Notas iniciais
SEGUINTE!!!!! eu to com algumas recomendações pendentes pra dedicar caps e adianta-los e meu estoque de capitulos prontos está se esgotando!! entao eu nao vou poder adiantar mais ok? me desculpem sério, por mim eu postava todos os dias mas nao vai dar. Entao pra quem recomendou mil desculpas mas vcs terão q esperar um pouquinho seus capitulos ta bom? Nao vao ficar chatiados comigo né? Please diz q nao vão! Eu preciso escrever mais e ta me faltando tempo e criatividade, quando eu pegar no tranco de novo eu volto a postar um atrás do outro de novo ok? Mas por agora, vamos ficar com segundas e quintas pode ser? please nao fiquem putos. Ok, o cap de hj vai para kety slovinski!!!! s2s2s2s2 obrigada pela recomendação, perfeita é tu

POV Percy

Subi as escadas equilibrando uma panela de brigadeiro e uma bolsa de água quente.

Uma observação.

As duas coisas são bem quentes.

– Porra. – Eu exclamei colocando tudo sobre a cama e assoprando as mãos. Annie riu da minha cara mas ainda fazendo uma careta com as mãos na barriga.

– Quanta inteligência em um só ser. – Eu fiz uma cara de bravo e me deitei do seu lado.

– Eu não pensei que queimaria tanto. – Entrei debaixo das cobertas junto com ela e peguei a compressa colocando no seu ventre. Ela soltou um resmungo e se ajeitou na cama. – Ta melhor? – Ela riu e passou a mão no meu rosto, mais especificamente no meu supercílio já quase na coloração normal.

– Percy, eu acabei de colocar, para de ser tão apavorado, por favor. – Eu assenti e puxei a panela de brigadeiro pro meu colo, me certifiquei de colocar um travesseiro embaixo pra não queimar minhas bolas.

– Ok, pode dar play no que quer que seja que nós vamos assistir. – Ela sorriu e pegou os controles remotos. Apertou um botão que fez as luzes se apagarem e outro pra fechar as persianas tornando o quarto uma penumbra a não ser pela luz que vinha da tv. – Incrível. – Ela riu e se ajeitou mais perto de mim pegando uma colherada do brigadeiro. – Que filme é?

– 300. – Eu engasguei com o brigadeiro ouvindo ela rir.

– Nós vamos assistir 300? – Ela assentiu. – O que aconteceu com o filme meloso que eu estava planejando dormir assim que começasse?

– Acontece Percy, que eu odeio filmes assim. E Gerard Butler nesse filme hmmm. – A encarei pra ve se ela percebia que estava falando de outro cara pro seu namorado o que fez ela rir. – Você tem que concordar comigo...

– Annabeth, nada contra, mas eu gosto de mulher.

– É eu sei que você gosta. – Ela deu uma mordida no meu pescoço e eu ri e a abracei apertado. – E mesmo não sendo um filme meloso, eu sei que você vai dormir. – Eu me ajeitei no travesseiro e peguei mais uma colher de brigadeiro.

– Não vou não, da play logo. – Ela riu e deu play.

...

POV Annie

Não deu nem meia hora de filme e eu já ouvia Percy ressonar baixinho, a colher que estava na sua mão caiu e ele suspirou, se ajeitando do meu lado. Eu sorri e me virei pra ele.

Gerard Butler poderia ser bonito, mas Percy era um pecado. Eu comecei a fazer um cafuné nos seus cabelos pretos o que fez ele abrir os olhos verdes sonolentos, sorrir e voltar a dormir de novo. Eu ri baixinho.

Ouvi leves batidinhas na porta um tempo depois.

– Com licença. – Hermes empurrou a porta devagar carregando vários rolos de toalhas brancas e eu peguei o controle e abri um pouco as cortinas pra que ele pudesse enxergar.

– Hey pode entrar. – Eu tirei a panela de cima de Percy e ele resmungou me abraçando com o braço livre, sua cabeça se enfiou na curva do meu pescoço enquanto ele continuava, mesmo que inconsciente, segurando a compressa quente sobre a minha barriga. Eu não percebi que tinha voltado a encarar ele com uma provável cara de boba até sentir Hermes observando a gente.

– Então, ele é o motivo? – Eu sorri e passei a mão nos seus cabelos e enfiei meu nariz entre as mexas pretas sentindo o seu cheiro.

– Motivo do que? – Ele soltou uma pequena risada e veio até meu lado pegar a panela de brigadeiro pela metade.

– De você voltar a ser a pequena Annie. – Eu olhei pra ele que tinha os olhos cheios de água. Eu ri e assenti plantando um beijo no topo da sua cabeça.

– É sim, ele é meu herói. – Hermes sorriu e encarou a gente por mais um tempo.

– É bom tê-la de volta Annie. E ele me parece um bom garoto, apesar de ter sido preso... – Eu ri.

– Foi um acidente, as vezes ele não é muito esperto sabe? – Ele sorriu e assentiu.

– Bom, eu só vim deixar as toalhas. O Senhor Poseidon ainda não chegou, e eu acho meio cedo pra fazer janta.

– Acho que Poseidon vai enlouquecer com você chamando ele assim. – Ele riu envergonhado. – Pode deixar, Percy faz a janta hoje. Se quiser ir, pode ir.

– Tem certeza? Eu posso ficar...

– Vai ficar com a sua mulher, você trabalha demais. – Ele sorriu e assentiu.

– Ok, boa noite Annie.

– Boa noite Hermes. – Ele saiu fechando a porta e eu voltei a fechar as cortinas.

Tinha me esquecido completamente do filme, eu só queria aproveitar esse momento de paz, sem cólica e dormir nos braços do meu herói sem preocupação nenhuma.

...

Acordei no meio da noite com meu celular vibrando do meu lado. Eu cocei os olhos e abri a sms.

“Diga ao seu namorado que ele não é nada imprestável.” – Eu ri.

É parece que alguém se deu bem.

Eu não respondi, coloquei o celular no mesmo lugar e olhei pra Percy e dei risada da sua situação. Ele não estava roncando, mas respirava com a boca aberta e um filete de baba escorria da sua boca. Tão bunitinho. Eu enxuguei a baba e limpei na sua camiseta voltando a dormir.

Acho que meu sogro vai ficar sem janta hoje. Foi meu último pensamento antes da inconsciência.

...

Eu acordei primeiro e por incrível que pareça sem muita cólica, olhei pra trás e vi Percy encaixado em mim, suas mãos estavam em cima da minha barriga e a bolsa de água quente estava jogada no chão o que me fez acreditar que ele acordou no meio da noite. Eu sorri e acariciei sua mão.

– Já acordou? – Eu dei um pulo porque pensei que tinha acordado primeiro e ele riu de mim.

– Que susto. – Ele riu de novo e passou o nariz pelo meu pescoço me arrepiando. Eu soltei um ofego, o assustando dessa vez. – Percy eu dispensei Hermes ontem porque tava cedo e eu pensei que a gente ia acorda e você ia fazer a janta. Tadinho do seu pai, fico sem comer. – Ele riu e deu um beijo na minha clavícula.

– Não ficou não, eu acordei no meio da noite e fui lá ver como ele tava. Acho que Hermes notou que a gente não ia acordar. – Eu ri e apertei seus braços.

– Remédio me derruba de um jeito. – Ele riu.

– Eu notei mesmo. – Ele deu um último beijo e se levantou. Eu soltei um resmungo.

– Por que caralhos você está se levantando? É sábado Percy! – Ele riu já do banheiro.

– Eu sei que é sábado loira, mas nós temos coisas pra fazer. – Eu gemi e rolei até ficar de barriga pra baixo e com a cara sufocada no travesseiro.

– Que coisas? Eu não to sabendo de coisa nenhuma. – Minha voz saiu abafada fazendo ele rir. Senti suas mãos no meu cabelo e abri o olho que não estava enterrado no travesseiro para olhar pra sua cara ainda amassada de sono. Ele sorria pra mim.

– Não sei se você se lembra, mas eu to de mudança pra cá. Tenho coisas para trazer, e você tem que ir atrás das suas coisas no testamento. – Gemi de desgosto de novo.

– Você não vai comigo? – Ele riu e se inclinou beijando as minhas costas.

– Ora veja, mas que manha em sabichona? – Eu sorri. – As coisas iriam mais rápidas assim.

– Não quero ir sozinha Percy. – Ele sorriu e alcançou minha mão.

– Você não vai, Hermes vai com você. – Eu fiz um bico emburrado mas assenti. Ele vagou em pensamentos por uns minutos e depois bufou. – Nossa a minha cama de casal, eu nem terminei de pagar. O que eu vou fazer com ela?

– Eu não sei, a minha é maior.

– É eu sei, mas eu não vou me desfazer.

– Nem deve, traz pra cá. Nos nossos quartos de hospedes temos vários e eles sao grandes, cabem mais uma cama, podemos trazer a sua e a de Poseidon e colocar neles. – Ele riu.

– Ah claro é porque temos muitos hospedes. – Eu sorri tristemente.

– Eu nunca tive muitos amigos, então é capaz mesmo que não tenhamos muitos. – Ele ponderou um pouco entrelaçando nossos dedos.

– Pra falar a verdade, eu tenho bastante amigos. – Eu levantei as sobrancelhas duvidando.

– Ah é cabeça de algas? Quem além de Grover e Nico? – Ele revirou os olhos.

– Grover não conta, ele é meu irmão! E Nico é um deles...

– Deles quem?

– Dos meus amigos ora!

– E porque eu nunca conheci esses seus amigos?

– Porque eles são amigos de farra, loira. Você acabou com essa parte da minha vida. – Eu ri e me levantei sobre os cotovelos para fita-lo.

– E é por isso que eu não posso conhece-los? – Ele deu um sorrisinho.

– Não, é que as namoradas deles... bem eu fiquei com elas. – Eu abri a boca em um O.

– Ficou com a namorada dos seus amigos? – Ele deu de ombros.

– Eles não namoravam na época. Não conseguiram o prato principal então pegaram o premio de consolação. – Eu gargalhei e deitei de barriga pra cima na cama.

– Como você se acha, herói. – Ele deu aquele sorriso de canto e apoiou as duas mãos do lado da minha cabeça e se inclinou.

– E você só faz meu ego inflar cada vez mais ao gemer meu nome de noite. – Ele me deu um beijo no melhor estilo homem-aranha e eu ri em seus lábios e acariciei sua nuca, me sentindo pegar fogo.

– Cafajeste. – Ele riu e me deu mais um selinho.

– Seu cafajeste. – Eu sorri e o vi caminhar até o banheiro de novo, fui atrás dele. – Annie, sabe o que eu tava pensando aqui?

– No que?

– E se não der certo? – Eu titubeei um pouco, não entendendo ao que ele se referia.

– Não der certo o que?

– A gente? – Eu senti meu coração falhar uma batida

– O que? – Eu sussurrei. Mas ele logo me acalmou pegando a minha mão.

– Calma loira. Eu quero dizer, e se não der certo? Eu estou me mudando pra cá, trazendo meu pai junto! Não temos mais a nossa casa, nossas mobílias... e se por algum terrível acontecimento a gente não der certo?

– M-mas nós vamos dar... – Ele sorriu levemente e passou o polegar pelo meu lábio inferior.

– Claro que vamos loira, mas e se? – Eu suspirei. Ele tinha razão, nós fizemos as coisas rápido demais.

– Se nós não dermos certos, o que está fora de questão, eu nunca deixaria vocês desamparados. Você me ajudou a sair da escuridão e Poseidon é meu... pai. Eu não posso deixar vocês. – Ele sorriu e me abraçou.

– Assim como nós não podemos te deixar. – Eu respirei fundo, sentindo seu cheiro e ele fez o mesmo me acalmando.

Meu celular começou a tocar acabando com aquele nosso momento de silencio reconfortante. Percy bufou e eu ri indo atender aquela coisinha barulhenta.

– Alô?

– Bom dia, lindo dia, sábado perfeito. Como está nessa manhã gloriosa?? – Eu gargalhei ao ouvir a voz radiante de Thalia.

– Vocês já transaram no primeiro encontro? – Ela riu do outro lado da linha, me fazendo rir também.

– Não, mas não vejo a hora disso acontecer. Se foi maravilhoso só com beijos roubados imagine dormir ao seu lado.

– Você quer dizer, não dormir né?

– Exatamente minha querida loira azeda. – Eu ri e ela suspirou.

– Tenho uma proposta pra te fazer, eu tenho que resolver alguns assuntos com Quíron hoje, mas Percy vai ficar fora o dia todo. Que tal nós sairmos pra tomar um chope e você me contar detalhes dessa sua noite maravilhosa. – Ela riu.

– De acordo Annabethzinha, nos encontramos no Submundo as 16:00 pode ser?

– Por mim fechou.

– Então até lá. Diga ao cabeça de algas que ele já tem um lugar no céu. – Eu ri da sua loucura.

– Pode deixar estranha, até mais tarde. – E com um último suspiro ela desligou, me fazendo rir de novo.

– O que é tão engraçado? – Percy gritou do banheiro.

– Thalia. Parece que seu amigo Nico é um milagroso. – Ele riu com gosto. – E olha, pelo menos a namorada dele você não pegou. – Eu disse com cinismo. Ele saiu do banheiro me olhando divertido.

– Está com ciúmes loira? – Eu revirei os olhos e joguei o celular sobre a cama.

– Não seja idiota. – Ele riu e veio até mim, passando os braços pela minha cintura.

– Você fica uma graça enciumada. – Ele tentou me beijar, mas eu desviei os rosto.

– Já disse pra parar de ser idiota. – Ele me levantou e me colocou na cama finalmente conseguindo me dar um beijo, eu fui fraca e não resisti por muito tempo, logo cedendo aos seus lábios macios.

– Eu amo você. – Eu sorri e o abracei.

– Tá, agora sai que eu tenho que tomar banho. – Ele fez uma cara chateada e eu ri lhe dando dois tapinhas na bochecha. – Vamos, não faz manha Perseu, você tem muitas caixas pra carregar hoje.

– Como você é má, loira. – Eu sai do seu abraço e fui até o banheiro.

– E você me ama. – Soprei um beijo pra ele que bufou e caiu de costas na cama.

...

Notas finais
Nao vao ficar triste comigo né? pfv ♥♥ até quinta amores ♥♥