There's No Place Like The Past
1 There's No Place Like The Past
Notas iniciais
— Não, não.
Disse Emma ao perceber onde o portal a havia levado
— Parece que estamos de volta a Floresta Encantada. – disse Hook.
— É, eu percebi isso.
— A grande pergunta é quando.
— Eu não tenho a mínima ideia. – Diz Emma olhando envolta, eles haviam caído do portal em um campo aberto, de onde estavam não se enxergava casa ou estrada, parecia mais um fim de mundo do que a Floresta Encantada em si.
Sem nada melhor que os pudesse orienta-los Emma decidi pegar o livro que Henry havia entregado a Hook, poderia ser útil.
— Por que você está lendo isso agora?
— Pois enquanto caiamos pelo portal, eu estava pensando em Henry e Regina, sobre voltar a NYC e Henry viver uma adolescência normal. Coisa que nenhuma de nós teve.
— Você acha que portais do tempo funcionam como os outros? Eles te levam para onde pensou?
— Não "onde", "quando".
— Mas a época esse pensamento poderia nos levar?
— Não tenho a mínima ideia.
Abandonando a conversa com Emma volta sua atenção para o livro, o folheando, enquanto Hook a assiste, sentindo-se deslocado. Estavam tão focados que não perceberam que alguém a cavalo estava no alto da colina os observando. Quando Hook cansado de trocar o peso do corpo entre uma perna e outra e, se resolveu virar e avistou o intruso na colina era tarde demais. Além do que não havia onde se esconder, não havia se quer uma maldita árvore por perto.
— Swan.
— O quê?
— Precisamos sair daqui?
–O quê? Por quê? Quer dizer é claro que temos que voltar ao presente, mas no momento estamos no meio do nada e não tem ninguém aqui. – diz Emma, dando a volta como se estivesse mostrando o lugar, e foi quando também enxergou a figura montada a cavalo parada no topo da colina, olhou para Hook, e depois olhou para a colina. A distância que estavam não dava para saber se era homem ou mulher, apenas que agora descia a colina devagar.
— Swan. Nós temos que sair daqui agora!
— E pra onde vamos ir? Não tem onde se esconder! — disse a loira olhando novamente para a figura que se aproximava lentamente.
— Mas não podemos ficar simplesmente aqui parados, enquanto alguém se aproxima. Não sabemos quem é, e as coisas tem que acontecerem como sempre aconteceram.
— E correr é a melhor opção? Nós estamos a pé, se corrermos vamos chamar ainda mais atenção e quem quer seja iria nos alcançar ainda assim. – Hook faz uma cara de desaprovação, mas na situação não havia muito o que dizer ou fazer.
— Olhe!– diz Emma, enquanto a figura se aproximava, agora podendo definir-se uma silhueta feminina.
— É uma mulher, quão ruim pode ser?
E a quanto mais aproximava a figura foi ficando ao pondo de sua forma tomar rosto, foi quando Emma percebeu que realmente não havia sido uma boa ideia ter ficado ali, a figura começava a tomar forma de alguém muito bem conhecida.
— Não, não, não pode ser.
— O quê, Swan? – pergunto Hook, tirando seus olhos de Emma e voltando a atenção para a figura que se aproximava, reconhecendo também figura de cabelos castanho.
— Não. Não ela.
— É Regina. – disse Hook incrédulo.
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