They Are Bad Girls!

3 Acidentes não acidentais, porém fatais.


Notas iniciais
Oie gente! Demorei né? Ah então aqui está o capítulo, ele foi betado por Jean Claude. Eu acabei demorando para escrever porque foi difícil achar um beta mas dai quando achei me empolguei e escrevi um capítulo de +de 8000 palavras, e fiquei me enrolando para dividir o capítulo, cada hora saia uma quantidade diferente fiquei nervosa hahaha, acabou ficando 2 capítulos e meio... mas acho que vcs nem querem saber disso, vamos ao capítulo. Se a imagem (GIF) Não aparecer aqui tem o Link: http://data.whicdn.com/images/52037647/Dakota-Rose-aka-Kotakoti-gif-02_large.gif Olhem a nova capa feita pela Heartless, as 6 garotas que vão para a casa estão ali *-*

Lily V.

Estrela, sua mãe, batia na porta com força e gritava seu nome. Lily ainda enxugava suas lágrimas e estava deitada no peito da janela em meio a gritos dos fãs. Ela se sentia mal e era algo indescritível. A mãe gritava para que ela abrisse a porta, saísse e gravasse logo esse comercial. Lily levou as mãos na cabeça em sinal de raiva, bufou e levantou pisando forte e já irritada com a mãe. Abriu a porta e voltou ao sofá enquanto gritava:



—Não quero mais gravar isso mãe! – Falava alto, enquanto sentava com os joelhos encolhidos e os cabelos jogados para frente no sofá – Eu estou cansada! Não quero mais fazer isso, eu estou ficando estressada!



—Olha filha, pare com os seus caprichos que ninguém vai ficar te aguentando! Deixe de frescuras! – Falou sua mãe, sentada na poltrona em frente, com a maior calma do mundo.

—Eu já disse que eu estou CANSADA, para mim chega! Cansada de ANOS E ANOS sem poder comer nada além de tofu! Cansada de... – Lily falava alto, puxando os cabelos para trás em tom de indignação e a voz um tanto chorosa.

—Bebê, essa é a vida de uma estrela, você já devia estar acostumada.

—Mas eu não tenho vida! Eu tenho uma Carreira – Falou baixo e devagar, fazendo sinal de coxinha com uma das mãos e inclinando o corpo para frente

—Filha – Falou, sentando-se ao lado de Lily – Vamos terminar de gravar esse comercial; depois você pode fazer o que quiser. – Ela colocou as mãos no ombro de Lily

—Não me toque. — falou em tom baixo, entre dentes, levantando e tirando as mão da mãe.

—Meu amor, você está muito nervosa... – Falou Estrela, em pé com as mãos unidas e fechadas – Quer que eu faça aquele brownie especial para você se acalmar? – Estrela abraçou de lado a filha, acariciando seus cabelos para acalmá-la.

—Eu já disse para não me tocar! – Falou em voz arrastada, empurrado a mãe que se afastou um pouco, revidando tapas que Lily deu – Não me bate! – Gritou, batendo com força e jogando a mãe no chão.

Estrela bateu a cabeça na quina da mesa e ficou deitada sem reação. A loira com os cabelos todos bagunçados e lágrimas secas no rosto ficou espantada.



—Mamãe? Venha, levanta, vamos gravar esse comercial. – Já estava arrependida e queria apenas que a mãe respondesse – Mãe? Mamãe? – Chamava em vão. Um líquido vermelho que Lily reconheceu como sangue começou a escorrer pelo chão. As lágrimas voltaram a cair sobre a face da loira.



—Ai meu deus... Mãe? Ai meu deus eu a matei... – Lily olhou de boca aberta para sua mãe e para a porta aberta alternando algumas vezes o olhar. Saiu correndo chorosa batendo a porta atrás de si. Ao correr de salto alto para fora se deparou com seu irmão. Chorando, não conseguiu pronunciar frases compridas.



—Lily! Lily o que houve?! – Rapha bloqueou o caminho, enquanto Lily chorava e resmungava alto tentando passar.



—Eu a matei Raphael! Eu a matei! – Falou com uma voz triste e preocupada, tentando abrir caminho

—Quem você matou Lily?

—Eu a matei Rapha! – Lily deixou o local correndo.



Melody O.



A garota estava na luxuosa cozinha de sua casa, sua mãe estava no “estúdio” fazendo ajustes na próxima edição de sua revista, mas pouco importava já que a via pouco e seu pai estava preparando mais alguma das comidas chiques que ele sempre faz.



—Ficou com peninha de ver sua filha na prisão e por isso me tirou de lá tão rápido? – Falou irônica, Mel, enquanto abria a geladeira para pegar um suco de laranja.



—Por mim te deixava lá a noite inteira! – Falou o pai, provando a sua comida

—Ah é? O que te impediu? – Melody colocou o suco em seu copo

—Hm... é que eu sou seu pai. – Andrew desligou o fogão

—É que as vezes parece que você se esquece disso. – Falou a ruiva, fitando-o com seus olhos castanhos

—Não fale isso, pois sabe que não é verdade.

—Hum. Quer? – Mel levantou um presunto na cara do pai que apenas negou afastando a cabeça

—Só quero que me dê apoio com o novo restaurante. Preciso de você. – Ele colocou a comida de forma arrumada na mesa e sentou.

—Ah, eu também precisei de você muitas vezes, papai. – Falou irônica – E adivinha?!? Você não estava! Tinha desaparecido! Onde está o Papai? Não sei! Para onde ele foi? DESAPARECEU! – Falou com voz fina e cínica enquanto fazia gestos indignados com as mãos.

—Eu preciso que ponha essa sua cabeça no lugar! Por que, quando o restaurante abrir hoje, sabe quem vai ir a inauguração comigo? Você!

—Por quê? Leve a mamãe!

—Porque SIM!

—Por que sim? É com esses argumentos que vai convencer as pessoas a irem a seu restaurante? Comam aqui porque sim! Comam aqui porque não! Comam aqui pelo restaurante!! – Mel falava alto abrindo, os braços passando por trás do pai. Logo saiu da cozinha com um pão na mão.



Violetta S.



A garota ainda tinha um rosto triste e secava depressa as lágrimas. Andou pelo quarto, assistindo o video que Carol havia mandado. Colou o dedo nos lábios e olhou ao redor. Em baixo de sua escrivaninha, viu a sacola azul do Shopping. Dentro havia botas pretas compridas com metais prateados, meia calça preta sexy, um vestido marrom claro meio bege com decote em V e um cinto preto largo com alguns detalhes pratas e o mais importante: A tal peruca curta preta que completa o Look de forma vulgar e sensual.



Violetta pegou a peruca na mão, ajeitou com os dedos e pôs a frente de seu cabelo loiro escuro. A peruca ficava ótima, mas nada confundiria seus grandes olhos azuis acinzentados. Era próprio dela, suas feições inconfundíveis. Pegou a bota e tirou da sacola. Observou atentamente passando as mãos pela superfície e olhando a cada detalhe. Colocou no chão e pegou a meia calça. Verificou o tecido analisando minuciosamente a peça de roupa. A cada um dos buracos em formato de losango sem nem um sequer furo.



Estava com tudo em mente, tudo planejado. Olhou-se no espelho, encarando os próprios olhos. Abriu um sorriso maroto. Não havia duvidas, ela precisava ir para aquela balada.



Melody



A garota saiu de casa e foi atrás de seus amigos, Rick, Felix e Alex. Os três estavam na casa do primeiro e brincavam com um isqueiro como 3 idiotas maliciosos. Quando finalmente Mel chegou batendo na porta. Ao entrar um cheiro horrível invadiu suas narinas.



—Caramba Richard, o que é isso!? – Falou, abanando sua mão em frente ao nariz.



—Ah desculpa, foi meu cachorro. – Coçou rápido sua cabeleira, confuso.

—Você não tem cachorro, Rick! – Mel falou, entrando e fazendo Felix e Alex rirem.

—E aí, o que vão fazer essa noite?

—Não Melody — Começou Alex, enquanto Felix negava com a cabeça – Se o pessoal dos seus pais nos pegarem de novo, estaremos ferrados e...

—Rick, não quer dirigir meu conversível? – Ela abriu um sorriso malvado no rosto, enquanto fitava a cara impressionada de Rick.

—Não a deixe te influenciar! – Falou Felix

—Bancos de couro!... – Continuou Mel com o sorriso convincente no rosto.

—Rick, ela está te manipulando! – Alex falou, levantando e indo ao lado de Richard.

—Cabelos voando ao vento! – A voz de Mel ficava cada vez mais suave como um sonho.

—Rick, aguenta firme!!! – Felix encarou o amigo

—Música por todo o lugar! E tem mais: Tenho uma PlayList que você vai adorar! – Rick tinha um rosto confuso, pensador e resistente.

—Não está certo! – Falou Alex, com a mão na testa

—Vai ter álcool? Por favor diz que não vai ter? – Finalmente se pronunciou Rick, aproximando-se de Mel

—Vai ter muito Álcool! Como eu posso dizer? Essa balada vai pegar fogo!! — Melody falou, fazendo os três garotos se animarem e se encararem!

Lily V.



Carl era o Paparazzi mais reconhecido no mundo dos famosos. Ele conseguia as furadas das celebridades mais incríveis do país. No momento, encontrava-se na saída dos estúdios em que Lily gravaria o comercial, afastado de onde os fãs gritavam. E, por incrível que pareça, a rua ainda estava cheia e iluminada nessa noite. Lily descia as escadas da saída disfarçada e por esse caminho justamente para poder “desviar” dos fãs. Sem que ninguém, exceto Carl, a visse. passou escondida entre pilastras até o grande carro que a esperava de portas abertas.



Lily entrou no banco de motorista e dirigiu para fora dali. Felizmente os fãs não a seguiram, mas Carl pegou seu carro baixinho e fora de moda e sua câmera cara e profissional seguindo a loira para fora daquelas ruas.



Violetta



A famosa balada Infinity estava lotada. Dentro, luzes de todas as cores iluminavam intensamente o lugar. Músicas animadas tocavam alto e pessoas dançavam por todas as partes. Violetta estava “fantasiada” e, além de toda aquela roupa, passou uma maquiagem diferente. Em volta de seus olhos uma máscara preta charmosa estava pintada ali. Tudo para disfarçar seus lindos e chamativos olhos. Ela foi entrando e passando pela multidão ao som da música e começou a dançar de forma moderna, o que não durou cinco segundos. Logo Vilu avistou ninguém mais, ninguém menos que Henry.



Ela foi caminhando devagar e um garoto muito mais bonito parou em sua frente, deu em cima dela enquanto dançava sem graça, com um sorriso convidativo no rosto. Violetta encarava Henry, que a olhou de volta e sentiu algo inesperado. Henry queria Vilu mais que tudo, só não sabia que aquela garota ali era a mesma.



A garota deu um passo saindo da frente do outro garoto e começou a dançar. Viu que Henry a observava e então subiu ao palco, o lugar tinha os famosos postes de toda balada. E, de forma natural – e até bela – Violetta dançava fazendo os garotos gritarem. Henry a observava sorrindo, comendo-a com os olhos. O colar de ouro dela balançava no ritmo.

Um garoto se aproximou dela e a entregou uma bebida, deu as mãos, queria chamá-la para descer e dançar com ele. Vilu fitou Henry enquanto pegava a bebida das mãos do outro garoto sem parar de dançar e despejou toda a bebida nos cabelos castanhos dele, que a convidava para dançar. Henry soltou um riso e sentiu algo pela garota, agora de cabelos pretos.

Melody



Mel e os garotos estavam no famoso conversível amarelo da ruiva. Rick dirigia ao som de músicas agitadas por uma rua deserta e vazia. Mel com a cabeça para fora e todos cantando e gritando Uhuuul, Eaéeee e coisas do tipo. Fazendo batidas com as mãos em meio a risadas altas. Atrás, Felix e Alex estavam em pé e batiam na cara do outro no ritmo da música. Rick fez uma curva violenta e todos gritaram. Rindo, batendo os pés e levantando os braços como se estivessem livres, livres de todos os problemas da vida.



Logo um carro cinza moderno e alto os ultrapassou, eles não repararam, mas, dentro dele, estava Lily chorando e secando lágrimas. Então outro carro fora de moda os ultrapassou também, dessa vez era Carl e sua câmera, mas eles ainda batiam e seguiam o ritmo do som.



Lily V.



A loira dirigia em alta velocidade. Percebeu o carro que a seguia e um medo a invadiu. Andando depressa avançou o sinal vermelho e fez uma manobra perigosa virando 180º, quase batendo. Avançou pela rua ao lado que não tinha muito movimento. Carl fez a mesma manobra com mais sucesso por estar mais devagar. Um carro cercou o Paparazzi e gritou uns palavrões com ele que apenas saiu da frente e ignorou. Ele não iria mesmo perder Lily de vista.



Melody O.



Logo eles chegaram em frente à casa de Melody. Os garotos comemoravam animados a ótima volta de carro que deram e Mel ria. A rua estava iluminada pelas luzes da enorme casa de Mel, e pela lua que brilhava alto no céu.



—Eu já cumpri com a minha parte, agora está na hora de vocês me ajudarem. – Falou Melody, saindo do carro e abrindo o porta-malas.



—Tá, mas ajudar em quê? – Alex soltou a pergunta

—Já vão ver!

—E o Álcool? – Perguntou Felix, ao lado do carro apoiado

—Sempre cumpro minhas promessas. – Mel tirou três galões brancos foscos do porta-malas e jogou para cada um. Felix bebeu um gole e cuspiu tudo – Ai, Felix, não é para beber! Colem isso no carro. – Mel entregou pôsteres de propaganda do restaurante de seu pai e começou a colar em volta do automóvel. Todos ajudaram até cobrir o carro inteiro com pôsteres

Violetta



A garota ainda era observada por Henry ao meio da agitação da balada. O garoto se aproximou dela e estendeu a mão em convite para dançar. Vilu o encarou com desconfiança. O garoto acariciou as pernas dela e ela desceu do palco, passou a mão nas costas dele até o bolso e pegou suas chaves do carro. Saiu da balada às pressas, enquanto Henry a seguia, desviando da multidão que dançava.



Vilu foi esperta e empurrou um garoto, fazendo-o cair em cima de outro e armando uma briga no meio, impossibilitando Henry de passar. O rolo começou e logo ela nem mais o via. Saiu apressada da balada Infinity, indo ao seu estacionamento. Lá encontrou o carro de Henry: Um carro moderno prateado, porém uns garotos estavam em volta.



Violetta aproximou-se e tentou entrar no carro, lembrou-se que não tinha carteira e a primeira coisa que veio em sua cabeça foi pedir carona para um dos rapazes. Vilu aproximou-se jogando todo seu charme, o garoto pegou a chave e aceitou levá-la para casa. Entraram no carro trocando sorrisos; o sorriso falso de Vilu era impressionantemente convincente.



— Espera! Espera! – Vilu, ao sair do estacionamento, viu henry gritando em vão.



Melody



Depois de cobrir todo o carro com os cartazes, eles jogaram todo o álcool em cima do carro, deixando-o encharcado. Felix, Alex e Rick começaram a estranhar a ideia.



—Mel, o que você vai fazer? – Falou Felix, com voz preocupada



— Já vai ver... – Falou, arrumando os cartazes molhados

—Olha, acho que isso pode estragar um pouquinho o carro – Falou Rick

—É, Mely, não faz isso não! – Alex diz. em tom repressivo.

—Vai estragar a pintura. – Rick comenta

—Mel, para com isso! – Felix repreende sendo ignorado pela Ruiva.

—Ei! Chefe Osment! Futuro dono do novo restaurante! Sua filha tem um presente de inauguração de cozinha! – Gritou Mel, em um Megafone para a janela do segundo ou terceiro andar de sua casa. Um sorriso irônico em seu rosto contradizia as feições nada agradáveis nos três garotos que a acompanhavam. Andrew apareceu na janela com Nick, seu assistente pessoal ao lado.



Lily V.



A loira ainda estava no meio de uma perseguição complicada, mas acabou esquecendo. As lágrimas tomaram conta de seu rosto. Ela chorava sem fazer escândalo e acelerava o carro a uma velocidade ainda não permitida. Carl se aproximava cada vez mais. Lily jogou a cabeça para trás com os olhos fechados dirigindo pela rua vazia. As lágrimas não cessaram. Logo olhou para frente mas era tarde, a rua fazia um “T” e naquela velocidade não daria para parar.



Ela tentou a curva para a direita arriscada, mas foi um fracasso. Gritou ao ver a loja com vitrines de vidro a sua frente, mas de nada adiantou. O carro avançou quebrando tudo. Por sorte, a loja estava fechada e ninguém se machucou, ninguém além de Lily. Seus olhos Azuis-Safira antes cheios de lágrimas estavam fechados, sua cabeça caída sobre o volante, cabelos loiros tapando o rosto e desmaiada.



Carl parou seu carro logo atrás dela. Desceu para verificar a situação, ao encontrar Lily desacordada no volante, voltou imediatamente procurando sua câmera no carro. Seria a furada do ano! A notícia perfeita. Tirou foto do carro, da batida e, principalmente, de Lily desmaiada.



Melody



Andrew e Nick a observavam da janela. Como seus pais eram separados, a mãe morava longe. O pai a olhava indiferente, Nick mantinha um rosto decepcionado do tipo “Não faça isso Melody” e a mãe não entendia o que acontecia ali. Não até Mel pegar uma caixa de fósforos grande e amarela de seu bolso. Sorriu irônica para o Pai e levantou as sobrancelhas para Nick. Acendeu o fósforo e jogou em um cordão que levava até o carro. O fio pegou fogo e incendiou completamente o conversível amarelo. Tudo mantendo o sorriso. Felix, Rick e Alex se afastaram em um pulo das chamas que os pegaram de surpresa. Na casa, Andrew levou um susto, Nick mantinha a mesma expressão e a mãe se estivesse ali soltaria um grito abafado com as mãos.



O carro explodiu, levantando as chamas. Mel sorria, dessa vez satisfeita, olhando para os rostos das pessoas em sua casa. Os garotos balançavam a cabeça em negação com pena do conversível. Com indignação do que Melody fez, mas, ainda assim, haviam concordado.



Violetta



Ela estava com um sorriso falso no rosto, ao lado do garoto e acariciava as coxas sobre a calça Jeans do rapaz. O carro estava com o capô aberto, mas o vento era fraco. O garoto tinha o rosto absurdamente feliz e satisfeito. Ele estendeu a mão para as pernas de Vilu e a garota retirou-as com cuidado e devagar as soltando no volante do carro. O menino de cabelos pretos entendeu o recado e sorriu malicioso para ela. Voltou a olhar para frente na rua escura da noite.



Melody



O pai havia descido acompanhado por Nick. Os bombeiros apagavam as chamas e revelaram um carro carbonizado. Mel estava com a mesma expressão de satisfação.



—Gostou do presentinho, Andrew? – Pronunciou cínica, observando os bombeiros



—Olha Chefe, se o senhor quiser, podemos acabar com isso antes que a polícia chegue, para não causar problemas. – Falou Nick, enquanto ignoravam completamente Mel.



—Ela que se vire. – Falou ele, com sua voz grossa, encarando Nick



—É só uma menina... – Começou Nicholas, sendo interrompido.

—Não! É a última vez! Que ela se defenda como puder! – Andrew voltou para a casa e Nick o seguiu.

Nessa hora, Melody, que observava tudo, mudou seu rosto cínico para um rosto preocupado. Seus olhos eram pensativos e levou um dedo nos lábios em sinal de preocupação. Seu sorriso era triste.



— Você não tem nem ideia da confusão que arrumou, né? – Felix falou, abraçando-a de lado. A garota virou-se para Rick e Alex que concordavam.



Lily



A loira tinhas cortes profundos com sangue no rosto e era fotografada por Carl. A polícia já havia cercado o lugar e os barulhos da sirene acordaram Lily do transe. Ainda sentada no banco com sangue no rosto, soltou ruídos de choro e encostou a cabeça na janela de modo que olhasse para fora.



—Onde estou? – Murmurou baixíssimo e com voz trêmula.



—Fica calma meu amor. – Falou Carl, enquanto tirava fotos da melhor posição de Lily. – Vira que vai ficar tudo bem.

—O que aconteceu? – Cochichou a garota.

—Calma garota. Chamem uma ambulância!! – gritou Carl, com a câmera em mãos

—Minha mãe... – Falou mais para si que para os outros.

—O que você quer?

—Minha mãe... – Repetiu a loira para Carl

—Chamem logo essa ambulância!! – Gritou o fotógrafo para os policiais

Vilu



A de peruca estava aflita e perdida em pensamentos, o que falaria para o garoto? Ele parou em um posto de gasolina para abastecer e se aproximou para dar um beijo na morena falsa.



—Ah... – Falou desviando, o rosto. – Eu vou ao banheiro, tá legal?



—Tá. – Respondeu com um sorriso – Mas não demore.



—Não vou – Falou, fechando a porta do conversível.

Ela saiu com sua bolsa vermelha em direção a loja de conveniência, olhou duas vezes para trás e o garoto tinha o mesmo sorriso no rosto. A cada passo, olhava acenava ou arqueava as sobrancelhas. De costas para ele, seu rosto era preocupado, ela precisava tomar uma atitude.



Na porta, viu um cartaz de propaganda de lingerie, e o nome Chloe em cor-de-rosa. Ela entrou no posto enquanto observava o garoto arrumando os cabelos no espelho do carro de Henry.



Melody



—E lembra daquela vez que o Felix derrubou um molho de amendoim que fizemos com folhas secas? – Rick contava



—É, mas não foi a melhor história! – Pensou Alex

—Dessa vez pegou pesado HiperBu. – Felix usou o apelido que inventaram para ela (Hiper Burguesa, HiperBu) em uma das viagens com o conversível.

—Mas não era isso que vocês queriam? – A ruiva se afastava do carro com os garotos.

—Pera ai, a gente não falou para você: Vai lá, queima o carro! – Disse Rick, com as mãos no bolso. – Ainda mais tão novo, conversível, com bancos de couro.

—É, a ideia foi sua – Alex disse, inocente.

—Vocês enchem meu saco só porque tenho grana, não é isso? – Ela falou.

—É, mas nós enchemos o saco do Rick porque ele tem mau hálito, nem por isso ele vai lavar a boca... – Falou Alex

—Como é que é? – Falou ofendida, portanto rouca;

—Relaxa! Seu pai vai limpar sua barra e depois vai te dar outro carro... – Disse Felix.

—Só não entendo porque te deixou sozinha... – Complementou Rick, criando um clima tenso.

Notas finais
No próximo capitulo de They Are Bad Girls Conhecam Natalie e Samantha Miller, um história diferente e interessante de dois extremos da mesma família. Apresento-lhes também Lucy a fã maluca e fanática e sua melhor amiga inseparável Louise. Lily foge do hospital para não ser presa e aprende a viver por uma noite, e Violetta acaba na prisão com outras piriguetis, o que a familia perfeita pensará delas depois? Melody não tem para onde ir, ou será que tem? Bem Nick o ajudante sedutor vai responder! —------------------------ Assim que a betagem do próximo capítulo estiver concluída posto *-* (Já foi enviado) Ah e como podem ver temos mais personagens no próximo e dai só vai faltar 1 das garotas (das que vão para a casa). Sobre as secundárias, vão aparecer, prometo, ao longo da fic! Algumas já sei até onde encaixar mas outras estou pensando... —----------------------- Gostaram? Odiaram? Sugestões? Críticas? Deixem seus comentários! —L.D.