Notas iniciais
SAIIIIIIIU!!!! ESTOU ESCUTANDO UM AMEM? UM ALELUIA? poise minha gente! demoro mas estamos ai!!!! BONUSSS THALICO yeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeey e esse cap bonus, especial 1000 comentarios, vai para todos vcs q comentam, q vem falar comigo, q dão atenção pra essa escritora carente ok? Espero do fundo da minha alma q gostem :3

POV Thalia

POV narra a parte em que eles saem do bar onde Annie conhece os amigos de Percy.

Nós saímos do bar e ele me estendeu o capacete.

Você não imagina qual foi a minha reação ao ver a moto super foda que ele tinha.

Eu sempre quis andar de moto. Agarrada a cintura de Nico parecia ainda mais perfeito.

Ele tirou sua jaqueta de couro e me deu, e eu nem me fiz de difícil e a agarrei com unhas e dentes colocando-a sem delongas sentindo seu cheiro nela.

Ele subiu na moto e deu a partida fazendo aquele estrondo. Eu sorri e passei a perna por cima do automóvel nada estável agarrando suas costas. Ele sorriu e acelerou me fazendo aperta-lo ainda mais ouvindo a sua gargalhada gostosa.

Eu sentia o vento gelado bater no meu rosto e sorri, apreciando esse momento. Fechei os olhos e me senti flutuar embaixo daquela coisa veloz e mortífera.

E era essa sensação que deixava tudo ainda melhor.

Ele parou em frente a um prédio antigo e desligou a moto. Eu desci da garupa e tirei o capacete com a consciência que meu cabelo estava um lixo. Eu tentei dar uma ajeitada e fui pega no flagra por ele que bagunçou ainda mais meus cabelos. Eu olhei pra ele emburrada, mas me desarmei totalmente quando ele se inclinou e me beijou.

Por que esse efeito sobre mim?

Ele riu e me abraçou, pegou os capacetes e trancou a moto. Nós entramos no prédio que eu imaginava ser onde ele morava e eu estava nervosa.

Nervosa era pouco, eu queria mais que tudo transar com ele. Mas e o medo? E o medo de ter um surto na hora? Ou de acabar contando pra ele sobre o que eu... sofri e ele me rejeitar?

Deixei os pensamentos de lado, e me agarrei a sensação de ter sua mão entrelaçada com a minha.

Subimos pelas escadas até o primeiro andar e ele abriu a porta do primeiro apartamento.

Era um lugar pequeno e ajeitado, a cara de Nico pra falar a verdade.

Eu amei o lugar.

Joguei a bolsa em um canto e me sentei no sofá cama que tinha ali. Ele me olhou e sorriu, como se eu pertencesse aquele lugar desde sempre. E bom, era assim que eu também me sentia.

Ele foi até a geladeira do outro lado do cômodo que era dividido por apenas um balcão de mármore, pegou uma garrafa d’agua e veio se sentar na cama comigo.

Eu sorri pra ele e peguei a garrafa da sua mão, abrindo e tomando um gole.

– Para de me olhar desse jeito. – Eu disse já bastante envergonhada pelo fato dos seus olhos pretos estarem cravados em mim o tempo todo.

– Não da. – Ele se aproximou e encostou seus lábios nos meus. Sua barba roçou no meu rosto como se testassem meu autocontrole. – O que tem em você Thalia?

– Eu não sei. – Eu disse me fazendo a mesma pergunta mentalmente. O que essa porra de moleque tem que me deixa assim de pernas bambas?

E então, eu esqueci a garrafa, coloquei ela em algum lugar do chão, e me grudei nele. Deixei escapar um gemido porque desde o momento em que ele me pegou em casa a necessidade de um beijo desse era tão grande que me deixava em chamas.

Ele deitou por cima de mim apertando a minha cintura.

E foi ai que eu o parei.

– Espera. – Ele deu uma risadinha e me deu um selinho.

– A gente não vai fazer nada... – Eu o calei.

– Fale por você. – Ele abriu os olhos e me encarou com um ponto de interrogação na cara. – Porque eu to fervendo e você que fez isso... vai terminar. – Ele deu mais um apertão na minha cintura enquanto me olhava de uma maneira indecifrável. – Mas eu preciso te contar umas coisas antes. – Eu o empurrei pelo peito e voltamos a sentar sérios.

– Vai me contar da treta que Percy disse que você estava passando? – Ele perguntou e eu assenti. Nico suspirou e me deu um beijo na testa. – Então vamos lá conte-me.

Respirei fundo, titubeando. Mas olhando nos seus olhos naquele momento e o quanto eles eram verdadeiros comigo, como se, se importassem comigo, eu liguei o foda-se e então contei tudo pra ele.

Tudo, desde o inicio. O que eu nunca havia contado pra ninguém, nem mesmo pra minha mãe. Eu contei pra Nico.

Porque ele me olhava de uma forma inexplicável, com uma intensidade tão densa que acho que dava pra ver no ar.

E ele me ouviu, e chorou comigo, e me abraçou, e me consolou, me acarinhou. Eu não tenho palavras pra descrever esse momento, porque acho que elas não existem, porque nunca ninguém viveu o que eu estou vivendo agora.

– Como conseguiu Thalia? Passar por tudo isso e ainda estar aqui? Estar inteira, forte, linda, com essa aurea de poder? Como? – Nico segurou meu rosto com ambas as mãos como se eu fosse algum tipo de joia. – Você é muito única. – Ele distribuía beijos pelo meu rosto, secando as minhas lágrimas e me fazendo sorrir como nunca. – E muito minha. – Eu ri.

– Ainda não sou completamente sua. – Eu levantei a barra da sua camiseta, mas ele segurou a minha mão.

– Tem certeza que quer fazer isso? – E então meus pensamentos começaram a fervilhar de coisas horríveis.

– Você tem nojo de mim. – Ele riu e me encarou como se o que eu dissesse fosse a coisa mais ridícula do mundo.

– O que? – Dessa vez ele riu com vontade. – Nunca, nunca mesmo. Na verdade eu estou em uma situação nada confortável aqui. Porque eu gosto de você mais do que eu poderia se quer pensar em gostar de alguém algum dia na vida. Mas eu não quero te apressar em nada, você tem traumas Thalia, você passou por tanta coisa nessa vida que eu não imagino como você pode ter aguentado por tanto tempo. E eu não quero ir com tudo... – Eu ri aliviada.

– Bom você pode não querer, mas eu quero, quero muito. – Eu agarrei os cabelos da sua nuca deixando seu pescoço pálido exposto pra mim. Eu o mordi sentindo ele ofegar e apertar minha cintura. – Quero você Nico. – Sussurrei no seu ouvido e mordi sua orelha.

Ai ele ficou louco.

Em um instante, estava embaixo dele, seu rosto a milímetros do meu enquanto nossas respirações aceleradas se misturavam. Seu hálito cheirava a cerveja e o meu não estava diferente.

Ele deu uma pequena risada, envergonhada, excitada, rouca, fantástica... e roçou seu nariz contra o meu.

– Então vou te fazer minha. – Lentamente suas mãos entraram por debaixo da minha blusa e ele passava sua unha curta por todo meu tronco, me fazendo curvar na sua direção. – Só minha. – Tomou meus lábios em um beijo luxuriante de roubar o folego, mordendo com vontade meu lábio inferior me fazendo soltar um gemido e arranhar sua nuca. – Pra sempre. – Eu assenti.

– Só sua. – Desci minhas mãos pelas suas costas, passeando pela sua musculatura com as minhas unhas e puxei a barra da sua camiseta. Tirando dela arranhando levemente a lateral do seu corpo. Ele soltou um sibilo e assim que se livrou do pedaço de pano ele avançou sobre mim.

Suas mãos apertavam minha cintura com força, pra marcar mesmo, e ele devorava a minha boca de um jeito faminto que me fazia perder a linha do raciocínio e me queimava, eu estava em brasas, pegando fogo.

Ele tirou minha blusa nada delicadamente, e quando nossos peitos se chocaram, foi como se eu tivesse sido eletrocutada.

Eu me agarrei a ele ofegante e olhei em seus olhos negros que encaravam os meus da mesma maneira, apavorados, excitados, em... choque.

É como se déssemos choque ao nos tocarmos.

Uma intensidade tremenda pairava sobre nós enquanto descobríamos o corpo um do outro.

Nico se apoiou em um braço e desabotoou meu soutien com apenas uma mão. Eu sorri e o ajudei a tirar.

Ele encarou meu corpo por um momento, e seu olhar me queimava, de um jeito maravilhoso.

– Meu deus, como pode ser tão perfeita? – Acho que o ouvi balbuciar, antes dele se debruçar e chupar meus mamilos eriçados.

Fechei os olhos em êxtase agarrando em seus fios negros enquanto ele me proporcionava o mais lindo e puro prazer, o que eu nunca havia chegado nem perto em toda a minha vida.

Eu estava a ponto de explodir.

Sua mão escorregou para o meu clitóris, ainda apor cima do shorts, ele me estimulou. Me contorci embaixo dele, enquanto ele me deixava pequenas mordidas pela barriga e colo.

Minhas mãos estavam inquietas, eu não conseguia mante-las paradas em nenhum momento! Eu queria toca-lo também, dar prazer pra ele.

Desci minhas mãos pelo seu peito e cheguei até sua ereção nada sutil, mas ele me parou.

– Quero que sinta prazer hoje. Eu estou mais do que satisfeito em te amar, e te proporcionar isso minha linda. – Ele disse com uma voz rouca e tão suave que por um instante eu tive a vontade besta e inútil de chorar, mas passou no momento em que ele tirou meu shorts junto com a calcinha e abriu minhas pernas delicadamente.

Eu me refreei, fechei os olhos e respirei fundo. Era Nico ali, não era ele...

– Olha pra mim Thalia. – Ele disse com uma voz firme. Abri os olhos meio nebulosos pelas sensações e o encarei. Seu rosto lindo, perfeito estava muito próximo ao meu o que fez minha pele formigar, como se pedisse para eu toca-lo. E eu o fiz. Toquei seu rosto gentilmente com uma das mãos e ele entrelaçou a sua com a minha. – Sou eu aqui minha linda, eu vou te amar essa noite. – Ele tirou minha mão do seu rosto e beijou cada nó do meu dedo.

– Eu sei. Meu corpo pede o seu Nico. Eu preciso de você. – Eu disse com a voz meio falhada, vendo-o respirar fundo.

Ele se afastou e eu sorri vendo ele tirar o resto da roupa.

Nico voltou a deitar sobre mim, acariciando minhas pernas levemente até minha virilha. Sua testa estava colada na minha e eu sorria pra ele, dando a confirmação que seus olhos me imploravam.

E então ele me penetrou.

A dor que eu esperava não veio, ele foi gentil, foi perfeito. Soltei um suspiro por me sentir completa e me agarrei a ele, mordendo seu pescoço que se tornou meu alvo preferido ao ver todos seus pelos do braço se levantarem enquanto eu o mordia e arranhava suas costas.

Me remexi em baixo dele que começou a se movimentar. Os choques aumentavam, assim como o fogo que parecia se alastrar pelo meu corpo. Nico deixou escapar um gemido perto do meu ouvido o que me enlouqueceu completamente.

Ergui uma perna, enlaçando na sua cintura e senti suas estocadas profundas, vendo meu corpo reagir de uma forma completamente desconhecida pra mim. Eu estava extasiada, em transe... em choque.

Não sei dizer se gozei, nunca tive um orgasmo na vida! Mas que eu vi estrelas... ah isso eu vi. Constelações, galáxias. Minhas pernas formigavam, meu corpo parecia mais leve e flutuava e se um orgasmo for melhor do que isso, pelos deuses do olimpo me ve o que tem no estoque produção!

Nossas respirações pareciam nunca voltar ao normal. Nico brincava com meus dedos enquanto eu enrolava mechas do seu cabelo suado e escorrido.

– Nunca me senti assim Thalia. Nunca na vida, é uma atração tão grande, um carinho tão intenso, uma...

– Dependência. – Eu disse e ele ergueu os rosto pra me olhar.

– Exato. Dependência. Estou dependente de você minha linda, você veio do nada e já significa tanto pra mim. – Ele beijou o vão dos meus seios e me encarou, entrelaçando nossos dedos. – Você é única.

E eu fiquei ali, sem saber o que dizer com uma provável cara de paspalha, olhando para a face de um anjo.

E foi assim, que eu adormeci.

...

Notas finais
ENTAO? ENTAO? Demorei mas tamo ai!!! please eu PRECISO do comentario de vcs sobre isso? ok? necessito na verdade! pfv comentem o q acharam :3 mil beijos, até segunda!