This Is My Life

51 Debaixo de um manto


Notas iniciais
Aposto que já teve gente que pensou que vai ter hentai no capitulo mas não. Amores o proximo cap será a entrevista da banda e eu não posso postar se não tiver perguntas então por favor enviem perguntas como se eu fosse o personagem e quem sabe se a sua pergunta não aparecesse no proximo capitulo. O proximo cap vai ser o cap mais interativo da fic inteira e se gostarem talvez eu possa noutras opurtunidades fazer mais um. Deixem nos comentários as perguntas que desejarem que sejam postas no proximo capitulo e sem mais demoras o cap 51!!!!

Leiam as notas do capitulo.

Depois de muito conversar acabamos por dormir tarde e consequentemente acordar tarde. Abro os olhos e vejo a neve em minha janela. O dia de praia estava oficialmente cancelado. Viro para o lado e Lysandre não está. Levanto curiosa e vou até a casa de banho que está em seu quarto mas lá ele também não está. Suponho que está na sala então fui para lá e não o vi mas ouvi um barulho na cozinha. Peguei logo a faca que estava na mesa da sala e fui caminhando até a cozinha e quando entrei vi Lysandre olhando para mim com a frigideira na mão contendo lá diversos bifes.

— O que está fazendo?

— O que você está fazendo? – Ele olhou para a faca que eu mantinha erguida em minha mão.

— Nada. – Larguei ela rapidamente. – O que estás a fazer?

— O almoço. Pensei em fazer-te uma surpresa mas tu acordaste cedo demais.

— Já ligaste para os teus pais?

— Ainda não. A verdade é que me esqueci completamente.

— Tenho de ligar para Rosa para ver se fazemos mais alguma coisa para além da praia. Estamos no Inverno. Ideia estúpida é ir à praia no Inverno. Mas talvez possamos fazer mais alguma coisa. Eu vou até a casa do Leigh. De certeza que ela estará lá. Tu vens?

— Claro. Vou fazer alguns telefonemas ao Dimitry para tirar dúvidas sobre a entrevista de amanhã e já vamos.

— Apressa-te. – Me pus em pontas dos pés e o beijei.

— Pare. Caso contrário não irei acabar de fazer o almoço

— Talvez eu queira que você não acabe. – Dei uma mordida no seu lóbulo e comecei a beijar seu pescoço.

— Não me tente.

— Talvez fique para mais tarde. Ou poderíamos fazer aqui mesmo no chão frio da cozinha. O que acha?

— A sua imaginação não tem limites.

— Pois não.

Me retirei e fui vestir algo um pouco mais quente.

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Quando saí do quarto o almoço já estava na mesa. Comemos e depois descemos juntos.

— Podemos ir a pé.

— Não, não. Vamos de carro. – Disse Lysandre.

— Porquê?

— Não vou deixar você andar assim pela rua.

— Como assim?

— Como assim?! Calças apertadas, definindo suas pernas, toda arrumada, de certeza que vai atrair a atenção de muitos rapazes que irão lançar comentários muto pouco delicados a você.

— Sei lidar com isso Lys.

— Vês? É disso que eu estou a falar. Vamos de carro. Não custa nada.

— Como queiras. – Me pus em bicos dos pés e o beijei. — Temos mesmo de andar a pé um dia desses.

— Deveríamos fazer caminhada.

— Óptima ideia. Vamos.

Subimos no seu carro e conversamos o caminho todo sobre coisas aleatórias. Quando saímos do carro Lysandre segurou minha cintura de tal forma que a única explicação plausível para ele apertar tanto é que se largasse eu caia mas como não era esse o caso não vi mais nenhuma razão para o fazer.

— Você está apertando demais.

— Desculpe. Mas viu como aquele cara olhou para você? Até parecia que era a sua refeição.

— Você está ficando paranóico.

— Como você nas compras?

— Aquilo é diferente. Você de repente sente olhares voltados para a blusa que você quer e é justamente a última peça que sobrou.

—Pois.

— Mas pelo menos não sou consumista como muitas mulher por aí.

— Consumista ou não, paranóica ou não eu vou te amar sempre.

— Também te amo. Agora e sempre. – Nós estávamos frente a porta da casa de Leigh, eu me pus em bicos dos pés e beijei-o só que desta vez não foi um beijo rápido. Nos beijamos com paixão ali mesmo. Sem querer saber de quem assistia. Ouvimos a porta a abrir e Leigh a olhar para nós corado. Nos separamos rapidamente. Não conseguia me envergonhar com aquela cena. Pelo contrário, achava ela bem engraçada.

— Oi Leigh! Tudo bem contigo?

— Sim… comigo tudo bem. – Eu o abracei num gesto bem carinhoso. Eu amava dias de neve e me deixavam bem-humorada com todo o mundo. – OK… vieste falar com a Rosa?

— Não. Na verdade viemos falar com os dois a não ser que estejam muito ocupados com o casamento.

— Não… bem… na verdade estamos mas não neste momento… Oi Lysandre.

— Oi.

—Podemos entrar?

— Claro.

— Onde está a Rosa?

— Ela está lá em cima no nosso quarto.

— Como estão a correr as coisas com o casamento?

— Vão bem mas ela quer que seja uma cerimónia e tanto ao passo que eu sou mais minimalista mas eu me esforço ao máximo para mantê-la feliz.

— Tens razão… afinal… é o dia dela.

— Acho que eu me encaixo no papel de convidado especial.

— Pois é. Mas eu queria falar contigo sobre o Natal.

— Natal?

— Sim. Os teus pais passam cá o Natal não é?

— Sim. Eles vêm cá todos os anos porquê?!

— Allison pensou que nós poderíamos passar o Natal em casa deles desta vez. Ela gostaria muito de conhecer a casa deles já que agora é o mais novo membro da família.

— A casa deles é no interior.

— Sim! Seria muito fixe nós sairmos e acendermos uma fogueira e contar histórias, ou deitar e ver as estrelas ou jogar jogos de tabuleiro!

— Se o teu Natal perfeito inclui jogos de tabuleiro e actividades rurais então OK.

— Até tu?! O Lysandre disse a mesma coisa.

— Ally? – Vimos Rosalya no topo da escada.

— Rosa!

— O que você faz aqui? – Ela correu a escada e veio a mim num apertado abraço.

— Pensei em passar por cá para perguntar se não querem passar o Natal em casa dos pais do Leigh.

— Isso ia ser demais! Poderíamos andar a cavalo.

— Brincar com coelhos.

— Nadar nuas no rio. – Quando Rosalya disse isso eu olhei para ela e ela para mim e gritamos que nem duas criancinhas entusiasmadas.

— O vosso maior sonho em casa dos meus pais é nadarem nuas no rio? – Disse Leigh.

— Claro! Fazem sempre isso nas novelas.

— E ia ser muito fixe.

— Achas que existe possibilidade de um peixe morder-nos?

— Talvez, mas vai ser necessário muito cuidado.

— Eu nem acredito que vocês estão a discutir sobre isso. – Lysandre olhava para nós como se fossemos a perdição da raça humana.

— Ia ser super divertido. Vocês poderiam se juntar a nós.

— Assim seria mais divertido.

— Então? Topam passar lá o Natal?

— Claro, porque não? – Disse Leigh e eu e Rosalya demos um grito estridente.

— Nadar nuas no rio, nadar nuas no rio, nadar nuas no rio. – Começamos cantarolar dando as mãos e girando.

— Já vi que esse vai ser um Natal muito agitado.

— Poderíamos reunir todo o mundo aqui e ficar apenas a conversar. Ouvi que os rapazes da Winged Skull foram convidados para uma entrevista e vocês também vão. Ai estou com tanta inveja! Também quero! Leigh não podes ser o novo membro da banda? Toca… sei lá… flauta ou assim.

— Acho que a minha carreira como estilista já me basta.

— Vou começar a ligar para os rapazes. – Eu disse.

— E eu para as meninas.

Ao fim de trinta minutos já todos estavam em casa de Leigh. Sentamos nos sofás e começamos a conversar todos alegres naquele ambiente que me fazia tão bem.

— Malta! Aonde vão passar o Natal?

— Eu vou passar o Natal com a minha família. – Dizia Íris toda feliz.

— Eu e o Armin vamos passar em casa mas a Violette vai passar com o pai dela… Ah! E se ela e o seu pais viessem para a nossa casa?! Assim ela poderia passar o Natal com o pai e o namorado. Sou um génio! O que achas Vi?

— Acho que é uma boa ideia. Com certeza meu pai vai aceitar.

— Yes! Está combinado! Vou passar o Natal com a minha cunhada.

— Alexy! Nós nem sequer casamos!

— E quem disse que falta muito? – Disse ele lançando um sorriso maroto para os dois que coraram na hora arrancando risadas de todo o mundo.

— Eu vou passar o Natal com o Cast.

— E seus pais?

— Eles têm uma “festa de Natal” – Disse fazendo aspas com as mãos. — Para ir e como não quis ir com eles, nada mais justo do que passar o Natal com o meu namorado.

Melody, Nath e Kentin também iam passar o Natal com as suas respectivas famílias.

— Bem… Eu, Leigh, Ally e Lys vamos passar o Natal em casa dos pais de Leigh! No campo!

— Oh! Vão poder tomar banhos nuas em algum lago! – Disse Kim.

— Mas será que quando dizem a palavra “campo” as raparigas só pensam nisso?

— Porquê? Já o disseram antes?

— Sim. Eu disse que seria divertido. Deveríamos achar um lugar bem escondidinho.

— Sim. Não vão querer que todo o mundo da zona saiba como é o corpo de Ally Jones e Rosa Brown.

— Violette vais a entrevista de amanhã?

— S-sim. Apesar de nunca ter sido entrevistada antes eu acho que até posso me sair bem.

— Eu acho que deveria meter um pouco de medo porque, cara, é o tapis rouge! É só o melhor programa de fofocas sobre os famosos de sempre! Eu mesma não perco nem um episódio. – Disse Kim.

— Pois eu acho que já deveria estar com a roupa pronta.

— Pff! Que nada! Podes acordar cedo e escolher a roupa na hora sem stress. – Disse Kim na sua calma usual. Ela era mesmo a cara-metade de Castiel.

— Minha Kim poderia vestir qualquer coisa e mesmo assim continuar linda.

— Oouw! Que fofo! – Ela deu um beijo um pouquinho longo em Castiel e se encostaram-se mais um ao outro.

— Eu já tenho minha roupa pronta desde ontem. – Disse Melody.

— Isso sim é estar prevenida. Acho que deverias fazer o mesmo Kim.

— OK, OK. Eu vou escolher a roupa hoje.

— Só se eu estiver lá para aprovar.

— Porquê? Do quê que tens medo?

— Acho que também deveria fiscalizar o vestuário da Allison para amanhã.

— Porquê? Tens medo de que eu te vá envergonhar.

— É a mesma coisa que eu queria perguntar.

— Por falar nisso, Ainda não vi a tua roupa Melody.

— O quê que deu em vocês?

— Hello! Eles estão com medo de que se vistam de maneira sexy demais e chamem a atenção de outros rapazes! Não conseguem notar? — Disse Alexy.

— Eu não. Não tenho razão para ter ciúmes.

— Porquê? Não te preocupas comigo? – Disparou Violette e a sala toda ficou em silêncio como se estivesse a espera da resposta de Armin.

— Claro que gosto. Mas vocês vivem dizendo que homem com ciúme é ridículo e muito chato e tento ser o menos chato possível.

— Ah sim. Desculpa.

— Não faz mal amor. – E foi com essa que a sala voltou ao normal na sua conversa de sempre.

— Quem me dera poder estar lá com vocês. – Disseram Rosa e Íris emburradas.

— Não preocupes Rosa. Assim que a linha de roupas de Leigh se expandir vais parecer em todas as capas de revistas.

— Para não falar que terás o teu próprio sucesso com a tua própria linha.

— É verdade.

Continuamos a conversa alegre até mais para o fim da tarde e depois nos despedimos. Daí fomos direito para a casa de minha mãe onde o meu pai veio passar as férias.

— Oi amor! O quê que te trás até a minha humilde casa?

— Eu queria falar com vocês sobre o Natal.

— Claro! O que tem?

— Bem… como Lys e eu estamos a namorar eu queria conhecer os pais dele e ver aonde eles vivem então eu pensei “será que eu podia pedir aos meus pais para que passássemos o Natal em casa dos pais do Lysandre?”

— Oh! Em casa da Josiane?! Claro que sim! Eu amo aquela mulher! Vai ser super divertido, podíamos andar a cavalo ou tomar banho num rio qualquer.

Vi Lysandre ao meu lado revirando os olhos.

— Mas precisamos de avisar a eles. Talvez o Lysandre pudesse falar com eles. Até eu iria gostar que tu conhecesses aquele lugar.

— Óptimo! Lysandre tirou toda a graça das minhas fantasias de Natal em casa dos seus pais. Eu pensei em fazer a ceia com a mãe dele, dançar com o Sr. Ainsworth e jogar jogos de tabuleiro em equipas. Vi isso como um sonho mas o Lys disse de tal forma que parecia ser a noite mais entediante da vida de qualquer um.

— Dito dessa forma parece muito bom. Também já estou a imaginar essa noite como perfeita.

— Perfeita? – Disse meu pai descrente – Se com perfeita queres dizer preparar comida para todos, jogar jogos de tabuleiro e dançar então sim. Perfeita! – Disse também utilizando o sarcasmo.

Depois de algum tempo nos despedimos e fomos para casa. Estava estafada. Hoje foi um dia muito bom, só espero que amanhã seja um dia melhor. Com tudo o que passei a entrevista me transformava numa pilha de nervos e tenho estado a treinar respostas pois sei que irão perguntar sobre isso. Lysandre tinha ligado para seus pais e eles aceitaram na hora a ideia de irmos para lá mas a verdade é que eu tinha até medo de eles tocarem no assunto do rapto e eu não saber responder ou de repente a voz não sair. Me sentei no sofá e liguei a televisão a procura de algo que amenizasse o meu desconforto mas piorou.

“ E no próximo tapis rouge vai ser entrevistado o grupo mais falado de toda a cidade de Paris, sim! São eles a Winged Skull! Você não pode perder. Perguntas dos fãs, revelações escaldante, intrigas e mais detalhes vindos da própria Allison Jones sobre o seu rapto e como ela conseguiu sobreviver! Tudo isso aqui no tapis rouge!”

— Ah não! Não, não, não, não, não! Isto não pode estar a acontecer.

Me levantei do sofá para dizer a Lysandre mas ele estava bem atrás de mim.

— Tu viste?

POV Lysandre on

Ally devia estar a sentir-se péssima. Senti-me culpado por ter de sujeita-la a tal experiência semanas depois de ela vencer o caso. Ela poderia ter vencido o caso mas será que venceu o trauma?

— Sim. Desculpa não queria meter-te nesta situação.

— Eles pensam que eu estou fraca. Agora todos pensam que eu estou impotente.

— Se quiseres não precisas ir.

— Não. Eu sou o que sou e não o que dizem de mim. Agora mesmo é que eu quero ir e mostrar a todos que eu estou 200% bem!

— Não achas que isso está a subir-te um pouco a cabeça amor?

— Vou fazer todo o mundo perguntar como é que eu consegui superar tudo tão rápido.

— E conseguiste? – Nesse momento o ar confiante que estava em seu rosto sumiu numa fracção de segundos. Eu sabia que ela tentava parecer forte pra empurrar tudo aquilo para baixo mas lá no fundo os seus sentimentos estavam instáveis e ela incerta sobre o que sentia mas ela escondia tudo isso debaixo de um manto de bom humor e sorrisos falsos muito bem-feitos. – Diz-me Ally. Conseguiste ultrapassar tudo isso ou escondes tudo debaixo de um manto? Eu quero que tenhas qualquer coisa que envolva o que passaste a milhas daqui mas quando dizes que está tudo bem e que podes aguentar de facto podes? Eu não quero acordar de madrugada com teu choro e o peso na consciência de não ter reparado antes que não estava tudo bem contigo. Que estava a ser um mau namorado, um mau amigo um mau companheiro que não notei que quando disseste “tudo bem. Eu consigo enfrentar” na verdade tinhas medo disso. E acredita se as feridas não sararam e teres novamente contacto com aquilo que as criou vai corroer cada vez mais o teu ser até não sobrar mais nada. Então… por favor Allison diz-me. Conseguiste de verdade ultrapassar tudo aquilo?

— Eu… eu… não. – Caiu uma lágrima solitária em seu pálido rosto. Ela caiu de joelhos no chão e eu me pus de joelhos também – Eu não consegui. Eles…A Nina, a Elise, o James, o Kyle e o Clark “Tu não prestas para nada”, “és apenas uma pequena gota de água no oceano”, “Aposto que se morreres aqui mesmo ninguém vai dar a mínima”, “ Aposto que quando o Lys descobrir quem és de verdade vai abandonar-te”, “Pessoas como tu não merecem viver”. Todos eles contribuíram para que eu me tornasse no que sou agora. Olha pra mim Lys! Olha o que eles me tornaram! Agora eu vivo escondendo o que realmente sinto! Vivo com medo e desde que acordei do coma não houve um único dia em que não acordei com um pesadelo. Foram eles que me tornaram nisso. Durante este tempo todo eu tenho feito o papel de durona e auto-suficiente mas a verdade é que… eu preciso de ajuda Lys. – Disse um fraco fio de voz e com a cara lavada em lágrimas. – Eu preciso de ajuda mas eu não sei aonde consegui-la. Pra onde quer que eu vá eu sinto medo de ser julgada como a coitadinha mas será que não é mesmo isso que sou? Durante um mês sofri dores físicas incomparáveis e muitas vezes me perguntei como eu conseguia aguentar mas agora parece que o que mais custa aguentar são as dores emocionais. Esforço-me todos os dias para não desatar a chorar quando me encontrava sozinha e perguntar porquê? Porquê que a vida foi tão má comigo mas eu tentava sempre parecer forte. Com ou sem plateia e nem sequer me dava conta que eu estava a causar tal mal a mim mesma que poderia tornar-se irreversível um dia, mas a verdade é que eu preciso de ajuda. Eu quero ajuda. Quero ultrapassar tudo isto contigo. Preciso de ajuda médica, preciso de ajuda familiar, dos meus amigos. O máximo que conseguir mas não vou mais esconder o facto de estar a sofrer.

— Oh Ally. – Eu a abracei forte e ela começou a chorar em meu ombro. – Nós vamos ultrapassar isso juntos.

— Juntos.

Notas finais
Para quem decidiu ignorar o aviso no inicio do cap o que eu peço é que enviem perguntas para que os personagens da história possam responder porque o proximo cap será uma entrevista e eu quero as vossas perguntas. Sem mais delongas deixo aquele beijo e aquele abraço e fiquem com as curiosidades. A curiosidade deste cap é... "Melody foi rejeitada por Nathaniel por não fazer o tipo dele" Comentem, favoritem, acompanhem, recomendem e me amem. Beijos da Queen!!