Notas iniciais
OOOOOOOOOOOOOOOOOI MINHAS CENOURAS LINDJAS! SENTI TANTA FALTA DE VOCÊS! Aconteceu tanta coisa nessas "ferias" que ficou impussibru postar... Maaas posso avisar que os capitulos serão bem romanticos a partir deste, por dois motivos: To no meu momento in love. E to escutando muito Sandy e Junior u.u Serio, eu não consigo parar de escutar.. Maaas vamos ao capitulo..

~ Capitulo 1 ~

~ Pov Joana ~

- Você não acha que isso é demais? – Perguntei e Dalila me olhou incrédula.

- Querer minha irmã como madrinha do meu casamento é demais? Querer minha sobrinha como dama de honra é demais? Joana uma hora isso iria ter que acontecer, eu sou a única até hoje que é contra você nunca ter contado isso ao Pedro. Ter contado a ele que estava grávida. Como você acha que é esconder isso do Lucas? Do Pedro? Você conseguiu se esconder dele durante quase três anos, quem sabe já esteja na hora disso tudo acabar .

Dalila saiu e sentei na cama apoiando a cabeça em minhas mãos. Realmente fiquei mexida com o que ela falou, eu não estava me escondendo de Pedro, eu estava evitando ele, consegui fazer isso durante todo esse tempo. É, talvez seja hora disso tudo ter um fim. Eu só tinha medo da reação dele, quer dizer, eu esperava que ele fizesse o que ao descobrir que é pai de gêmeos? Me beijar e dizer que tudo vai ficar bem? No mínimo ele irá pedir um teste de paternidade. E sim, eu sei que eu mereço isso, isso e muito mais.

Saí do quarto e parei na frente de Dalila e Lucas.

- Eu aceito ser madrinha de vocês. – Falei e Lucas abriu um largo sorriso. – E eu vou conversar com a Rebecca a outras coisa, se ela aceitar...

- Ela vai aceitar! – Dalila afirmou, eu já sabia que Rebecca aceitaria.

- Gente, quem é Rebecca? Aceitar o que? – Lucas perguntou.

- Essa parte a gente pula, japa. – Ele riu, mas deu pra ver no seu olhar que ele ficou desconfiado.

~ Pov Pedro ~

“ Ela aceitou, cara!”. Essa frase ecoava na minha cabeça e eu ficava cada vez mais tonto. Dois anos e onze meses, esse era o tempo que eu estava sem vê-la, eu já sabia que ela estava no Brasil, pra falar a verdade eu estava sabendo disso a muito tempo, eu tentei ir até ela, totalmente em vão, ela agora trabalha em casa, mudou de endereço e telefone, deixou claro para todos que não era para mim ficar sabendo disso. O melhor de tudo é o novo funcionário da empresa, Leandro Manzon. Quase quebrei a cara dele.

Eu realmente não sabia se ficava feliz ou triste por reencontrar a minha pequena. Quer dizer, eu estaria mentindo se dissesse que não sinto mais nada por ela, eu amo aquela garota, eu não sei mas como eu consegui passar todo esse tempo longe dela, só sei que eu preciso dela, eu preciso dela mais de que eu preciso de ar. Ela é o meu ar. E agora eu só precisava saber como ela estava, se ela ainda me amava, eu só precisava saber dela. Fiz o mais provável no momento. Liguei pro Lucas.

- Fala cara! – Ele disse animado ao atender, era assim que ele vivia agora, feliz, sempre sorrindo.

- Eae irmão! Tá feliz hein.. – Ele riu. – Então cara, liguei pra saber dela...

- Eu sabia que você ia fazer isso alguma hora.

- Como ela tá? Quer dizer, ela mudou muito?

- Ela tá muito diferente, só que não parece que ela tem 22 anos, continua com aquela carinha de criança, tá loira... – Fiquei mais empolgado ainda.

- Ela e o Leandro...? – Ele riu.

- Não, eles são só amigos, todos ele, inclusive a Lila, já me confirmaram isso. Leandro tá namorando.

- Mas ela tá solteira? – Perguntei de uma só vez.

- Sim, ela está solteira. Pedro, por menor que seja o sentimento, Joana ainda sente algo por você. E eu tenho certeza que vocês ainda vão se acertar. – um sorriso bobo invadiu o meu rosto e por um momento eu acreditei que aquilo pudesse ser verdade. – Cara tenho que desligar, Dalila tá um nervo só aqui. Até, irmão. – Nem consegui responder, um som estranho e afirmativo saiu de minha boca e eu apenas desliguei o celular.

Três anos e um mês sem vê-la, uma semana para o casamento do Lucas, ninguém sabia, mas eu descobri que Joana estava na casa da mãe dela. Era hoje que eu iria reencontrar o meu amor.

Sai de casa, minhas mãos estavam tremulas, agradeci mentalmente por não ter transito. Cheguei lá e como os seguranças já me conheciam , entrei direto. Minhas mãos tremiam e eu sentia meu coração acelerado, eu sou louco por estar fazendo isso, nem sei se ela ainda me ama, mas eu precisava, eu preciso falar com ela, olhar ela. Beija-la.

Escutei algumas risadas vindas do amplo jardim. Joana estava ali, a risada dela era inconfundível. Também tinha risadas de crianças. Fui até lá. Joana brincava com duas crianças, fiquei observando de um lugar que não era possível que eles me vissem. A menina que estava sentada ao lado de Joana amostra animadamente uma joaninha que ela acabará de pegar, enquanto o menino brincava com uma bola. Eu sou louco! Aquelas crianças são muito iguais a mim, o olho de Joana predominava em seus rostos, e o amor espelhado aos olhos de Joana em cada coisa que eles faziam. Rapidamente uma coisa me passou pela cabeça, mas pela idade que aquelas crianças aparentavam ter, isso era impossível. Até que a frase pronunciada pela menina fez meu chão cair. “ Mamãe, veja que bonitinho que eu achei!” . Mamãe?

-Joana? — Chamei. Ela me olhou assustada.

- Pedro? O que você está fazendo aqui? – Ela perguntou.

- Quem é ele mamãe? – A menina perguntou me encarando.

- Um amigo da mamãe... Pedro, me espera no meu quarto por favor. – Assenti ainda atordoado e fui até o quarto dela.

Pela janela eu observava tudo, uma mulher ficou lá com as crianças. Uma mão pequena e delicada tocou meu ombro.

- Me diz que aqueles não são seus filhos. — Falei ainda olhando para as crianças.

- Isso não será possível. E eu nem quero que seja. – ela falou suspirando.

- Eu sou o pai? – perguntei agora olhando pra ela.

- O que você quer de mim? – Perguntou sentando na cama.

- A verdade. Eu só quero a verdade. – me ajoelhei na sua frente.

- Pedro, eu estava gravida quando fui pra Londres, foi por isso que o contrato acabou. — um nó se formou na minha garganta.

- Você? Quer dizer... como... por que você nunca contou?

- Eu ia contar! – Ri sarcastico.

- Quando? Quando eles tivesses formados? – Levantei um pouco alterado.

- NÃO! Eu ia te contar no dia em que descobri que você... – Ela não conseguiu terminar a frase.- Quando eu voltei pro Brasil, a primeira coisa que eu pensei em fazer foi te contar, mas vazaram fotos suas com uma mulher, e eu não tive coragem, iam pensar que eu estava dando o golpe da barriga.

- E ai, apareceu o Leandro e você teve certeza de que eu não precisava saber que era pai?

- Errado de novo, me encontrei com o Leandro em Londres, desde então ele me ajudou durante a gravidez. E ele é um dos que sempre me diziam pra te procurar.

- ENTÃO POR QUE VOCÊ NÃO PROCUROU?! – Gritei.

- Porque você já tinha superado, você não me ama mais, e eu não quero atrapalhar mais a sua vida! – estávamos em pé, bem próximos, ambos gritávamos.

- EU NÃO TE AMO? JOANA! VOCÊ SABE O QUE ESTÁFALANDO?

- NINGUEM NUNCA IA ACEITAR! NINGUEM NUNCA IA ACREDITAR!

- ELES SÃO MEUS FILHOS?

- O QUE VOCÊ ACHA? – ela perguntou na ponta do pé.

- Você quer saber o que eu acho? – perguntei dessa vez mais baixo, bem mais baixo

Notas finais
EEEENTÃO? O QUE SERÁ QUE VAI ACONTECER? TANTANTAN.. Deixem comentarios, recomendações, mps e se eu tiver demorando demais, me pertubem no twitter da minha irmã: @twiterdadaan
:**