Notas iniciais
OOOOOOOOOOOOOOOOIEEEEEE!!! recuperados do thalico????? temos percabeth dessa vez! lololololol continuando a história né... analu1000!!! esse cap é seu!!!! obrigada pela recomendação perfa demais s2s2s2 aproveitem geeeeeentem!!!

POV Percy

Depois de uma gloriosa descoberta como aquela, voltamos a estaca zero de novo.

E isso fazia a minha cabeça ferver de ódio.

Esse homem não pode ser impenetrável, fala sério?! Ele é um assassino, psicopata que não pode aguentar com uma concorrência!! Qual é? Ninguém é competitivo ao ponto de matar seu concorrente porque ele é infinitamente melhor que você.... Bom, apenas psicopatas. Que é o que ele é.

Como ninguém pôde perceber isso? As pessoas não são tão ingênuas assim.

E foi ai que eu entendi que é isso que falta nas pessoas. Ingenuidade.

Muitas pessoas que devem ter descoberto algo sobre ele foram subornadas, é claro. Assim como o delegado, é muito mais fácil de se encontrar pessoas ambiciosas e com a intenção de ganhar com isso, do que pessoas ingênuas, puras, honestas.

E é isso que faz minha cabeça ferver.

Isso, ou o fato de Annabeth ficar feliz com o meu fracasso.

“É melhor não mexer com isso.” – Ela disse.

“É uma pena eu ser um teimoso filho da puta.” – Eu rebati. Pra você ver como eu estou fora de mim, xingando a minha própria mãe que nem descansar em paz pode.

Me perdoe mãe.

– Vamos Percy, vamos esfriar a cabeça um pouco. – Eu suspirei enquanto deixava ela arrumar a gola da minha camisa.

– É só o que eu quero. Esfriar a cabeça. – Ela sorriu e passou os dedos pelo meu cabelo, ajeitando.

– Vamos encher a cara, fazer loucuras, dançar muito. – Ela quase saltitava e eu ri da sua animação.

– Fazer loucuras é? Que tipo de loucuras, loira? – Ela riu e mordeu meu lábio inferior, tudo pra não manchar o batom dela. Eu avancei em sua direção mas ela desviou risonha.

– As piores possíveis. – Ela piscou e saiu do quarto enrolada em um daqueles roupões frescurentos carregando seu vestido até algum quarto de hospede onde as meninas estavam se arrumando. Eu me olhei no espelho e alisei a camisa preta. Pisquei pra minha imagem e desci as escadas assoviando, encontrando com os caras na sala.

– E então elas ainda vão demorar muito? – Leo me perguntou e eu parei.

Então era isso que eu fui fazer.

Jason bufou.

– Não acredito que você esqueceu o que foi fazer. – Revirei os olhos.

– Claro que não. Elas já estão terminando. Annabeth acabou de pegar o vestido, o que deve significar alguma coisa. – Eles gemeram de desgosto.

– Não cara, isso significa que ela ainda tem que por o vestido! – Grover baliu se afundando mais e mais no sofá.

Meu pai riu enquanto zapeava os canais.

– Crianças, crianças. Vocês tem muito que aprender ainda. – Ele deu um gole na sua cerveja sem desgrudar os olhos da tv.

– Elas não podem demorar muito mais não é? – Eu perguntei na maior inocência.

E depois de exatos 47 minutos, e de umas apostas pra ver quanto tempo elas ainda demorariam (perdi todas que foram feitas), barulhos de saltos foram ouvidos pela escadas. Arrancando gritos de felicidade de todos nós que batemos palmas quando elas finalmente resolveram descer..

– Finalmente! – Nico gritou entre alguns assovios. Meu pai ria da nossa idiotice enquanto elas bufavam.

– Larguem de ser cri cris, nó ficamos bonitas pra vocês. Seus tolos. – Hazel disse e Frank foi até ela.

– Está realmente linda. – Ele lhe beijou a mão e ela sorriu.

– É maravilhosas, agora vamos, pelo amor de Deus eu quero encher a cara! – Luke disse fazendo Silena fuzila-lo. Como é estupido.

– Quanta consideração, meu deus! – Dava pra ver que ela ficou chateada com ele. Sinceramente, não sei como ela ainda está com ele!

– Ok, quem vai comigo e quem vai com Leo?

– Isso realmente importa? Eu só quero ir logo! – Leo saiu pela porta também ajudando Calipso a descer as escadas com o salto, seguido pelos outros. Silena bufou e se equilibrou no corrimão enquanto olhava vez ou outra pra Luke que arrumava o cabelo no vidro do carro.

– Que horas Margareth chega? – Perguntei pro meu pai que estava quietinho demais pro meu gosto. Ele ficou embaraçado e me olhou.

– Daqui a pouco. – Annie riu ao meu lado.

– Tudo bem, nós voltamos... quando der na telha. – Eu pisquei e peguei as chaves de casa. Annie lhe soprou um beijo e nós saímos. Annabeth desceu as escadas com cuidado e eu não pude deixar de olhar sua bunda gostosa naquele vestido justo.

– Para de secar a minha bunda e me ajuda descer, está escorregadio. – Eu ri e dei a mão pra ela a ajudando se equilibrar naquelas coisas mortíferas. Tinha chovido um pouco de tarde então as escadas estavam um pouco molhadas.

Leo já tinha saído com parte das pessoas enquanto Grover esperava a gente junto com Thalia, Nico e Júniper.

– Vão demorar muito ai? – Nico gritou se inclinando entre os bancos pra apertar a buzina e fazer um escândalo.

– Vai se foder Nico. Vai se foder. – Annie gritou de volta descendo o último degrau e me soltando andando até o carro.

...

Mostramos as pulseirinhas pros seguranças e entramos na boate. A fumaceira e as luzes piscantes me cegaram momentaneamente até eu conseguir ajustar minha visão.

Tentei pegar a mão de Annabeth mas ela tirou da minha. Olhei pra ela confuso, ela me olhou safada.

– Eu quero brincar Percy.

E quando ela disse essas palavras, eu já sabia que iria gostar muito da brincadeira.

Andamos até o camarote e nós dois fomos direto pro bar.

– Cerveja? – Eu perguntei pra ela.

– Nah to afim de alguma coisa mais forte hoje. – Eu sorri pra ela enquanto ela pedia duas doses de vodca.

Nós viramos ao mesmo tempo e eu senti o álcool descer queimando meu esôfago.

– E então, qual é o esquema? – Ela me mandou um sorriso safado e se virou pra olhar pras pessoas que estavam ali.

– Seguinte, você vai perto de qualquer menina que tiver te olhando. E vai fingir estar interessado. – Olhei pra ela perguntando mentalmente se estava doida ou se a vodca tinha feito efeito rápido demais. Ela apenas riu. – Vai lá Percy, pelos velhos tempos. – Eu quase não consegui ouvi-la por causa da altura da música, mas dava pra entender.

– Pra que isso?

– Porque é muito bom ver a cara de patéticas delas quando são rejeitadas.

– Por que tão má? – Ela riu.

– Merecem pra parar de ficar de olho no que já tem dona. – Ela piscou pra mim e saiu.

Eu me perguntei se ela sabia que não tinha como elas saberem que nós estávamos juntos. Mas enfim.

Eu encarei toda aquela gente e vi algumas garotas me olhando. Não fiz questão de escolher cheguei próximo da que estava mais perto.

Eu olhei pra ela e até que não era tão feia assim. Tá legal ela não era nada feia, mas Annabeth era um pecado.

E isso só se confirmou quando essa garota tentou chegar em mim e a minha diaba loira se meteu na sua frente. Seus lábios formaram um sorriso satisfeito ao olhar pra minha cara encarando-a. E quando ela não disse nada e me beijou com fúria, a dó que eu sentia da garota se esvaiu.

Eu sentia o gosto do álcool na sua boca e agarrei seus cabelos da nuca sugando seus lábios com vontade. Annabeth encaixou seu quadril com o meu e rebolou no ritmo da música me fazendo gemer nos seus lábios enquanto ela mordia os meus com um sorriso.

– Vocês mal chegaram e já estão querendo se comer em público. – Thalia empurrou Annabeth o que só fez com que ela se colasse mais a mim e eu agarrei a sua bunda sem pudor algum. – Foi maldade o que vocês fizeram com a garota... – Um sorriso maligno se abriu no seu rosto. – Eu amei! – Eu revirei os olhos.

– Eu ainda não entendi o que tem demais nisso.

– É maravilhoso ver uma vadia desejando alguém e esse alguém te desejar. – Thalia disse como se aquilo explicasse o mundo. E Annabeth assentiu.

– Vocês mulheres são cheias de inveja. – Elas riram.

– Competitividade meu amor. – Annabeth me deu um selinho e me puxou pro bar novamente. – Mas você será recompensado. – Ela disse com a boca colada no meu ouvido.

– Era o que eu estava esperando. – Ela riu.

– Só precisamos descongestionar o banheiro. – Ela apontou pro banheiro feminino abarrotado de garotas. – E despistar o segurança. – Havia um homem em cima de uma espécie de tablado, camuflado todo de preto e com toda a fumaça sobre ele. Eu levantei dois dedos pedindo mais vodca e logo os copinhos foram colocados na nossa frente.

– Missão impossível então. – Ela riu e virou a bebida.

– Ah fala sério, nem é tão difícil tirar a atenção dele do banheiro assim. – Eu ri e também bebi a minha.

– É mas eu não estava falando dele, estava falando do banheiro. Elas não param de entrar lá.

– Vou te contar um segredo... é porque tem um sofá lá dentro. – Eu boiei.

– E dai? – Nós conversávamos á gritos.

– Elas entram lá pra descansar os pés moídos de salto e pra soltar a barriga. Fala sério ter que murchar toda hora pra caber no vestido é foda. – Eu ri e a beijei porque a minha boca gritava pela dela. Ela gemeu e me puxou pelos cabelos e pela gola da camisa, entrelaçando sua língua com a minha de um jeito obsceno. – Como é bom cair na farra e ter um beijo descente. – Eu ri.

– Concordo inteiramente. Beijei muitas bocas pra achar a sua, loira. – Ela bufou.

– Não fode Percy! – Eu ri e voltei a beija-la com mais vontade ainda.

– Fiz de propósito. – Murmurei contra seus lábios.

– Eu sei, seu cafajeste. – E de repente ela foi tirada dos meus braços, sendo arrastada por uma Piper já alterada.

– Vem dançar comigo Annie!!! – Ela sorriu pra mim e eu pra ela. Não demorei muito e achei os caras que encaravam abobalhado as meninas dançando.

– Vocês perceberam que não somos os únicos encarando? – Leo disse depois de um tempo de transe.

Olhamos em volta e vimos o tanto de gavião que engolia as meninas. Fechei a mão em punho e fui até elas seguido por todos.

– Ta bom, agora vem aqui. – Puxei o braço de Annabeth e ela trombou comigo. Seus olhos cinzas estavam pretos de luxuria e ela passou a mão no meu peito.

– Ficou com ciuminho Percy? – Ela disse no meu ouvido e mordeu o lóbulo da minha orelha.

Tenho que lembrar de comprar vodca.

– Eu quero matar todos eles. – Eu disse olhando em volta.

– Agora junta esse sentimento com o de me ter só pra você e me beija pra marcar território. – Eu sorri e a beijei.

Agora eu entendi o lance da competitividade.

– Você tem razão. É muito bom mesmo. – Ela soltou uma risada e voltou a falar com a boca colada no meu ouvido. Seu corpo grudado no meu enquanto nós nos movimentávamos no ritmo da música só ajudava pros arrepios pelo meu corpo se propagarem.

– Vamos ter que arrumar outro lugar pra transar, sem condições no banheiro. – Olhei confuso pra ela. – Silena disse que vomitaram lá dentro. – Fiz uma cara de nojo.

– Mais já?! – Ela deu de ombros.

– Pra você vê.

– Fica pra uma próxima então. – Ela assentiu mordendo os lábios e encaixou nossos quadris, minhas mãos foram parar na sua bunda sentindo ela rebolando. Busquei seus lábios de novo e apertei sua bunda sentindo ela sorrir.

– Tem certas partes do seu corpo que não concordam com você Percy. – Ela jogou seu quadril contra a minha ereção e eu gemi.

– É ta difícil, não me tortura, por favor. – Ela soltou uma risada gostosa e enfiou a cabeça no vão do meu pescoço, lambendo e assoprando, lambendo e assoprando... fazendo os pelos do meu braço se arrepiarem e a minha ereção quase explodir dentro das calças.

– Eu nunca faria uma coisa dessas. – Ela disse no pé do meu ouvido com uma risadinha e passou as unhas pelo meu peito.

– Grover! Me empresta a chave do carro! – Eu gritei cutucando ele no ombro. Annabeth riu e continuou me torturando enquanto Grover tentava achar a porcaria da chave.

...

Notas finais
HUEHUEHUEHUEHUE voltando ao ambiente passado do nosso casal!!! analu1000!!!! obrigada de novo, curtiu????? comentem ai poooovo!!! um beijo em todo mundo até quinta lalalalalala bjsbjsbjsbjsbjs