Notas iniciais
OIE OIE OIE Como vão vcs? eu estou óóóóóóóóótima provavelmente vcs nem vao ler aqui pra saber a continuação do capitulo kkkk eu entendo, eu entendo. Então eu nem vou falar nada aqui.... só agradecer a recomendação da Athena Valdez s2s2s2s2s2s2s2s2s2 q liiiinda sua recomendação :3 esse cap é seu ok? AGORA VAMOS LÁÁÁÁÁÁ PS: nao me matem huahuahuahua

POV Percy

Assim que ele olhou pra mim e assimilou meu rosto com a pessoa que ele lembrava, sua gargalhada ecoou pelo local.

Fechei os olhos em fenda enquanto ele ria de mim, me subestimando, enxugando as lagrimas dos olhos. Seu rosto ficando tão vermelho quanto seu cabelo.

– É você pivete? Eu não acredito que me fez pensar que minha filha corria perigo! – Ele riu mais ainda me fazendo trincar os dentes. – Eu nem vou precisar disso! – Ele pegou uma arma dourada que estava em sua cintura por dentro do casaco e jogou no chão, nem perto dele, nem perto de mim, ficou quase escondida em um canto escuro perto da porta dos fundos. Eu dei um pequeno sorriso.

– Eu disse sem armas. – Ele sorriu também.

– Eu sei pivete, mas um homem tem que estar preparado não é? Mas agora vendo você aqui eu percebi que você tinha razão, eu não vou precisar de arma nenhuma, você é inofensivo.

Ele olhou pra filha ainda desacordada e algemada aos meus pés e voltou a me olhar, puxou uma cadeira que estava colocada em cima da mesa e se sentou sobre ela ascendendo um charuto.

– Então garoto, qual é o propósito disso tudo? Você é burro ou o que?

– Eu não quero machucar ninguém. – Ele sorriu olhando pro charuto.

– Ah eu sei, você é um covarde, por isso não precisarei da minha arma. Você não teria coragem de matar uma mosca.

– Tem razão. Nunca faria mal a uma mosca, mas a um verme como você... – Seu sorriso vacilou, mas ele se recompôs.

– Vai me dizer o que quer? Ou eu já posso mandar caçar a sua cabeça? – Eu dei um pequeno sorriso, uma ameaça... já é um bom começo.

– Acho que não será preciso. Eu vou ser objetivo Sr. Dare, eu apenas quero saber o porquê de tanto rancor sobre as empresa AC. – Ele gargalhou novamente.

– É isso? Você armou pra mim moleque? Quer que eu confesse alguma coisa pra que você grave e eu seja caçado? Você acha que eu sou burro? – Fechei a cara e me forcei a ficar serio.

– Eu não gravarei nada, não me interessa a sua prisão, você é uma pessoa influente W. Dare, não ficaria nem 2 semanas preso. – Ele sorriu arrogante. – A única coisa que me interessa é a felicidade da mulher que eu amo, mas não conseguimos isso com o Sr. afundando a empresa dela. – Ele riu e deu mais uma tragada em seu charuto. – Já não basta ter matado o pai dela! – Eu me exaltei um pouco no final, mas me controlei.

– Sabe garoto? Eu entendo a sua preocupação, mas não significa que só porque matei o merdinha do Chase que mataria a filha dele, porque é claro que ela não daria conta daquela empresa, isso não é mais um problema meu. Eu já tenho tudo o que eu quero. – Eu não me deixei sorrir pela sua confissão, apenas permaneci com o semblante sério esperando o que viria a seguir. – Ah espere! – Ele desencostou da cadeira soltando sua fumaça fedida pra cima pra depois dar uma risada cínica. – Você não sabe não é? A pequena órfã nunca vai conseguir subir aquela empresa, graças a mamãezinha dela. – Franzi as sobrancelhas confuso. – Calma, calma, vou explicar pra você. – Ele voltou a se recostar e eu sentia minhas mãos suarem. – Quando Frederick montou a empresa do nada, Atena estava ao seu lado, ela sempre esteve, amava aquele homem. – Ele me olhava pra ver se eu estava acompanhando. – Pois então, Atena tinha uma amizade com Zeus, eles foram criados como irmãos, isso o fez ser amigo de Frederick também. E isso me ajudou e muito a chegar nele.

Ele riu com a cabeça longe provavelmente lembrando de seu plano sanguinário.

– Zeus, como você já deve saber, não era uma pessoa 100% boa, facilmente corrompido o pobre coitado, ambicioso, ganancioso... cego por isso. Quando Frederick começou a ganhar dinheiro, e a crescer com a maldita empresa, Zeus não ficou nada feliz com o pequeno cargo que tinha, tendo que escutar todos os dias da esposa e dos amigos o quanto estavam felizes por Frederick. Junto com tudo isso, naquela mesma época, Zeus ainda começou um relacionamento fora do casamento, e imagine você, com Hera! – Ele riu escandalosamente e eu me forçava a entender seu raciocínio. Eu não via nenhum ponto de ligação entre Zeus, o assassinato e a falência da empresa. – Minha amada Hera!

Oh Sim, agora tudo estava mais claro.

– Acontece pivete que eu também tinha, ainda tenho um pequeno affaire com a vagabunda, e ela, sempre de extrema ajuda, era nada mais nada menos que uma das acionistas da empresa de Frederick. – Ele me olhou bem no fundo dos olhos. – Ve como isso deu certo? Ao meu lado, eu tinha um dos amigos de Frederick e uma acionista de sua empresa, eu tenho o meu álibi para não ser preso e uma vagabunda disposta a fazer tudo por um pouquinho de status. E pra melhorar, Zeus e sua extrema esperteza em se suicidar pra se livrar da responsabilidade de ser cúmplice de um crime genial, fez com que o crime ficasse perfeito, sem falhas. – Consegui sorri por dentro com essa confissão, mas ao mesmo tempo isso me fez enxergar vermelho de tanta raiva.

Fechei as mãos em punho quando finalmente entendi que a pessoa que esteve cuidando esse tempo todo da AC era ele, usando o nome da maldita amante.

– Seu filho da puta. – Eu me levantei do banco em que estava sentado e andei em sua direção, ele deu um sorriso de escarnio e jogou a bituca do charuto em mim. Aquilo bateu na pele do meu braço fazendo uma pequena queimadura e caiu no chão. Isso só fez aumentar minha raiva. – COMO PÔDE? Zeus se suicidou porque sabia de tudo, e você matou um homem brilhante por pura ganancia!

– EU FIZ O QUE FIZ PRA CRESCER! – Ele se levantou e chegou muito próximo a mim. – E agora pivete, eu sou invencível! – Seu sorriso amarelado me enojava, então eu avancei sobre ele.

Mas a minha raiva me cegou.

Mesmo com toda a sua gordura W. Dare foi rápido ao pegar a cadeira em que estava sentado e lançar em minha direção.

Sem esperar por isso, fui atingido no peito pela pesada cadeira de madeira, que se quebrou com o choque me fazendo perder o fôlego e cair de costas no chão.

Ele se ajoelhou do meu lado e apertou meu pescoço me deixando ainda mais sem ar.

– Eu não queria fazer isso garoto, realmente não queria, mas você não me deixa escolha. – Com o braço livre ele me mostra uma segunda arma dentro do casaco. Em meu consciente eu ria, como fui estupido de pensar que ele iria estar desarmado?

“Um homem tem que estar preparado”, ele disse mais cedo.

Outra parte de mim, pensava... Porra, cadê os policiais?? Não tão vendo que eu to morrendo aqui?

E é claro, a maior parte da minha consciência gritava para que Annabeth não soltasse um piu. Ela não merecia ver isso, mas ela tinha que entender que eu não iria morrer, eu estava seguro...

Não estava?

Enquanto eu pensava em tudo isso o inevitável aconteceu, eu ouvi um tiro, e senti o sangue quente escorrer.

E por trás de tudo isso, um grito agudo de desespero.

– Annabeth... – Eu soltei com um suspiro, ao ver, mesmo que com uma visão embaçada pela dor, no canto em que eu havia a prendido a loira mais linda desse mundo, que se debatia, gritava e chorava em desespero. E que simplesmente parou com um último fôlego e caiu desmaiada de pavor ali mesmo.

...



Notas finais
... Então Eu vou me retirar devagarinho De fininho Não me matem Não xinguem a minha mãe Eu amo vcs apesar de tudo s2 Até o proximo capitulo! PS¹: Obrigada de novo pela recomendação Athena Valdez hohoho PS²: Não adianta me perguntar nada nos comentários em galerinha, nao vou dar spoilers... Apesar de que, ficou claro o q aconteceu né kkkkk BEIJOOOOOOOOOOOOOS