This Is My Life

58 Relâmpago


Notas iniciais
DESCULPA PELA DEMORA GENTE!!! Esses dias o BTS tem me sugado toda a força vital com o comeback em Outubro e o Teaser do Hoseok eu estou atordoada. IREI CONCILIAR TUDO E DAR A VCS MAIS CAPS!

Acordamos todos cedo para arrumar a casa. Depois de Christian pedir desculpas a Rosa pela noite de ontem eu mostrei a ela e ao Leigh o anel e o colar que Lysandre deu para mim como presente de Natal. Achei que para presente estava muito exagerado mas ele fazia questão de dizer que eu merecia mais e mais.

– É lindo Allison.

– Lysandre é que sabe dar presente. Agora já podes fazer a inveja em todo o mundo.

– Mas eu não vi ele a te dar o presente.

– Ele deu-me quando já íamos dormir. Ele tinha acabado de se preparar para dormir quando eu lhe dei aquele quadro. Pensei que ele me daria algo bem informal também.

– Estas pedras são muito lindas.

– Sim. Uma é acastanhada e outra Verde como os olhos dele. No seu anel há duas safiras.

– Tão azuis quanto os teus olhos? — Perguntou Leigh.

– Tão azuis quanto os meus olhos. Tenho de mostrar estes presentes ao George e a Josiane.

– Ele pediu-te em casamento?!

– Não Josiane. É só um presente mesmo. Não é lindo?

– Magnífico.

– Este casal promete.

Rimos os três enquanto estavamos sentados no sofá da sala ouvíamos alguém a chegar.

– De quê que se estão a rir?

– Oh! Estava a mostrar-lhes o presente que me deste. Vem mostrar o teu.

Josiane puxou a mão do filho com entusiasmo quase o fazendo cair no colo dela. Ela olhava com um sorriso enorme para o anel.

– Bem que poderia ser um anel de noivado.

– Mãe. Ainda é muito cedo.

– OK. Eu espero.

– Qualquer maneira não haveremos de esperar muito. — Disse George rindo e eu e Josiane rimos com ele. Lysandre apenas mantinha um sorriso olhando para nós como se fôssemos loucos.

– De qualquer maneira vocês têm que arrumar as vossas coisas para desaparecerem da minha casa. — Disse George.

– Eu sei que o pai gostou de nos ver aqui e vai sentir saudades.

– Talvez. Mas não quer dizer que vão ficar aqui a causar confusão.

Depois de almoçarmos todos fomos dar um passeio pela Fazenda. Eu nunca na minha vida tinha visto uma vaca ao vivo. É um bocadinho triste? É. Mas agora eu estou a ver uma.

– Olha para tantos animais! Ah! Isto é tão bonito. — Eu parecia uma criança em uma loja de brinquedos e Lysandre olhava para mim como se eu fosse a perdição da raça humana.

– Eu posso andar a cavalo?

– Já fizeste isso alguma vez?

– Já. Meus pais as vezes me levavam para poder andar a cavalo e ver coelhos. Só nunca vi uma vaca.

– Claro que podes. Anda.

Fomos andando até ao estábulo e ele me mostrou os cavalos do Sr. Ainsworth.

– São todos do teu pai?

– Sim. Este é o meu preferido.

O cavalo era tão negro e com o pelo tão brilhante. Era magnífico.

– Quero andar neste. Achas que posso?

– Sim. Já andei nele algumas vezes.

– És tão lindo. Passei a mão em sua cabeça. Depois de algum tempo eu já me familiarizei com ele.

– Ele nunca se deu bem com estranhos.

– Sério? Bem... parece que eu não sou assim tão estranha para ele. Como se chama?

– Relâmpago. Por ser muito rápido.

– Então ajuda-me a subir porque eu gostei dele.

– Vamos.

Lysandre tirou Relâmpago da cela e me ajudou a montar. Era muito divertido tentar fazer isso.

– Fica ao meu lado para que eu não caia.

– Sempre estarei do seu lado.

Eu subi no cavalo e ele andava devagar. Eu sorria que nem uma tonta.

– Uuuhh! Estou a montar um cavalo! Eu sou demais.

– De facto és. Mas não te entusiasmes assim tanto. Nem sequer estás a andar rápido.

– Não estou? Eu cavalgo a velocidade da luz Vida.

– Pois. Deixa-me subir e mostrar-te o que é cavalgar.

– Uh, virou homem. Prove-me.

– Tenho esta é muitas outras maneiras de te provar que sou homem.

– Ai é?

– É.

– Talvez depois eu faça uma averiguação nessas maneiras.

Ele subiu e eu fiquei atrás dele. Depois de ele fazer uma movimento com as rédeas Relâmpago cavalgou de uma maneira soberba. Eu sentia o vento a bater em minha face e fazer voar o meu cabelo. Eu estava me sentindo tão viva. Nunca na minha vida eu tinha experimentado uma coisa como esta.

Fomos para um rio. O dia estava nublado e fazia imenso feio mas nenhuma destas coisas poderia abalar o meu humor no momento.

– Oh! Que rio lindo!

– Só mesmo tu para ver beleza em uma coisa tão banal como um rio.

Descemos do Relâmpago e eu fiz festas em sua cabeça. Podes dar-lhe esta cenoura.

– Obrigada pela boleia amigão. — Dei a cenoura para ele e fomos para a beira do rio.

– Quem me dera que estes dias durassem para sempre.

– Ultimamente temos sido submetidos a muita atenção.

– A Etoiles, Tapis Rouge, sites de fofocas. Nunca pensei que uma pessoa normal como eu fosse ser alvo de tanta midia.

– Desculpa. Eu sei que de um tempo pra cá só genho trazido problemas para ti.

– Não. Eu apenas... não me acostumei. Era muita informação para processar.

– Eu acho que um tempo distante de tudo isso nos fará mais que bem. Mas confesso que estou morrendo de saudade da malta. O Alexy, a Kim, Íris, Vio. Todos eles.

– Se eu por conta do nosso sucesso enquanto Winged Skull te dissesse que tinhamos que viajar em uma turné e tu não poderias ir comigo, suponhamos que ej ficaria fora por cinco meses. Arranjarias outra pessoa para te fazer companhia.

– Eu acho que sim. Kim vive sozinha. Acho que ela se ofereceria para dormir em minha casa ou eu poderia dormir na dela.

– Não nesse sentido. No sentido de arrumares outro.

– Lá vamos nós. Porquê que perguntas Vida?

– Eu sei lá. A nossa banda está a crescer a um nivel que eu particularmente não esperava não quero imaginar que cado eu sair de França volte e te encontre a namorar com outro.

– Ficas muito fofo com ciúmes. — Pulei para cima de Lysandre e dei um beijo apaixonado nele. A casa dos pais dele estava fazendo maravilhas naquilo que era a nossa relação.

– Acho que temos que ir.

– Já?! Mas eu quero ficar aqui. Contigo. A sós.

– Bem que eu também queria mas talvez a minha mãe faça sobremesa e...

– Sobremesa! Anda! Temos de nos apressar antes que acabem tudo!

Lysandre iria mas desistiu e sorriu da minha ingenuidade. Montamos Relâmpago e saímos pela propriedade de Sr. Ainsworth. Ao longe eu já conseguia ver a Rosa junto com Leigh sentados na grama.

Fomos em direcção ao estábulo e levamos Relâmpago para sua cela. Depois fomos ter com Rosa e Leigh.

– Oi.

– Hum... Foram passear a cavalo?

– Sim. Foi muito divertido.

– Allison parecia uma pequena criança.

– Me diga um momento em que ela não parece. — Disse Leigh arrancando risadas de todos nós.

Nos sentamos com eles e começamos a conversar os quatro. Hoje é nosso ultimo dia aqui na fazenda do Sr. e Sra. Ainsworth. Eu estava triste por ter de deixa-los pois depois de conhece-los pude comprovar que são um amor de pessoas. Parecem segundos pais da maneira que se preocupam connosco. Todavia eu queria ver a malta e passar o Ano Novo com eles.

Depois de algum tempo eu e Lys estávamos no quarto arrumando as malas. Era realmente triste sair dali.

– Vais sentir saudades? — Perguntei sem olhar para ele é arrumando apenas a mala.

– Sim. Meus pais me deram o apoio necessário para que eu saísse do interior para a cidade mas sempre que venho aqui me pergunto se fiz a escolha certa.

– Amor claro que fizeste! — Segurei as suas mãos e as puxei para próximo de mim. — Olha pra isto, és um cantor de sucesso de uma banda de sucesso. Foste convidado para o talk show mais popular de França, saíste na revista mais vendida de França e estás a poder ajudar os teus pais. Não é o que querias?

– Sim é o que eu queria.

– Foste feito pra isso Vida. Ninguém te pode parar! — Disse caindo em seus braços fazendo rir tanto eu como ele. — És o meu heroizinho fofinho.

– Sou?

– És. — Eu o beijei me sentindo felicíssima. Eu estava nas nuvens. É incrível o que ele conseguia fazer comigo.

– Ó pombinhos! — Disse George abrindo a porta de repente.
– Pai.

– Hora de terem um pequeno lanchinho. Mesmo que já esteja a interromper um se é que me entendem.

Eu me ria da piada suja de George enquanto Lysandre corava.

– Andem.

Saímos do quarto. E fomos envadidos pelo doce cheiro de bolo acabadinho de sair do forno. Aquilo era algo que eu amava.

– Minha mãe faz os melhores bolos. Você vai querer comer mais e mais.

– Talvez. Mas eu estava mesmo com fome de outra coisa. — Passei minha mão de leve em seu membro e ele a segurou com força.

– OK. Talvez possamos resolver isso depois. Só não me provoque ou irá se arrepender.

– Imagino que punição será. Vai me obrigar a ouvir lindos poemas de amor?

– Eu posso ser bem mazinho quando me convém.

Quando descemos as escadas seguimos o cheiro que vinha da cozinha e encontramos Josiane tirando o bolo do forno.

– Oi querido. — Ela deu um demorado e afetuoso beijo na testa de Lys.

– Não há pra mim também mãe? Tô com ciúmes.

– Não precisa ficar. Vem cá. Há mãe que chegue para todos.

– De onde vem esse cheiro divino? — Chegou Rosa.

– Andem cá vocês duas também. Para levarem beijinhos.

Josiane nos cobriu de beijos na testa a mim e a Leigh. Rosa voltou para perto de Leigh e eu para Lysandre. Ela olhava para nós quatro com um sorriso maternal.

– Vocês fazem casais lindos. Espero que se casem todos no mesmo dia.

– Acho que isso não seria possível mãe.

– Sim. Leigh e Rosa daqui a nada se casam.

– É eu e Lysandre achamos melhor levar com calma.

– É realmente uma pena porque seria muito giro ver quatro pessoas no altar. Especialmente os meus dois filhinhos. — EL apertou a bochecha dos dois que cortaram na hora.

– Mãe...

– Desculpem. Não resisti. Tomem o bolo, levem para a mesa. Aqui está o sumo. E bom apetite eu e vosso pai vamos sair com os pais de Allison. Assim que chegarmos queremos ver vos com as malas feitas e prontos pra sair OK?

– Sim.

– Óptimo. Adeus. — Ela saiu com George que tinha do seu lado esquerdo o meu pai e minha mãe acenando.

Ficamos comendo e conversando e depois do nada a Rosa diz com um sorriso triste.

– Eu não quero sair daqui.

– Pois. Posso nunca ter estado aqui antes mas é como se já o conhecesse a algum tempo.

– Acho que talvez possamos voltar no próximo Natal.

– Ou podíamos passar aqui as vezes só para visitar. — Sugeri.

– Óptima ideia.

Depois de acabarmos de lanchar cada casal foi para o seu quarto e acabamos de colocar o que faltava nas malas.

– Acho melhor fazeres uma lista para ver se não estás a esquecer-te de nada.

– Não precisa. Porquê? Não tem fé no seu namorado? — Disse ele me provocando.

– Lysandres totalmente esquecidos e no mundo da lua também podem ter sua chance. — Eu comecei a rir-me dele é ele me puxou para perto de si com devagarinho me abraçando.

– Você fica muito bonita quando sorri. — Disse baixo e sedutoramente na minha orelha. Acho que não era proposital mas esse rapaz dava comigo em doida. Ele começou a beijar meu pescoço e as suas mãos que se encontravam em minhas costas iam descendo cada ver mais.

– Chegamos! — Ouvimos minha mãe gritar lá de baixo. — Vamos! O caminho é longo!

Nós dois rimos com as nossas testas encostadas. Eles sempre nos interrompiam. Dei um beijo nele.

– Em casa. — Ele disse.

– Em casa.

Descemos com as malas e despedimos o Sr. E Sra. Ainsworth.

– Prometo que passaremos ocasionalmente para vós visitar.

– Podem passar o próximo Natal aqui?

– Era exactamente isso que estávamos conversando enquanto saíram.

– Andem cá. — Josiane deu um beijo na testa de nós quatros sendo eu a última. Quando ela o fez sussurrou de forma inaudível para os outros.

– Cuida bem do meu Lysandre.

Acenti discretamente e aí veio George que deu um abraço a todos nós.

– Não deixes que ele te perca OK? — Sussurrou igualmente e eu da mesma maneira acenti. Depois de nos despedirmos fomos pra o carro e começamos a fazer a viagem de volta para casa. Viagens de carro me davam sono quando ninguém tinha uma conversa boa ou quando eu não ouvia o que queria.

– Está com sono? — Perguntou Lysandre e eu acenti positivamente e me aconcheguei em seu peito e seus braços me cobriram. Não há outro sítio que eu quisesse estar. Nesse momento eu esqueci-me de que havia pai, mãe ou qualquer outra coisa a nossa volta. Só espero não babar nele.

Lysandre me acordou passando a mão em meu cabelos e dizendo o meu nome mansamente em minha orelha.

– Humm? Onde... já chegamos?

– Já. Você babou em mim a viagem inteira.

– Peguem nas vossas malinhas e vão descansar. Adeus meus amores.

– Até mais Sr. e Sra. Jones.

Saímos do carro, pegamos nossas malas e subimos o prédio.

Eu estava me arrastando de degrau a degrau. Lysandre ria de mim e continuávamos a subir. — Chegamos. — Disse ele abrindo a porta de casa. Deixamos as malas na porta e eu pedi colo a ele. Sorrindo e olhando para mim como se eu fosse um caso perdido colocou-me no colo como se eu fosse uma criancinha. Eu amava quando ele fazia isso. Ele me levou até seu quarto e eu pedi para que ele me colocasse no chão. Fui até seu roupeiro e tirei uma camisola sua. Tirei minha roupa mesmo a frente dele é coloquei a camisa que não tapava mais que metade mas minhas adegas e me deitei na cama.

– É pena que está cansada. Vendo você assim. Tenho mil e uma ideias para brincadeiras agora.

– Mais tarde quando acordarmos. Vamos dormir.

Nos deitamos na cama de conchinha e eu sentia sua respiração em meu ouvido e ele sussurrou de maneira provocante.

– Boa noite Baby.

– Boa noite Vida.

Notas finais
Como sempre deixo aquele beijo e aquele abraço e eu fui! A curiosidade deste Cap é... " Nathaniel é quieto" Bjs da Queen