Notas iniciais
Bom, eu li minha historia, e vi que já havia passado da hora de ela terminar. Bom, realmente não é facil pra mim fazer isso. Mas tem que ser feito. Eu amei demais cada momento desses oito meses, vocês tornaram esses oito meses mais que especial. Eu to muito feliz da minha primeira fic ter sido assim, mesmo! Eu agradeço a todas você, que leram, comentaram, não comentaram, recomendaram, não recomendaram, favoritaram, não favoritaram, vocês são realmente FODAS! E eu sei que vou sentir muita saudades de vir aqui, postar capitulos novos. Era um prazer tão grande fazer isso! E novamente eu quero apenas agradecer a vocês, eu amo muito vocês, serio! Boooom, antes que eu esqueça, um obg especialzinho para minhas delicotas:::: >> SrLanzerlicious <> Last Of The Brazilian Girls

Capitulo dedicado a todas vocês!

POV PEDRO.

Eu ainda fico me perguntando o por que de ter demorado tanto a fazer isso, estava tão claro, isso era o que eu sentia, e se não fosse eu a falar isso pra ela, ninguém mais falaria. Eu sei o que ela sente, sei que ela ainda me ama. E eu sei que posso fazê-la feliz. Basta um " sim" .

Abri a caixinha que estava na minha mão e os olhos dela se arregalaram.

– Você... Você ainda tem... — Sussurrou se referindo a aliança dela, a que ela jogou em mim no dia que foi embora.

– Você aceita? — Perguntei novamente.

Ela se ajoelhou na minha frente controlando as lagrimas.

– É claro, eu quero você mais que qualquer coisa no mundo! Eu te amo! Pedro, eu te amo! — Ela falou já chorando.

Sem pensar duas vezes selei nossos labios no que eu posso com certeza afirmar, o melhor beijo de nossas vidas.

5 MESES DEPOIS

(...)

POV JOANA

Todos na vida cometem erros, alguns mais sérios que os outros. Bom, o erro de Pedro é fácil descobrir, não foi ter matado o meu pai, mas o que gerou isso, então, foi ele ter se envolvido com Leandro, que diferentemente de hoje em dia, naquela época não prestava. Meu erro, também fácil de dizer, eu ter fugido de Pedro, no momento em que eu mais precisava dele. Porem, são com erros que nós percebemos quem nós somos, o que queremos, coisas do gênero, no meu caso quem queremos, quem que quero. Quem eu quero? Pedro.

Meu Deus, como minha vida mudou! Eu era apenas uma adolescente com um sonho, e uma vontade. Meu Deus, como é bom amar! Pensando bem, minha vida é cheia de clichês, encontrei o amor da minha vida, casei, engravidei, separei, tive filhos, e agora, casarei de novo. Com ELE. Meu único amor. Meu primeiro amor. Aiai, que eu tive com Leandro e Hector foi bom, muito bom, mas eu não havia percebido que não era o ideal. Pode ser bom, o quanto for preciso, mas quando se tem o ideal, você não precisa saber o quão bom é. Porque ele é ideal, seu ideal. Pedro.

- Hey, psiu! – Olhei para o lado. – Eu te amo. – Revirei meus olhos. – Hey, psiu.

- Fala Pedro...

- Diz que ama também. – Ele pediu com a voz manhosa.

- Não. – Falei apenas.

- Wool, e por que não? – Ele perguntou indignado.

- Ué, porque eu não te amo! – Dei de ombros voltando a ver o que passava na TV.

Ele se levantou e desligou a televisão.

- Ei! Eu tava vendo! – Protestei.

- Não vai ter mais casamento. – Ele falou serio, o olhei incrédula.

- Que?

- É isso, olha Joana, por mais que você brinque, isso machuca, você nunca diz que me ama, você fala todo dia pro Leandro que ama ele, e quando eu me humilho pra você, é isso que acontece, eu não quero mais ser o Pedro grude, e eu não quero que você seja a Joana fria, talvez você estivesse certa. Nosso tempo é outro. E esse já passou. – Então ele tirou a aliança e colocou na mesinha de centro. Foi indo em direção ao quarto. Corri atrás dele.

Ao chegar lá, ele colocava suas roupas na mala.

- PEDRO? O QUE VOCÊ PENSA QUE ESTÁ FAZENDO?

- Indo embora. Vai ser melhor pra todos.

- Quando você diz isso quer dizer melhor pra você né? Porque pra mim não vai, nem pras crianças.

- Eu não vou deixar de ser o pai deles.

- MAS VAI DEIXAR DE SER MEU NOIVO! Meu namorado, meu homem, meu amigo. Minha vida. – Sussurrei a ultima parte. – Eu te amo.

- Repete. – QUE?

- Oi? – Ele riu.

- Fala que eu sou seu homem de novo. – Respirei fundo. – Fala. – Ele fez uma carinha sexy.

- Pedro, que porra é essa?

- Fala que eu sou seu, caralho! – Eu cheguei bem perto dele.

- Você é um imbecil. – Ele me puxou pela cintura, agora nossos corpos estavam colados.

- Fala que eu sou seu imbecil. – Não consegui conter um sorriso, ele juntou nossas testas.

- Você é MEU imbecil, meu noivo, meu homem, meu amor. Meu Pedro. – Nossos lábios roçaram.

- Foi tão lindo ver que você acreditou. – Ele me deu um selinho. Segurei sua nuca e aprofundei o beijo. Nos separamos por falta de ar.

- Por que fez isso? – Perguntei.

- Pra você ver que existem coisas piores do que minha turnê de 2 meses na Europa. – Ele falou baixinho.

- Mas isso não ruim... VOCÊ VAI PASSAR DOIS MESES NA EUROPA? – gritei.

- Sim...? – Meu Deus, estou perdida, ele vai se apaixonar por uma gringa, e vai me largar . – Mas eu volto, porque minha vida vai estar aqui no Brasil esperando por mim. E se ela ficar de gracinha com qualquer brasileiro vai ser seqüestrada, e mantida em cativeiro, e assim vai viver pelo resto de sua vida. – Falou com um lindo sorriso no rosto.

- Fiquei com medo.

- Não fique. E claro, não me de motivos.

3 MESES DEPOIS

Acordei e não achei Pedro ao meu lado. Bufei. Odiava quando ele saia e não me acordava. Olhei a hora em meu relógio e quase cai da cama, tamanho foi meu susto. Amanhã. Amanhã, eu me casaria. De novo. Lembrei de quando nos casamos pela primeira vez. A conversa que eu tive com o Heric dizendo que eu queria fugir. Imagina se eu tivesse feito essa burrada. Não, nem imaginar eu quero. Levantei rápido e fui tomar um banho.

Três batidas de leve na porta se fizeram presentes no ambiente.

– Entra. — Falei terminando de prender meu cabelo.

– Good morning, sleeping beauty. — H.E.C.T.O.R.

– OH MEU DEUS! — Pulei no colo dele. — Meu bebê! Que saudade! — Falei.

– Eu também, loirinha! — Ele falou rindo.

– Só ele que ganha abraço? — Quase morri quando eu escutei aquela voz.

– HERIC! — Corri e abracei ele. — Meu Deus, quem morreu? Porque só assim pro Mr. Londres e o modelo virem me ver.

– Haha, e você acha que nós iríamos perder o casamento do ano? — Hector perguntou. Não me pergunte como, mas ele aprendeu a falar português.

– Ou que deixaríamos arvores morrerem a toa? Quer dizer, o papel do convite.

– Wool, senhor Natureza!

– Jô? — Pedro apareceu na porta.

– Oi meu amor! — Dei um selinho nele.

– O pessoal já chegou, vamos? — Ele falou.

– Claro! — Sorri.

Todos nós descemos, todos estavam lá, os meninos da banda e suas garotas, minha mãe e irmã, Leni, Mauro, Mi e Duda. Claro, Becca e Rafa.

(...)

Foi escolhido por votação que o casamento seria realizado em BH. E aqui estamos, em Belo Horizonte, a caminho do hotel, é claro que a "votação" foi a escolha das crianças, e assim ficou.

Quando eu tinha seis anos meu pai estava me ensinado a andar de bicicleta, e caí da primeira vez que ele me solto, na segunda, e quando caí na terceira comecei a chorar, não porque tinha me machucado, mas porque eu não conseguia. Meu pai me colocou sentada em seu colo e me contou uma historia da qual eu nunca me esqueceria.

Sabe filha, quando eu conheci sua mãe, estudávamos no mesmo colégio, ela era a menina popular, eu era o carinha que sabia fazer contas, na nossa escola era muito tradicional ter bailes. Eu era apaixonado por ela, da maneira como ela agia, se vestia, tudo nela era perfeito. Bom, no meio do ano, tivemos o baile de mascaras, esse era o meu preferido, casais com suas roupas e mascaras combinando. Eu como a maioria dos meninos da escola, convidei sua mãe, ela na mesma hora recusou meu pedido, dois dias depois tomei coragem e pedi de novo, e ela novamente recusou, lembro-me que ela aceitou na quinta vez que eu pedi. Bom, depois desse baile começamos a namorar. Os anos se passaram, e eu e sua mãe continuamos juntos, até que um dia eu resolvi pedi-la em casamento. Sabe qual foi a resposta? – Neguei com a cabeça. – Um não, bem grandão. Mas eu não desisti, iria me casar com ela. Pedi mais duas vezes, na terceira ela aceitou.

- Mas papai, o que isso tem a ver comigo andar de bicicleta? – perguntei.

- Pense filha, se eu tivesse desistido no primeiro ‘não’ que sua mãe me deu, o que teria acontecido?

- Você ficaria sem par.

- E...?

- E vocês não namorariam... E nem casariam. E eu não ia existir. – Ele sorriu, acho que foi por causa da minha cara de pânico.

- Isso...

- Então, eu não posso desistir da primeira vez que eu cair, eu tenho que tentar sempre?

- É exatamente isso, e não só quando você andar de bicicleta. Sempre. Sua hora vai chegar.

Era uma conversa um pouco seria demais pra ser conversada com uma criança de 6 anos, mas com o passar dos anos eu entendia o que ele queria dizer.”

E agora aqui estou eu, 23 anos, tentando pela segunda vez com o Pedro, afinal, quando se é fácil de mais e muito chato, um pouco de turbulência, adrenalina, incerteza, assim que é bom. Segundas chances, tentativas, essas são boas. Meu pai tava certo, minha hora vai chegar, e ela está chegando, amanhã. Obrigada pai.

P.S : Amanhã eu caso. De novo.

Notas finais
Bom gente, é isso. Esse é o final. )': Eu amei cada segundo que eu passei aqui! Eu amei tudo! EEE, VOCÊS PODEM PARANDO COM A GRAÇA, PORQUE DAQUI A POUCO EU TO DE VOLTA COM MAIS UMA FIC, E EU QUERO VER GERAL LÁ! RUM! Beijo gente, - meu ultimo beijo aqui - Valeu por tudo, amo vocês! Espero que vocês tenham gostado tanto quanto eu! (: