Thinking Of You.
45 Capítulo 45
Notas iniciais
Era domingo, Alexy estava extremamente mal humorado, não havia dormido nada noite passada e agora se olhava no espelho e via olheiras enormes, e tudo isso por culpa do Kentin!
O esverdeado certamente não reclamaria se estivesse de olheiras por uma noite acordada de puro amor, mas não, estava assim pois havia discutido com o moreno.
—Eu sou o gay escandaloso, mas ele que é frouxo! — resmungou.
A briga havia sido porque Kentin pediu descrição sobre eles estarem ficando, ele merecia duas porradas por esse pedido, um por querer esconder que virou gay e outro por dizer que estavam ficando, Alexy pensou que estava sendo algo sério, nunca topou um relacionamento com ninguém que ele saia, mas com Kentin se pudesse ele casaria.
Porém, o garoto era covarde demais, na verdade o McLancey duvidava que Kentin tivesse com vergonha dos outros, depois do acampamento militar aprendeu a ignorar e deixar de se importar com a opinião alheia, a não ser claro, a do General, seu pai, Kentin morria de medo, e Alexy sabia que ele jamais assumiria para o pai que era gay, tinha medo da reação do pai, que com certeza seria negativa já que o pai do amado era machista e preconceituoso e não suportava o esverdeado por ele ser gay.
Por isso o expulsou aos gritos praticamente no meio da noite de sua casa, disse para o outro coisas absurdas e pedindo que ele só voltasse quando fosse homem o suficiente para assumir.
Pra piorar a situação de Alexy, no sábado na festa da Melissa percebeu que seu cabelo verde estava igual ao do amigo Jade, ele pintava o cabelo por gostar de ser diferente e o que adiantava aquela cor?
Alexy tomou uma decisão, telefonou para Melissa para fazer um dia de garotas no spa, mas ela estava no zoológico com o amado e os primos, ela e Castiel pareciam perfeitos juntos e ele no momento estava invejando isso, as coisas não poderiam ser mais fáceis pra ele, não desistindo de seu plano maluco ligou para Kim, que encaixou ele no cronograma do dia, mas ele precisava chegar no shopping em 30 minutos.
Passou na farmácia correndo e comprou a tinta de cabelo, ele estava decido a fazer uma mudança radical e dali correu para o cabeleireiro.
—Er, Alexy, acho que tem alguma coisa errada- Kim olhava a tinta escolhida pelo amigo.
—Não minha flor, não tem nada errado- disse como se não fosse nada.
—Tem certeza? — Quis garantir, Alexy sempre pintava o cabelo de cores loucas, mas aquela?
—Absoluta! — Respondeu confiante.
—Se você diz- a garota deu com os ombros e começou a trabalhar no cabelo do amigo.
Alexy estava sentado no sofá de casa ouvindo Armin esbravejar a mais de 30 minutos, não entendia o porquê de tanto escândalo? Era por causa do cabelo ou porque colocou um piercing parecido com o do irmão só que na orelha esquerda?
— QUER SABER? EU VOU SAIR E QUANDO EU VOLTAR ACHO BOM TER PINTADO ESSE CABELO E ARRANCADO ESSA COISA DA ORELHA! — E assim Armin se foi, sem saber ao certo onde ir, só queria evitar de olhar para o irmão.
—Depois eu sou o escandaloso da família, ó vida cruel, me amarra e me leva logo porque eu não aguento essa tortura- O garoto dramatizou.
Ficou uns minutos ali pensando em tudo e em nada ao mesmo tempo.
Seu celular começou a vibrar e ele atendeu sem olhar, pois tinha os braços jogados sobre os olhos.
—Não estou em um bom dia, diga raxa- Alexy resmungou no celular.
—Raxa o cacete- Armin berrou do outro lado- Só pra te avisar encontrei Kentin agora pouco e dei a chave de casa pra ele, ele já deve estar ai, não surta- O moreno pediu, mas não adiantou.
—BEM DOIDO! BEM LOUCO! SEU MISERÁVEL, SANGUE DO MEU SANGUE O INFERNO! VOU JORRAR SEU SANGUE NOS SEUS VÍDEO GAMES, SIM, VOU QUEIMAR TODOS DEPOIS!
—Alexy cala boca caralho! — Armin resmungou- Se não fosse importante eu não teria feito isso, você precisa falar com ele, é sério.
—Morra infiel- Alexy gritou desligando o celular.
O que faria agora? Sua mãe sairá com o namorado, significava que estava só em casa.
Passou as mãos pelos cabelos irritado sem saber o que fazer, mas já era tarde a porta se abriu atrás de si.
Ele olhou para o garoto que entrava e quase surtou de novo.
Kentin carregava uma mala e uma mochila sobre os ombros, mas isso não era o mais estranho e sim o grande hematoma que tinha do lado esquerdo do rosto, tinha um corte no super cilho que tinha sangue ressecado pelo lado do rosto.
—Armin? O que? Como? Eu acabei de passar por você! — Kentin estava confuso, ele podia ter levando uma bela surra mas não estava doido, nem desorientado, pelo menos esperava que não.
Alexy demorou a entender que Kentin se referia a ele, quase abriu um sorriso, mas não conseguia, sentia uma raiva crescendo no peito, Alexy era contra violência, morria de medo de se machucar, mas acabaria com a raça de quem fez aquilo com Kentin.
O moreno percebendo o silencio do amigo e espanto, o analisou novamente, cabelos castanhos, parecia um pouco mais curtos e repicados do que o normal, orelha furada com o piercing, mas aquelas roupas eram chamativas de mais para Armin, ele não usava lenço, nem tantos adereços, e principalmente, seus olhos azuis não eram tão claros, brilhantes e puros como aqueles que ele encarava.
—Alexy... — Kentin sussurrou.
O novo moreno concordou e acordou do transe correndo para os braços do amado, esquecendo como estava a odiá-lo pela manhã, como se isso fosse possível.
Kentin soltou as malas e pegou o outro no ar, suas costelas e costas latejaram de dor, todo o seu corpo doía, mas a vontade de ter Alexy nos seus braços era maior do que qualquer dor, doía mais para ele ser enxotado e intimado a nunca mais olha-lo na cara do que qualquer dor física.
Alexy soluçou alto.
—Me desculpa, eu não queria dizer aquelas coisas, eu não seria capaz de te deixar, nunca, nunquinha, sou louco por você, eu falo essas coisas mas não precisa se preocupar, se você quiser ninguém vai saber sobre a gente, se você quiser também não precisa ter nenhum relacionamento comigo, pode ficar com outras garotas também, eu não em importo, voc...
—Alexy! — Kentin o afastou bruscamente o olhando com olhos marejados- Escuta uma coisa, nunca, nunca mais diga uma besteira dessas! Nunca mais se rebaixe desse jeito! Você é bem mais que isso, merece carinho, amor, sinceridade e fidelidade, eu quero namorar com você, quero que as pessoas saibam que você é unicamente meu- Kentin limpou as lagrimas que desciam pelos olhos do menor.
—Mas e seu pai? — Alexy murmurou.
—Bem, ele que fez isso comigo- Alexy abriu a boca e ficou mudo- Quando me expulsou ontem, não dormi a noite inteira, pensando em como contar para ele e minha mãe, depois do café disse que precisava conversar, contei-lhes que estava perdidamente apaixonado, que era uma pessoa maravilhosa e incrível, eles ficaram felizes, pelo menos até eu dizer que era um garoto, meu pai gritou e disse que eu teria que virar homem e não ser uma bixinha— disse com desgosto- Quando eu me recusei e disse que não mudaria minha decisão, ele decidiu muda-la aos socos...
Alexy não deixou o garoto continuar, deu-lhe um beijo seus nos lábios.
—Vem, vou cuidar de você e de todos os seus ferimentos- Mclancey disse perto de seus lábios.
—A minha ferida mais profunda só vai ser curada quando você me disser que me perdoa- O garoto de olhos verdes sussurrou de volta.
—Eu te perdoo, você me perdoa?
—Só se você me amar pelo resto da vida- respondeu agarrando Alexy pela cintura e lhe beijando profundamente.
Alexy se derreteu nos braços do namorado, beijar Kentin era devastadoramente quente e excitante, as mãos deles percorriam o corpo de Alexy com desejo.
—Eu estou pronto, quero te amar- Kentin sussurrou no ouvido do menor- Me deixa te amar Alexy?
O novo moreno se arrepiou por inteiro, durante toda a semana ele e Kentin se pegaram fortemente, por ele tinha se entregado para o garoto de olhos verdes sobre o olhar de Elvis lá na casa de praia da Melissa, a semana toda estava pegando fogo, mas ele sentia a hesitação do outro, não forçava nada pois sabia que o outro não tinha experiência nenhuma com outros garotos.
—Tem certeza? Não precisa provar nada- Alexy deu a opção.
—A única coisa que eu quero provar é seu gosto- Kentin sussurrou no ouvido de Alexy e o moreno gemeu.
Kentin sentiu sua excitação aumentar com aquele som e espremeu ainda mais Alexy contra o seu corpo, queria que Alexy sentisse o seu amor e nunca mais duvidasse, por isso o beijou, pegando-o pelas pernas o colocando no colo e foi para o quarto do agora, namorado.
Chegando lá o colocou no chão e fechou a porta, Alexy atordoado sentou na sua cama e ficou observando Kentin, ele era tão lindo, com um jeans escuro, camisa de botões e tênis, tão simples e sexy.
Kentin começou a desabotoar a camisa e o queixo de Alexy foi no chão, quando ele viu a primeira porção de pele do amado aparecer ele começou a se levantar.
—Parado- Kentin o advertiu sorridente- Se você se mexer eu paro de abrir.
Alexy o olhou surpreso e tentou se manter no lugar, mas era difícil, principalmente quando o maior terminou de desabotoar a camisa e atirou-a num canto.
Kentin se sentiu mais excitado com o olhar de Alexy sobre o seu corpo, ele se sentia mais bonito e confiante.
Caminhou até o menor na cama e estendeu a mão para novo moreno o ajudando a ficar de pé.
—Só se mexa quando eu mandar- O moreno adorava deixar Alexy sem palavras e suas atitudes só o fizeram acenar positivamente- Me responde Alexy.
—Sim- o garoto de olhos azuis respondeu ainda sem chão, ter Kentin tão autoritário e controlador o fazia ficar assim.
—Muito bem- sorriu para o menor.
O de olhos verdes acariciou o rosto do outro que suspirou pesadamente fechando os olhos, enrolou os dedos nos cabelos dele e analisou a nova cor, talvez um tom mais claro que o do irmão, desceu a mão para o piercing na orelha esquerda e sorriu, mesmo tão parecido com o irmão era diferente ao mesmo tempo, quem se atentasse aos detalhes perceberia.
—Eu gostei- sussurrou no ouvido do menor que soltou um muxoxo.
Desceu a mão para o pescoço de Alexy e tirou o lenço de lá, em seguida deu um beijo encima da artéria do garoto, onde o sangue pulsava rapidamente e sorriu por sentir o batimento do garoto tão rápido.
Alexy estava todo a sensações, sentia o sorriso do outro sobre a sua pele, mas a sensação em seguida o surpreendeu mais ainda, e ele soltou um grito abafado. Kentin o havia mordido com força, seria doloroso se ele não estivesse tão quente e excitado. Em seguida sentiu a língua quente do maior passar por onde havia mordido e depois sentiu sua pele sendo sugada.
Santa das calcinhas molhadas! Aquilo era muito bom.
O moreno se afastou e observou o estado do outro, olhos fechados, faces rubras, punhos fechados, respiração ofegante e por fim o volume na calça, ele não era o único explodindo de excitação ali. Olhou onde havia mordido e chupado no pescoço do outro, não conseguiu evitar, a pele do menor além de saborosa era mais macia que uma nuvem, a única coisa que passava por sua cabeça era deixar marcas como esta por todo o corpo dele, aquele tom em sua pele o deixava mais excitado.
Kentin começou a desabotoar o colete de Alexy, em seguida o tirou jogando em algum canto o menor nem se importou de ter seu colete xodó de marca jogado, não mesmo.
—Erga os braços- Ordenou para Alexy e pegou na barra de sua camisa vermelha atirando-a pelo quarto.
O moreno passou as mãos pelo peito desnudo do outro o deixando arrepiado e com os mamilos eriçados. Kentin se aproximou e sugou um dos mamilos do menor enquanto com a outra mão pressionava o outro.
Alexy não aguentou e gemeu alto com o toque, ele nunca tinha ficado assim, tão ansioso pelo toque de alguém, nunca nenhuma de suas vezes foi assim, nem Lysandre que era muito romântico e carinhoso, foi assim, ele se sentia venerado.
O maior agarrou Alexy pelos cabelos e pressionou sua boca contra a dele, bateu o dentes com o impacto, mas não ligou, devorava a boca do outro com vontade e desejo. Jogou o menor na cama e o olhou de cima, olhos azuis semi cerrados o olhando com tanto amor e desejo o deixava mais louco e sem freios, tinha medo de ser agressivo com Alexy, já ouve garotas que disseram que ele era muito agressivo e direto na hora do sexo, pra elas ele queria somente foder, mas para Alexy, ele só estava mostrando como o desejava, de como queria que ele fosse dele de corpo e de alma, queria marca-lo como nenhum outro fez, de um jeito que seu corpo jamais se esquecesse dele.
Sentou sobre o corpo do garoto passando suas mãos pelo tórax do menor e gemeu, a pele quente e macia do outro o tirava do controle, passou suas unhas curtas novamente pelo tórax e olhou finas linhas avermelhadas se formando, e fez de novo da clavícula até o cós da calça de Alexy onde parou e olhou para o mesmo que tinha umas das mãos sobre a boca, ele esticou a mão e o garoto estendeu a mão para ele. Kentin olhou e viu que a costa da mão estava com uma marca forte de mordida.
—Querido, não guarde seus gemidos pra você, pode gemer alto pra mim- Kentin disse e lambeu a mão do menor eroticamente- Entendeu? — Perguntou e Alexy assentiu, Kentin mordeu a mão dele com força e Alexy gritou- Me responda Le, Entendeu?
—Entendi- Alexy estava ofegante, não sabia que a dor podia ser tão gostosa, tinha medo de sentir dor, mas a dor que Kentin lhe infligia era excitante, não queria gemer escandalosamente por isso tapou a boca, mas depois de uma ordem dessa não conseguia mais se segurar.
—Isso querido, me responda quando eu te perguntar algo- Kentin lhe deu um beijo sobre a mão e deixou do lado do corpo do garoto, voltando sua atenção para cós da calça dele onde brincou com os dedos ali.
—Sim senhor- Alexy brincou sorrindo maroto, aquele lado de Kentin era muito quente.
Kentin estremeceu com a resposta do outro, ele queria rasgar todas as roupas que o impediam de estar dentro de Alexy, mas ele iria com calma, iria saboreá-lo como se devia, como nunca tinha feito com ninguém.
Segurou o rosto do outro entre suas mãos e o beijou violentamente, ele era dominante no beijo, sua língua penetrava a boca do menor com força o fazendo pensar em outra coisa o penetrando daquele jeito, por fim mordeu e chupou o lábio dele o fazendo gemer e Kentin rosnar de excitação.
—Geme meu nome Le- Kentin sussurrou e chupou o lóbulo de Alexy.
—Ken-Kentin- Alexy gaguejou o nome do maior, tinha receio de chama-lo de Ken e o outro achar ruim.
—Aqui e onde você quiser, pode me chamar de Ken- Kentin disse sério olhando nos olhos azuis do outro- Você é o único que pode.
Alexy abriu um sorriso que não cabia em si, esticou os braços e passou pela nuca do moreno o puxando para si.
—Eu te amo Ken- declarou sorrindo, doía olhar para o amado e ver aquele hematoma no seu rosto, e pelo visto não era o único local com hematomas, pois no seu tórax também tinha alguns, mas aquilo eram marca de amor pra Alexy. Kentin enfrentou seu próprio medo em pessoa por ele, se antes ele tinha dúvidas dos sentimentos do maior, agora ele não tinha mais, não com tantas provas- Eu te amo muito Ken- repetiu e repetiria quantas vezes fosse necessário, seu coração estava tão cheio de amor que tinha vontade de sair gritando isso para todos que quisessem e que não quisessem ouvir.
—Ah Alexy- Kentin sentiu seu rosto esquentar e escondeu na curva do pescoço do menor- E-eu- Gaguejou, sentia vontade de chorar de emoção, quando Alexy disse isso da primeira vez causou impacto, mas agora naquela situação, depois de tudo, ele dizia de uma forma que ele se sentia a pessoa mais feliz da face da terra, ele não precisava do estupido machista do pai dele, Alexy o amava como ele era, com defeitos e tudo mais, ele não precisava de mais nada além do amor do menor- Eu te amo tanto Le, tanto que sinto que não cabe dentro de mim.
—Então me ame Ken, despeje seu amor em mim, ele nunca vai ser demais para mim- Alexy puxou seu rosto e admirou a vermelhidão na face do maior, olhos brilhando com o acumulo de água, Ken tinha essa mania de chorar de felicidade, e Alexy achava aquilo lindo.
—Não tem mais volta, você sabe não é? Agora vai ter que me amar pelo resto da sua vida, eu sou a única pessoa que vai poder te tocar, te beijar e te fazer gemer de prazer, você sabe não é? — Ken deu um sorriso malicioso com o olhar queimando sobre a expressão pura de Alexy, que só fez assentir sem palavras.
Ken abriu o sorriso ainda mais, maldoso, pegou os braços de Alexy e levou para cima de sua cabeça, segurando com uma mão e a outra indo parar no meio das pernas do menor apertando levemente sua masculinidade.
—Ah querido, o que foi que eu disse pra você? — Perguntou vendo Alexy se contorcer sobre suas mãos.
—Qu-que quando fi-fizer um-uma pergunta, é-é para te responder- Alexy tentou dizer, mas era difícil de se concentrar com o maior o acariciando tão intimamente, era a primeira vez que colocava a mão ali.
—Então me responda- Kentin apertou um pouco mais o membro de Alexy por cima da roupa e o outro arquejou gemendo.
—Eu sei! Eu sei, e eu não quero mais ninguém além de você- Porque Alexy iria querer? De todos os que já dormiu nunca nenhum fez sentir nem a metade do que Ken estava o fazendo sentir, nunca ansiou tanto por ter ele dentro de si.
—Acho bom- Kentin riu e lhe deu um selinho- Não mexa os braços.
—Sim
Começou a desceu os beijo pelo pescoço do menor, sem deixar de acaricia-lo por cima da calça. Quando chegou nos mamilos eriçados chupou e mordeu, fazendo Alexy gemer quase num grito, Kentin espalhou chupões pela barriga do menor sabendo que ficaria marcado por uns dias, passou a língua pelo o umbigo do outro e enfiou dentro.
Alexy sentia um trilhão de borboletas em seu estomago, sentia seu corpo pegar fogo, a possessão de Kentin sobre si era clara, ele não conseguia pensar em ser de mais ninguém, se sentia ansioso demais para evitar que Kentin abrisse o botão de sua calça, o zíper e atirasse pelo quarto como fez com o resto de suas roupas, agora sentia o maior beijar o cós de sua cueca box branca, brincando com o elástico.
—Você fica magnifico de branco- Kentin assumiu contra a pele de Alexy que se arrepiou- Já me peguei várias vezes pensando nisso, pensando em como você tinha o corpo bonito, ou como suas pernas eram lindas e macias, eu pensava muitas coisas ao seu respeito, vivia me pegando pensando em coisas desse tipo, depois me repreendia não sabendo o porquê, mas agora está tão claro- Dizendo isso puxou a box de Alexy a rasgando.
Alexy deu um sobressalto, nunca se envergonhou do seu corpo, mas se sentia envergonhado por estar nu na frente de Kentin.
O maior se ajoelhou entre as pernas do outro e o admirou por inteiro pela primeira vez, não havia um único pelo no corpo do menor liso e macio, nunca imaginou ver um Alexy vergonhado, justo ele que sempre foi tão seguro de si.
—Não se envergonhe Alexy, você é lindo, mais lindo que qualquer garota ou garoto, eu sou um sortudo por ter seu coração- Disse tocando o peito do outro sentindo as batidas frenéticas- E seu corpo- nisso tocou o membro do menor o envolvendo com a mão e acariciando com o dedo a glande inchada.
—Ke-Ken- Alexy gemeu empurrando a pélvis involuntariamente contra a mão do maior.
—Isso meu amor, geme meu nome, grite, aproveite que estamos as sós- Kentin sentia quase uma dor de tão excitado que estava, mas ignorou, se aproximando do pênis ereto do menor.
Antes de Alexy se recuperar soltou outro gemido alto, Kentin estava o chupando.
O menor se sentia em sonho maravilhoso que nunca tinha fim, na verdade era tão louco que até como um sonho era difícil de se acreditar.
Os gemidos do seu amor era certamente sua música favorita, ele tinha medo de se sentir estranho ali chupando o outro, pois nunca teve vontade de fazer isso com nenhuma garota e nunca o fez, mas era diferente, era Alexy ali, e ele queria leva-lo aos céus, ser o melhor. Por isso passou horas e horas durante daquela semana lendo e vendo vídeos de sexo gay, ele não queria fazer feio na frente de Alexy, por isso antes que as coisas ficassem sem volta ele parava, agora não, ele sabia o que fazer.
—Ken, pa-para, Ken- Alexy sentia que iria gozar a qualquer momento.
Kentin ao perceber isso, continuou o chupando com mais força, apertando suas coxas macias, sentia o membro do moreno dilatando em sua boca, sentia o corpo do outro tremendo, tocou nas bolas as massageando e relaxou o maxilar fazendo o pênis de Alexy ir mais fundo em sua boca e sugou duro.
—KEN! — Alexy gritou gozando com força ao olhar e ver Kentin o mirar engolindo seu falo.
Kentin sentiu jatos quentes em sua boca, engasgou um pouco, não foi fácil como ele imaginou que seria, mas conseguiu engolir tudo, o sabor de Alexy pensou. Subiu pelo corpo do menor e o olhou com o rosto olhos fechados, corado e ofegante, visão dos céus, faria tudo novamente para o ver assim.
Alexy inspirou e espirou fundo tentando se acalmar, aquilo não era um sonho, real demais para ser um sonho, pensava.
—Você... — Alexy começou dizer ao sentir o outro lhe dar beijos pelo rosto- Você é louco- disse rindo ainda ofegante.
—E você é deliciosamente saboroso meu anjo- Kentin o beijou fazendo-o sentir seu próprio gosto, Alexy gemeu no beijo assim que sentiu a excitação do maior roçar em sua perna.
—Na primeira gaveta da cômoda da direita tem um potinho de lubrificante- Alexy disse olhando maliciosamente para Kentin, que o olhou do mesmo modo lhe dando uma mordida dolorosa no lábio inferior.
—Sim senhor- Kentin sorriu saindo para longe de Alexy e pegou o lubrificante onde o outro disse.
O maior olhou para o menor estirado na cama, queria devora-lo parte por parte, faze-lo esquecer de todos os outros com quem dormiu e ser o único que Alexy lembraria quando fechasse os olhos.
Tirou a calça e a cueca, Alexy não escondeu sua admiração e desejo pelo corpo do outro, seu corpo já começava a dar sinais de vida rapidamente, o que achou quase impossível se não estivesse acontecendo.
Kentin sentou-se um uma poltrona enorme vermelha no canto do quarto destampou o lubrificante e colocou na mão, logo espalhando pelo extensão de seu membro duro com veias grossas saltando o pré gozo na cabeça brilhando, o menor arfava com aquele visão, queria mais do que tudo o dono dos olhos verdes o penetrando.
Levantando da cama ainda com as pernas um pouco falhas caminhou lentamente e sedutoramente em direção do maior que massageava o falo. Parou em sua frente sorrindo, queria que Kentin lhe ordena-se.
—O que está esperando para sentar em cima do meu pau? — Kentin sorriu com a cara desavergonhada que o menor lhe fez- Não vê que estou pronto para meter em você meu amor?
Alexy gemeu e se jogou no colo do outro, colocando as pernas uma de cada lado do corpo do maior, assim que a glande encostou na entrada ambos gemeram, Alexy então forçou-se sentar no outro, no começo sempre sentia um pequeno incomodo inicial, não era mais virgem óbvio, mas não significava que não sentia um desconforto, porem ao sentir toda a extensão do outro dentro de si gemeu alto se acostumando aquele aquele falo enorme dentro de si e começou a se movimentar.
Kentin já perderá a razão a muito tempo, agora perdia todo o auto controle que um dia teve dentro dele, nunca sentiu-se tão completo como naquele momento, Alexy o abraçava, apertava e o esmagava prazerosamente por dentro.
No quarto se ouvia uma sinfonia de gemidos, ambos deram sorte por não ter ninguém em casa, mas era-se certo que os vizinhos ouviam aquilo.
Kentin impulsionava Alexy em seu colo que cavalgava deliciosamente sobre seu pau, pegando pela cintura o levantou sem sair de dentro dele, e o deitou na cama, pegou as pernas do outro colocando sobre seus ombros e começou a penetra-lo freneticamente.
Alexy se perdia nos gemidos e palavras a única coisa coerente que se ouvia era “Ken”.
O Gonzalez metia sem parar acertando repetidamente a próstata do namorado, que gritava pedindo cada vez mais, o pênis de Alexy já estava em pé mais uma vez mais excitado do que nunca, aquilo para Kentin era uma prova de que estava fazendo certo.
Mordeu os lábios sentindo o gosto metálico de sangue, aquele prezar que sentia era insano, nunca sentiu nada parecido. Sua mão direita que estava no tornozelo do menor deslizou pela pele suave do Mclancey chegando ao traseiro branco e com a quantidade certa de carne, Kentin enterrou suas unhas ali apertando, Alexy gemeu mais longo, o maior mal percebeu quando sua mão se afastou e voltou com velocidade para a bunda do menor.
Por um segundo gelou e diminuiu a velocidade, não havia sido qualquer tapinha, foi forte e duro, como ele gostava, mas tinha medo de machucar e assustar o namorado com a agressividade.
—Mais- Kentin vibrou e olhou para o moreno na cama ofegando, suado e excitado, seus olhos semi cerrados- Eu quero mais amor- pediu manhoso e o Gonzalez viu ali sua cova- Quero mais rápido, mais forte, me bata na bunda.
Kentin rugiu alto cravando as duas mãos sem medir forças na carne macia de Alexy, por vezes dando tapas que faziam o menor gemer mais, e logo percebeu que Alexy não fazia aquilo por amar ele, mas também porque gostava de sua agressividade, não era nada do estilo bdsm, só ambos gostavam daquilo, do sexo forte e duro, gostoso e sensual.
Alexy era experiente com sexo, mas nunca tinha ficado tão alucinado quanto estava, geralmente controlava o ato, mesmo que o outro parceiro achasse que estivesse por conta, mas no final sempre era como Alexy queria que fosse, tudo questão de falso controle, mas não com Kentin, ele era quente e selvagem, ver ele animalesco suando, indo mais rápido e desferindo tapas deliciosos sem tirar os olhos verdes dos olhos azuis do Mclancey era definitivamente o melhor sexo que teve em sua vida.
Olhando nos olhos azuis límpidos do amado Kentin rugiu sentindo Alexy apetar todo em volta de si, seu pênis inchou mais e ele acertou pela ultima vez o ponto G do namorado despejando todo seu gozo dentro de Alexy que sentindo isso estremeceu gozando mais uma vez gritando e sujando tórax de ambos.
Eles deitaram exaustos, um olhando para o outro.
O pensamento era o mesmo, se o mundo acabasse ali não haveria problema algum, ambos tinham o sentimento de realização dentro de si.
—Você entendeu o quanto eu te amo? — Kentin perguntou ofegante.
—Não consigo nem medir o quanto- Alexy disse quase adormecido.
—Então prometa nunca me deixar- pediu quase caindo no sono.
—Nunca vou te deixar, prometo de dedo midinho- Alexy disse vendo Ken sorrir.
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