This Is Life
27 Uma Perfeita Reconciliação
Notas iniciais
~ CAPITULO 27 ~
~ POV JOANA ~
Pijama: http://www.polyvore.com/cgi/set?id=50538274&.locale=pt-br
Não consigo dormir. Fecho os olhos vejo Pedro. Abro os olhos me vejo beijando o Pedro. Deus, por que isso esta acontecendo comigo? Eu já superei isso, já entendi que ele não me ama. Por que fico assim só por causa de um beijo?
Desci e fui beber um pouco d’água. Racionalidade e equilíbrio só precisam disso. Senti seu corpo atrás do meu.
- Me desculpe por ser um idiota, moleque, irresponsável, sem ... – me virei pra ele.
- Aumentar a sua culpa não vai tornar sua desculpa maior. Ou mais sincera. – Ele se aproximou até quase colar nossos corpos.
- Me desculpe por te fazer sofrer. Por não conseguir ver que tudo o que eu preciso está bem aqui. – Ele tocou meu rosto com as costas da mão, respirei fundo. – Me explique o que foi aquilo que eu senti quando te beijei.
- O que você sentiu? – perguntei quase em um sussurro.
- Tremores, ansiedade, saudade. – ele aproximou nossos rostos. – Tudo o que eu senti na primeira vez que te beijei.
- Foi como eu me senti. – Falei sem pensar.
- Eu senti amor. – Ele sorriu largamente. – Deixe-me sentir novamente.
- Não é necessário um beijo pra que se sinta amor. – Falei olhando em seus olhos.
- Deixe-me te sentir novamente.
- Pra depois tudo acontecer como antes? Eu chorando no meu quarto enquanto você pega uma vadia qualquer? Não obrigado, eu já aprendi minha lição. – Tentei sair e ele me prensou na pia colando nossos corpos.
- Eu vou fazer você se sentir a mulher mais feliz do mundo. Só que pra isso você precisa dar uma trégua, precisa me dar uma chance. – então ele me beijou, um beijo rápido. – você me da essa chance? – Perguntou mordendo o lábio inferior. Como resposta o beijei. – Considerando isso como sim. – Sorrimos.
Ele me beijava com desespero, estávamos desesperados, desesperados por algo mais, suplicávamos por algo mais. Ele chupou meu lábio inferior e eu deixei que um gemido escapasse.
-Senti saudades, saudades do seu gosto – Ele mordeu meu pescoço -, do seu corpo, — foi passeando com suas mãos pelo meu corpo. – dos seus gemidos. – ele me pressionou mais ainda na pia e eu repremi um gemido. – Não sinta vergonha de mim Joana. – Ele sussurrou com a voz rouca no meu ouvido. Apertei forte sua nuca e o puxei pra mais um beijo, sei que corria o risco de sofrer tudo o que sofri de novo, mas eu amo o Pedro, amo a forma que ele me tem com poucas palavras, e estava disposta a lhe dar uma segunda chance. Pedro me colocou sentada na pia e eu rapidamente enlacei minhas pernas em sua cintura o puxando mais pra mim. – In sleep He sang to me, in dreams he come, that voice which calls to me, and speaks my name. (No sono ele cantava para mim, nos sonhos ele vem, aquela voz que me chama e fala meu nome.) – Pedro cantou no meu pescoço — Say my name.
- Isso é errado. – E era, eu e ele, uma combinação que nunca poderia dar certo. Ele apertou mais a minha cintura deixando um chupão em meu pescoço, gemi baixo em seu ouvido. – Por que gosta tanto de me deixar assim? – Perguntei ofegante. Ele tirou meu casaco e apertou meu seio.
- Você não gosta? – Ele perguntou, muito mais pra me provocar do que pra saber a resposta. Sem que eu respondesse ele me pegou no colo e me levou para o quarto.
Chegamos no seu quarto e ele me colocou na cama, se afastou um pouco pra tirar sua bermuda, voltou tirando meu short e distribuindo beijos pelo meu corpo, eu arranhava suas costas e arqueava meu corpo contra o seu, rodamos na cama e eu fiquei por cima, arranhei toda a extensão do seu peito até chegar em sua barriga parei na barra de sua boxer e puxei o elástico da mesma, Pedro suspirou mordendo o lábio. Vagarosamente fui retirando sua cueca, ele me olhava com um brilho intenso no olhar, tomei seu membro em minha boca e Pedro gemeu alto, senti seu membro aumentar em minha boca e arranhei suas coxas, Pedro segurava em meu cabelo me estimulando à continuar, os movimentos eram leves o que o deixava mais excitado, Pedro falava meu nome em meio aos gemidos, ficava feliz por fazer Pedro feliz.
- Joana... Joana... – ele repetia – Meu Deus! Você está me matando. – Ele disse como um sopro.
Não queria que ele ficasse satisfeito só ali então parei com os movimentos e beijei seu membro com ternura, fui aplicando beijos em seu corpo, Pedro meu puxou forte pela nuca e me beijou, sentou-se comigo em seu colo e sorriu olhando pra mim.
- Promete que quando acabar vai ser diferente? Que não vai me decepcionar de novo, me fazer ficar arrependida de ter me entregado a ti? – perguntei ao pé do seu ouvido
- Olha pra mim Joana. – Olhei pra ele que segurou meu rosto entre as mãos. – Eu tenho tudo o que eu preciso aqui, na minha frente e eu não trocaria ela por nada nesse mundo, eu sei que eu errei, mas sei que estou pronto pra me redimir do meu erro e fazer você feliz. Porque eu te amo, simplesmente isso, eu te amo.
Então ele me tomou em seus lábios, beijava-me com carinho, mas com desejo, beijou meu corpo, sua língua quente causava sensações indescritíveis quando tocava minha pele. Ele me deitou na cama e retirou a minha ultima peça, voltou ficando por cima de mim, entrelaçou nossas mãos e me preencheu, me mantive de olhos fechados, apenas desfrutando da onda de prazer que Pedro me proporcionava, ele era gentil e selvagem ao mesmo tempo, eu me controlava pra não me entregar por completo á ele.
- Olhe pra mim, eu estou te machucando? – cravei minhas unhas em suas costas e gemi alto.
- Apenas não pare. – Eu falei olhando diretamente em seus olhos ele investiu mais forte em mim, os movimentos foram ficando cada vez mais rápidos e eu já não tinha mais controle sobre mim.
Chegamos ao ápice juntos , Pedro havia me amado como nunca amou antes. Tentei me levantar ele me segurou pela cintura.
-Fica aqui Joana.- Ele me puxou me fazendo ficar sentada. Olhei para ele e perguntei.
-Por que você quer que eu fique? – Ele sorriu .
-Porque eu preciso de você aqui. Todo esse tempo...
Então o Pedro me deu um beijo calmo e foi me deitando lentamente para o seu peito, desgrudamos nossos lábios e ele pôs sua mão no meu cabelo, não havia um mínimo espaço entre nós eu abraço o seu corpo quente , pouco ofegante.Fechei meus olhos, agora estava relaxada, feliz, finalmente.
-“ O que eu quis,era poder te ter um pouco mais aquii,bem perto do meu peito e ver você sorrir com as batidas do meu coração que bate acelerado de pensar em te perder que sonha acordado procurando uma maneira de te ter..
— De te ter.” – Terminei de cantar.
-Por isso que eu não quero que você vá. Nunca. – Ele me apertou contra si.
— Pedro.
-Sim?
-Por que você queria que eu dissesse o seu nome?
-Porque é bonitinho. –Rimos.
-Wan.. :3
-E ..me excita. É tão lindinho essa sua boca falando “Pedro” que me excita.
-Pedro, Pedro, Pedro, Pedro..-Rimos mais ainda.
-Assim não vale ... – Depois de muitas declarações e canções ao pé do ouvido, adormecemos.
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