The watchers

1 Um novo dia


Notas iniciais
Neste primeiro capítulo nosso inocente protagonista Matt, sem saber, inicia sua verdadeira história.


29.07.2013


03:01 am


Atlanta, Geórgia



"... Eles estão te observando...


...O tempo todo...


...Ninguém os enxerga...


...Nada os pára...


... Eles estão mais próximos do que você imagina..."



-Matt, Acorde!


Se abrem os olhos de Matthew S. Lee, um Rapaz alto com pele pálida e apenas 21 anos de idade, de uma família rica vive num bom apartamento no centro de Atlanta. Matt Levanta-se no despertar de um sonho maluco pensa ele , prepara um chá e vai relaxar enquanto se deita numa poltrona em sua sacada, assim como faz todas as vezes em que acorda na madrugada. Sobre o confortável assento, seus olhos começam a se deitar cada vez mais, até que num rápido reflexo do olhar ele enxerga uma pessoa parada em sua frente o observando, uma figura masculina com um terno preto porém não havia como ver seu rosto devido a escuridão da noite, instantaneamente ele parece acordar como se estivesse apenas sonhando acordado devido ao sono pesado que estava, o que é comum. Matt levanta-se despreocupado e volta para sua cama como se nada tivesse acontecido.

exatamente as 07:14 hs da manhã, Matt desperta, como de costume, automaticamente, porém dessa vez ao abrir seus olhos em direção a sua estante que fica ao lado da porta do quarto, onde estava seu celular, aquela figura que madrugada passada pensara ser um sonho, mais uma vez estava ali e parecia estar mexendo no celular de Matt, que logo na velocidade do piscar dos olhos já não vê mais aquela figura amedrontadora. Claro que na cabeça do rapaz isso tudo não passa de apenas ilusões, ora pelo cansaço do trabalho, ora pelos remédios que toma por causa da memória fraca.

-Ha, acorda rapaz.- diz ele esfregando o rosto com as mãos.

Logo antes mesmo de levantar-se completamente de sua cama, ouve seu telefone celular tocar.

( The legend of Zelda — theme, Seu jogo favorito )

-Ah, eu amo essa música- diz enquanto caminha em direção ao aparelho.

-Mas essa hora, quem poderia ser ?.

Logo em seguida ao atender o telefone sem mesmo arrastá-lo a alturas do queixo ouve a voz de sua mãe.

-Matt, é você ? — com uma voz ofegante e baixa.

-Claro mãe, quem mais poderia ser ?

-Esquece, como você está ? — continuando a falar como se estivesse sussurrando.

-Estou bem mãe, estou bem, mas por quê está falando assim, o que foi ?

-Não é nada, apenas uma dor de garganta, mas filho ouça bem, eu só queria te dizer apenas que ...

Interferências começam a surgir na ligação.

-Mãe, não te ouço direito está ruim a ligação, mãe?!

-Matt .. eu ..nós.. t... a.m.. mos...filho.

-Mãe, mãe... e o papai... mãe...

–tuuuuuuuuuuuuuuuu..... cai a ligação...

-Nossa, isso foi um meio estranho, bom, mais tarde ligo de volta, já está na hora de me arrumar e ir trabalhar. — enquanto olha as horas no celular.

Enquanto caminha rumo a GUN (GrowUpNet) ali mesmo no centro da cidade a poucos quarteirões, onde trabalha como programador de softwares a pouco tempo, algo o chama atenção, um homem aparentando ser um morador de rua, parado na beira da calçada, em estado degradante, roupas rasgadas, imundo, aparentando ter seus 27, 28 anos, ele mantinha seus olhos arregalados como se estivesse procurando alguém, suas mãos tremulas, mas o que realmente chamou a atenção de Matt foi uma placa que ele segurava na altura de seu peito, que a mostrava em turnos, não a expondo muito. Não muito longe do sem-teto Matt consegue ler a placa que dizia a seguinte frase:

-Eles observam, manipulam, não param...- sim coincide muito com o que ele ouvira em seu sonho, mas o restante da frase o questiona mais ainda!

-... se você conseguir ler isso até o final, eu suplico, por favor me ajude!"

Confuso e curioso, Matt dirige-se calmamente ao tal homem, passo a passo, olhando fixamente ao homem que continuara da mesma maneira na beira da calçada gesticulando como antes. Enquanto aproxima-se da figura, mais tenso fica, mas segue pensando:

-Mas afinal o que estou fazendo, isso é loucura, melhor, ele é louco... mas também não sei, sinto que devo ver o que realmente está se passando, desde esta madrugada aconteceram fatos estranhos. Bom, o máximo que pode acontecer é ele pedir dinheiro, sim, é isso mesmo, isso que ele quer.

Matt aproxima-se do homem por trás e o toca no ombro, que rapidamente o tal vira-se tão depressa que se assusta tremendamente, com um passo para trás Matt diz:

-Calma ai cara! Só quero entender o que há com você e o sentido dessa placa ai...

-Ei... , você está me ouvindo ?

Mas pelo visto, o homem parecia ser surdo e mudo, pois não obtinha resposta alguma, apenas o olhava fixamente, parecendo estar com medo. Matt então desiste e parte embora:

- Okay cara, estou indo, não vou mais te perturbar.

No momento em que vira-se de costas ao vagabundo, ele o agarra pelo braço, e olhando fixamente para Matt, ele o entrega um pedaço de papel todo amassado, ao tentar abri-lo para ler o rapaz aparentemente desabrigado o impede e gesticula para que veja depois. Matt entende o recado, porém algo mais o incomoda, o fato de que parece que ninguém os nota ali parados, passam pessoas e mais pessoas, o centro de Atlanta é bastante movimentado nesse período do dia, e ainda assim ele sente como se não os notassem, ao menos o mendigo, pensa ele, até que em um piscar de olhos surge de repente um homem que tropeça e acidentalmente acaba por empurrar o sem teto para a rua no exato momento em que passava um ônibus circular, que não era de costume passar neste horário, e consequentemente espalha as partes do corpo pela estrada banhando-a assim de sangue.

O homem cujo provocou acidentalmente a tragédia, ainda permanecia ali no chão intacto em estado de choque, enquanto uma multidão se formava diante do banho de sangue. Matt com o corpo paralisado, boquiaberto e os olhos arregalados igual a duas bolas de ping-pong, em estado de choque. Instantes depois ao dar um passo a frente ele nota ao chutar, que no chão no exato lugar onde estava o agora então falecido, um jóia muito bonita por sinal e brilhante, poderia ser do homem que provocou o incidente, mas pelo forte cheiro da peça ele rápido deduz o verdadeiro dono sem dúvida. Matt apenas a coloca em seu bolso e sai fora do local sem que percebam sua ausência, pois estava muito assustado com tudo.

Seu pensamento focalizado em tudo aquilo, ao mendigo, na placa, na jóia, nas pessoas e aquele estranho homem aparecendo do nada, e a relação com seu sonho da noite anterior. Mas segue rumo a GUN, afim de lá acalmar-se.

Ele entra no prédio passando despercebido por todos, já em sua sala, ele senta em sua cadeira, muito trêmulo, nervoso, com medo, e seus pensamentos continuam no mesmo barco...

-Espera! o bilhete, onde está o bilhete ?! — enquanto procura agressivamente em seus bolsos. Rapidamente ele desdobra todo o papel e começa então a ler:

"Preste muita atenção, e não deixe que ninguém jamais veja isso além de você, pois ninguém mais é confiável, e se lhe entreguei ele, é porque tenho minhas razões, então é expressamente alertado que queime-o após ler, pois agora não só a minha mas também a sua vida corre sérios perigos.


Agora leia com atenção!

. . . . . . . . . . . . CONTINUA...


Notas finais
" Você deve estar tão confuso quanto Matt, assim como eu(risos), Mas esta carta despertará ainda mais sua expectativa. "
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.