Notas iniciais
HEY HEY HEY YOU!!!! como vão???? ta tudo de boenas?? Obrigada pela opinião de vcs sobre a nova fic :3. vamos ver se da certo de escreve-la né. e pra tirar a duvida de muita gente, é o percy q narra a história ok? e sim tamb sera percabeth lol (levei uma advertencia do nyah por colocar isso no cap passado) Entao gente. Esse cap vai para Victoria Broked Heart ♥♥♥ sééério q vc fez uma conta só pra acompanhar a fic? =') me emociono É SERIO. obrigada pela recomendação mais q linda ♥ espero q goste do capitulo s2 tinha gente me perguntando "mas porra só o percy sente ciumes?" tamb tinha gente querendo "treta" Essa nao é uma treta muito "tretuda" (nem existe isso mas foda-se) mas é legal. acho eu né. bom....

POV Percy

– Ok, então todo o dinheiro pode gerar mais do que 500.000,00 por ano? – Quíron assentiu. Eu assoviei e virei mais uma página. – É muita grana.

– Eu sei. Não me admira que ela não queira mexer com isso. – Ele disse sem olhar pra mim, quando levantou a cabeça sua cara de deboche estava lá. Eu bufei.

Quando eu expliquei o porquê de estar com o nariz daquele jeito, Quíron teve uma crise de riso que eu nunca achei possível que ele tivesse, e dias depois quando ele olha pra mim, ainda tem vontade de rir.

Que ótimo.

– Pra falar a verdade, acho que ela nem sabe que é tudo isso, mais as ações, mais carros, casas, barcos etc.

– Ela tem pelo menos uma ideia do que fazer com tudo isso?

– A empresa. Ela vai fazer crescer de novo, será novamente a melhor, disso eu não tenho duvidas. – Ele assentiu de novo.

– É o melhor mesmo. Já os imóveis...

– Isso eu já não sei, veremos mais pra frente. – Quíron olhou pro relógio e se levantou.

– Bom, ta na minha hora. – Ele pegou uma pasta com os arquivos que vínhamos ajeitando a manhã toda pro caso desta tarde. – E na sua também, vá almoçar e depois, aula.

– Eu só vou colocar em ordem aquela papelada do caso do Dr. Willson e já estou indo. – Ele negou.

– Não precisa fazer isso criança, Marina está ai pra essas coisas. – Marina é a secretária dele. Eu assenti e peguei meu material sobre a mesa. – Marina, as coisas do Dr. Willson, põe em ordem pra mim sim? Estou saindo agora pro caso da Sra. Jonson e sabe-se lá deus que horas vamos acabar, tenho alguma coisa marcada depois do caso? – Marina olhou no seu computador.

– Sim senhor, o Sr. Clevertton marcou hora. – Quíron coçou a cabeça agoniado.

– Esse era importante, não sei se vai dar tempo de atende-lo. – Eu cocei a garganta.

– Quíron, se quiser eu posso sair da aula e recepciona-lo. – Quíron me analisou por um instante e deu um sorriso de lado.

– Tudo bem, Marina Percy estará aqui para recebe-lo. E criança, você já sabe o que fazer, me viu atender a Dra. Krystal hoje. – Eu assenti. – Então está tudo certo, vamos indo.

– Tchau Marina. – Eu acenei e ela acenou de volta. – Vai almoçar aonde Quíron? – Ele sorriu.

– Provavelmente um lanche do Mc no caminho. – Eu ri.

– Não quer almoçar com a gente?

– Bem que eu gostaria criança, mas não vai dar tempo. Fica pra uma próxima tudo bem? – Ele checou seu relógio mais uma vez e apertou o passo. – Boa sorte com o Sr. Clevertton.

– Acho que não preciso te desejar o mesmo. – Ele sorriu e saiu de vista.

Peguei meu celular e apertei o 1 da discagem rápida.

– Fala meu advogado do nariz inchado. – Ouvi a risada das meninas e bufei.

– Quando vocês vão parar de pegar no meu pé? Não tá mais inchado!! Até Quíron já está folgando comigo.

– Apanhou da namorada..... – Ouvi Thalia gritar ao fundo. – Desculpa herói, você já está vindo?

– Já sim, mas você poderia me esperar no carro né? Eu tenho que guardar minhas coisas e tirar esse terno sufocante.

– Hmmm é verdade você tá de terno. Quantos minutos nós temos no carro? – Eu ri e apertei o botão do elevador.

– Depende do tempo que eu levo pra tirar a sua roupa. ­– Ouvi a sua risada deliciosa e sai do elevador.

– Então já vou adiantando as coisas pra gente o que você acha? – Ouvi o barulho do alarme do carro e apertei o passo.

– Eu acho isso ótimo loira. – Ouvi ela rir e desligar. Enfiei o celular no bolso e quase corri até lá.

Fui empurrando as pessoas, que saiam da universidade pra hora do almoço, afoito pra chegar logo no estacionamento. Quando avistei seu carro escondido, no cantinho mais escuro e mais improvável de se estacionar, ai sim eu corri.

Cheguei perto do carro e olhei pra trás vendo se tinha alguém, mas nada a vista. Abri a porta traseira e avistei Annie rodando sua calcinha no dedo no banco do motorista, ela olhou pra mim com uma cara safada e eu grunhi e tirei o paletó mais rápido do que eu achei possível e desabotoei minhas calças, fechando a porta de trás e entrando pela da frente no banco do passageiro.

Annabeth soltou uma risada maravilhosa e passou a perna por cima de mim. Eu subi minhas mãos pelas suas coxas macias com um gemido e olhei nos seus olhos cinzentos.

– Oi. – Ela riu e enfiou a mão na minha cueca, acariciou meu membro e eu gemi encostando a cabeça no banco.

– Oi. — Ela sussurrou no meu ouvido e mordeu o lóbulo da minha orelha.

Eu subi minhas mãos pela sua cinturinha e alcancei seus seios, apertando com vontade. Ela gemeu e rebolou no meu colo, não preciso dizer que eu já estava duro feito pedra né?

Annie afrouxou a minha gravata e desceu a mão pelos botões da minha camisa. Eu subi minha mão pelas suas costas e puxei seus cabelos trazendo sua boca pra minha.

– Comendo a sobremesa antes do almoço. – Eu disse com a boca colada na sua. Ela riu e mordeu meus lábios, descendo sobre meu pau. Nós gememos juntos e Annie começou a cavalgar sobre mim. Trinquei os dentes e segurei em sua cintura.

– Errado Percy. – Ela disse e lambeu meus lábios, rebolando. Eu gemi e levei meu quadril em direção ao dela vendo ela ofegar. – Eu sou o prato principal. – Ela rebolou mais forte dessa vez e puxou meus cabelos, eu trinquei os dentes e investi contra ela.

– Você tem razão. – Eu chupei seus seios enquanto ela quicava sobre mim fazendo o carro todo chacoalhar e os vidros se embaçarem. Eu sorri e mordi seu mamilo ouvindo ela gritar meu nome, estoquei com mais força segurando-a pela cintura.

Annabeth lambeu os dedos e estimulou seu clitóris, no mesmo momento eu investi mais rápido, ela revirou os olhos e jogou a cabeça pra trás com a boca aberta em um O. Eu gozei vendo aquela cena e ela me acompanhou logo após eu dar um chupão no seu pescoço.

Annie apoiou as costas no painel do carro respirando pesadamente e eu apoiei minha cabeça no banco olhando pro seu peito subindo e descendo muito rápido.

– Oi. – Ela disse com a voz rouca e eu ri puxando ela pra deitar sobre meu peito.

– Oi. – Beijei sua testa suada enquanto ela brincava com a minha gravata.

– Como foi lá? – Ela perguntou calmamente e saiu do meu colo, indo pro banco do motorista.

– Tudo bem, hoje vou ter que voltar lá depois da aula. Vou atender um cliente de suma importância. – Ela levantou a sobrancelha loira pra mim.

– Ui de suma importância. – Eu ri e tirei a gravata, terminando de desabotoar a camisa. – Só pra esclarecer, esse “cliente” – Ela fez aspas no ar. – É homem né? – Eu gargalhei e me inclinei pra beija-la.

– Sim senhorita ciúmes. – Ela se afastou e se fez de desentendida enquanto colocava o soutien, virou de costas pra mim e eu o fechei dado uma mordida no seu ombro.

– Isso não é ciúmes, é apenas precaução. – Eu sorri e me debrucei pra alcançar minha mochila com minhas roupas mais leves. – Porque você fica uma delicia de terno. – Ela também me deu uma mordida nas costas.

– É? E sem? – Ela mordeu os lábios e passou a mão no meu abdome eu ri e puxei ela pela nuca chupando seus lábios inchados.

– Sem, você fica um pecado. – Ela me empurrou pelo peito e se abaixou passando a calcinha pelas pernas, e eu só lá observando. Ela riu. – Se troca Percy, você ainda tem que almoçar.

– Eu posso passar fome. – Eu disse vendo ela se debruçar no meio dos bancos procurando a sua roupa. Espalmei a mão na sua bunda e dei um chupão ouvindo ela gemer.

– Não pode não. Eu lá gosto de homem magrelo? Vamo come que eu também estou faminta, e uma fome eu já matei. – Ela piscou pra mim e colocou a blusa. Eu ri e terminei de trocar de roupa.

...

Chegamos na mesa onde as garotas nos esperavam , e uma Thalia impaciente explodiu quando nos viu chegando de mãos dadas.

– Eu não acredito que vocês fizeram isso com a gente! – Ela bateu as mãos na mesa, e com seu tamanho minúsculo parecia um chiuaua bravinho. O pensamento me fez rir. – Do que você ta rindo palhaço? É sério! Deixaram a gente aqui morrendo de fome pra transar no carro!! Vocês não tem coração? Não podem esperar o dia acabar pra chegar em casa e ai sim vocês se comerem? – Nós gargalhamos.

– Qual é pentelha, não é bem assim. De noite, em casa a gente se ama. – Eu dei um beijo no ombro da Annie e ela riu. – Agora que foi uma comida rápida pra aguentar o resto do dia. – Ela olhava pra gente de boca aberta enquanto as meninas riam.

– Vocês são impossíveis.

– Isso é inveja, aproveita que seu namorado é garçom e vai pro quartinho dos fundos com ele. – Annie disse.

– Hmmm é o quartinho dos fundo é um ótimo lugar. – Eu disse, mas me arrependi na mesma hora.

Annabeth virou a cabeça lentamente na minha direção. Seus olhos cinza me fulminando, eu sentia minha pele pegar fogo, te juro.

– É um ótimo lugar Perseu? – Engoli em seco. – Eu nunca conheci esse “quartinho dos fundos”.

– M-mas foi você quem citou, amor. – Seu olhar me alertou que era melhor não abrir a boca.

– Viiiiiiiish. – Calipso disse sorrindo. Eu cruzei as mãos nervoso.

Annie levantou da cadeira e me encarou.

– Vamos. – Eu me levantei também.

– Aonde?

– Pro quartinho dos fundos Perseu. Agora. – Ela disse pausadamente.

Calipso parou de rir e todas encararam Annabeth com a mesma cara confusa que eu.

– Mas... – Eu ia continuar mas desisti e segui até o quartinho dos fundos.

Annabeth me seguiu e eu ainda sentia seus olhos me queimando.

Mas que merda de boca em Perseu.

Chegando lá, Annie abriu a porta em um rompante, assustando Michael que trabalhava lá e estava trocando de roupa.

– E ai Michael. – Eu o cumprimentei, ele olhou de mim pra Annabeth.

– Fala Jackson. – Ele voltou a olhar pra Annabeth, mas precisamente pras pernas da minha namorada. Não deu tempo nem de ficar puto.

– Muito prazer Michael, eu sou Chase namorada dele e nós temos algumas pendencias pra resolver então vaza. – Ela apontou porta afora e ele olhou pra mim pensando que era brincadeira. Eu neguei pra ele e ele saiu de lá apavorado.

– O que você pretende... – Ela fechou a porta bruscamente e passou a chave.

– Cala a boca. – E de repente ela estava sem blusa.

– Que isso Annie? – Eu disse, mas sem muita noção. Sabe como é né. Peitos.

– Você vai me apresentar o quartinho Percy. – Ela disse se aproximando, desabotoando o shorts.

Eu segurei na sua cintura e olhei pra ela.

– Pera ai. Vai querer transar aqui? Sem motivo nenhum? – Ela revirou os olhos.

– E precisamos de um motivo pra transar desde quando? Quer um motivo? Vou te dar um motivo. Eu estou excitada e você vai me foder. Fim. – Ela avançou sobre mim de novo mas eu a afastei.

– Annabeth, você não esta excitada, ta brava, ta puta da vida porque eu confessei que já comi algumas meninas aqui. E quer saber? Não foi só aqui. Os lugares são tantos que eu perdi a conta. – Ela se debateu nos meus braços mas eu a apertei firmemente. Agora ela ia me ouvir – Mas do que importa isso? Em? Se eu to com você agora, se é você que eu amo e que eu penso a todo momento? Do que importa quantas vadias que eu já comi Annabeth? Nenhuma delas foi como você, porque você me ama assim como eu te amo entendeu? – Seus olhos cinzentos se encheram de lágrimas e ela me abraçou apertado.

– Me desculpa? – Eu suspirei e a abracei pelos ombros.

– Claro que sim loira. O que te deu pra ter esse ataque? Você não é assim. É sempre cheia de confiança. – Eu ergui seu queixo para encarar seus olhos e acabei me perdendo neles.

– Você não vai lembrar, mas tenta. Lembra do primeiro dia, nosso primeiro “encontro oficial” quando eu disse que aquelas meninas que saiam do banheiro eram da minha sala e coisa e tal? – Eu fingi que sabia, mas não tinha ideia de quem ela estava falando. Ela me olhou com um olhar de “eu sei que você não sabe do que eu to falando”.

– Ta, ta foda-se quem são eu quero saber o que fizeram. – Ela suspirou.

– Disseram umas coisas ai... – Ela tentou deitar a cabeça no meu peito de novo mas eu segurei seus ombros. Me agachei pegando sua blusa no chão e entreguei pra ela. Ela corou e vestiu rapidamente, abotoando o shorts.

– Que coisas Annabeth? – Seus olhos se desviaram dos meus mas eu segurei seu queixo fazendo ela me encarar.

– “Só pra você saber, eu já peguei seu namorado”, “Acha mesmo que ele fica só com você?”, “Coitadinha, tão corna que não passa nem na porta”. – Ela suspirou e eu fechei minhas mãos em punho. – Coisas assim.

– E você acreditou nisso? – Eu perguntei, não sabia com o que estava mais puto. Com o fato de falarem isso pra ela ou dela acreditar nessa baboseira toda.

– Claro que não né Percy? Mas eu não posso evitar! São emoções cacete. O cérebro as vezes não me obedece. – Ela disse toda bravinha e miudinha. Eu sorri e puxei ela pela cintura, colocando-a sobre meus pés.

– Bom, então se prenda as emoções boas. Tipo essa daqui. – Eu a beijei com vontade, apertando sua cintura macia por debaixo da blusa e colando seu corpo ao máximo no meu. Eu cambaleei batendo as costas em um armário o que fez a gente rir.

– É essas emoções são muito boas. – Ela tentou tirar minha camiseta mas eu afastei ela de novo. – O que...

– Nós não vamos transar aqui Annabeth. – Ela cruzou os braços sobre o peito.

– E porque não? Você transou... – Eu revirei os olhos.

– Exatamente por isso. Você não é só uma foda minha, loira. – Ela me olhou com uma cara cínica.

– Nós acabamos de “foder” dentro do meu carro. – Ela fez aspas no ar e eu ri puxando ela pra mim.

– É mas eu nunca tinha “fodido” dentro de um carro. – Ela levantou a cabeça desconfiada. – É sério! Ir pro carro quer dizer sair de um lugar e ir pro outro. Eu nunca fiz isso. Era de momento, era ali e agora, ponto final.

– Então você está me dizendo que nós não vamos transar em qualquer lugar que você já tenha transado com outra puta qualquer? – Ela perguntou com a sobrancelha arqueada. Eu demorei um pouco pra acompanhar a sua linha de raciocínio.

– Não! Só não vamos transar quando o motivo seja exatamente o deu ter transado com outra no tal lugar. – Fiquei até meio tonto depois dessa frase, mas ela não pareceu se abalar.

– Mas porque não aqui então? Eu estava excitada Percy.

– Porque antes o motivo não era esse. – Ela bufou.

– Como você é complicado. – E simplesmente, destrancou a porta e saiu. Como se nada tivesse acontecido.

Mas que porra aconteceu aqui?

...

Notas finais
hentai annie com ciumes e dando a louca tretas e ai? curtiram esse? hohohohoho tentei agradar todo mundo ae e pa!! mas enfim, Victoria Broked Heart, obrigada de novo pela sua recomendação. espero q tenha gostado do cap dedicado a tu AHHHHHHHHHH TAMO CHEGANDO AOS 1000 REVIEWS E EU VOU ESCREVER AQUI UM BONUS THALICO POR ISSO OK?????????? ikabdclwichweqfovinweçvfoiqnvoçkvn vo posta ele antes do 33 assim q eu acabar ;) bjks