Notas iniciais
lwicujghfjygkuhvjfxthedsjytgilnçoiuougftrdrestrexhgbwilejvfwefivubwefivub desespeeeero!! POSTEI ANTES PORQUE SIM! Recebi mais uma Recomendaçããããão!! Jess Grace s2 obrigada, esse capitulo é pra vc!!!!!1 TODOS ANSIOSOS? (deu pra perceber q eu to né?) então vão logo ler!!!!

POV Percy

Pessoas conversavam pra lá e pra cá. Várias rodinhas, homens fumando charutos, mulheres dando em cima desses homens. Acompanhantes pagas com cara de tédio.

No momento, era isso o que acontecia naquele salão. Nem uma musiquinha de fundo, apenas tagarelices fúteis.

Esses ricos não sabem como dar uma festa.

– Isso está um porre. Eu vou precisar de coisas mais fortes do que essa champanhe pra aguentar a noite toda. – Annabeth virou mais uma taça.

– Não acho que você vai querer estar bêbada mais tarde. – Eu disse no pé do seu ouvido e a senti se arrepiar.

– Você está brincando com fogo herói. – Eu sorri.

– E eu não vejo a hora de me queimar. – Eu beijei seu pescoço e depois dei uma pequena mordida ouvindo ela gemer.

– Desde quando nós trocamos de papéis? Sou eu quem te perturba. – Eu ri e beijei seus lábios. Ela se afastou me olhando com cara feia por tirar o seu batom, eu revirei os olhos e a beijei de novo.

– Pois me perturbou tanto que eu não vejo a hora de tirar esse vestido de você. – Ela riu com os olhos brilhantes marcados daquela coisa que ela passa nos cílios e limpou seu batom da minha boca.

Nós tínhamos rodado a festa toda e é logico que viemos parar no bar. Eu havia me encostado no balcão enquanto ela ficava na minha frente e eu deslizava minhas mãos pelas suas costas. Eu não tiraria minha mão dela esta noite.

– Suponho que a camiseta de ontem seja dele não é filha? – A mãe de Annabeth chegou perto da gente fazendo minha namorada quase esmagar meus dedos.

– Isso não é da sua conta. – Ela praticamente rosnou.

– Eu sou sua mãe Annabeth, quer você queira ou não.

– E lembra disso apenas agora mamãe? Quando eu mais precisei de você, você não era nada. – Elas ficaram se encarando por um tempo.

– Você se parece demais com seu pai. – Senti que Annie estava prendendo o choro, afaguei suas costas.

– Isso não é motivo pra você ter me evitado todo esse tempo. – Ela disse baixo e contido, fungou e enxugou o canto dos olhos com as mãos tremendo.

– Ora ora, se não é a belíssima Atena. – Um senhor gordo e ruivo que tinha muito dinheiro pelo que dava pra se notar com suas pulseiras, colares, abotoadores e relógio de ouro. Atena endureceu e empalideceu, ficou branca feito uma cera e virou calmamente para o velho homem.

– Sr. Dare. – Ela o cumprimentou secamente, ele lhe beijou a mão e ela puxou com força e enxugou no vestido.

– A senhora não sabe o quanto eu senti com a morte do seu marido. – Sua voz era carregada de cinismo o que me deixou confuso, assim como Annie.

– Mãe, quem é ele? – Annabeth nem percebeu que a chamara de mãe. Se possível Atena ficou ainda mais branca. Os olhos do ruivo percorreram o corpo da minha loira e eu passei o braço a sua volta e apertei seu corpo de encontro ao meu. Ele voltou seus olhos pra mim e sorriu mais cínico ainda.

– Ora, você é belíssima querida. Muito parecida com seu pai eu devo admitir, mas você puxou a beleza de sua mãe. – Ele estendeu a mão, mas ela não desentrelaçou seus dedos dos meus para cumprimenta-lo, eu tive que sorri por causa disso. Ele pigarreou e recolheu o gesto. – Eu sou um velho amigo do seu pai, não é Atena? – Atena saiu de um transe e também coçou a garganta.

– É, ele e seu pai... fizeram negócios junto. – O homem sorriu mais amplamente.

– Sim, negócios. Frederick era um bom homem. – Ele foi interrompido por um pesadelo ruivo. Quando vimos quem era, eu e Annie gememos em conjunto. Qual é a dessa garota?

– Papai! – Pelo visto, a maldita garota que meu cérebro fazia questão de ignorar o nome, era filha do velho gordo, porque ela cambaleou e o abraçou de lado. – Eles não querem me dar alguma coisa mais forte do que essa champanhe horrível! – E olhando daqui já dava pra perceber que ela estava bem alta. Tomara que ela não nos reconheça. – Ei! – Ai que sorte a nossa. – Você é o garçom! E você é a namorada idiota que me deixou pelada no restaurante! – Ela nos fuzilava, Annie bufou e encarou ela fixamente. Os olhos cinza sabiam ser intimidantes, então a garota focou seus olhos em mim. – Papai! Foi ele! Ele disse que não me queria e me trocou por essa loira... – Ela tentou achar algum defeito para descrever Annabeth e eu sem querer soltei uma risada por ela não estar conseguindo fazer isso. – Essa loira!

– Ah então foi você rapaz! – O gordo voltou a me fitar. Ele era mais baixo e rechonchudo, me fazia lembrar um duende do mal com todo aquele ouro. – Minha filha não costuma ser rejeitada.

– Bom, eu não posso fazer nada. Eu não sou um cara de compromisso, mas eu fui laçado entende? E sua filha não faz o meu tipo.– Acariciei a mão de Annabeth e ela conseguiu dar um sorriso.

– Você não podia ter feito isso! Eu sou bonita! Eu sou rica! Vai pro inferno você e essa loira vadia ai. – A ruiva gritou e saiu chorando. Annabeth não conseguiu conter a risada assim como eu. O homem gordo nos olhava calmamente com os olhos duro feito pedra.

– Com licença, acho que você magoou a minha filha. Eu vou lá ver como ela está. – Ele me olhou pela última vez e deu as costas saindo pelo mesmo lugar onde a filha doida tinha ido. Atena soltou a respiração voltando a cor normal e se apoiou no balcão. Eu sabia que Annabeth negaria isso depois, mas ela estava preocupada com a mãe.

– Fiquem longe dele estão entendendo? – Ela voltou os olhos cinza pra nós dois e eu vi pânico neles.

– Quem era ele, de verdade Atena? – Já que ninguém fazia essa merda de pergunta, eu mesmo fiz.

– Ele é dono de mais da metade dessa cidade. Era concorrente do seu pai. Frederick sempre foi o melhor, até morrer e W. Dare assumir o posto como o melhor arquiteto do país. – Ela ficou em silencio, pegou uma taça de cima do balcão e virou. Logo ela nos deu as costas e saiu ainda abalada dali. Annabeth me olhou com as sobrancelhas franzidas.

– Eu conheço aquele homem.

– Pelo que Atena disse, ele não é flor que se cheire. – Ela assentiu.

– Definitivamente, porque os flashes de memória que eu tenho dele não me dão uma boa sensação. – Eu senti ela se arrepiar, e dessa vez não foi por causa dos meus dedos pelas suas costas.

– Agora, gostaria de fazer uma homenagem, a um homem que se foi há muito tempo. Um ícone na arquitetura, um bom marido e pai. Frederick Chase ganhará uma placa memorial em nome da nossa companhia no nosso novo e revolucionário prédio que foi projetado por esse incrível homem antes de sua fatídica morte. – Segurei firmemente na cintura de Annie e a vi sorrir tristemente pra mim. Todos ergueram a taça menos nós e o velho gordo que olhava aquilo tudo com uma cara nada agradável. – A Frederick Chase! -

...

Abri a porta de casa e joguei a chave em cima do aparador desfrouxando o nó da gravata que estava me sufocando desde o momento em que eu coloquei. Annie tirou os saltos no meio do caminho pro meu quarto.

– Ah isso foi uma droga fala sério. – Ela tirou os brincos e colocou em cima da minha cômoda e jogou os sapatos em um canto. Eu parei na soleira da porta e fiquei a observa-la. – Quando disseram uma homenagem, eu nunca pensei que seria uma simples placa de madeira com um nome em uma criação brilhante como aquela. Eles tem dinheiro pra fazer uma festa daquelas e não prestam pra porra nenhuma. – Ela bufou e apoiou as mãos na cômoda. – Ele merecia muito mais que isso, quanto orgulho nossa. – Eu sorri e cheguei por trás dela.

– Acho que se ele pudesse te ver agora, já seria o suficiente pra se ter orgulho. – Eu coloquei seus cabelos pro lado e beijei suas costas. Ela sorriu e se virou pra mim.

– Você estava falando sério hoje mais cedo? – Ela começou a mexer na gola da minha camisa e a evitar meus olhos eu sorri e beijei a ponta do seu nariz, descendo pra sua bochecha e seu pescoço, aspirando seu perfume.

– Meu pai não dorme fora de casa a toa Annie. – Eu desci passando as unhas pelas suas costas e mordi o lóbulo da sua orelha. Ela agarrou meu terno com força e tremeu. Eu acariciei seu rosto e a olhei nos olhos. Eles brilhavam pra mim. Sorri e a beijei.

Annabeth desceu suas mãos pelo meu peito e desabotoou o terno, jogando ele no chão. Eu sorri e tirei os sapatos com os pés e chutei pro mesmo canto que os seus. Ela puxou o nó da minha gravata, não o desfazendo por completo. Eu desafivelei meu cinto e tirei a calça enquanto ela desabotoava minha camisa com uma rapidez surpreendente. Eu ri da sua pressa e deslizei minhas mãos pelos seus braços até alcançar as alças do vestido.

Beijei seu ombro e puxei a alça lentamente. O vestido deslizou pelo seu corpo até cair no chão. Ela mordeu os lábios e puxou os elásticos da calcinha me olhando safadamente.

Oh meu pai, eu não vou durar muito tempo.

Voltei a beija-la, dessa vez percorrendo minhas mãos por todo seu corpo desnudo. Nos virei e a empurrei pra cama. Ela sorriu e me puxou pela gravata.

– Ah sim eu sempre quis fazer isso. – Ela disse e deu mais uma volta na gravata deixando nossos rostos próximos o suficiente pra que ela pudesse morder meu lábio inferior. Eu gemi e tirei minhas meias, porque não existe coisa mais broxante que transar de meia. – Mas eu acho que agora nós podemos tira-la de você. – Ela passou a gravata pela minha cabeça e eu aproveitei pra tirar a camisa.

– Ah tem uma coisa que eu também quero fazer a algum tempo. – Eu acariciei seus cabelos da nuca e me inclinei pra beija-la, mas não o fiz. Ela me olhou ressentida, eu ri e desci minhas mãos pelo seu corpo, assim como a minha boca. Contornei seus mamilos com a língua e ouvi ela suspirar. – Eu quero minha boca manchada do seu batom. – Desci com beijos molhado por sua barriga lisinha e senti ela se ondular. Puxei as laterais da sua calcinha, deslizando pelas suas pernas torneadas e fiz o caminho de volta beijando ambas suas pernas desde seus pequenos pés. – Eu quero beijar seu corpo todo, loira.– Acariciei seu sexo lentamente, sentindo como ela estava molhada e quente. Ela choramingou e bagunçou os cabelos loiros o que me deixou ainda mais louco por ela. –Eu quero cada suspiro seu.

Eu introduzi um dedo dentro dela e esfreguei seu clitóris com o dedão, ela gemeu fraquinho e rebolou na minha mão, Eu beijei acima do seu umbigo e enfiei mais um dedo nela com dificuldade. Ela ofegou e mordeu a junta do dedo rebolando mais. Eu me deitei sobre ela e alcancei a gaveta do criado mudo. Continuei estimulando seu sexo enquanto tateava atrás da camisinha. Quando finalmente encontrei eu voltei pra minha posição inicial. Tirei meus dedos de dentro dela e ela resmungou, agarrando minha mão novamente pra voltar a acaricia-la. Eu soltei uma risadinha. Rasguei o pacote da camisinha na boca antes de começar a chupa-la. Ela gemeu alto meu nome e tampou a boca com as duas mãos, ondulando o corpo. Annie prendeu minha cabeça com ambas as pernas e eu continuei a chupa-la enquanto tirava a cueca e vestia a camisinha. Separei suas pernas e voltei a penetra-la com os dedos pra evitar que doesse tanto. Quando percebi que ela estava perto do ápice eu parei.

Ela ofegava e tremia. Alguns fios do seu cabelo loiro estavam grudados no seu rosto, completamente linda.

– Eu quero você Annabeth. – Eu deitei sobre ela tomando seus lábios em um beijo luxurioso, agarrei sua perna e ela a entrelaçou nas minhas costas. Eu posicionei meu membro na sua entrada quente, úmida e apertada. Respirei fundo e olhei nos seus olhos. Ela puxou meus cabelos da nuca e colou sua testa na minha. Eu soltei um gemido e a penetrei lentamente.

Pai eterno.

Annie abriu sua boca em um perfeito O e eu rocei nossos lábios. Sai e entrei quase por inteiro, indo mais fundo dessa vez, rompendo seu hímen. Seus olhos se fecharam, ela mordeu os lábios e enterrou as unhas no meu ombro. Eu apoiei minha testa na dela e respirei pesadamente.

– Me desculpa. – Eu beijei sua testa e ela sorriu levemente. Fiquei por um tempo torturante parado dentro dela até sentir ela se remexer embaixo de mim. Eu rosnei e lentamente me movimentei. Annabeth voltou a abrir a boca, mas nenhum som saia dela, eu estimulei seus seios e estoquei com mais força. Suas mãos estavam inquietas, ora puxavam meus cabelos ou arranhavam minhas costas.

Eu esfreguei seu clitóris e aumentei o ritmo. Ela soltou um longo gemido, apertou os seios e rebolou de encontro a mim. Eu gemi também sentindo ela me apertar e não aguentei mais e gozei dentro dela.

Ela me abraçou ofegante, e eu acariciei seus cabelos. Tremulo, extasiado, essa era a minha situação no momento.

– Foi definitivamente melhor do que eu esperava. – Ela disse com a voz falhada. Eu sorri e levantei a cabeça para olha-la, esfreguei nossos narizes. Um gesto tão besta mas que arrancou um sorriso dos nossos lábios.

– Mas não acabamos por aqui. – Ela me olhou confusa e eu sai de dentro dela. Ela resmungou e eu sorri, tirei a camisinha cheia, amarrei e joguei em um canto. – Você não gozou. – Eu beijei seu queixo e desci até sua clavícula. – Porque a primeira vez dó demais. – Apertei seus seios e os chupei com força, ela levou as duas mãos aos cabelos e os puxou me olhando faminta. – Mas eu sou um ótimo namorado, que vai te chupar até te fazer gozar. – Eu fiz um caminho com a língua desde seus seios até seu sexo. Ela gemeu e rebolou na minha boca. Eu sorri e coloquei suas pernas nos meus ombros.

– Puta que pariu você é o namorado perfeito. – Ela apoiou o corpo sobre os cotovelos e me fitou com uma intensidade tremenda. Eu parei de estimula-la e ela só faltou me matar.

– Pois eu tive uma ideia melhor. – Eu avancei sobre ela na cama e nos virei, fazendo ela ficar sobre mim. Ela me olhou surpresa. – Você vai sentar bem aqui. – Eu dei dois tapinhas nos meus lábios e eu vi ela corar.

– E qual é a diferença? – Eu sorri safado.

– Não sei, vamos ver. – Ela me encarou por um tempo e suspirou. Eu sorri e entrelacei nossas mãos, ajudando ela se apoiar.

– Eu to com vergonha. – Eu ri.

– Annie, nós acabamos de transar, e eu estava fazendo sexo oral em você antes. Porque está com vergonha? – Ela começou a subir até estar bem próxima do meu rosto.

Cheguei salivar.

– Porque eu não estava tão exposta assim. – Eu sorri e coloquei suas mãos tremulas na cabeceira da cama. Ela agarrou ali e desceu devagar. Eu segurei em suas coxas e a lambi inteira. Ela jogou a cabeça pra trás e soltou um gemido longo. – Ah sim, sim. Tem bastante diferença. – Eu ri e chupei com força seu clitóris. Ela choramingou e agarrou meus cabelos literalmente se esfregando no meu rosto. Encontrei seus olhos e pisquei pra ela. – Você deveria ganhar um prêmio... Hmmmm – A penetrei com a língua enquanto esfregava seu clitóris com o dedão. Ela revirou os olhos e rebolou ainda mais. – Por chupar tão bem.

– Obrig...

– Shhh, não fala não, me chupa. Depois a gente conversa. – Eu ri e fiz o que ela me pediu. Espalmei as mãos na sua bunda e não parei de chupa-la até sentir seu gozo na minha boca. – Por deus, você é demais. – Ela caiu tremula ao meu lado. Eu ri e a abracei.

– Agora estou satisfeito. – Eu beijei seus cabelos suados, ela sorriu e ergueu a mão pra mim, eu entrelacei nossos dedos.

– Obrigada por fazer isso. – Eu sorri e encostei nossos narizes.

– Ah foi um grande prazer. – Ela riu e me beijou. – Valeu a pena esperar? – Ela riu.

– Eu ainda estou imaginando o motivo de ter esperado tanto. Seria especial até se fosse em um banheiro de bar.

– Bom, ainda bem que foi aqui não é? – Ela riu e me beijou.

Annabeth suspirou, e olhou nos meus olhos. Coisas não ditas eram traduzidas naquele olhar o que era uma coisa simplesmente fantástica. Percebi que suas pálpebras foram ficando pesadas e acariciei seu rosto.

– Não quer tomar um banho antes de cair no sono? Eu posso trocar os lençóis e depois me junto a você. – Ela sorriu e virou de costas, entrelaçando nossas mãos na sua barriga. Eu cheirei seu cabelo loiro e suspirei.

– Não, amanhã a gente faz isso. Eu quero curtir esse cheiro de sexo por mais um tempo. – Eu ri e me aconcheguei bem próximo a ela.

– Sério, você não existe. – Encaixei a cabeça na curva do seu pescoço e senti o cheiro da sua pele ainda suada. – Boa noite loira. – Ela sorriu e acariciou a minha mão.

– Boa noite herói.

...

POV Annie

Eu adormeci nas nuvens.

E acordei no inferno.

Há muito tempo que eu não revivia aquilo.

Eu não queria nem pensar nisso.

E aquilo me veio em forma de pesadelos.

Na noite mais que perfeita.

Eu me lembrei.

Lembrei de onde um conhecia aquele homem.

Aquele gordo ruivo.

O Sr. Dare.

Pai do pesadelo ruivo.

Ele matou meu pai.

...

Notas finais
só eu pra acabar com o clima né? mas o q vcs acharam desse hentai?? hum? hum? eu realmente, realmente gostei desse. Nao ficou tããão safado né? Bom... the next hohoho comentem ai gente!!!! eu até adiantei e tals... PS: Tomara q eu não tenha decepcionado ninguem com esse capitulo taaaao esperado! PS²: nati chase, presente adiantaaaado! Agora sim, um beijo em todo mundo e até segunda!!