—Onde vamos? – Agnes e Connor tinham outros planos, que não envolviam servirem de babás.

—Vamos minha dupla? – Edward entrelaçou o braço com o da esposa.

—Esperem. Vão me deixar cuidando da Lucy?

—Você é mais do que capaz, querida. – Bella sabia que seria uma tarefa difícil. – Só não a deixe chegar muito perto de nenhum animal selvagem.

—Estamos no meio da selva, mãe. – Apontou para todos os lados.

—Só aproveitem. – Eles saíram de lá antes que mais alguém protestasse.

—Isso é muito injusto. Somos recém noivos.

—Tudo bem, querida. Quando tivermos nossos filhos vamos manda-los para passar um longo tempo com os avós. – Piscou para ela e Agnes se sentiu mais aliviada.

—Acho que eles precisam de um tempo só para eles. – Resmungou mais conformada. – Vamos passear.

—Posso tocar em um leão? – Lucy perguntou esperançosa.

—Não. – Agnes e Connor responderam juntos.

—E eu? – Colin sorriu fazendo o casal suspirar.

—Acho que deveríamos deixa-los comprar aquela casa para nós. – Agnes achava que seria um pagamento justo.

—Meus pais querem nos dar um dinheiro. – Os pais de Connor voltaram a falar com ele e faziam de tudo para ter o perdão do filho e da nora. – Acho que podemos vender o apartamento e comprar uma casinha. Não agora. – Eles mudariam para uma casa quando estivessem esperando o primeiro filho.

—Ótima ideia.

—Podemos parar com a conversa e aproveitar? – Lucy não queria perder tempo.

—Dai-me paciência. – Agnes pediu erguendo os olhos para o céu. Seria uma viagem longa, mas seria também uma grande aventura.

[...]

—Somos ótimos pais. – Edward abraçou a esposa.

—Somos os melhores. Embora tenha fica com dó da Agnes. – Eles riram, nenhum pouco arrependidos.

—Podemos trocar com eles amanhã. – Edward começou a beijar o pescoço de Bella. – O que faremos agora?

—Acho que deveríamos ir para o quarto. – Soltou um gemido quando ele a beijou em um ponto delicado.

—Como você desejar. – Segurou a mão dela. – Eu amo você, sabe disso, não sabe?

—Você nunca me deixa esquecer disso. – Apertou a mão dele. – Por que não pegamos um quarto no primeiro andar? – Perguntou impaciente. Aquela era uma viagem em família, mas eles queriam aproveitar um pouco só os dois.

—Paciência. – Pediu, mas ele estava quase parando o elevador e a tomando ali mesmo.

—Paciência não é o nosso forte. – Bella olhava para os números, esperando aparecer o do andar deles.

—Temos oficialmente nove filhos. – Edward avisou mostrando a tela do celular e abraçando. – Só falta alguns detalhes. Mal posso esperar para reunir todos os nossos filhos.

—Podemos fazer outra viagem antes do Tyler voltar para as aulas.

—Ou acampar. – Os olhos de Bella brilharam.

—Podemos fazer qualquer coisa, desde que estejamos juntos.

—Com o rebanho todo reunido. – Edward completou. – Mas por hora... – Os dois saíram aos tropeços do elevador. – Essas ovelhas aqui precisam de um tempo a sós.

—Completamente de acordo. – Bella parou de andar. – Edward?

—Sim.

—Só queria dizer que te amo. E que te amarei para sempre. E talvez um pouco além. – Ele sorriu e a puxou para seus braços com uma mão e com a outra abriu a porta.

—Só um pouco?

—Talvez eu te ame para sempre e sempre. Vai depender.

—Depender? – Perguntou retirando as roupas, mas sem desviar os olhos dela, que fazia o mesmo.

—Se você também me amará até lá.

—Ah, Bella. Eu certamente te amarei para sempre e sempre. Posso demonstrar?

—A vontade. – Abriu os braços e ele a ergueu.

É muito mais fácil aceitar o que você é, em toda a sua glória despedaçada, do que tentar ser alguém que não é. E é muito mais divertido também.

This is Us – Série NBC

Notas finais
O que acharam? Eu amei escrever a fic e mostrar esse lado família. Como viram, Edward e Bella vão adotar de novo e amo como eles são capazes de amar incondicionalmente e de ajudar as pessoas. Eles criaram crianças maravilhosas e passaram esses valores a eles. Nossas ovelhinhas são bem unidas e fofas. Uma leitora perguntou e já estava com a ideia na cabeça. Não sei se vocês vão gostar, mas gostaria de avisar que a história da nossa família ainda não terminou. E pretendo sim fazer uma terceira parte. Provavelmente ela vai ter menos capítulos e não saíra agora. Estou focada em Last Chance e escrevendo mais três fics em off. Então deve demorar um pouco para sair a terceira parte, talvez mais para o meio do ano. Espero que tenham gostado e mais uma vez, obrigada a todos que chegaram até aqui. Bjs e até mais.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!