Notas iniciais
OIIII MINHAS CENOURAS LINDAS! Por favor, não me matem.. ><
Eu demorei esse tempo todo tentando fazer um hot decente, mas minha inocencia não permitiu isso. Resumindo : Tenho um hot que é um nojo, e um capitulo muito pequeno. -'- Desculpas '-'

POV THOMAS


– Eu juro que se você continuar com isso iremos causar um acidente... — Falei arfando, tentando manter minha atenção na estrada, mas estava dificil.

– O que eu estou fazendo? — Perguntou ela com falsa inocencia e aumentando a pressão em meu membro. Gemi alto e ela riu satisfeita.

Entrei no primeiro beco que eu vi no caminho e pude ve-la me encarar confusa.

– O que estamos fazendo aqui? — Perguntou.

– Nada, apenas terminando o que você começou. — Ela riu maliciosa e rapidamente subiu em meu colo.

O fato da rua ser deserta e completamente escura ajudou muito, ela reclinou o banco para trás, assim, dando mais liberdade em nossos movimentos. Riu alto ao ver todo o meu desespero, puxei-a rapidamente para um beijo cheio de malicia, rapidamente eu tirei o seu vestido, tendo assim a visão de um belo par de seios gigantes, logo tratei de abocanhar um enquanto massageava o outro. Danielly gemia alto puxando o meu cabelo, me estimulando a continuar, logo ela começou a tentar tirar minha blusa, terminei de tira-la por completo e ela sorriu com o que viu.

Danielly ondulava seu corpo no meu, apenas para me provocar, mais ainda. Minha exitação só aumentava, e ela sentia isso, mesmo sob a calça. POR QUE DIABOS EU AINDA ESTOU DE CALÇA? Ao seguir meu olhar, ela rapidamente tentou tirar meu cinto, mas ela estava tão desesperada quanto e eu, e falhou feio em sua tentativa, com certa dificuldade — por estarmos em um carro — eu consegui tirar minha calça. Ela sorriu maliciosa para mim e afastou o banco, ajoelhando na minha frente. Passou a unha pela parte interna da minha coxa, destribuindo beijos por essa região logo em seguida, após muito enrolar, ela finalmente retirou minha boxer, eu já não aguentava mais tanta demora.

– Nossa, isso cresceu desde a ultima vez que eu o vi. — Falou rindo e logo depois colocando-o na boca. Gemi alto e agarrei seu cabelo, estimulando-a a continuar, ela fazia movimentos rapidos e pressionava de leve com os dentes, eu gemia cada vez mais alto e ela matinha seu olhar preso no meu. Sentindo eu eu estava quase chegando ao meu apice ela parou dando um beijo de leve e subiu novamente no meu colo, já livre de sua ultima peça de roupa.

Sentou-se devagar em cima do meu pênis, apoiei minhas mãos em sua cintura, ajudando-a com os movimentos, ela rapidamente começou a cavalgar em meu membro, gemendo alto, e falando besteiras — que eu nunca imaginei que ela pudesse falar — em meu ouvido.

Sentia minha barriga arder pelos seus arranhões, mas isso só me deixava mais exitado.

– Quase lá. — Ela gemeu sentindo seu orgasmo se aproximando.

Segurei fortemente em sua cintura, controlando o ritimo de suas cavalgadas. Ela soltou um gemido alto, que mais parecia um grito. Gozamos juntos.

Ela saiu de cima de mim sentando-se no banco ao meu lado, ambos tinhamos a respiração ofegante. Ela pegou seu vestido e o colocou, vesti apenas a minha calça.

– Então, vamos para casa? — Ela perguntou sorrindo.

– Vamos! — Respondi, respirei fundo e entrei no carro.

Errou feio quem pensou que voltamos em um silencio profundo, ou conversando sobre coisas aleatorias. Ela vinha mordendo minha orelha, acariciando minha barriga, as vezes me masturbava, sempre com falsa inocencia.

Chegamos ao meu apartamento e ela praticamente pulou para fora do carro, terminei de estacionar, e fui em direção ao elevador, ela me esperava ao lado do mesmo.

Dentro do elevador ela ficava me provocando, me beijava, não aguentei mais e a peguei no colo encostando-a no espelho do mesmo.

– Você realmente quer isso? — Perguntei com uma sobrancelha arqueada.

– Você ainda tem alguma duvida? — Respondeu me dando um selinho.

A porta do elevador se abriu e eu a levei até o meu apartamento. Mal entramos e eu ataquei sua boca como se fosse a ultima vez que eu fosse fazer isso. Fui passando a mão pelo seu corpo, ainda coberto pelo vestido, enquanto caminhava com ela até o quarto.

(...)


Cai ao seu lado depois de mais um orgasmo. O quarto. Esses contados de quando chegamos a minha cama.

Ela sorriu pra mim.

– Até que você dá pro gasto. — Arqueei uma sobrancelha.

– Cansou pequena? — Ela afirmou com a cabeça. Bocejo.

Ela recostou a cabeça em meu peito e eu envolvi seu corpo com meus braços.

– Dorme bem, anjo. — Ela riu.

– Depois dessa noite, com toda certeza. — Ri pelo nariz.

Seus olhos lentamente se fecharam, e eu não fiquei atras dormindo logo em seguida.

Notas finais
Comentem? *--*