This Is Life
6 Capítulo 6
Notas iniciais
Gente, oii. Foi mal mesmo a demora, tava estudando. =/
Então, ai está. c:
Então, ai está. c:
~CAPITULO 6~
POV JOANA EU NÃO ACREDITO QUE EU BEIJEI O PEDRO GABRIEL! Não acredito que eu pude ser tão fraca... Foi horrível, afinal É horrível você beijar alguem pensando em outra pessoa, como eu desejei que a boca dele tivesse o mesmo gosto da boca do Hector, que ele tivesse o mesmo toque de Hector... Como eu desejei o Hector. Fui tomar um banho, mesmo tendo tomado apenas duas latas de cerveja eu estava tonta, talvez fosse por causa de tudo que aconteceu. Cerveja... Lembrei da desculpa esfarrapada que eu dei para o Pedro... Ho Gloria! Saí do banho me jogando na cama com o celular, lógico, respirei fundo umas cinco vezes, resolvi responder. ~MENSAGEM ON~ “ Eaí, pequeno? Desculpa a hora... Eu to bem sim. Um pouco cansada... Sinceramente? Não sei o que falar, não se devo falar, existe algo para se falar? Afinal algumas pessoas falam que quando duas pessoas se amam elas se entendem apenas pelo olhar? Acho que esse é o nosso problema, eu não posso olhar em seus olhos... Eu acho que deveriamos parar de nos falar, afinal eu já estou aqui né? Acho que eu não tenho controle suficiente para continuar no Brasil se eu ainda falar com você, não é a sua culpa, é culpa da minha falta de autocontrole. Sorry. Joana. “ ~MENSAGEM OFF~Não chorei , estava arrasada, mas eu acho eu ainda não acabou... Entendeu? Acabei dormindo em meio a pensamentos escrotos e sem sentido. Acordei com a dor de cabeça mais horrivel que um ser humano sentir na vida. Era 13:30 da tarde! Eu não acredito que dormi tanto assim... já perdi todo o dia, tava com vontade de ir ver minha irmã... Peraí, é domingo! Ela não tem aula ( AVÁ), vou ir fazer uma visitinha surpresa! Visita surpresa o caralho, afinal, aquela casa também é minha! Fui tomar um banho, estava toda dolorida, parecia que eu havia levado uma surra! Aff! Fiquei meia hora no banho, a água estava gelada, estava muito calor, senti falta do friozinho de Londres... ? Não, não senti, queria ir pro Rio de Janeiro pegar uma corzinha, to com cara de Edward Cullen. ¬¬’ Coloquei uma blusa tamanho G do The Maine , por causa do meu tamanho ficava como um vestido, um cinto fino marcando um pouco da cintura, e um All Star preto, peguei meu celular e desci. Cheguei lá e me deparei com 4 garotos dando gargalhada e jogando Video Game. Pedro e Thomas, ou outros dois eu não sabia quem era, Thomas olhou para trás e me viu na ponta da escada.- Jô!! Até que enfim! – Ele se levantou e veio me dar um abraço. Abracei ele de volta claro, não ia deixar o menino em um vácuo profundo. - Hello, Thomas! – Esse povo sente uma saudade, acho que eu tenho um pouco da frieza dos ingleses... - Eu achei melhor não te acordar, você foi dormir tarde, e talz... – Pedro se desculpou.- Tá tudo ok... só to um pouco dolorida... hehe. - Eu disse que não era pra ter deixado ela beber Pedro Lanza. – Pra que tudo isso Thominhas?!- Não tem nada a ver com a cerveja ok...- Pedro Lucas. – Um menino moreno, alto, disse acenado.- Lucas. – O outro de olhinho puxado disse repetindo e gesto do outro – Mas se quiser pode chamar de Koba, sabe confunde né... – Ele apontou para o Pedro Lucas. - Joana... – Eu sorri de lado – Pedro eu vou ir ver minha irmã, ok? - Você quer que eu te deixe lá, seilá, eu não acho que sej...- O motorista da Dalila vai vim me buscar aqui, não precisa se preocupar, tá... – Eu já tava indo em direção a porta. - Volta antes das 19:00? A gente precisa conversar... hein? – Ele já estava em pé, parado na minha frente.- Volto sim, mas é alguma coisa seria? - Na hora você fica sabendo. – Ele deu um beijo no topo da minha cabeça e se virou voltando a sentar no sofá. - Tchau gente. – Acenei para os meninos. - Tchau! – Eles responderam em coro. Fiquei esperando uns cinco minutos e logo Carlos ( motorista) chegou me levando até a casa da qual eu nunca me senti bem de entrar depois da morte do meu pai. No caminho eu só conseguia imaginar meu casamento com o Pedro... Estava tão ansiosa, esse sempre foi meu sonho! Fuck _|_. Estava arrasada, sinceramente? Eu não queria nem olhar para minha mãe, um dia isso passaria, só que esse dia ainda estava longe... Cheguei em casa e fui recebida por uma Dalila louca, que me abraçava, beijava, pegava no colo, foi tenso. Fomos para o quarto dela e ficamos conversando sobre coisas inuteis, descobri que ela estava namorando com um carinha da escola dela, que ela tava pensando em ser jogadora de vôlei, etc... até que chegamos no assunto principal, o motivo pelo qual estou no Brasil.- Eu só quero que você saiba, que eu cheguei a me oferecer para casar no seu lugar tá, fiz de tudo, só que não adiantou... – Ela tentava se justificar de algo que ela não fez.- Eu nunca iria permitir isso, eu poderia estar na lua, eu voltaria e me casaria no seu lugar, você só tem 15 anos, tem uma vida pela frente, não pode estragar tudo por causa de um casamento.
- Falô a velha né Jô? Tu só tem 17 anos, e vai casar com o Pedro, desistiu de um sonho para vim pro Brasil, eu me sinto tão culpada... - Pelo que ? Se tem alguem tem culpa de alguma coisa esse alguem é a mamãe... - Não fala isso Jô... também não foi facil pra ela, no dia que ela te ligou pra falar tudo, ela chorou tanto, chorou mais ainda depois da ligação... ela não tá feliz com tudo isso.- Mas também não tá triste! Dalila, olha só toda essa situação, eu sempre ajudei ela com a empresa, sempre, e sem reclamar, estudava, trabalhava, ainda tinha o curso, sempre tentando dar o meu melhor em tudo, quem me ajudava nisso tudo, a UNICA pessoa que me ajudava nisso tudo, ficou lá em Londres, tentando compreender assim como eu o motivo disso tudo, qual teste da vida era esse, porque preferimos acreditar que seja um teste ou uma fase, que logo tudo isso vai acabar e como em um filme cheio de clichês um final super clichê, dizendo que vamos ficar juntos apesar disso tudo, e eu tenho certeza que a senhora Yara Bellucci não tá dando a mínima para os meus sentimentos, porque eles não interessam a ela, e nunca vão interessar Dalila essa é minha triste realidade, passar por tudo isso e permanecer sorrindo, como se eu fosse uma mutante, como se problemas não me atingissem, e é assim sendo falsa, porque isso É falsidade, que eu vou levar os próximos três anos da minha vida. Daorá a vida né... – a minha vontade era de quebrar tudo que estava em minha volta.- Desculpa... – Dalila estava chorando, pouco, e encarava o chão. - De novo não tem o que desculpar, a culpa não é sua, eu é que peço desculpas pelo show que eu dei...- Olhei para o relogio 18:30, tinha que voltar para casa – Nossa o tempo passou voando, eu tenho que voltar...- Tudo bem...eu vou pedir para o Carlos te deixar em casa. – Nos abraçamos e eu fui em direção ao carro, estava dilacerada. O caminho inteiro eu contive aquelas lagrimas, um nó se formava na minha garganta só de lembrar, deixaria para encharcar o travesseiro antes de dormir, simples, não? Carlos estava de lado no banco, olhando para mim com uma cara preocupada, foi então que eu me toquei que já tinha chegado na casa do Pedro, me desculpei com Carlos, e desci do carro. Quando abri a porta do apartamento, vi que os meninos ainda estavam lá, menos o Lucas...- Bora, Jaspion, um ano para pegar o refri! – Pedro Lucas gritou assim que eu fechei a porta, Lucas estava lá... Será que eles não me viram? - Tava ficando preocupado... quer dizer, tu demorou... – Uma duvida que eu tenho desde quando cheguei aqui( ontem U.U), Thomas é sempre protetor assim? Ou eu que sou muito insensível? Certeza, agora, peguei um pouco da frieza dos ingleses, Viva! ‘-‘- O meu anjo, minha vida, meu tudo, eu to aqui já... toma o teu refri logo! – Koba apareceu como um ninja (? Sentiu a ironia?) atrás de mim, jogando uma latinha de coca para o Thomas.- Hahaha, very Funny, Jaspion, very funny... estava falando com com a Joana... - AVÁ! – Todos disseram em coro. – E eu pensando que o Thomas tinha ficado inteligente de repente, tava até falando inglês fluentemente, mas esse ai não tem concerto não. – Pedro Lucas disse fazendo cara de decepcionado. Eu me limitei a rir um pouquinho e fui em direção a escada mas uma mão me puxou para baixo ( do segundo degrau, eu poderia ter morrido ‘-‘), porra o Pedro ama fazer isso, ia xingar ele, mas não tava afim de me estressar mais ainda.- Sim? – Perguntei com uma sobrancelha arqueada. - Daqui a cinco minutos eu vou bater lá no teu quarto , para podermos conversar, ta. – não foi uma pergunta. Assenti com a cabeça e subi para o quarto, antes pude ouvir o Pedro falar “ Ok, putos, chegou a hora então VAZEM , falo?” chegou a hora do que? Aff.Joguei minha bolsa na cama e fui para varanda, a vista que eu tinha era uma vista bem paulista, muitos prédios, mas a noite com todas as luzes acesas ficava muito bonito, escutei passos pesados subindo a escada rapidamente, e depois o barulho da porta do quarto do Pedro se fechando, quem sabe ele não desistiu de conversar? Mas logo depois a porta bateu de novo, e ele deu três batidas leves na porta do quarto que eu estava perguntado se podia entrar, eu disse um breve sim um pouco alto para que ele escutasse e voltei minha atenção, para a vista daquela cidade, quanto tempo eu estive longe disso tudo... das pessoas com pressa, dos carros, dos enormes prédios , até que não é tão ruim, mas eu não posso negar que Londres é muito melhor, é muito mais eu . - Joana? Vem aqui... – Pedro falava baixo e olhando para baixo, como se tivesse levando uma bronca, eu me virei e olhei para ele, que estava sentado na cama, com uma caixa preta a sua frente,ele olhava para o que tinha na caixa como se tivesse tomando coragem para falar, eu me sentei a sua frente, e fiquei o encarando, quando eu vi que ele não ia falar nada, perguntei, né.- Então Pedro? Estou aqui. – Abri um pouco os braços respirando fundo, ele não disse nada, apenas me entregou a caixa. Dentro dela havia alguns CDs, revistas, nada de muito importante, a não ser pelo fato de quem estava na capa de tudo aquilo: Pedro, Thomas, Lucas e Pedro Lucas. Abri a boca duas vezes para tentar falar algo, mas eu não conseguia, peguei um CD, que tava escrito “ Restart By Day “ na capa e olhei para o Pedro que me encarava mordendo o lábio... – Você tem uma banda... – Eu sussurrei, isso tornava as coisas completamente mais difíceis. - Tenho.
Notas finais
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