This Is Life
16 Capítulo 16
Notas iniciais
~ CAPITULO 16 ~
~ POV JOANA ~
Lá estava eu andando há passos curtos em direção a Pedro, senti meu estomago dando voltas, minhas pernas estremecendo, fazia um super esforço para que minhas mãos não tremessem, não via nada, só Pedro, podia sentir o olhar das pessoas em mim, mas eu não ousava olhar para elas, naquele momento era somente eu e Pedro, até que eu senti Mauro soltando minha mão, Pedro segurou em minha cintura e depositou um beijo em minha testa. A partir daí rolou todo aquele blá blá blá do padre, até que chegou na parte mais temida por todos da família.
- Joana Bellucci, você aceita Pedro Lanza como seu legitimo esposo? – Minha garganta coçou para dizer não, só para zoar com minha mãe. Limpei a garganta, sorri.
- Sim, eu aceito.
- E você Pedro Lanza, aceita Joana Bellucci como sua legitima esposa? – Ele fez o mesmo que eu, e depois sorriu.
- Aceito. – Passou aquela parte sinistra do: Se alguém tem algo contra esse casamento, fale agora ou cálice para sempre. Trocamos alianças.
- O noivo já pode beijar a noiva. – Ele sorriu maroto, me puxou pela cintura e me deu um selinho demorado.
- Eu ia repetir a cena do shopping, mas já que você queria. – Ele sussurrou no meu ouvido me fazendo ficar arrepiada e rir um pouco. De repente, o Thomas grita.
- HORA DA FESTA! – Todos riram, inclusive minha mãe, Leni, e o padre. Sim o padre riu. U.U Acho que agora todos relaxaram, afinal, já estou casada!
A festa seria nos fundos da casa que seria a nossa lua de mel, perfeito, festa na piscina, lógico que para a festa só ficaram os “jovens” eu e Pedro fomos para o nosso quarto trocar de roupa, nós não ficaríamos no mesmo quarto, só fizemos isso caso alguém por alguma razão ainda desconhecida visse. Eu fui pro banheiro e ele ficou lá de boa no meio do quarto. Coloquei um biquíni preto, um short jeans, uma blusa branca transparente e uma rasteirinha, sai do quarto sem me preocupar com o fato do Pedro estar trocando de roupa, sorte minha que ele já estava vestido, sem camisa e com um bermudão. Agachei-me perto da cama para pegar as sandálias, quando levantei vi Pedro mordendo o lábio e sorrindo malicioso.
- Besta. – ele fez cara de inocente, mas depois riu. – Que isso? – eu apontei para o mesmo pacote que Mauro segurava hoje mais cedo.
- Presente de fã. – ele disse dando de ombros.
- Não abriu por que, criança?
- Porque o presente é para os noivos. E eu não sou criança. – me levantei.
- Tauntá. – tava saindo quando ele me puxou e me empurrou contra porta. – Que isso, homi?
- Só estou atendendo vosso desejo. – ele tocou de leve nossos lábios.
- E aquilo no casamento foi o que? – Falei contra sua boca, o que fez ele fechar os olhos e suspirar.
- Você se satisfaz muito rápido. – E finalmente ele me deu um beijo. O mesmo logo foi se intensificando e em pouco tempo já estávamos arfantes e querendo mais. Pedro lentamente foi tirando minha blusa, passou a distribuir beijos pelo meu pescoço enquanto sua mão ia em direção ao meu seio esquerdo, quando senti a ponta dos seus dedos tocando nos mesmos ainda por cima do biquíni alguém bateu na porta.
- Pedroca, Jo, boora, vão perder a festa. – Thomas, gay.
- Já vou. – ele suspirou pesadamente, pegou minha blusa do chão e me entregou. – Será possível que sempre tem alguém para atrapalhar?! Porra. – Saímos do quarto. Ele andava na minha frente, um pouco rápido.
- Ficou nervoso? – Perguntei abraçando ele por trás. Ele riu pelo nariz, e me abraçou de lado. Chegamos na piscina e todos já estavam “ se divertindo”, pelo menos todos estavam se arranjando, Lucas e Dalila finalmente estavam ficando. Peguei algo para beber e fui conversar com algumas amigas minhas, que eram fãs também, ficamos lá conversando um bom tempo, até que eu sinto alguém me pegar no colo, Pedro, tentei me soltar, não deu, ele só parou quando já estávamos na piscina, isso porque eu sai correndo – nadando- atrás dele, todos da festa pararam para olhar o momento casal apaixonado fingindo que se odeiam, quando estávamos no meio da piscina ele afundou e puxou meu pé, lá no fundo ele me beijou, fomos nadando de volta para a superfície assim, nos beijando, claro que todos fizeram graça, aplaudiram e etc. De repente a piscina tava cheia de novo, e todos ficavam brincando igual a retardados, quando eram 22:00, os pais de Pedro e minha entraram com um bolo gigantesco e um cartaz que dizia: JÔ AMAMOS VOCÊ! Assinado por todos que estavam na festa, também por Hector e Phoebe, sim depois que ela começou a namorar com Hector ela me pediu desculpas por tudo, ela sempre gostou de Hector e tinha raiva de mim por namorar ele, motivo idiota, mas voltando ao que interessa, todos começaram a canta parabéns para mim, sem perceber já estava chorando, esse é o primeiro aniversario, mesmo não sendo meu aniversario ainda, que eu comemoro com essas pessoas dede muito tempo, desde que eu fiz 14 anos passo meus aniversários nas baladas de Londres. E agora todos eles estavam aqui, Pedro me abraçou e secou minhas lagrimas. Depois de abraçar a todos fui cortar o bolo, todos me olhavam ansiosos para saber para quem eu daria o primeiro pedaço do bolo. Respirei fundo e comecei a falar me esforçando para não chorar. – Eu simplesmente amei isso que vocês fizeram para mim, serio, bom... esse é o meu primeiro aniversario que eu passo no Brasil desde que eu fiz quatorze anos e eu to realmente muito feliz com isso. Cada um de vocês tem uma importância enorme para mim, por isso cada um de vocês merece o primeiro pedaço desse bolo. – limpei a garganta, sequei uma lagrima que escorreu pelo rosto e respirei fundo novamente. – No ultimo aniversario que eu passei com a minha família, minha mãe recebeu o primeiro pedaço, e eu prometi ao meu pai que o próximo seria dele, então esse aqui vai para o meu pai. Aonde quer que você esteja papai, eu cumpri minha promessa. – Quando terminei vi que muitas pessoas choravam, inclusive a Dalila e minha mãe. – E como isso aqui é uma festa de aniversario mista de casamento, vamos todos engolindo o choro porque estamos aqui para nos divertir! Solta o som DJ! – Minha voz estava embargada pelo choro que eu estava lutando para manter preso. Como eu não gosto de bolo ( n/a: não gosto mesmo, problem? ) fiquei sentada, quietinha, um pouco escondida, senti um dedo lambuzando meus lábios de brigadeiro, aqueles de copinho. Logo depois Pedro me beijou.
- Você ta bem?
- To, sim. Por que?
- Você sumiu, ta aqui quietinha.
- É só que tudo me fez lembrar das vezes que meu pai me acordava com um café da manha feito por ele, sempre tinha que ter Feliz Aniversario Jolbell escrito com mel nos waffles, ele poderia ter as reuniões mais importantes, ele sempre cancelava tudo, apenas para ficar comigo. – Pedro secou minhas lagrimas.
- O que você faria se descobrisse quem matou ele?
- Não sei...
- Se essa pessoa tivesse um motivo para fazer isso, você perdoaria?
- Por que isso agora? – ele deu de ombros – Quero mais brigadeiro, vamos? – Tentei sorrir. Ele se levantou e fomos andando até onde o povo tava.
To começando a gostar da idéia de ter o Pedro como marido. *-*
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